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sexta-feira, 7 de março de 2014

“Tu, porém não quiseste...”


Um exame de consciência diante das estações da Via-Sacra do SENHOR.

Eu chamei-te pelo teu nome, o nome que hás de ter na eternidade quando pela última vez recebeste os Sacramentos: “Vem, segue-Me!”.
Tu, porém não quiseste e disseste: “ainda tenho mais tempo para isso!”.
Era a tua primeira estação a caminho do abismo.

Eu enviei-te sofrimentos para te recordares de DEUS, rezares e pedires auxílio.
Tu, porém não quiseste e disseste: “DEUS não me ajuda!”.
Era a tua segunda estação a caminho do abismo.

Eu deixei-te cair em pecados, para que a tua consciência te despertasse e tu fizesses o propósito de te converteres e te transformares.
Tu, porém não quiseste e disseste: “é só uma vez na vida que se pode ser jovem...”
Era a tua terceira estação a caminho do abismo.

Eu deixei a tua mãe e os teus pedirem-te para te converteres.
Tu, porém, não quiseste e disseste: “deixai-me em paz!”.
Era a tua quarta estação a caminho do abismo.

Eu enviei amigos bons e fiéis para te ajudarem a levantares-te de novo.
Tu, porém, não quiseste e disseste: “que se metam em sua vida!”.
Era a tua quinta estação a caminho do abismo.

Eu aproximei de ti um coração bom e fiel e pronto para o sacrifício a fim de ser para ti exemplo que devias imitar.
Tu, porém, não quiseste, apenas disseste sempre: “dê-me... dê-me...” e não quiseste dar nada, somente tomaste.
Era a tua sexta estação a caminho do abismo.

Eu deixei-te cair mais uma vez, - e a queda foi mais séria- para voltares a ti.
Tu, porém, não quiseste e disseste: “agora tudo me é indiferente!”.
Era a tua sétima estação a caminho do abismo.

Eu pus no teu caminho crianças para te tornares tranqüilo e bom para com elas.
Tu, porém, não quiseste e disseste: “fora quero ter o meu descanso!”
Era a tua oitava estação a caminho do abismo.

Eu fui atrás de ti por meio do sacerdote, livros, missões.
Tu, porém, não quiseste e disseste: “isto não serve para mim!”
Era a tua nona estação a caminho do abismo.

Mas agora, toquei o teu coração de maneira que pensaste aturdido, na morte. E o Anjo exortou-te: “Não queres estabelecer ordem na tua alma?”.
Mesmo assim não quiseste. Disseste: “isto passa!”
Mas isso não passará.
È a tua décima estação. Vós mães continuai a rezar!

Eu levanto a mão e o Meu Anjo aproxima-se de ti. Um temor repentino apodera-se de ti e gritas : “SENHOR MEU DEUS!”
A esta palavra, a última na tua vida, quero ligar a Minha Misericórdia, assim como os pecados, também os TEUS Me pregaram na Cruz.
É a décima - primeira estação da tua vida, ela não dura mais do que alguns minutos.

Eu coloquei os Anjos para chamarem as mães, a fim de que elas rezem e expiem. Coloquei as lágrimas das mães no prato da balança, juntamente com as tuas boas ações. A Minha Mãe juntou as Ave-Marias da tua infância.

Quero inserir o teu último suspiro na décima segunda - estação  e deixar o Sangue do Meu Coração correr sobre ele.
Sou EU quem unicamente pode conhecer o teu último pensamento.
Durante anos fui atrás de ti. Tu não quiseste. Contudo, agora eis que regressaste a CASA.

(Fonte)



quarta-feira, 5 de março de 2014

Oração de Quaresma


Pai nosso, que estais no Céu,
durante esta época de arrependimento,
tende misericórdia de nós.
Com nossa oração, nosso jejum e nossas boas obras,
transformai nosso egoísmo em generosidade.
Abri nossos corações à vossa Palavra,
curai nossas feridas do pecado,
ajudai-nos a fazer o bem neste mundo.
Que transformemos a escuridão
e a dor em vida e alegria.
Concedei-nos estas coisas por Nosso Senhor Jesus Cristo.
Amém.

Oração do Fiat
Santa Maria, ajuda-me a esforçar-me
segundo o máximo de minha capacidade
e o máximo das minhas possibilidades
para assim responder ao Plano de Deus
em todas as circunstâncias concretas da
minha vida.
Amém.

Para ser Melhor
Auxílio dos pecadores,
sempre disposta ao perdão
e a intercessão,
obtém-me as graças
que me sejam necessárias
para encaminhar retamente minha vida,
rejeitar energicamente o pecado,
fugir de suas ocasiões
e colocar os melhores meios
para purificar-me
segundo o desígnio divino
e assim encaminhar-me
em direção daquele que é
a própria Vida
Amém.

Diante as Tentações
Mãe querida acolhe-me em teu regaço,
cobre-me com teu manto protetor
e, com esse doce carinho
que tens por teus filhos
afasta de mim
as ciladas do inimigo,
e intercede intensamente
para impedir que
suas astúcias me façam cair.
A ti me confio
e em tua intercessão espero.
Amém.

