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quarta-feira, 11 de julho de 2012
FÁBRICA DE PERGUNTAS
Objetivo: dinamização da leitura bíblica.
Destinatários: catequizandos de todas as idades.
Desenvolvimento:
Selecionar, com a ajuda dos participantes, um texto bíblico considerado de difícil compreensão.
Formar equipe de três ou quatro pessoas. Cada equipe deverá ler o texto e formular pelo menos cinco questões a respeito dele, começadas com:
quem...?
como...?
por quê...?
quando...?
onde...?
À equipe que conseguir formular o maior número de questões originais (isto é, que não forem repetidas por outros grupos), será prometido um prêmio surpresa.
Cada equipe entrega sua lista de questões.
O animador vai anotando as questões no quadro e, por fim, faz a apuração.
A equipe vencedora receberá, então, o "prêmio surpresa": terá o privilégio de responder objetivamente a todas as questões dos demais grupos!
As questões que a equipe vencedora não conseguir responder poderão ser respondidas por qualquer participante.
Por fim, todos recebem um prêmio pela participação (uma bala ou fruta, por exemplo).
Avaliação
A dinâmica ajudou o grupo a compreender melhor o texto bíblico? Por quê?
Como utilizar a "pedagogia das perguntas" na leitura bíblica pessoal e diária?
(FONTE)
sábado, 7 de julho de 2012
TRABALHANDO UM TEXTO BÍBLICO
Escolher um texto bíblico.
- Leitura do texto em grupo;
- Alguém conta com suas próprias palavras o texto;
- Dar um título ao texto;
- Destacar as atitudes mais importantes do personagem;
- Um participante assume o papel do personagem e o grupo faz uma entrevista, a partir do texto;
- Todos os personagens são apresentados por ordem e cada grupo cria e escreve uma frase para caracterizá-lo.
Usar um pequeno texto que fala o que é a Bíblia.
- Cada participante dirá ou escreverá: - O que conheço da Bíblia?
- Em grupo, juntam as idéias de cada um, escrevem um pequeno texto e lêem ao grande grupo.
- Todos recebem um texto elaborado, como o abaixo, e, após a leitura, fazem um complemento ao que foi feito em grupo.
A Bíblia é livro inspirado por Deus. É fruto da inspiração de Deus e do esforço humano. Nasceu da vontade do povo de ser fiel ao Deus Javé, Deus único e libertador (Dt 6, 20-25).
Ela é uma espécie de biblioteca, contém 73 livros diferentes.
Dividida em Antiga Aliança e Nova Aliança, a Bíblia é uma história de libertação que inspira até hoje a luta do povo para se livrar das estruturas de morte.
A Bíblia e a Vida caminham juntas. Ela ajuda a iluminar os fatos, os acontecimentos e nos faz entender melhor os sinais de Deus em nossa vida, que nos cria e nos liberta continuamente.
A Bíblia, podemos dizer, surgiu da terra e da vida do povo. Primeiro foi vivida, depois foi contada, de geração em geração. Só mais tarde foi escrita, num longo mutirão que durou muito tempo e com a contribuição de muita gente.
Apresentar o texto elaborado com as dinâmicas abaixo.
a) Leitura do texto.
b) Desenhar o texto em forma de quadrinhos (1.º grupo).
c) Ilustrar o texto com gravuras (2.º grupo).
d) Criar uma oração sobre a Bíblia, inspirando-se no texto (3.º grupo).
e) Entrevistar a Bíblia como se fosse uma personagem (4.º grupo).
f) Criar um canto utilizando as palavras principais do texto (5.º grupo).
g) Escrever uma mensagem inspirada no texto em cartões e distribuí-los a cada participante (6.º grupo).
h) Preparar um grupo para falar num programa de rádio, sobre o tema Bíblia (7.º grupo)
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Bíblia a voz, o rosto e a casa da Palavra
1. A VOZ DA PALAVRA: a revelação. É voz divina, que “ressoa nas origens da criação, quebrando o silêncio do nada e dando origem às maravilhas do universo”! É voz que desce nas páginas das Sagradas Escrituras, que nós lemos na Igreja, sob a guia do Espírito Santo.
2. O ROSTO DA PALAVRA: Jesus Cristo. Está no Evangelho: O verbo (Palavra) se fez carne (Jo 1, 14). E aqui então aparece o Rosto. É Jesus Cristo, Filho do Deus eterno e infinito e ao mesmo tempo um homem mortal, ligado a uma época histórica, a um povo e a uma terra. É Ele quem nos revela o “sentido pleno” e unitário das Sagradas Escrituras, pelas quais o cristianismo é uma religião que tem no centro uma pessoa, Jesus Cristo, revelador do Pai.
3. A CASA DA PALAVRA: a Igreja. Segundo Atos (2, 42), a Igreja proclama o ensinamento dos apóstolos, lendo e anunciando a Bíblia, inclusive na homilia e na Catequese. A Igreja celebra a “fração do pão”, a Eucaristia, que é fonte e cume da vida e da missão da Igreja. Temos ainda a Liturgia das Horas, a leitura orante da Sagrada Escritura, que pela meditação, oração e contemplação conduz ao encontro com Cristo, Palavra do Deus vivo.
Na Igreja temos a “comunhão fraterna”. Não basta ouvir a Palavra de Deus. Na Casa da Palavra temos os irmãos e irmãs de outras Igrejas e comunidades cristãs, que, embora ainda separadas, vivem uma unidade real através da veneração e do amor pela palavra de Deus.
4. OS CAMINHOS DA PALAVRA: a missão. A Palavra de Deus deve percorrer os caminhos do mundo, que hoje são também os da comunicação, informática, televisiva e virtual. A Bíblia deve entrar nas famílias para que pais e filhos a leiam, com ela rezem para que ela seja para eles uma lâmpada para seus passos no caminho da existência.
A Bíblia nos apresenta também o sopro de dor que se eleva da terra, vai ao encontro do grito dos oprimidos e do lamento dos infelizes. Traz no vértice a cruz, onde Cristo, sozinho e abandonado, vive a tragédia do sofrimento mais atroz e da morte. Mas pela presença do Filho de Deus, a escuridão do mal e da morte está iluminada pela luz pascal e pela esperança da glória.
Dom Aloísio Sinésio Bohn
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
SÃO JERÔNIMO- DIA DA BÍBLIA
Neste último dia do mês da Bíblia, celebramos a memória do grande "tradutor e exegeta das Sagradas Escrituras": São Jerônimo, presbítero e doutor da Igreja. Ele nasceu na Dalmácia em 340, e ficou conhecido como escritor, filósofo, teólogo, retórico, gramático, dialético, historiador, exegeta e doutor da Igreja. É de São Jerônimo a célebre frase: "Ignorar as Escrituras, é ignorar a Cristo".
Com posse da herança dos pais, foi realizar sua vocação de amante dos estudos em Roma. Estando na "Cidade Eterna", Jerônimo aproveitou para visitar as Catacumbas, onde contemplava as capelas e esforçava-se por decifrar os escritos nos túmulos dos mártires. Em Roma, Jerônimo teve um sonho que foi determinante para sua conversão: neste sonho, Jerônimo apresentava-se como cristão e era repreendido pelo próprio Cristo por estar faltando com a verdade (pois ainda não havia abraçado as Sagradas Escrituras, mas somente escritos pagãos). Cerca do fim desta permanência em Roma, Jerônimo recebeu o Batismo.
