sábado, 15 de setembro de 2012
NOSSA SENHORA DAS DORES
"Quero ficar junto à cruz, velar contigo a Jesus e o teu pranto enxugar!"
Assim, a Igreja reza a Maria neste dia, pois celebramos sua compaixão, piedade; suas sete dores cujo ponto mais alto se deu no momento da crucifixão de Jesus. Esta devoção deve-se muito à missão dos Servitas – religiosos da Companhia de Maria Dolorosa – e sua entrada na Liturgia aconteceu pelo Papa Bento XIII.
A devoção a Nossa Senhora das Dores possui fundamentos bíblicos, pois é na Palavra de Deus que encontramos as sete dores de Maria: o velho Simeão, que profetiza a lança que transpassaria (de dor) o seu Coração Imaculado; a fuga para o Egito; a perda do Menino Jesus; a Paixão do Senhor; crucifixão, morte e sepultura de Jesus Cristo.
Nós, como Igreja, não recordamos as dores de Nossa Senhora somente pelo sofrimento em si, mas sim, porque também, pelas dores oferecidas, a Santíssima Virgem participou ativamente da Redenção de Cristo. Desta forma, Maria, imagem da Igreja, está nos apontando para uma Nova Vida, que não significa ausência de sofrimentos, mas sim, oblação de si para uma civilização do Amor.
Nossa Senhora das Dores, rogai por nós!
(FONTE)
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
FESTA DA EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ
Estamos celebrando, neste dia, a Festa da Exaltação da Santa Cruz. Esta festa surgiu no ano de 355, por ocasião da inauguração das duas grandes basílicas na cidade de Jerusalém: a do Calvário e a do Santo Sepulcro. A construção destas duas basílicas foi ordenada pelo imperador Constantino.
O lenho da cruz foi descoberto por Santa Helena. A cruz tem um lugar muito especial na nossa devoção. Esta cruz, queridos irmãos, tinha sido levada para a Pérsia e depois retornou a Jerusalém. Para nós cristãos a cruz é um ponto de referência muito importante para a nossa fé e para a nossa esperança. Foi pela cruz que Cristo nos salvou e nos libertou; ela simboliza o preço pago pela nossa salvação.
Nesta celebração, somos convidados a agradecer a Deus pela entrega livre, por amor, de Nosso Senhor Jesus Cristo, para a nossa salvação. No diálogo de Jesus com Nicodemos nós vemos, no Evangelho de São João , que Cristo compara Sua crucifixão com a serpente levantada no deserto sobre uma haste, por Moisés.
Os israelitas, ao atravessar o deserto, rumo à Terra Prometida, eram picados por serpentes venenosas. E protestavam contra Deus por tê-los tirado do Egito e tê-los conduzido por aquele deserto marcado por tantos obstáculos.
Moisés, então, ergueu esta haste, como uma serpente do deserto, para que aqueles que fossem picados por elas pudessem ser salvos ao olhar esse objeto. Assim também, diz Jesus no Evangelho, é necessário que o Filho do Homem seja levantado para que todos os que n'Ele crerem tenham a vida eterna.
Jesus Cristo, pouco antes da Sua Paixão, havia declarado aos Seus apóstolos que, quando Ele fosse levantado da terra, atrairia todos para Ele. Dizia isso indicando por qual tipo de morte iria passar. Jesus humilhou-se, tornou-se obediente até a morte. Por isso, Deus o Oexaltou e Lhe deu um nome que é superior a todo nome.
O caminho da cruz, também, se torna um caminho de luz, caminho de ressurreição. Quem quer seguir Jesus, precisa negar a si mesmo, pegar a sua cruz do dia a dia e segui-Lo. O discípulo de Cristo precisa segui-Lo em todas as circunstâncias, não só nos momentos alegres, mas também nos de dificuldade. Precisamos assumir a nossa cruz e seguir Jesus oferecendo nosso sofrimento, em união com a cruz d'Ele.