Para Viver o Perdão
Diante das dúvidas sobre ti
respondeste com o perdão.
Diante da perseguição
e das muitas murmurações
respondeste com o perdão.
Diante da insídia e da ímpia ofensa,
respondeste com o perdão.
Diante da infâmia da conspiração
contra o Justo,
respondeste com o perdão.
Diante da traição
e da dor que esta traz,
respondeste com o perdão.
Mãe de Misericórdia,
teu coração bondoso
transborda de clemência,
por isso te imploro que me obtenhas o perdão
pelos muitos males que fiz,
e também,
ó Mãe,
ensina-me a perdoar como Tu,
que, diante de tantos males
que te fizeram,
inclusive arrebatar do teu lado
teu divino Filho
sempre respondeste
com o mais magnânimo perdão.
Amém.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Oração da Campanha da Fraternidade 2014


Ó Deus, sempre ouvis o clamor do vosso povo
e vos compadeceis dos oprimidos e escravizados.
Fazei que experimentem a libertação da cruz
e a ressurreição de Jesus.
Nós vos pedimos pelos que sofrem
o flagelo do tráfico humano.
Convertei-nos pela força do vosso Espírito,
e tornai-nos sensíveis às dores destes nossos irmãos.
Comprometidos na superação deste mal,
vivamos como vossos filhos e filhas,
na liberdade e na paz.
Por Cristo nosso Senhor.


AMÉM!


http://www.amiguinhosdedeus.com/2014/02/oracao-da-campanha-da-fraternidade-2014.html

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Campanha da Fraternidade 2014- Cartaz


Entenda o significado do cartaz:

1-O cartaz da Campanha da Fraternidade quer refletir a crueldade do tráfico humano. As mãos acorrentadas e estendidas simbolizam a situação de dominação e exploração dos irmãos e irmãs traficados e o seu sentimento de impotência perante os traficantes. A mão que sustenta as correntes representa a força coercitiva do tráfico, que explora vítimas que estão distantes de sua terra, de sua família e de sua gente.

2-Essa situação rompe com o projeto de vida na liberdade e na paz e viola a dignidade e os direitos do ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus. A sombra na parte superior do cartaz expressa as violações do tráfico humano, que ferem a fraternidade e a solidariedade, que empobrecem e desumanizam a sociedade.

3-As correntes rompidas e envoltas em luz revigoram a vida sofrida das pessoas dominadas por esse crime e apontam para a esperança de libertação do tráfico humano. Essa esperança se nutre da entrega total de Jesus Cristo na cruz para vencer as situações de morte e conceder a liberdade a todos. “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1), especialmente os que sofrem com injustiças, como as presentes nas modalidades do tráfico humano, representadas pelas mãos na parte inferior.

4-A maioria das pessoas traficadas é pobre ou está em situação de grande vulnerabilidade. As redes criminosas do tráfico valem-se dessa condição, que facilita o aliciamento com enganosas promessas de vida mais digna. Uma vez nas mãos dos traficantes, mulheres, homens e crianças, adolescentes e jovens são explorados em atividades contra a própria vontade e por meios violentos.

(Fonte)

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

NOVENA DE NOSSA SENHORA DE LOURDES

Oração para todos os dias

 Ó Deus por intercessão de Nossa Senhora de Lourdes, nós Vos pedimos em favor dos nossos irmãos e irmãs doentes, e nesta Novena colocamos os nomes em oração:

(diga os nomes das pessoas que estão doentes...)

Senhor que passaste pelo mundo derramando graças e bênçãos e curando os doentes abençoai estes nossos irmãos e irmãs enfermos. Que eles não desanimem diante do mal que sofrem, mas que possam sempre e de coração aberto, em Vossa presença e no Vosso amor, sentirem-se fortalecidos. Senhor que estes doentes não desanimem. Que tenham sempre muita confiança em Vós.
Senhor Deus olhai pelos cuidadores dos doentes, que tenham a graça da paciência, da delicadeza e da esperança. Que todos os enfermos sintam a Tua Presença Senhor,  confortando-os e protegendo-os. Revela sabedoria aos médicos. Senhor Deus, abençoai e santificai os enfermos. Que tenham coragem de vencer os momentos de desesperança e de angústia.
Senhor, estende Tua Mão Poderosa, como fizeste a tantos enfermos. Levanta-os em sua enfermidade. Restaura Senhor a saúde do corpo e a saúde da alma.

Ó Virgem Puríssima Nossa Senhora de Lourdes, que Vos dignastes aparecer num lugar solitário de uma gruta. Nossa Senhora de Lourdes cujas palavras nos exortavam a recitar o Terço e uma vida de penitência e austeridade na fé.

Ó Virgem de Lourdes, que lembrando que Seu filho proclamou ser a fonte da água viva, fez brotar do chão uma água para curar e nos lavar de todas as enfermidades...

(Faça sua intenção pelos doentes novamente)

Ó Virgem de Lourdes, leva-nos até a gruta, ajuda-nos a beber desta água que brota do coração de Teu filho Jesus e que nossa vida, nossa saúde do corpo e da alma, sejam restabelecidas.

Nossa Senhora de Lourdes rogai pelos enfermos. Amém

(Fonte)

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

CONSAGRAÇÃO DE CATEQUISTAS A NOSSA SENHORA

A ti, ó Mãe querida, quero consagrar a minha vida e a minha vocação. Consagro a ti o meu ministério, catequizar é a minha missão. Consagro os dons que de Deus recebi, consagro meu coração.
Consagro minha alegria de servir, o trabalho de minhas mãos. Consagro minha mente e minha boca, para que meus lábios proclamem com fé a minha devoção.
Tu que foste a primeira catequista, educando na fé o próprio Filho de Deus, intercede por mim a Jesus. Toma a minha mão e me leva até Ele, para que eu ande sempre pelos caminhos da Luz. Cobre-me com teu manto de amor, para que jamais desanime na caminhada, mesmo diante da cruz.
Ó Maria, mãe amada, abençoa minha jornada e ajuda-me a ser uma catequista dedicada. Agora e sempre, amém!