Após isso, iniciou os estudos teológicos e decidiu lançar-se numa peregrinação à Terra Santa, mas uma prolongada doença obrigou-o a permanecer em Antioquia. Enfastiado do mundo e desejoso de quietude e penitência, retirou-se para o deserto de Cálcida, com o propósito de seguir na vida eremítica. Ordenado sacerdote em 379, retirou-se para estudar, a fim de responder com a literatura às necessidades da época. Tendo estudado as línguas originais para melhor compreender as Escrituras, Jerônimo pôde, a pedido do Papa Dâmaso, traduzir com precisão a Bíblia para o latim (língua oficial da Igreja). Esta tradução recebeu o nome de Vulgata. Assim, com alegria e prazer se empenhou para enriquecer a Igreja universal.
Saiu de Roma, e foi viver definitivamente em Belém no ano de 386, onde permaneceu como monge penitente e estudioso, continuando as traduções bíblicas, até falecer em 420, aos 30 de setembro com, praticamente, 80 anos de idade. A Igreja declarou-o padroeiro de todos os que se dedicam ao estudo da Bíblia e fixou o "Dia da Bíblia" no mês do seu aniversário de morte, ou ainda, dia da posse da grande promessa bíblica: a Vida Eterna.
São Jerônimo, rogai por nós!
Com posse da herança dos pais, foi realizar sua vocação de amante dos estudos em Roma. Estando na "Cidade Eterna", Jerônimo aproveitou para visitar as Catacumbas, onde contemplava as capelas e esforçava-se por decifrar os escritos nos túmulos dos mártires. Em Roma, Jerônimo teve um sonho que foi determinante para sua conversão: neste sonho, Jerônimo apresentava-se como cristão e era repreendido pelo próprio Cristo por estar faltando com a verdade (pois ainda não havia abraçado as Sagradas Escrituras, mas somente escritos pagãos). Cerca do fim desta permanência em Roma, Jerônimo recebeu o Batismo.
Após isso, iniciou os estudos teológicos e decidiu lançar-se numa peregrinação à Terra Santa, mas uma prolongada doença obrigou-o a permanecer em Antioquia. Enfastiado do mundo e desejoso de quietude e penitência, retirou-se para o deserto de Cálcida, com o propósito de seguir na vida eremítica. Ordenado sacerdote em 379, retirou-se para estudar, a fim de responder com a literatura às necessidades da época. Tendo estudado as línguas originais para melhor compreender as Escrituras, Jerônimo pôde, a pedido do Papa Dâmaso, traduzir com precisão a Bíblia para o latim (língua oficial da Igreja). Esta tradução recebeu o nome de Vulgata. Assim, com alegria e prazer se empenhou para enriquecer a Igreja universal.
Saiu de Roma, e foi viver definitivamente em Belém no ano de 386, onde permaneceu como monge penitente e estudioso, continuando as traduções bíblicas, até falecer em 420, aos 30 de setembro com, praticamente, 80 anos de idade. A Igreja declarou-o padroeiro de todos os que se dedicam ao estudo da Bíblia e fixou o "Dia da Bíblia" no mês do seu aniversário de morte, ou ainda, dia da posse da grande promessa bíblica: a Vida Eterna.
São Jerônimo, rogai por nós!
domingo, 25 de setembro de 2011
ORAÇÃO DA BÍBLIA
Senhor, nossas palavras são demasiado pobres
para agradecer-te o maravilhoso dom
de tua Palavra-escrita, que, ultrapassando
os limites do tempo,
continua a falar-nos
da Fé que dá sentido a vida,
da Alegria qe abre os corações,
do Amor que nos faz irmãos.
Concede-nos, Senhor, grande amor pela Bíblia
Queremos aproximar-nos deste livro
com fé
para que saibamos encontrar
em suas páginas sagradas
a resposta aos nossos problemas,
o amor que une a família, a paz de que o mundo precisa.
Ensina-nos, Senhor, a ler a Bíblia com respeito, humildade e fé.
Queremos colocá-la em nossas casas
para que seja Luz que ilumina,
Palavra que acalma,
Presença viva de amor!
Nós te pedimos, ó Pai, que o homem de hoje,
Cansado e insatisfeito,
Tenha a coragem de aproximar-se da
Bíblia
Para encontrar nela o Caminho
a Verdade ,
a Vida.
Amém!
terça-feira, 20 de setembro de 2011
JOGRAL- UMA PASSAGEM DA BÍBLIA
GRUPO A: Muita gente já tentou / a história escrever, / os fatos que aconteceram, /
difíceis de descrever.
GRUPO B: A história que sabemos / alguns puderam contar. / Pessoas que viram tudo / e
puderam relatar.
GRUPO A: Elas viram com certeza / e contaram oralmente. / Passando um para o outro, /
contaram para muita gente.
GRUPO B: Assim Lucas e Mateus, / Marcos e também João / escreveram o que ouviram, / de
nada esqueceram, não!
GRUPO A: Repetiremos aqui / o que Lucas escreveu. / Ninguém pode esquecer, / nem você,
nem ele ou eu.
Grupo B: Jesus foi para a Galiléia, / a notícia se espalhou. /Ensinava nas assembléias, / para
mestres ele falou.
GRUPO A: Todos os que o ouviram / não o esqueceram, não! / Eles o elogiaram:
UMA CRIANÇA: “Jesus é um sabichão! “
GRUPO B: Um dia deram-lhe o Livro / que Jesus abriu e leu. / Uma passagem importante /
que o Mestre leu e releu.
GRUPO A: O Espírito do Senhor / desceu sobre Jesus, / que ficou iluminado / com toda a
divina luz.
GRUPO B: Ele disse aos que o cercavam:
JESUS: “Eu vim para anunciar / a boa nova aos pobres / e a todos libertar. / Os presos serão
ouvidos / e terão libertação. / Aos cegos ( que maravilha ) / darei recuperação.”
GRUPO A: Jesus sentou-se depois / e o livro devolveu. / Todos olhavam para ele, / quanta
coisa prometeu.
JESUS: “A passagem da Escritura / hoje se concretizou.”
GRUPO B: Foi isso o que Ele disse, / foi o que Ele ensinou.
TODOS: Vamos Jesus aplaudir, / Jesus, nosso Salvador. / Ele é o Rei dos reis / que tem por
nós tanto AMOR!
difíceis de descrever.
GRUPO B: A história que sabemos / alguns puderam contar. / Pessoas que viram tudo / e
puderam relatar.
GRUPO A: Elas viram com certeza / e contaram oralmente. / Passando um para o outro, /
contaram para muita gente.
GRUPO B: Assim Lucas e Mateus, / Marcos e também João / escreveram o que ouviram, / de
nada esqueceram, não!
GRUPO A: Repetiremos aqui / o que Lucas escreveu. / Ninguém pode esquecer, / nem você,
nem ele ou eu.
Grupo B: Jesus foi para a Galiléia, / a notícia se espalhou. /Ensinava nas assembléias, / para
mestres ele falou.
GRUPO A: Todos os que o ouviram / não o esqueceram, não! / Eles o elogiaram:
UMA CRIANÇA: “Jesus é um sabichão! “
GRUPO B: Um dia deram-lhe o Livro / que Jesus abriu e leu. / Uma passagem importante /
que o Mestre leu e releu.