Nós sabemos que, no tempo de Jesus, a cruz consistia numa haste vertical fixada no chão e uma trave horizontal que era carregada pelo condenado até o local do seu suplício. O condenado era preso na haste e era levantado. Jesus carregou a trave horizontal de Jerusalém até o Monte Calvário, local de Sua morte. Nós, também, discípulos de Jesus, precisamos estar dispostos a carregar a nossa cruz, acompanhados de Cristo, com a certeza da vitória final, da ressurreição.
A cruz era instrumento de suplício, escândalo para os judeus, loucura para os pagãos, mas se tornou, depois da morte de Cristo, para nós cristãos, motivo de glória. Deus poderia ter escolhido outros caminhos para nos salvar, mas escolheu o caminho da cruz, do sofrimento. Não parou, evidentemente, na cruz, na Paixão. A Paixão conduziu Jesus à ressurreição, à vitória final sobre a morte, o pecado, o demônio.
Olhando para a cruz, que é sinal do amor maior de Deus para conosco, podemos ver como o Pai amou tanto o mundo - a ponto de mandar Seu Filho não para condenar o mundo, mas para salvá-lo. Oremos: Salve, cruz bendita, fostes e és para muitos motivo de escândalo, para nós cristãos é memória da nossa redenção. Em ti fomos redimidos de todos os pecados, de todas as escravidões. Contemplando-te, assumimos a missão, também, de entregar a nossa vida como fez Jesus para que todos, no Senhor, tenham vida em plenitude. Em ti, vemos o sofrimento de Cristo e de todos os homens e mulheres do mundo. Dai-nos, Jesus, a graça de um dia, após a nossa peregrinação terrestre, ter a glória da ressurreição. Assim seja. Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.
Sacramentos
Sacramento é um sinal sensível, instituído por Jesus Cristo, para nos conferir a graça.
No sinal sensível, distinguem-se a matéria e a forma. A primeira pode consistir num objeto (água, óleo, pão) ou num ato (imposição das mãos, etc); e a segunda, a forma, são as palavras que, juntas à matéria, constituem o sacramento, formam um só sinal – com a significação e efeito próprios.
A forma determina o sentido da matéria. Derramar água na cabeça de uma criança poderia ser para lavá-la fisicamente, mas as palavras usadas no Batismo dão a este ato a significação espiritual.
A matéria dos sacramentos é relacionada com o efeito: no Batismo (pela água) nos lavamos (do pecado original); na Eucaristia (pelo pão) nos alimentamos (espiritualmente), e assim por diante.
Um sacramento bem administrado (com matéria e forma certas e juntas) produz o efeito próprio, independentemente do valor de quem o administra – porque é o próprio Deus quem age por meio dele. A virtude dos sacramentos vem dos méritos de Jesus Cristo e não da pessoa que os executa.
Os sacramentos são sete – e relacionam-se com toda a nossa vida.
Há uma perfeita comparação entre a vida natural e a sobrenatural:
- O homem nasce
O Batismo o faz nascer para a graça;
- O homem cresce e fortifica-se
A Crisma tem essa função no plano espiritual;
- O homem alimenta-se
A Eucaristia é o Pão da Vida, o alimento da alma;
- O homem cura-se
A penitência é o remédio para a chaga espiritual, o pecado;
- O homem na enfermidade e velhice, refaz-se
A Unção dos enfermos alivia, consola e prepara para a morte;
- O homem vive em sociedade, sob uma autoridade hierárquica
A Ordem perpetua o ministério sacerdotal;
- O homem propaga a espécie
Esta é a função do Matrimônio.
Todos os sacramentos nos dão a Graça Santificante.
Mas uns levam a alma ao Estado de Graça, tirando-a do pecado: levam a alma da morte para a vida – por isso são chamados: sacramentos de mortos. Estes são o Batismo e a Penitência – e a graça que conferem se chama graça primeira.
Os demais também produzem também a graça santificante, mas só podem ser recebidos por quem já está em estado de graça, chamando-se, por isso, de sacramentos de vivos. A graça que conferem, é um aumento da já existente na alma, é chamada graça segunda.
Além disso, cada sacramento produz uma graça própria – a graça sacramental, isto é, um direito às graças atuais necessárias para cumprir as obrigações impostas pelo sacramento. No Batismo, por exemplo, recebe-se além da graça primeira, recebe-se as graças atuais necessárias para se viver cristãmente.