Maria Aparecida de Cicco 

http://universovozes.com.br/editoravozes/web/view/BlogDaCatequese/index.php/consagracao-a-nossa-senhora/

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

NOVO SELINHO DOS CATEQUISTAS UNIDOS


O ENTERRO DO " NÃO CONSIGO "

Dinâmica de uma professora primária do estado de Michigan, nos Estados Unidos… História contada Chick Moorman num livro chamado “Canja de Galinha para a alma”.

Leia a história e aplique em sua vida!


Chick Moorman era supervisor e incentivador de treinamentos, quando um dia viveu uma experiência muito instrutiva, que o marcou para sempre, conforme ele mesmo narra:

- Tomei um lugar vazio no fundo da sala e assisti. Todos os alunos estavam trabalhando numa tarefa, preenchendo uma folha de caderno com idéias e pensamentos.

Uma aluna de dez anos, mais próxima de mim, estava enchendo a folha de “Não consigo”:

“Não consigo chutar a bola de futebol além da segunda base.”
“Não consigo fazer divisões longas com mais de três números.”
“Não consigo fazer com que a Maria goste de mim.”

- Caminhei pela sala e notei que todos estavam escrevendo o que não conseguiam fazer.

“Não consigo fazer dez flexões.”
“Não consigo comer um biscoito só.”

A esta altura, a atividade despertara minha curiosidade e decidi verificar com a professora o que estava acontecendo e percebi que ela também estava ocupada escrevendo uma lista de “não consigo”.

Frustrado em meus esforços em determinar porque os alunos estavam trabalhando com negativas, em vez de escrever frases positivas, voltei para o meu lugar e continuei minhas observações.

Os estudantes escreveram por mais dez minutos. A maioria encheu sua página.

Alguns começaram outra. Depois de algum tempo os alunos foram instruídos a dobrar as folhas ao meio e colocá-las numa caixa de sapatos, vazia, que estava sobre a mesa da professora.

Quando todos os alunos haviam colocado as folhas na caixa, a Professora acrescentou as suas folhas, tampou a caixa, colocou-a embaixo do braço e saiu pela porta do corredor. Os alunos a seguiram. E eu segui os alunos.

Logo à frente a professora entrou na sala do zelador e saiu com uma pá. Depois seguiu para o pátio da escola, conduzindo os alunos até o canto mais distante do playground. Ali começaram a cavar.

Iam enterrar seus “Não consigo”! Quando a escavação terminou, a caixa de “Não consigo” foi depositada no fundo e rapidamente coberta com terra.

Trinta e uma crianças de dez e onze anos permaneceram de pé, em torno da sepultura recém cavada.
A Professora, então proferiu louvores:

“Amigos, estamos hoje aqui reunidos para honrar a memória do “não consigo”. Enquanto esteve conosco aqui na Terra, ele tocou as vidas de todos nós, de alguns mais do que de outros. Seu nome, infelizmente, foi mencionado em cada instituição pública, escolas, prefeituras, assembleias legislativas e até mesmo no palácio do governo”.

“Providenciamos um local para o seu descanso final e uma lápide que contém seu epitáfio. Ele vive na memória de seus irmãos e irmãs “eu consigo”, “eu vou” e “eu vou imediatamente””.

“Que o “não consigo” possa descansar em paz e que todos os presentes possam retomar suas vidas e ir em frente na sua ausência. Amém.”

Ao escutar as orações entendi que aqueles alunos jamais esqueceriam aquela lição.

A atividade era simbólica: uma metáfora da vida. O “não consigo” estava enterrado para sempre. Logo após, a sábia Professora encaminhou os alunos de volta à classe e promoveu uma festa. Como parte da celebração, a Professora recortou uma grande lápide de papelão e escreveu as palavras “não consigo” no topo, “descanse em paz” no centro, e a data embaixo.

A lápide de papel ficou pendurada na sala de aula daquela Professora durante o resto do ano.

Nas raras ocasiões em que um aluno se esquecia e dizia “não consigo”, a Professora simplesmente apontava o cartaz descanse em paz. O aluno então se lembrava de que “não consigo” estava morto e reformulava a frase.

Eu não era aluno dela. Ela era minha aluna. Ainda assim, naquele dia aprendi uma lição duradoura com ela.

Agora, anos depois, sempre que ouço a frase “não consigo”, vejo imagens daquele funeral da quarta série. Como os alunos, eu também me lembro de que “Não consigo” está morto e enterrado.

Esta é a lição que quero compartilhar contigo e desejar que você tenha um dia cheio de conquistas e realizações.

(Fonte)

sábado, 28 de dezembro de 2013

Oração pela Paz – Pe. Zezinho


Cristo, quero ser instrumento de Tua
Paz e do Teu infinito amor
Onde houver ódio e rancor, que eu
Leve a concórdia, que eu leve o amor

Onde há ofensa que dói
Que eu leve o perdão
Onde houver a discórdia,
Que eu leve a união e Tua paz

Onde encontrar um irmão
a chorar de Tristeza
sem ter voz e nem vez
Quero bem no seu coração
semear alegria
pra florir gratidão

Mestre, que eu saiba amar
Compreender, consolar
e dar sem receber
Quero sempre mais perdoar
trabalhar na conquista
e vitória da paz


FELIZ ANO NOVO !