GRUPO A: O Espírito do Senhor / desceu sobre Jesus, / que ficou iluminado / com toda a
divina luz.
GRUPO B: Ele disse aos que o cercavam:
JESUS: “Eu vim para anunciar / a boa nova aos pobres / e a todos libertar. / Os presos serão
ouvidos / e terão libertação. / Aos cegos ( que maravilha ) / darei recuperação.”
GRUPO A: Jesus sentou-se depois / e o livro devolveu. / Todos olhavam para ele, / quanta
coisa prometeu.
JESUS: “A passagem da Escritura / hoje se concretizou.”
GRUPO B: Foi isso o que Ele disse, / foi o que Ele ensinou.
TODOS: Vamos Jesus aplaudir, / Jesus, nosso Salvador. / Ele é o Rei dos reis / que tem por
nós tanto AMOR!
(Revista Catecriando-Ano: 2008 Nº 3 Agosto / Setembro)
sábado, 17 de setembro de 2011
TEATRO PARA O MÊS DA BÍBLIA- DESCOBRINDO UM SENTIDO
Música: (à escolher)
(Entram dois personagens...)
P1: Num distante lugar, onde não sorriam os lábios.
P2: Onde não brilhavam os olhos.
P1: Onde não cantavam as vozes.
P2: Havia uma pessoa...
P1: Passava a maior parte de sua vida a pensar.
P2: Já pensara sobre tudo: o sol... a lua... a terra... as árvores...
P1: Só não pensara sobre sua própria vida.
P2: Quando o fez pela primeira vez, entrou em depressão.
P1: Percebera que, até então, havia sido um inútil.
P2: Um inútil.
Música: (à escolher)
(Entra o jovem e senta. Em seguida, entram Dr. Tudo Sabe e Dr. Sabe Tudo. O jovem levanta e começam o diálogo.)
Dr. Tudo Sabe: O que faz você aí, com olhar tão preocupado?
Dr. Sabe Tudo: Deixa o tempo correr, sem ter nada para fazer?
Jovem: Faço aquilo que sempre fiz: pensar. Só que, de tanto fazê-lo, tornei-me um inútil.
Dr. Tudo Sabe: É... pensar demais não é muito bom. (Sentando)
Dr. Sabe Tudo: (Sentando) Minha mãe já dizia: “quem pensa não casa, quem casa não pensa”.
Jovem: O meu caso não é este não...
Dr. Tudo Sabe: Mas nós...
Dr. Sabe Tudo: Mas nós sempre temos resposta para todos os problemas.
Dr. Tudo Sabe: Isso mesmo, jamais erramos!
Jovem: Mas, afinal, quem são vocês?
Dr. Sabe Tudo: Dr. Sabe Tudo e Tudo Sabe!
Dr. Tudo Sabe: Ao seu dispor!
Jovem: Meu problema é existencial. Tudo começou quando passei a refletir sobre a miséria do mundo.
Dr. Sabe Tudo: Ah, os pobres são a causa do seu problema?
Dr. Tudo Sabe: Simples! Mate a todos e seu problema acabará.
Jovem: Isso não resolveria nada! Comecei também a observar a falta de fé, que a cada dia diminui nas pessoas. As igrejas com pouca gente...
Dr. Sabe Tudo: Claro, claro! Para acabar com as igrejas basta fazer uma coisa.
Dr. Tudo Sabe: Explodi-las todas.
Jovem: Vocês não estão ajudando em nada.
Dr. Sabe Tudo: Quem sabe um de nossos livros o ajude.
Dr. Tudo Sabe: Temos aqui um livro de química, matemática, geografia, história, uma bíblia...
Jovem: Uma bíblia? Alguém já me falou sobre este livro...
Dr. Sabe Tudo: Gostou? Pode ficar. Olha, a gente tem que ir andando (levantando).
Dr. Tudo Sabe: Qualquer probleminha, chame os doutores Tudo Sabe e Sabe Tudo. E nós resolveremos o seu problema.
Jovem: Valeu pelo presente. Muito obrigado. É, meio loucos, mas eram simpáticos.
(O Jovem senta num canto e fica lendo a bíblia.)
Música: (à escolher)
(Retornam os Personagens 1 e 2)
P1: Aquele livro não mudou a vida do Jovem da noite para o dia.
P2: Porém, ajudou-o a tomar uma decisão.
P1: A decisão de ser resposta para muitos dos problemas no mundo.
P2: E tudo a partir de uma mensagem que ele leu em certo momento:
Jovem: (Na frente, com a Bíblia) “Se queres ser perfeito, vende o que tens, dá aos pobres e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me!”.
Música: (à escolher)
(Durante a música, a bíblia é colocada num lugar de destaque. Se for à noite, seria bom focalizar uma luz para ela. Em seguida, apresenta-se o jogral que segue.)
P1: Não é estranho que uma nota de R$ 10,00 “pareça” tão grande quando ajudamos um pobre e tão pequena quando gastamos nas lojas?
P2: Não é estranho que pareça tão demorada uma hora quando servimos a Deus, mas tão rápido o tempo quando assistimos a um jogo de futebol?
Jovem: Não parece estranho que pareça interminável uma hora na igreja e passe tão rápido um filme de duas horas?
P1: Não parece estranho como muitas vezes as pessoas buscam os assentos da frente para aparecer, e como se colocam sempre nos últimos assentos da igreja?
P2: Não parece estranho o quanto seja difícil ler um capítulo da Bíblia, e quão fácil ler 100 páginas de um romance popular?
Jovem: Não parece estranho quão difícil seja compartilhar com os outros a Palavra de Deus, e quão fácil é contar uma piada ou coisa semelhante?
P1: Não é estranho que muitos pretendam ir ao céu, sem se esforçar para merecê-lo?
P2: Não parece estranha a facilidade com que acreditamos nos jornais e na televisão, mas questionamos o que afirma a Bíblia?
TODOS: Mas nós acreditamos firmemente na Bíblia. Ali (apontando para a Bíblia) estão as palavras da vida.
Música: (à escolher)
(Entram todos os participantes e se despedem do público.)
(Pe. Sérgio Jeremias de Souza)
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Jogo catequético: Boliche bíblico
Este jogo é simples e bastante interessante para revisões.
Você vai precisar de garrafas pet e uma bola (bola de meia, plástico, etc).
Você vai precisar de garrafas pet e uma bola (bola de meia, plástico, etc).
O procedimento é o mesmo do boliche: Cinco ou mais garrafas organizadas. Cada garrafa terá uma identificação (letras, números, figuras, etc). No caso de letras, cada uma terá uma lista de perguntas correspondente. A garrafa A terá, por exemplo, uma lista com cinco perguntas, assim como todas as outras. O catequisando jogará a bola nas garrafas, e poderá escolher uma das que caiu. O catequista fará uma pergunta correspondente à garrafa que caiu.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
AS SETE CHAVES
Com as “sete chaves” vocêencontra a Palavra de Deus que
está na Bíblia e na vida e
entenderá melhor o sentido
escondido atrás das palavras.
Dividir a turma em sete grupos. Cada grupo
deve desenhar uma grande chave e um cartaz
com gravuras representando uma das chaves.