Existem três sacramentos que marcam definitivamente a alma que os recebe (e, por isso, são recebidos uma só vez). Eles imprimem, na alma, um sinal espiritual que jamais se apaga. São o Batismo, a Crisma e a Ordem. Um padre, por exemplo, pode ser dispensado de suas obrigações sacerdotais, porém, jamais deixará de ser padre. Viverá, talvez, desordenadamente, mas o sacramento da ordem o acompanhará à eternidade.
E, já que essa marca se chama caráter (caráter = marca de Jesus Cristo na alma), o cristão, simplesmente batizado e, mais ainda, o crismado e, com mais forte motivo, o ordenado, deve distinguir-se pelo caráter.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
A Porta Preta
Um chefe árabe conta a história de um espião que foi capturado e sentenciado à morte pelo general do exército Persa.
O general usava um estranho e selvagem método de condenação.
Deixava que o condenado escolhesse: poderia passar por uma porta preta ou poderia enfrentar o pelotão de fuzilamento.
Com a aproximação da hora da sentença, o general ordenou que o espião fosse trazido diante dele para uma última e breve entrevista, cujo primeiro propósito era saber a resposta para a pergunta:
" O que quer - a porta preta ou o esquadrão de fogo?"
Esta não era uma resposta fácil de se dar, e o prisioneiro hesitou, mas logo disse que preferiria o esquadrão de fogo.
Logo depois um ruído de tiros indicou que a sentença fora cumprida.
O general, olhando as botas, virou-se para seu ajudante e disse:
"Assim é com os homens, sempre preferem o caminho conhecido ao desconhecido.
É uma característica do ser humano.
Ter medo do desconhecido. E eu lhe dei o direito de escolha".
"O que existe atrás da porta preta?"
- perguntou o ajudante.
"A liberdade"
- respondeu o general, "e poucos foram os homens corajosos que a escolheram".
Não tenha medo de caminhar em direção ao desconhecido.
Arrisque-se a sorrir ou a chorar na hora certa...
Saiba que Deus se importa com você.
Vá ! e confie. Jamais te abandonará.
E no caminho do desconhecido Deus estará ao seu lado.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
O SANTÍSSIMO NOME DE MARIA
A Liturgia celebra hoje, 12 de setembro, o Nome Santíssimo da Virgem Maria (Miryam, em hebraico). O objetivo dessa festa é que os fiéis possam se recomendar a Deus, de modo especial, por intercessão de Sua Santíssima Mãe, as necessidades da Igreja e as próprias necessidades, e agradecer a Deus pelas graças recebidas por intermédio de Sua Mãe. Esta festa foi concedida na Espanha em 1513 e espalhou-se por todo o país; em 1683 o Papa Inocêncio XI a estendeu para toda a Igreja do Ocidente, como um ato de ação de graças pelo levantamento do cerco de Viena e a derrota dos turcos por João Sobieski, rei da Polônia. Na época ela foi estabelecida para o domingo dentro da oitava da Natividade de Nossa Senhora; hoje se celebra na data do triunfo de Sobieski.
O nome de uma pessoa é algo muito importante na Bíblia, pois representa a própria pessoa. Certamente São Joaquim e Santa Ana foram inspirados pelo Céu para escolher esse Nome à Virgem que seria um dia a Mãe do Redentor e nossa Mãe.
São Lucas registra: “O nome da Virgem era Maria”. O anjo enviado por Deus diz a ela: “não temas, Maria, pois achaste graça diante de Deus”. Segundo os mariólogos o nome Miryam pode ter origens diversas: “Uns derivam o nome da raiz mery, da língua egípcia e significa mui amada. Outros dizem que provém do siríaco e quer dizer senhora, opinião de pouca solidez. A sentença mais freqüente é a que o deriva do hebraico. Dentro desta língua cabem muitas interpretações. Assim se enumeram as seguintes: “Mar amargo e rebelião; Gota do mar; Senhor de minha linhagem; Estrela do Mar; Esperança; Excelsa ou sublime; Pingue, Robusta; Amargura e Mirra”. O Cônego José Vidigal, citando Fraine, diz que “apesar de sessenta tentativas que já foram feitas a etimologia científica do nome de Maria continua incerta”.