COM MUITA PAZ E AMOR NO CORAÇÃO DE CADA UM !




sábado, 14 de dezembro de 2013

Olhar o presépio com os olhos do coração


Sejamos como Maria: na contemplação, um olhar de ternura ao Menino Jesus e um coração capaz de acolher as surpresas de Deus.

Sejamos como José: no silêncio, a não-compreensão dos fatos, mas a plena aceitação do mistério de Deus.

Sejamos como os anjos: na alegria, o canto de glória por todos o céu e por toda a terra. "eis que anuncio a vocês uma grande alegria: um menino nasceu, um Filho nos foi dado" (Lc 2,10).

Sejamos como os pastores: na simplicidade, os passos apressados... apressados porque na direção Daquele que era o prometido, a esperança dos pobres e pequenos.

Sejamos como o boi e o burro: na generosidade, o cumprimento da própria missão. Nada melhor do que fazer bem o próprio papel, em tempo e lugar. Estar a serviço... o mundo precisa do que somos mais do que aquilo que temos ou fazemos.

Sejamos como a estrela: um percurso feito na calada da noite, de modo brilhante e convincente. Anunciar... a notícia se faz grande, percorre quilômetros e aponta a direção.

Sejamos como os Reis Magos: na esperança, o acreditar! Caminhar seguindo a estrela, acreditar seguindo o coração.

Sejamos, enfim, como Jesus: humilde, pequeno, pobre e simples. Na comunhão com o Infinito, com o Criador, um sim à vida. Eis-me aqui... vim para fazer a tua vontade.
Feliz natal!
(Pe. Antônio G. Dalla Costa)

(Fonte)

sábado, 2 de novembro de 2013

O NASCER PARA O ALÉM...



Há quem morra todos os dias. 

Morre no orgulho, na ignorância, na fraqueza. 
Morre um dia, mas nasce outro. 
Morre a semente, mas nasce a flor. 
Morre o homem para o mundo, mas nasce para Deus.


Assim, em toda morte, deve haver uma nova vida. 

Esta é a esperança do ser humano que crê em Deus. 
Triste é ver gente morrendo por antecipação... 
De desgosto, de tristeza, de solidão. 
Pessoas fumando, bebendo, acabando com a vida. 
Essa gente empurrando a vida. 
Gritando, perdendo-se. 
Gente que vai morrendo um pouco, a cada dia que passa.


E a lembrança de nossos mortos, despertando, em nós, o desejo de abraçá-los outra vez. 

Essa vontade de rasgar o infinito para descobri-los. 
De retroceder no tempo e segurar a vida. 
Ausência: - porque não há formas para se tocar. 
Presença: - porque se pode sentir. 
Essa lágrima cristalizada, distante e intocável. 
Essa saudade machucando o coração. 
Esse infinito rolando sobre a nossa pequenez. 
Esse céu azul e misterioso. 


Ah! Aqueles que já partiram! 

Aqueles que viveram entre nós.
Que encheram de sorrisos e de paz a nossa vida. 
Foram para o além deixando este vazio inconsolável. 
Que a gente, às vezes, disfarça para esquecer. 
Deles guardamos até os mais simples gestos.


Sentimos, quando mergulhados em oração, o ruído de seus passos e o som de suas vozes.

A lembrança dos dias alegres. 
Daquela mão nos amparando. 
Daquela lágrima que vimos correr.
Da vontade de ficar quando era hora de partir.
Essa vontade de rever aquele rosto.
Esse arrependimento de não ter dado maiores alegrias. 
Essa prece que diz tudo. 
Esse soluço que morre na garganta...


E... 

Há tanta gente morrendo a cada dia, sem partir. 
Esta saudade do tamanho do infinito caindo sobre nós. 
Esta lembrança dos que já foram para a eternidade. 
Meu Deus!
Que ausência tão cheia de presença! 
Que morte tão cheia de esperança e de vida!


Texto: Padre Juca 

Adaptação: Sandra Zilio


sexta-feira, 1 de novembro de 2013

VIVER EM CRISTO NOSSA META !


Hoje 01 de Novembro é solenidade de Todos os Santos e amanhã celebramos os Fiéis Defuntos (Dia de finados). Você pode até perguntar o que uma celebração tem a ver com a outra? Respondo: para chegarmos à glória nos céus precisamos morrer na carne, como diz São Paulo em Filipenses 1, 21: “Para mim, viver é Cristo, e morrer é lucro”. Ou seja, o que importa e precisa mover nossos corações é o desejo de Céu, é o desejo de estar com Cristo na glória. Aos santos que veneramos e muitos deles não sabemos o nome – por isso esta data tão linda, para celebrar a todos aqueles que nos precedem no céu – nos deixam um grande exemplo e olhando para eles precisamos ter o desejo de lutar todos os dias para alcançarmos esta grande dádiva de contemplar Deus em sua glória e experimentar a verdadeira e eterna alegria, o lucro como diz São Paulo. Não podemos ter medo da morte ou a vê-la somente como uma grande dor, ter saudades sim, é louvável, mas precisamos transformar essa saudade em uma bela oração para aqueles que amamos e já não mais estão aqui, mas comungarão conosco do céu um dia. Pois a nossa salvação nos chegou pela morte de Jesus Cristo, Nosso Senhor na cruz, morte dolorosa, mas vitoriosa, pois nos abriu a porta do céu.
O dia de Todos os Santos é para nos abrir os olhos ao desejo que sempre precisa arder forte em nossos corações o desejo de céu, que começa aqui, nas nossas lutas diárias para sermos melhores cristãos. Assim olhando para nossos irmãos santos que já contemplam a glória, rezemos para aqueles que necessitam de nossas orações e que alcançaram essa linda graça de estar com Deus no céu um dia.
Santos e santas de Deus, rogai por nós!!!!