Depois que o grupo apresenta o seu cartaz,
coloca sua respectiva chave em um barbante,
formando assim um grande chaveiro. Podese
também cantar uma música que faz
referência à chave do grupo. Ao final, faze-se
o plenário. As chaves são:
Pés bem plantados na realidade.
Para ler bem a Bíblia é preciso ler bem a vida,
conhecer a realidade pessoal, familiar e
comunitária, do país e do mundo. É preciso
conhecer também a realidade na qual viveu o
povo da Bíblia. A Bíblia não caiu do céu
prontinha. Ela nasceu das lutas, das alegrias,
da esperança e da fé de um povo. (ver Ex
3,7-10)
Olhos bem abertos.
Um olho sobre o texto da Bíblia e outro sobre
o texto da vida. O que fala o texto da Bíblia?
O que fala o texto da vida? A Palavra de Deus
está na Bíblia e está na vida. Precisamos ter
olhos para enxergá-la.
Ouvidos atentos.
Um ouvido para escutar o clamor do povo e
outro para escutar o que Deus quer falar.
Coração livre para amar.
Ler a Bíblia com sentimento, com a emoção
que o texto provoca. Só quem ama a Deus e
ao próximo pode entender o que Deus fala na
Bíblia. Coração pronto para converter-se.
Boca para profetizar.
Anunciar e denunciar aquilo que os olhos
viram, os ouvidos ouviram e o coração sentiu
sobre a Palavra de Deus. Como posso me
calar?
Cabeça para pensar.
Usar a inteligência para meditar, estudar e
buscar respostas para nossas dúvidas. Ler a
Bíblia e outros livros que nos expliquem a
Bíblia.
Joelhos dobrados em oração.
Só com muita fé e oração dá para entender a
Bíblia e a vida. Pedir ajuda ao Espírito Santo
para entender o “espírito” da Bíblia. Não
podemos fazer uma leitura ao pé da letra,
porque a letra mata e o espírito vivifica, como
adverte São Paulo (ver 2Cor 3,6).
Certamente descobriremos outras chaves,
mas estas são indispensáveis. É bom unir
as chaves num chaveiro forte e firme. Este
chaveiro é a família, o círculo bíblico, ou sua
comunidade. A Bíblia lida em comunidade
se torna mais fácil, mais proveitosa, mais
agradável (ver Mt 18,20).
As Sete Chaves
Adaptação da dinâmica extraída do
livro “El Poblado e La Bíblia”, J.
Saraiva, Paulinas, México
Adaptação da dinâmica extraída do
livro “El Poblado e La Bíblia”, J.
Saraiva, Paulinas, México
terça-feira, 6 de setembro de 2011
JOGRAL A BÍBLIA
1- Quero me apresentar! Eu sou a Bíblia. Vou fazer parte
da comunidade de vocês, permanentemente. Vocês se
apresentaram. Peço licença para também eu me
apresentar.
da comunidade de vocês, permanentemente. Vocês se
apresentaram. Peço licença para também eu me
apresentar.
2- Meu nome é Bíblia. È um nome grego e significa;
Coleção de Livros ou Biblioteca.
3- Esta Biblioteca, que sou eu, é formada por 73 livros.
Alguns de meus livros não passam de uma página:
outros são maiores. Meus livros foram escritos desde
o ano 1.000 antes de Cristo, até o ano 100 depois de
Cristo.
4- Ah! O conteúdo? Bem, eu descrevo a história de um
povo que viveu a busca de Deus, da felicidade, através
de um relacionamento de profunda amizade com Deus,
chamado Aliança.
5- Há em mim duas partes bem definidas. Uma primeira
fase do relacionamento de amizade entre Deus e os
seres humanos, chamada Antigo Testamento. E uma
segunda parte, que é o Novo Testamento. “Testamento”
significa Aliança. Compreenderam?
6- Por que estas duas partes? É que o povo foi
aperfeiçoando a Aliança com Deus no decorrer dos
séculos. Na verdade, acontecia o seguinte: Os seres
humanos aceitavam a Aliança mas depois falhavam no
compromisso. Havia um retrocesso e depois
recomeçava tudo outra vez, mas com vontade de
melhorar. Até que um dia, o próprio Filho de Deus veio
à terra para ajudar a humanidade nesta busca da
felicidade
7. Jesus Cristo estabeleceu uma Aliança definitiva,
eterna e permanente. Agora a Aliança com Deus
se faz através dele.
Coleção de Livros ou Biblioteca.
3- Esta Biblioteca, que sou eu, é formada por 73 livros.
Alguns de meus livros não passam de uma página:
outros são maiores. Meus livros foram escritos desde
o ano 1.000 antes de Cristo, até o ano 100 depois de
Cristo.
4- Ah! O conteúdo? Bem, eu descrevo a história de um
povo que viveu a busca de Deus, da felicidade, através
de um relacionamento de profunda amizade com Deus,
chamado Aliança.
5- Há em mim duas partes bem definidas. Uma primeira
fase do relacionamento de amizade entre Deus e os
seres humanos, chamada Antigo Testamento. E uma
segunda parte, que é o Novo Testamento. “Testamento”
significa Aliança. Compreenderam?
6- Por que estas duas partes? É que o povo foi
aperfeiçoando a Aliança com Deus no decorrer dos
séculos. Na verdade, acontecia o seguinte: Os seres
humanos aceitavam a Aliança mas depois falhavam no
compromisso. Havia um retrocesso e depois
recomeçava tudo outra vez, mas com vontade de
melhorar. Até que um dia, o próprio Filho de Deus veio
à terra para ajudar a humanidade nesta busca da
felicidade
7. Jesus Cristo estabeleceu uma Aliança definitiva,
eterna e permanente. Agora a Aliança com Deus
se faz através dele.
A Mesa da Palavra- espaço condigno
por José Ariovaldo da Silva, ofm
Valor e sentido da Palavra de Deus na Liturgia
O povo católico de tradição romana tem grande dificuldade em perceber o profundo sentido e valor da palavra de Deus na Liturgia. Normalmente, ainda damos muito pouca importância a ela. Compreende-se. É o resultado de uma herança de mais de mil anos, vinda de uma prática litúrgica em que, nas celebrações, a Palavra quase não contava.
Ela era lida, sim, na missa. Mas só pelo padre, em voz baixa (apenas para ele!), em latim, lá longe no altar, e de costas para o povo. O povo não ouvia nada do que o padre lia. Não tinha contato, portanto, com a Palavra naquele momento. Isso durou praticamente todo o segundo milênio, até o Concílio Vaticano II (há 40 anos atrás), que recupera a tradição do primeiro milênio, que dava à Palavra um valor tão grande quanto à Eucaristia.
A Constituição “Sacrosanctum Concilium” sobre a Liturgia, do citado Concílio, resgata para nós a consciência antiga da presença viva de Cristo na assembléia dos cristãos, de modo particular “pela sua palavra, pois é Ele mesmo que fala quando se lêem as Sagradas Escrituras na igreja” (SC 7). É uma verdade provinda da grande tradição dos antigos Padres da Igreja que freqüentemente equiparam a palavra de Deus à encarnação e à Eucaristia.
Eles estão convencidos que a palavra da Sagrada Escritura é a presença de Deus entre nós, e que especialmente a palavra dos evangelhos, aceita pela fé, é a presença do Verbo encarnado. Conseqüentemente, o respeito que se tinha pela Palavra era tão grande que a Sagrada Escritura, especialmente os evangelhos, em muitos lugares era guardada num cofre semelhante ao sacrário. Na ábside das igrejas havia dois “sacrários”, um à direita e outro à esquerda, um para guardar a Eucaristia e o outro para guardar o livro da Palavra.