Mais importante do que o significado exato desse Nome, é que é um Nome Poderoso, por ser o da Mãe de Deus; e que deve ser invocado sempre. O Padre Antônio Vieira diz: “Só vos digo que invoqueis o nome de Maria quando tiverdes necessidade dele; quando vos sobrevier algum desgosto, alguma pena, alguma tristeza; quando vos molestarem os achaques do corpo, ou vos não molestarem os da alma; quando vos faltar o necessário para a vida ou desejardes o supérfluo para a vaidade; quando os pais, os filhos, os irmãos, os parentes se esquecerem das obrigações do sangue; quando vo-lo desejarem beber a vingança, o ódio, a emulação, a inveja; quando os inimigos vos perseguirem, os amigos vos desampararem, e donde semeastes benefícios, colherdes ingratidões e agravos; quando os maiores vos faltarem com a justiça, os menores com o respeito, e todos com a proximidade; quando vos inchar o mundo, vos lisonjear a carne, e vos tentar o demônio, que será sempre e em tudo; quando vos virdes em alguma dúvida ou perplexidade, em que vós não saibais resolver nem tomar conselho; quando vos não desenganar a morte alheia, e vos enganar a própria, sem vos lembrar a conta de quanto e como tendes vivido e ainda esperais viver; quando amanhecer o dia, sem saberdes se haveis de anoitecer, e quando vos recolherdes à noite, sem saber se haveis de chegar à manhã; finalmente, em todos os trabalhos, em todas as aflições, em todos os perigos, em todos os temores, e em todos os desejos e pretensões, porque nenhum de nós conhece o que lhe convém; em todos os sucessos prósperos ou adversos, e muito mais nos prósperos, que são os mais falsos e inconstantes; e em todos os casos e acidentes súbitos da vida, da honra, da fazenda, e, principalmente, nos da consciência, que em todos anda arriscada, e com ela a salvação. E como em todas estas coisas, em cada uma delas necessitamos de luz, alento e remédio mais que humano, se em todas e cada uma recorrermos à proteção e amparo da mãe das misericórdias, não há dúvida que, obrigados da mesma necessidade, não haverá dia, nem hora, nem momento em que não invoquemos o nome de Maria”. (apud Con. Vidigal)São Bernardo, Dr. da Igreja dizia e rezava assim: “Seguindo-a não te desviarás”:
“Maria é essa Estrela esplêndida que se eleva sobre a imensidão do mar, brilhando pelos próprios méritos, iluminando por seus exemplos. Ó tu, que te sentes, longe da terra firme, levado pelas ondas deste mundo, no meio dos temporais e das tempestades, não desvies o olhar da luz deste Astro, se não quiserdes perecer. Se o vento das tentações se elevar, se o recife das provações se erguer na tua estrada, olha para a Estrela, chama por Maria. Se fores sacudido pelas vagas do orgulho, da ambição, da maledicência, do ciúme, olha para a Estrela, chama por Maria. Nos perigos, nas angústias, nas dúvidas, pensa em Maria, invoca Maria. Que seu nome nunca se afaste de teus lábios, que não se afaste de teu coração; e, para obter o auxílio da sua oração, não te descuides do seu exemplo de vida. Seguindo-a, terás a certeza de não te desviares; suplicando-lhe, de não desesperar; consultando-a, de não te enganares. Se ela te segurar, não cairás; se te proteger, nada terás de temer; se te conduzir, não sentirás cansaço; se te for favorável, atingirás o objetivo.”
Prof. Felipe Aquino
Formas literárias da Bíblia
Para entendermos qualquer Livro da Bíblia, precisamos saber a que gênero literário pertence, ou seja, a forma de literatura usada para escrever. Forma literária é o conjunto de regras e expressões usadas para escrever tal tipo de Livro. Os gêneros literários que se encontram na Bíblia são os seguintes:
Tratados Religiosos: Com aparência de narração histórica, apresentam verdades religiosas. Não podem ser entendidos como história propriamente dita. Ex. Gn. 1 a 11.