http://blog.cancaonova.com/bh/2012/11/01/01-de-novembro-dia-todos-os-santos/

sábado, 26 de outubro de 2013

Dinâmica: o relógio do silêncio

Objetivo

Ajudar a silenciar para escutar.

Material necessário
Um despertador

Desenvolvimento
Dois voluntários ou mais saem da sala. No grupo tem-se um despertador que deve ser escondido entre os participantes (no chão, em algum lugar, na roupa dos participantes). Um dos voluntários entra e deve descobrir onde o despertador está pelo seu som, o grupo colabora fazendo silêncio.
Repetir a dinâmica quantas vezes o coordenador achar necessário. Logo após avaliar com os participantes  o que mais marcou nessa experiência e o porque o silêncio é importante em nossa vida. a seguir, pode-se refletir individualmente ou em pequenos grupos frases bíblicas, tais como: "escutem, ouçam! É Javé quem fala" (Is 1,2); "Fala, Senhor, que teu servo escuta" (1Sm 3,10); "Vou escutar o que diz Javé: Deus anuncia a paz ao seu povo e seus fiéis e aos que se convertem de coração" (Sl 85,9); "Vou levá-la ao deserto e falarei ao coração" (Os 2,16); "Jesus foi para a montanha afim de rezar e passou toda a noite em oração a Deus" (Lc 6,12)

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

COMO É DEUS?


O homem tinha uma aparência simples e cheia de bondade. Por isso lhe pedi:

- Por favor, diga-me: como é Deus?

Ele respondeu:

- Muitas palavras não serviriam. No entanto, toma este livro – era um livro no qual ele mesmo escrevia. – Se o ler no momento certo, ele te dirá como é Deus.

Eu queria ver logo o que estava escrito, mas quando cheguei em casa minha mulher não ficou tão animada. Ela estava toda ocupada porque se aproximavam os dias do nascimento do nosso primeiro filho. Eu me perguntava: quando será o momento certo para ler o livro? Talvez por ocasião de algum dia santo. Quem sabe, num dia de tristeza. Pode ser também que Deus mesmo vai nos dizer quando abrir o livro. Decidimos esperar. Duas semanas depois, nasceu o nosso primeiro filho. É muito difícil explicar o que eu senti. Era pai, estava cheio de orgulho, mas ao mesmo tempo estava humilhado porque nem sabia como pegar no colo aquela criança. Achava de ter já entendido tudo da vida, mas aquele pequeno ser era maior do que eu. Devia aprender com ele coisas novas. Todos crescem quando se tornam pais. Naquela noite, sonhei que meu filho me perguntava:

- Como é Deus?

Levantei-me e fui buscar o livro. Disse à minha esposa:

- Este é o momento certo.

Abrimos o livro e eu li:

- É muito simples: Deus é um Pai.

Ela também quis abrir o livro e leu:

- É muito simples: Deus é um Filho.

– Vamos agora abrir o livro juntos – pedi.

Unimos as nossas mãos, abrimos e lemos:

- É muito simples, cada respiro seu é um respiro da vida de Deus!

Essas são palavras de Teofane, um dos monges do deserto. Nada de mais humano que buscar o sentido das coisas grandes a partir da simplicidade da vida, aquela que, talvez, vivemos todos os dias sem dar atenção. Deus sempre será infinitamente maior do que nós, maior do que nossas ideias e nossas palavras; maior do que as nossas tentativas de explicação. No entanto dizer que Deus é Pai, Filho e Espírito Santo é mais do que proclamar um dos mistérios maiores e mais bonitos da nossa fé; é expressar com singeleza algo que deve envolver também as nossas vidas.

Jesus ensinou e prometeu que ele e o Pai iriam “fazer morada” naqueles que o amarem e guardarem a sua palavra (cf. Jo14, 23). Deus quer estar conosco, caminhar conosco, quer ter o seu lugar em nosso coração. Com isso, quero dizer que, apesar da sua grandeza e da nossa pequenez, algo de Deus deve estar necessariamente ao nosso alcance. Deve ser possível falar, ao menos um pouco, dele e fazer a experiência do seu amor. Acredito que, apesar das limitações das palavras, dizer que Deus é Pai, Filho e Espírito Santo faz que o sintamos cada vez mais perto de nós.

Pai (e mãe) significa o dom da vida. A uma criança basta pouco para ser feliz, serve alguém que a tome no colo e atenda às suas necessidades elementares de sobrevivência. Filho é aquele que, em primeiro lugar, encanta-se com seus pais e os admira. Um filho aprende a agradecer a cada dia e prova a sua gratidão no respeito e na atenção para com os pais.  Enfim, o “respiro”, o sopro do Espírito, é como o ar necessário em cada momento para se viver, porque é o amor que transforma tudo em beleza, em alegria, e bondade.