Daí se entende o que o Concílio Vaticano II afirmou na Constituição Dogmática “Dei Verbum” sobre a Revelação Divina. Diz ele: “A Igreja sempre venerou as divinas Escrituras, da mesma forma como sempre venerou o próprio Corpo do Senhor, porque, de fato, principalmente na Sagrada Liturgia, não cessa de tomar e entregar aos fiéis o pão da vida, da mesa, tanto da palavra de Deus como do corpo de Cristo” (DV 21).
Como se vê, as duas mesas são . Dessa forma, a palavra de Deus é tão venerável quanto o Corpo Eucarístico de Jesus Cristo. Comungamos da mesa da Palavra, assim como comungamos da mesa da Eucaristia.
A mesa da Palavra: sua dignidade e seu uso na Liturgia
Assim sendo, se damos tanta importância ao altar da Eucaristia, por que não dar semelhante destaque ao espaço de onde a Palavra é proclamada? De fato, com o Vaticano II a Igreja acordou também para este detalhe. E a Instrução Geral sobre o Missal Romano acaba, então, nos lembrando que “a dignidade da palavra de Deus requer na igreja um lugar condigno de onde possa ser anunciada e para onde se volte espontaneamente a atenção dos fiéis no momento da liturgia da Palavra” (n. 309).
Trata-se da mesa da Palavra, ou ambão (do grego “anabaino”, subir, porque costuma estar em posição elevada, de onde Deus fala). Como já dissemos, em outra ocasião, Cristo é o protagonista da ação litúrgica, também no ambão, o espaço reservado para a proclamação da palavra de Deus. Isto significa que este espaço possui, também ele, um sentido simbólico-sacramental de fundamental importância. Ele nos evoca a presença viva do Senhor falando para o seu povo. A Instrução Geral fala de um “lugar condigno”.
A palavra “condigno” tem a ver com “proporcional ao mérito, ao valor”. Tem a ver com “devido, merecido”. Assim, pois, a palavra de Deus, por causa da sua dignidade (que é imensa!), requer naturalmente um espaço à altura desta dignidade, de onde ela é proclamada para toda a assembléia. E mais: um espaço para onde se volte espontaneamente a atenção dos fiéis no momento da liturgia da Palavra. Pois é dali que o Deus vivo está se comunicando com seu povo através da proclamação das divinas Escrituras.
A Igreja, hoje consciente do sentido profundo e da importância deste espaço sagrado de nossas igrejas, nos dá então a seguinte orientação: “De modo geral, convém que esse lugar seja uma estrutura estável e não uma simples estante móvel. O ambão seja disposto de tal modo em relação à forma da igreja que os ministros ordenados e os leitores possam ser vistos e ouvidos facilmente pelos fiéis” (ibid.). Interessante este detalhe: a mesa da Palavra seja disposta dentro da igreja de tal maneira “que os ministros ordenados e os leitores possam ser vistos e ouvidos com facilidade por todos”.
Por quê? Porque é um “direito” que o povo tem de ver e ouvir facilmente a voz de Deus que nos fala pela Palavra proclamada (cf. SC 14). É o que está acontecendo na maioria das nossas igrejas. As comunidades realmente estão caprichando, estão se esforçando ao máximo para fazer do ambão um verdadeiro monumento, ou melhor, um memorial que nos evoca a presença viva do Senhor falando para o seu povo. Para tanto, servem-se da ajuda até mesmo de artistas e pessoas especializadas em Liturgia.
Tem igrejas em que dá gosto ouvir a palavra de Deus na Liturgia, não só porque as pessoas lêem bem, mas porque o próprio lugar de onde se lê é inspirador pela sua beleza artística. E por falar em beleza artística, uma pequena sugestão aos desavisados: se a mesa da Palavra é construída com arte e ela aparece naturalmente bela (isto é, por si só já evoca o mistério da presença do Senhor), por favor, não encobrir esta maravilha com um pano, por mais bonitos que sejam os seus bordados!
Se o ambão já é belo por si, o bom senso sugere não cobrir este espaço sagrado com pretensos enfeites. Deixe a mesa da Palavra aparecer do jeito que ela é, bela como ela só! Mas tem outra coisa ainda em torno da dignidade desta mesa. Diz a Instrução Geral sobre o Missal Romano: “Do ambão são proferidas somente as leituras, o salmo responsorial e o precônio pascal; também se podem proferir a homilia e as intenções da oração universal ou oração dos fiéis.
A dignidade do ambão exige que a ele suba somente o ministro da palavra” (ibid.). A oração dos fiéis, no fundo, é a Palavra que, uma vez caída no coração da assembléia, se transforma num grito para Deus. É a Palavra transformada em súplica ao Senhor. Por isso se sugere que ela seja feita também do ambão. O mais (avisos, comentários etc.) seja feito de outro lugar. Precisamente para garantir e enfatizar a dignidade do ambão.
Enfim, ressaltando de novo a dignidade que tem a mesa da Palavra, a Igreja ainda sugere o seguinte:
“Convém que o novo ambão seja abençoado antes de ser destinado ao uso litúrgico conforme o rito proposto no Ritual Romano” (ibid.). Prevê-se, portanto, até mesmo uma bênção especial para o ambão, antes de ser usado na Liturgia. Parabéns às comunidades que já têm o seu ambão instalado e trabalhado à altura da dignidade da Palavra de Deus. E Deus ilumine as comunidades que ainda estão buscando uma forma de valorizar, da melhor maneira possível, o lugar de onde Deus fala para o seu povo.
.: revista Mundo Missão
Valor e sentido da Palavra de Deus na Liturgia
O povo católico de tradição romana tem grande dificuldade em perceber o profundo sentido e valor da palavra de Deus na Liturgia. Normalmente, ainda damos muito pouca importância a ela. Compreende-se. É o resultado de uma herança de mais de mil anos, vinda de uma prática litúrgica em que, nas celebrações, a Palavra quase não contava.
Ela era lida, sim, na missa. Mas só pelo padre, em voz baixa (apenas para ele!), em latim, lá longe no altar, e de costas para o povo. O povo não ouvia nada do que o padre lia. Não tinha contato, portanto, com a Palavra naquele momento. Isso durou praticamente todo o segundo milênio, até o Concílio Vaticano II (há 40 anos atrás), que recupera a tradição do primeiro milênio, que dava à Palavra um valor tão grande quanto à Eucaristia.
A Constituição “Sacrosanctum Concilium” sobre a Liturgia, do citado Concílio, resgata para nós a consciência antiga da presença viva de Cristo na assembléia dos cristãos, de modo particular “pela sua palavra, pois é Ele mesmo que fala quando se lêem as Sagradas Escrituras na igreja” (SC 7). É uma verdade provinda da grande tradição dos antigos Padres da Igreja que freqüentemente equiparam a palavra de Deus à encarnação e à Eucaristia.