História Popular: é quando mistura um pouco de história verdadeira com elementos de fantasia. Trata-se de um modo de ensinar a religião.
Histórias Descritivas: Possui uma finalidade religiosa, mas os personagens e os fatos são todos verdadeiros, documentados pela história.
Gênero Didático: São Livros que trazem instruções religiosas ou morais. Fazem recomendações e dão orientações de vida.
Gênero Profético: Apresentam a Palavra de Deus através dos profetas, que advertem, repreendem e encorajam o Povo de Israel diante da realidade em que vive.
Gênero Apocalíptico: São visões proféticas sobre a sorte do Povo de Deus.
Gênero Poético: Apresenta a Palavra de Deus à maneira de poesia, usando, portanto, de maior liberdade e recurso literário.
Gênero Jurídico: é a Palavra de Deus apresentada sob a forma de Lei. É um modo de escrever bem diferente daquele usado na poesia.
Gênero Epistolar: "Epistola" é uma palavra latina que significa carta. O gênero epistolar traz a Palavra de Deus à maneira de Cartas dirigidas a certas comunidades ou pessoas.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Como manusear a Bíblia
Para manusear a Bíblia é necessário seguir alguns passos:
a) Saber o Nome ou o Título do Livro - ver se o Livro está no Antigo ou no Novo Testamento;
(oriente-se pelo índice). No índice, verificar a abreviatura do Livro.
b) Número do Capítulo está sempre em tamanho grande, no início do capítulo do Livro.
c) Número do versículo está sempre em tamanho menor, espalhado pelo meio do texto.
d) Entre o número do capítulo e do versículo vai sempre uma vírgula.
e) Se o texto abranger mais de um versículo, então separa-se a seqüência dos versículos por um traço.
Ás vezes encontramos um “s” ou dois “ss” depois do versículo. Quer dizer “versículo seguinte” ou “versículos seguintes”.
Ás vezes encontramos um “a” ou um “b” após o versículo. Indicam se é a primeira ou a segunda parte do versículo. Isso acontece quando o versículo é formado por uma ou mais frases.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
NO QUE FOI ESCRITA A BÍBLIA?
No tempo que foi escrita a Bíblia não existia papel como hoje, muito menos as máquinas impressoras. A Bíblia foi escrita à mão, e em diversos materiais, como cerâmica, papiro e pergaminho.
CERÂMICA: conhecida como a arte mais antiga da humanidade. O barro servia para fazer desde vasos, até chapas, nas quais se escrevia. Muitos textos bíblicos foram escritos nesses " tijolos".
PAPIRO: planta originária do Egito. Nascia e crescia espontaneamente às margens do Rio Nilo, chegando até a altura de 4 metros. Do Egito o papiro passou para a Síria, Sicília e Palestina (onde foi escrita a Bíblia). Do papiro era feita uma espécie de folha de papel para nela se escrever. Seu caniço era aberto em tiras e prensado ainda úmido. O papiro era ainda usado na fabricação de barcos e cestos. Dizem que 3.000 a.C os egípcios já escreviam no papiro. Tais folhas eram escritas só de um lado e depois guardadas em rolos. Daí que veio a palavra BÍBLIA. A folha tirada do caule do papiro chamava-se BIBLOS.
BIBLOS = Livro (plural de Biblos = BÍBLIA)
BÍBLIA = os livros ou coleção de livros
PERGAMINHO: feito de couro curtido de carneiro. Começou a ser usado como "papel" na cidade de Pérgamo, pelo rei Éumens II 200 a.C. Pérgamo era uma importante cidade da Ásia Menor. Os egípcios, com inveja da grande importância da biblioteca de Pérgamo, não quiseram mais vender papiro para os moradores daquela cidade. Por isso, o rei de Pérgamo se viu obrigado a usar outro material para a escrita, que foi a pele de ovelha. O pergaminho se espalhou rapidamente para outras regiões.
Os pergaminhos, assim como as folhas de papiro, não eram "encadernados" num livro como fazemos hoje. Os antigos ligavam umas folhas às outras e faziam "rolos".
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