O amor faz de gestos simples, cotidianos, muitas vezes despercebidos, verdadeiros atos de heroísmo, de sacrifício, de desprendimento e doação. É o amor que, dado e recebido, faz da nossa vida um dom, além dos cálculos e dos interesses: pura gratuidade. Gestos de amor verdadeiro não têm preço, purificam o nosso coração das invejas, limpam os nossos olhos das maldades, fazem surgir a paz onde reinava a inquietação. Talvez nos sintamos muitas vezes infelizes pela incapacidade de enxergar o bem que nos é oferecido e o bem que podemos doar sem esperar nada de volta. Temos medo de sermos os primeiros a amar, de nos “perder” por causa do amor. Na realidade o “momento certo” para entender o amor é, e sempre será, quando amamos. Fora do amor vivido, real e sofrido, é difícil entender o amor. Também é difícil entender Deus.

Por Dom Pedro José Conti – Bispo de Macapá

(FONTE)

terça-feira, 1 de outubro de 2013

PÉTALAS DE SANTA TEREZINHA


São pequenas Frases ou Ensinamentos de Santa Teresinha.

» Tudo é graça.

» Amo tanto a Deus que desejo poder dar-lhe prazer 
   sem que Ele saiba que sou eu.

» Não espero na terra qualquer retribuição: faço tudo por Deus.

» Quando estiver no Céu, chamar-vos-ei depressa...

» Não é a morte que virá buscar-me, é Deus.

 » Do Evangelho fiz o meu tesouro mais precioso.

» A vontade de Deus é que eu lute até à morte.

» Deus absorver-me-á como uma gotinha de orvalho.

» Lutemos sempre, mesmo sem esperança de ganhar a batalha.

» Oh! Bem-aventurado silêncio que tanta paz traz à alma!

 » Ser carmelita; ser pela minha união convosco mãe das almas: 
   essa é a minha vocação.

» Eu sempre quis ser santa.

» Deus apenas te pede que te deixes amar.

» Deus não tem necessidade das nossas obras, mas do nosso amor.

» Viver de amor é dissipar o medo e a recordação das faltas passadas.

 » A oração é um impulso do coração.

» Oh! Que grande é o poder da oração!

» Dir-se-ia que na oração és como uma rainha que tem livre acesso ao Rei 
   e que dele podes alcançar tudo o que pedires!

» Deus é tão rico que me dá abundantemente o que lhe peço.

» A minha vocação é o amor!

 » Como é doce chamar a Deus nosso Pai!

» A vida é um tesouro!

» Eu escolhi ensinar a amar o Amor.

» quero ensinar a amar o Amor; quero infundir esperança.

» Eu não posso ter medo de um Deus, que por mim se fez pequenino.

 » Vim para salvar almas. E rezar pelos sacerdotes.

» Nunca me apoio nos meus próprios pensamentos.

» Deus quer que me abandone como uma criança.

» A caridade não deve ficar fechada no fundo do coração.

» Viver de amor é dar sem medida, sem reclamar salário aqui na terra.

 » Deus não pode inspirar desejos irrealizáveis.

» Quero encontrar maneira de ir par ao Céu 
   por um caminhinho muito direito, muito curto.

» Eu faço como as crianças que não sabem ler: 
   digo a Deus o que Lhe quero dizer, sem compor belas frases.

» Muitas vezes, sem o sabermos, 
   as graças que recebemos são devidas a uma alma escondida.

» No coração da Igreja, minha mãe, eu serei o amor!

 » Uma alma abrasada em amor não pode permanecer inactiva.

» Um coração que ama trabalha com amor.

» Compreendi que o Amor encerra todas as vocações.

» O Amor é tudo.

» O Amor é eterno.

 » A caridade perfeita consiste em suportar os defeitos dos outros.

» Deus nunca me abandonou.

» Deus não me abandonará.

» Estou unida Àquele a quem amei com todas as forças.

» Meu Deus, amo-vos!

 » Não me arrependo de me haver entregue ao Amor.

» Haverá alma mais pequena e mais impotente que a minha?

» O mérito não consiste em dar muito, mas em amar muito.

» Como é fácil agradar a Jesus, basta amá-L’o!

» Não é par ao primeiro lugar, mas para o último que eu corro.

 » Sou filha de Maria.

» A Virgem Santíssima é mais Mãe que Rainha.

» A Santíssima Virgem teve menos que nós, 
   porque não teve uma Santíssima Virgem para amar!

» Ó Mãe bem-amada, apesar da minha pequenez, 
   como tu possuo em mim o Omnipotente.

» A Santíssima Virgem nunca estará escondida para mim, 
   porque a amo muito.

 » Ó Divina Eucaristia! Ó Mistério Sagrado! Que o Amor produziu...

» Já não receio os pavores da noite.

» Na noite desta vida aparecerei diante de Vós com as mãos vazias.

» Não recusemos nada a Jesus. Um dia Ele nos dirá: «Agora é a minha vez»!

» É tão doce ajudar Jesus, pelos nossos sacrifícios, salvar almas.

 » O meu caminho é todo confiança e amor.

» Não compreendo as almas que têm medo de um Amigo tão terno.

» Não tenho outro modo de Vos provar o meu amor 
   senão ode Vos atirar flores.