Eles estão convencidos que a palavra da Sagrada Escritura é a presença de Deus entre nós, e que especialmente a palavra dos evangelhos, aceita pela fé, é a presença do Verbo encarnado. Conseqüentemente, o respeito que se tinha pela Palavra era tão grande que a Sagrada Escritura, especialmente os evangelhos, em muitos lugares era guardada num cofre semelhante ao sacrário. Na ábside das igrejas havia dois “sacrários”, um à direita e outro à esquerda, um para guardar a Eucaristia e o outro para guardar o livro da Palavra.
Daí se entende o que o Concílio Vaticano II afirmou na Constituição Dogmática “Dei Verbum” sobre a Revelação Divina. Diz ele: “A Igreja sempre venerou as divinas Escrituras, da mesma forma como sempre venerou o próprio Corpo do Senhor, porque, de fato, principalmente na Sagrada Liturgia, não cessa de tomar e entregar aos fiéis o pão da vida, da mesa, tanto da palavra de Deus como do corpo de Cristo” (DV 21).
Como se vê, as duas mesas são . Dessa forma, a palavra de Deus é tão venerável quanto o Corpo Eucarístico de Jesus Cristo. Comungamos da mesa da Palavra, assim como comungamos da mesa da Eucaristia.
A mesa da Palavra: sua dignidade e seu uso na Liturgia
Assim sendo, se damos tanta importância ao altar da Eucaristia, por que não dar semelhante destaque ao espaço de onde a Palavra é proclamada? De fato, com o Vaticano II a Igreja acordou também para este detalhe. E a Instrução Geral sobre o Missal Romano acaba, então, nos lembrando que “a dignidade da palavra de Deus requer na igreja um lugar condigno de onde possa ser anunciada e para onde se volte espontaneamente a atenção dos fiéis no momento da liturgia da Palavra” (n. 309).
Trata-se da mesa da Palavra, ou ambão (do grego “anabaino”, subir, porque costuma estar em posição elevada, de onde Deus fala). Como já dissemos, em outra ocasião, Cristo é o protagonista da ação litúrgica, também no ambão, o espaço reservado para a proclamação da palavra de Deus. Isto significa que este espaço possui, também ele, um sentido simbólico-sacramental de fundamental importância. Ele nos evoca a presença viva do Senhor falando para o seu povo. A Instrução Geral fala de um “lugar condigno”.
A palavra “condigno” tem a ver com “proporcional ao mérito, ao valor”. Tem a ver com “devido, merecido”. Assim, pois, a palavra de Deus, por causa da sua dignidade (que é imensa!), requer naturalmente um espaço à altura desta dignidade, de onde ela é proclamada para toda a assembléia. E mais: um espaço para onde se volte espontaneamente a atenção dos fiéis no momento da liturgia da Palavra. Pois é dali que o Deus vivo está se comunicando com seu povo através da proclamação das divinas Escrituras.
A Igreja, hoje consciente do sentido profundo e da importância deste espaço sagrado de nossas igrejas, nos dá então a seguinte orientação: “De modo geral, convém que esse lugar seja uma estrutura estável e não uma simples estante móvel. O ambão seja disposto de tal modo em relação à forma da igreja que os ministros ordenados e os leitores possam ser vistos e ouvidos facilmente pelos fiéis” (ibid.). Interessante este detalhe: a mesa da Palavra seja disposta dentro da igreja de tal maneira “que os ministros ordenados e os leitores possam ser vistos e ouvidos com facilidade por todos”.
Por quê? Porque é um “direito” que o povo tem de ver e ouvir facilmente a voz de Deus que nos fala pela Palavra proclamada (cf. SC 14). É o que está acontecendo na maioria das nossas igrejas. As comunidades realmente estão caprichando, estão se esforçando ao máximo para fazer do ambão um verdadeiro monumento, ou melhor, um memorial que nos evoca a presença viva do Senhor falando para o seu povo. Para tanto, servem-se da ajuda até mesmo de artistas e pessoas especializadas em Liturgia.
Tem igrejas em que dá gosto ouvir a palavra de Deus na Liturgia, não só porque as pessoas lêem bem, mas porque o próprio lugar de onde se lê é inspirador pela sua beleza artística. E por falar em beleza artística, uma pequena sugestão aos desavisados: se a mesa da Palavra é construída com arte e ela aparece naturalmente bela (isto é, por si só já evoca o mistério da presença do Senhor), por favor, não encobrir esta maravilha com um pano, por mais bonitos que sejam os seus bordados!
Se o ambão já é belo por si, o bom senso sugere não cobrir este espaço sagrado com pretensos enfeites. Deixe a mesa da Palavra aparecer do jeito que ela é, bela como ela só! Mas tem outra coisa ainda em torno da dignidade desta mesa. Diz a Instrução Geral sobre o Missal Romano: “Do ambão são proferidas somente as leituras, o salmo responsorial e o precônio pascal; também se podem proferir a homilia e as intenções da oração universal ou oração dos fiéis.
A dignidade do ambão exige que a ele suba somente o ministro da palavra” (ibid.). A oração dos fiéis, no fundo, é a Palavra que, uma vez caída no coração da assembléia, se transforma num grito para Deus. É a Palavra transformada em súplica ao Senhor. Por isso se sugere que ela seja feita também do ambão. O mais (avisos, comentários etc.) seja feito de outro lugar. Precisamente para garantir e enfatizar a dignidade do ambão.
Enfim, ressaltando de novo a dignidade que tem a mesa da Palavra, a Igreja ainda sugere o seguinte:
“Convém que o novo ambão seja abençoado antes de ser destinado ao uso litúrgico conforme o rito proposto no Ritual Romano” (ibid.). Prevê-se, portanto, até mesmo uma bênção especial para o ambão, antes de ser usado na Liturgia. Parabéns às comunidades que já têm o seu ambão instalado e trabalhado à altura da dignidade da Palavra de Deus. E Deus ilumine as comunidades que ainda estão buscando uma forma de valorizar, da melhor maneira possível, o lugar de onde Deus fala para o seu povo.
.: revista Mundo Missão
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Uma historinha que nos faz pensar: A BOMBA D’ÁGUA.
Um certo homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede. Foi quando ele chegou a uma casinha velha – uma cabana desmoronando - sem janelas, sem teto, batida pelo tempo.
O homem perambulou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico.
Olhando ao redor, viu uma bomba a alguns metros de distância, bem velha e enferrujada.
Ele se arrastou até ali, agarrou a manivela, e começou a bombear sem parar. Nada aconteceu.
Desapontado, caiu prostrado para trás e notou que ao lado da bomba havia uma garrafa. Olhou-a, limpou-a, removendo a sujeira e o pó, e leu o seguinte recado: "Você precisa primeiro preparar a bomba com toda a água desta garrafa, meu amigo.
Obs.: Faça o favor de encher a garrafa outra vez antes de partir."
O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato, lá estava a água.
A garrafa estava quase cheia de água!
De repente, ele se viu em um dilema:
Se bebesse aquela água poderia sobreviver, mas se despejasse toda a água na velha bomba enferrujada, talvez obtivesse água fresca, bem fria, lá no fundo do poço, toda a água que quisesse e poderia deixar a garrafa cheia pra próxima pessoa...
mas talvez isso não desse certo.
Que deveria fazer? Despejar a água na velha bomba e esperar a água fresca e fria ou beber a água velha e salvar sua vida? Deveria perder toda a água que tinha na esperança daquelas instruções pouco confiáveis, escritas não se sabia quando?
Com relutância, o homem despejou toda a água na bomba. Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear... e a bomba começou a chiar. E nada aconteceu!