» Desejaria ter sido missionária desde a criação do mundo 
   até ao fim dos séculos.

» Amar é tudo dar e dar-se a si mesmo.

 » Nada fica nas minhas mãos. Tudo o que tenho, 
   tudo o que ganho é para a Igreja e para as almas.

» Nunca direi a Deus senão amor, por isso Ele devolve-me Amor.

» Nós, que corremos pelo caminho do Amor, 
   não devemos pensar no que nos pode acontecer de doloroso no futuro.

» Não me considero uma grande santa! Considero-me uma santa pequenina.
   Penso que deus quis pôr em mim coisas que fazem bem a mim e aos outros.

» Se os Anjos varressem o Céu, a poeira seria feita de diamantes.

 » Deus terá de satisfazer todos os meus desejos no Céu.

» A minha missão vai começar, a missão de fazer amar a Deus 
   como eu O amo, de dar às almas o meu pequeno caminho.

» Quero passar o meu Céu a fazer bem á terra.

» Não posso descansar enquanto houver almas para salvar.

» Deus não me daria este desejo de fazer o bem sobre a terra 
   depois da minha morte, se não quisesse realizá-lo.

 » Só no Céu veremos a verdade de todas as coisas.

» Sou uma alma pequenina que Deus cumulou de graças.

» Como gostaria de ter sido sacerdote para pregar sobre a Santíssima Virgem.

» Os pregadores apresentam-na inacessível; deviam mostrá-la imitável.

» Que seria de mim se Deus não me desse força?

 » O que mais me agrada é o que Deus quer e escolhe para mim.

» Não me arrepende de me ter entregue ao Amor.

» Não é «a morte» que virá buscar-me, é Deus.

» A Santíssima Virgem cuida bem dos meus recados; 
   hei-de confiar-lhe outros numa próxima vez.

» Se soubesse como Deus é bom para comigo! 
   Mas se Ele fosse um bocadinho menos bom, 
   continuava a achá-l'O ainda bom...

(FONTE)

terça-feira, 24 de setembro de 2013

JOGRAL PARA O MÊS DA BÍBLIA


Preparação:
Escolher os catequizandos que irão participar do jogral, podem ser adolescentes, jovens ou adultos, mas que saibam ler bem. Treinar os catequizandos escolhidos para que façam uma leitura clara e pausada, respeitando o tempo rítmico do jogral.
Escolher um lugar onde todos possam ficar sentados em semi-círculo e o grupo que fará o jogral ficará colocado de modo a fechar o círculo.
No meio do grupo, preparar um pequeno altar com uma toalha florida (pode ser de chita) que vai representar a natureza; colocar sobre a toalha, abertas, folhas de um jornal do dia (mas sem cobrir totalmente a toalha).
Sobre a toalha colocar uma vela grande e flores (um vaso com flores plantadas).
Acolhida
Catequista 1:
Hoje nos reunimos para celebrar o “Dia da Bíblia”. Ela tem sido nossa companheira de caminhada há muito tempo, está a nosso lado todos os dias e nos conforta em todos os momentos. Por isso vamos lhe fazer uma homenagem.
Catequista 2:
Vamos iniciar nosso encontro fazendo o sinal da cruz cantando “Em nome do Pai”
Todos: Em nome do Pai…
Catequista 1: Deus nos chama para celebrar a graça da sua Palavra, presente na Bíblia.

Leitor 1: A Bíblia é o livro do povo,
Leitor 2: e nasceu como fruto da caminhada com Deus.
Leitor 3: Ela conta a caminhada de fé desse povo,
Leitor 4: onde muitos caminhos se misturam,
Leitor 5: onde o povo muitas vezes é infiel,
Leitor 6: onde acontecem coisas boas e coisas ruins,
Todos: mas onde a presença de Deus é constante.
Leitor 1: No começo era apenas uma tradição oral.
Leitor 2: Passada de boca em boca.
Leitor 3: Em que o povo ia cantando e contando
Leitor 4: A experiência da própria vida
Todos: vivida na presença de Deus.
Leitor 5: Mas com o tempo passando,
Leitor 6: e com o povo se dispersando,
Leitor 5: sentiram a necessidade de escrever
Leitor 4: aquela história marcante
Leitor 3: que era pra todo mundo ler,
Leitor 2: pra todo mundo aprender,
Leitor 1: pra todo mundo entender
Todos: como Deus quer o nosso viver.
Catequista 2: Foi assim que a Bíblia nasceu contando a história de fé de um povo que acreditava
em Deus e que sabia enxergar a sua presença no dia a dia da existência. Na Bíblia encontramos a Palavra de Deus, que foi inspirada nos corações de homens e mulheres e transformou suas vidas.

Todos: A Bíblia é Palavra de Deus
Leitor 1: semeada no coração do povo,
Leitor 2: que foi terra fértil onde ela brotou,
Leitor 3: e onde cresceu e deu muitos frutos.
Todos: A Bíblia é Palavra de Deus
Leitor 4: que iluminou a vida do povo
Leitor 5: que mostrou o caminho a seguir
Leitor 6: para o povo saber por  onde ir
Todos: E o Reino de Deus construir.
Catequista 1: E assim, a Bíblia foi sendo escrita e transmitida até os dias de hoje, passando de mão em mão até chegar aqui. Ela não foi ditada, foi inspirada e vivida antes de ser escrita.
Catequista 2: Por isso, agora vamos acolher a Bíblia cantando. Ela vai passar de mão em mão
até passar por todos que aqui estão reunidos.
[O Catequista 1 entrega a Bíblia para a primeira pessoa que está sentada numa das pontas do círculo, e vai passando na mão de todos, até completar o percurso para o outro lado. A última pessoa a recebê-la deverá ser o catequista 2, que irá levantar-se e colocá-la no meio do pequeno altar, sobre o jornal - enquanto isso todos cantam uma música que diga que a Bíblia, a Palavra de Deus, é Luz]
 Catequista 1: Com a Bíblia deve ser assim, ela deve estar sempre nas mãos do povo, iluminando suas vidas, sua realidade, para ajudar a transformar tudo que for mau.