E a bomba foi rangendo e chiando. Então surgiu um fiozinho de água; depois um pequeno fluxo, e finalmente a água jorrou com abundância! A bomba velha e enferrujada fez jorrar muita, mas muita água fresca e cristalina.
Ele encheu a garrafa e bebeu dela até se fartar. Encheu-a outra vez para o próximo que por ali poderia passar, arrolhou-a e acrescentou uma pequena nota ao bilhete preso nela:
"Creia-me, funciona! Você precisa dar toda a água antes de poder obtê-la de volta!".
Vamos abrir um espaço para partilha das idéias e ensinamentos que tiramos desta parábola.
Pra esquentar a conversa podemos elencar algumas lições concretas:
Pra esquentar a conversa podemos elencar algumas lições concretas:
1. Ouça atentamente o que Deus tem a te dizer através da Bíblia e confie. Como esse homem,
nós temos as instruções por escrito à nossa disposição. Basta usar.
2. Saiba olhar adiante e compartilhar! Aquele homem poderia ter se fartado e ter se esquecido
de que outras pessoas que precisassem da água pudessem passar por ali. Ele não se esqueceu
de encher a garrafa e ainda por cima soube dar uma palavra de incentivo. Se preocupe com
quem está próximo de você, lembre-se: você só poderá obter água se a der antes. Cultive
seus relacionamentos, dê o melhor de si!
3. Nenhum esforço que você faça será válido, se ele for feito da forma errada. Você pode
passar sua vida toda tentando bombear algo quando alguém já tem reservado a solução para
você. Preste atenção a sua volta! Deus está sempre pronto a suprir suas necessidades!
4. Agora é a sua vez... (O que ficou mais forte para você desta parábola?).
sábado, 3 de setembro de 2011
ORAÇÃO ANTES DE LER A BÍBLIA
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Jesus Mestre, que dissestes:
"Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, eu aí estarei no meio deles",
ficai conosco, aqui reunidos para melhor meditar e comungar com a vossa Palavra.
Sois o Mestre e a Verdade: iluminai-nos,
para que melhor compreendamos as Sagradas Escrituras.
Sois o Guia e o Caminho: fazei-nos dóceis ao vosso seguimento.
Sois a vida: transformai nosso coração em terra boa,
onde a Palavra de Deus produza frutos abundantes
de santidade e de vida.
Amém.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
O CENTRO DA BÍBLIA
O CENTRO DA BÍBLIA é algo estranho e curioso. Ainda que não seja religioso, convém que você leia isso:
Qual é o capítulo mais curto da Bíblia? Salmo 117
Qual o capítulo mais comprido da Bíblia? Salmo 119
Qual o capítulo que está no centro da Bíblia? Salmo 118
Há 594 capítulos antes do Salmo 118
Há 594 capítulos depois do Salmo 118
Se somar estes dois números totalizam 1188.
Qual é o versículo que está no centro da Bíblia? Salmo 118:8
Esse versículo diz algo importante sobre a perfeita vontade de Deus para nossas vidas.
A próxima vez que alguém te disser que deseja conhecer a vontade de Deus para sua vida e que deseja estar no centro da Sua Vontade, indique a ele o centro de Sua Palavra, "
Salmo118:8" que diz: "Melhor é colocar sua confiança no Senhor teu Deus que confiar nos homens".
Agora, diga, seria uma casualidade isto?
Ou estaria Deus no centro da Bíblia?
VIVER A PALAVRA DE DEUS
Duração: 10min.
Material: uma tigela ou copo com água, um giz, uma pedra e uma esponja.
Esta dinâmica trata-se dos participantes perceberem a importância de viver e transmitir a palavra de
Deus aos outros.
Desenvolvimento: Coloque a tigela de água em local visível e vá mergulhando um a um os objetos
e promovendo debate, sobre a reação de cada peça à água e comparando com a forma das pessoas
vivenciarem a Palavra de Deus. Também pode tomar algum texto Biblíco que fale sobre
evangelização, entrega e mudança de vida; não vou citar nenhum porque a dinâmica vem ao
encontro da realidade que o dirigente e de cada grupo.
1. água: fonte que restaura e purificação e que gera vida.
Simboliza aqui a Palavra e o agir de Deus na sua vida.
2. giz: feito de cal e que absorve para si toda água.
Simboliza pessoas que recebem a Palavra de Deus mas ficam só prá si, deixando de anunciar e
testemunhá-la;
3. pedra: material rústico que não deixa que nada penetre dentro de si.
Pessoas que se fecham e não deixam que a Palavra de Deus as transforme e molde suas vidas como
vaso nas mãos do oleiro;
4. esponja: depois de molhada absolve uma certa quantidade de água, assim que apertá-a ela
transmite o que tem de mais precioso dentro de si que é a água que purifica e restaura.
(FONTE)
O VALOR DA BÍBLIA
Há muitos anos, existiu um homem muito rico que no dia do seu aniversário convocou a criadagem a sua sala para receberem presentes.
Colocou-os a sua frente na seguinte ordem: cocheiro, jardineiro, cozinheira, arrumadeira e o pequeno mensageiro. Em seguida, dirigindo-se a eles, explicou o motivo de os haver chamado até ali e, por fim, fez-lhes uma pergunta, esperando de cada um a sua própria resposta. Essa foi a pergunta feita:
- O que prefere você receber agora: esta Bíblia ou este valor em dinheiro?
- Eu gostaria de receber a Bíblia – Respondeu, pela ordem, o cocheiro – Mas, como não aprendi a ler, o dinheiro me será bastante mais útil!
Recebeu então a nota, de valor elevado na época, e agradeceu ao patrão. Esse pediu-lhe que permanecesse em seu lugar.
Era a vez do jardineiro fazer a sua escolha e, escolhendo bem as palavras, falou:
Minha mulher está adoentada, e por esta razão tenho necessidade do dinheiro; em outra circunstância escolheria, sem dúvida, a Bíblia.
Como aconteceu com o primeiro, ele também permaneceu na sala após receber o valor das mãos do patrão. Agora, pela ordem, falaria a cozinheira, que teve tempo de elaborar bem a sua resposta:
- Eu sei ler, porém, nunca encontro tempo para sequer folhear uma revista; portanto, aceito o dinheiro para comprar um vestido novo.
- Eu já possuo uma Bíblia e não preciso de outra; assim, prefiro o dinheiro. Informou a arrumadeira, em poucas palavras.
Finalmente, chegou a vez do menino de recados. Sabendo-o bastante necessitado, o patrão adiantou-se em dizer-lhe:
- Certamente você também irá preferir dinheiro, para comprar uma nova sandália, não é isso, meu rapaz?
- Muito obrigado pela sugestão. De fato estou precisando muito de um calçado novo, mas vou preferir a Bíblia. Minha mãe me ensinou que a Palavra de Deus é mais desejável do que o ouro. Disse o pequeno mensageiro.
Ao receber o bonito volume, o menino feliz o abriu e nisso caiu aos seus pés uma moeda de ouro. Virando outras paginas, foi deparando com outros valores em notas. Vendo isso, os outros criados perceberam o seu erro e envergonhados deixaram o recinto.
A sós com o menino, disse-lhe comovido o patrão: “Que Deus o abençoe, meu filho, e também a sua mãe, que tão bem o ensinou a valorizar a Palavra de Deus.”