Leitor 1: Para transformar toda violência
Leitor 2: para transformar toda injustiça
Leitor 3: Para transformar toda corrupção
Leitor 4: Para transformar toda ganância
Leitor 5: Para transformar toda miséria
Leitor 6: Para transformar todo abandono
Todos: Em vida plena para todos!
Catequista 2: Vamos ouvir o que Jesus nos diz sobre a Palavra de Deus na vida do povo. Ele nos fala por meio de uma parábola, a Parábola do Semeador, e depois nos dá a explicação (Mt 13, 4-9 e 18-23).
[Dois leitores, de preferência um homem e uma mulher, farão a  leitura.O  primeiro leitor vai pegar a Bíblia que está sobre o jornal e ler  a primeira parte (Mt 13, 4-9). Em seguida passa a Bíblia para as mãos do segundo leitor que lê a segunda parte (Mt 13, 18-23]
Leitor 1: Leitura do Evangelho de Jesus Cristo narrado por Mateus. (faz a leitura
do seu trecho. Ao final, sem pressa e em silêncio, beija a Bíblia e passa para
o outro leitor)
Leitor 2:(faz a leitura do seu trecho e depois que terminar a leitura diz) - Esta é Palavra da Salvação!
(e ergue a Bíblia para que todos aplaudam, enquanto cantam o refrão do cântico)
[Cântico "A Bíblia é a Palavra de Deus" Fr. Fabreti - Missa Palavra que Liberta]
Todos: “A Bíblia é a Palavra de Deus, semeada no meio do povo, que cresceu, cresceu e nos transformou, ensinando a viver um mundo novo.
Catequista 1:Encerrando nossa Celebração vamos rezar todos juntos:
Senhor, que nosso coração seja sempre terreno fértil para acolher a tua Palavra. Que saibamos espantar os pássaros do egoísmo e da ganância, que impedem tua Palavra de brotar. Que saibamos retirar as pedras do orgulho e da vaidade, que impedem tua Palavra de criar raízes. Que saibamos arrancar os espinhos da injustiça e da exploração presentes no mundo, que sufocam a tua Palavra. Que saibamos adubar nosso coração com o Amor  e regar com a Paz, para que tua Palavra possa gerar frutos e fazer florescer o vosso Reino. Amém!

(FONTE)

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

OS SONS DAS FLORES


No século III d.C. o rei Ts’ao mandou seu filho, o príncipe T’ai, ir estudar no templo com o grande mestre Pan ku. O objetivo era preparar o príncipe, que iria suceder ao pai no trono, para ser um grande administrador.
            Quando o príncipe chegou ao templo, o mestre Pan ku logo o mandou, sozinho, à floresta de Ming Li. Ele deveria voltar um ano depois, com a tarefa de descrever os sons da floresta. Passado o prazo, T’ai retornou e Pan ku lhe pediu para descrever os sons de tudo aquilo que tinha conseguido ouvir.
            - Mestre, pude ouvir o canto dos cucos, o roçar das folhas, o alvoroço dos beija-flores, a brisa batendo suavemente na grama, o zumbido das abelhas e o barulho do vento cortando os céus.
            Quando T’ai terminou, o mestre mandou-o de volta à floresta para ouvir tudo o mais que fosse possível. T’ai ficou intrigado com a ordem do mestre. Ele já não tinha distinguido cada som da floresta?             Por longos dias e noites o príncipe se sentou sozinho na floreta, ouvindo, ouvindo. Mas não conseguiu distinguir nada de novo além daqueles sons já mencionados ao mestre Pan ku.
            Então, certa manhã, sentado entre as árvores da floresta, começou a discernir sons vagos, diferentes de tudo o que ouvira antes. Quanto mais atenção prestava, mais claro os sons se tornavam. Uma sensação de encantamento tomou conta do rapaz. “Esses devem ser os sons que o mestre queria que eu ouvisse”, pensou.     Sem pressa, o príncipe passou horas ali, ouvindo, pacientemente. Queria ter a certeza de que estava no caminho certo. Quando T’ai retornou ao templo, o mestre lhe perguntou o que mais ele tinha conseguido ouvir.
            - Mestre, quando prestei mais atenção, pude ouvir o inaudível! O som das flores se abrindo, do sol aquecendo a terra e da grama bebendo o orvalho da manhã.
O mestre acenou com a cabeça em sinal de aprovação e disse:
- Ouvir o inaudível é ter disciplina necessária para se tornar um grande administrador. Apenas quando aprende a ouvir o coração das pessoas, seus sentimentos mudos, os medos não confessados e as queixas silenciosas, um administrador pode inspirar confiança a seu povo, entender o que está errado e atender às reais necessidades dos cidadãos.