Pense agora: “O que pode ser mais valioso do que a palavra de Deus?” Tudo aquilo que nós precisamos, Deus tem e deseja que tenhamos. A nós, basta aceitar o que Ele nos oferece.
Autor desconhecido
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
EXPLICANDO O QUE É A BÍBLIA PARA AS CRIANÇAS
Prepare o ambiente: Faça um caminho no chão com pedras e no centro coloque desenhos de pés cortados, que podem ser feitos de cartolina colorida. E no final do caminho, coloque a Bíblia aberta, com uma vela acesa e flores ao lado. E uma Bíblia fechada, com uma vela apagada e flores murchas do outro lado.
Em um recipiente bem bonito, como uma grande taça por exemplo, coloque vários pirulitos em formato de pezinhos, encontrados em qualquer loja de doces, que deverão ser lavados e secos, para que possam ser utilizados na hora da dinâmica. (Lavados e secos, mas continuam na embalagem)
E encha uma caixinha a sua escolha com balinhas ou jujubas no formato de coração.
Dinâmica:
Inicie perguntando as crianças o que é a Bíblia para cada uma delas? (Deixem que falem)
Vocês leiam a Bíblia, crianças? Sempre! Diariamente? Porque?
Vocês sabiam que nela está contida a Palavra de Deus e que ela ilumina o nosso caminho?
Alguém aqui já leu a Bíblia inteirinha?
Vamos agora fazer uma experiência?
Muitas pessoas dizem que a Bíblia tem muitas estórias, é muito grande e às vezes, até chatinha para ser lida diariamente. E o mais engraçado é que muitas dessas pessoas nunca experimentaram parar um minutinho para ler algum livro que faz parte da Bíblia. Então, como podemos saber se ela é legal ou não se nós não a experimentarmos?
Peguem cada um 1 pirulito dentro da taça e reparem o formato do pezinho. Pensem que são seus pés, em direção aos caminhos de nosso amigo Jesus. Agora coloquem na boca sem tirar a embalagem e sintam o sabor... (Explique que os pirulitos foram lavados) e deixem falar, pois com certeza reclamarão. Agora retirem a embalagem e experimentem o doce sabor...
Assim é a nossa vida com a Palavra de Deus. Devemos lavar o nosso coração, rezar e pedir a luz do Espírito Santo para iluminar a nossa mente, para que assim possamos ouvir e sentir o que Deus nos fala.
Peçam para que reparem na diferença das duas Bíblias, fechada e aberta. Quando em nossa casa a Bíblia fica exposta, servindo apenas para enfeite, ela fica cheia de poeira e assim fechada, não podemos ouvir Deus falando conosco. Nossa vida fica apagada como essa vela e nossas flores do coração, murcham, nos deixando tristes.
Inicie perguntando as crianças o que é a Bíblia para cada uma delas? (Deixem que falem)
Vocês leiam a Bíblia, crianças? Sempre! Diariamente? Porque?
Vocês sabiam que nela está contida a Palavra de Deus e que ela ilumina o nosso caminho?
Alguém aqui já leu a Bíblia inteirinha?
Vamos agora fazer uma experiência?
Muitas pessoas dizem que a Bíblia tem muitas estórias, é muito grande e às vezes, até chatinha para ser lida diariamente. E o mais engraçado é que muitas dessas pessoas nunca experimentaram parar um minutinho para ler algum livro que faz parte da Bíblia. Então, como podemos saber se ela é legal ou não se nós não a experimentarmos?
Peguem cada um 1 pirulito dentro da taça e reparem o formato do pezinho. Pensem que são seus pés, em direção aos caminhos de nosso amigo Jesus. Agora coloquem na boca sem tirar a embalagem e sintam o sabor... (Explique que os pirulitos foram lavados) e deixem falar, pois com certeza reclamarão. Agora retirem a embalagem e experimentem o doce sabor...
Assim é a nossa vida com a Palavra de Deus. Devemos lavar o nosso coração, rezar e pedir a luz do Espírito Santo para iluminar a nossa mente, para que assim possamos ouvir e sentir o que Deus nos fala.
Peçam para que reparem na diferença das duas Bíblias, fechada e aberta. Quando em nossa casa a Bíblia fica exposta, servindo apenas para enfeite, ela fica cheia de poeira e assim fechada, não podemos ouvir Deus falando conosco. Nossa vida fica apagada como essa vela e nossas flores do coração, murcham, nos deixando tristes.
Já o contato diário com a Bíblia, acende a luz do nosso coração, abre os nossos ouvidos para ouvir o que Deus quer falar conosco e deixam nossas flores bonitas e cheias de vida.
Mas também há um porém...
Onde devemos guardar as Palavras de Deus em nossa vida? (Deixar que respondam)
No coração! (Pedir que peguem suas balinhas ou jujubas de coração e ofertar ao seu amigo ao lado.
Exatamente. Em nosso coração para que assim possamos passar para os nossos irmãos e não guardá-la conosco...
Termine o seu encontro reforçando a importância das Palavras de Deus em nossa vida e pedindo que não esqueçam de levar a Palavra de Deus a cada encontro da catequese.
(Escreva a Oração do Espírito Santo numa cartolina) e termine esse encontro fazendo essa oração com eles. Imprima a imagem abaixo e dê para colorir.
Mas também há um porém...
Onde devemos guardar as Palavras de Deus em nossa vida? (Deixar que respondam)
No coração! (Pedir que peguem suas balinhas ou jujubas de coração e ofertar ao seu amigo ao lado.
Exatamente. Em nosso coração para que assim possamos passar para os nossos irmãos e não guardá-la conosco...
Termine o seu encontro reforçando a importância das Palavras de Deus em nossa vida e pedindo que não esqueçam de levar a Palavra de Deus a cada encontro da catequese.
(Escreva a Oração do Espírito Santo numa cartolina) e termine esse encontro fazendo essa oração com eles. Imprima a imagem abaixo e dê para colorir.
A CANETA DA FÉ
A mãe de Raquel ficou surpresa ao ver a filha com seu novo livro de histórias bíblicas, circulando, com uma caneta, a palavra Deus toda vez que esta aparecia.
Reprimindo seu desejo de repreender a menina por estragar o livro novo, calmamente a mãe perguntou:
"Por que você está fazendo isso?" Raquel respondeu objetivamente:
“Para que eu saiba onde achar Deus na hora que eu precisar dele."
Apesar da ingenuidade da criança, ela teve a idéia certa.
Nas horas de grande aflição, precisamos saber onde achar, na Bíblia, a ajuda do Senhor.
Quantas vezes, ao enfrentar uma grande provação, ficamos desnorteados sem saber o que fazer e a quem buscar para aliviar a pressão que nos envolve e para nos orientar sobre que decisões tomar?
Como um manual de consolo e socorro espiritual, a Palavra de Deus nos traz as respostas que certamente darão paz e alegria aos nossos corações mesmo nas horas de grandes tormentas.
Quando estivermos enfrentando uma prova de enfermidade, apresentemos tudo ao Médico dos médicos que afirmou: "Eu Sou o Senhor que Te sara."
Ao enfrentar o desemprego ou a falta de dinheiro para algo importante, apeguemo-nos à palavra: "Deus suprirá todas as vossas necessidades."
Se as forças nos faltam e tudo parece perdido, alegremo-nos e descansemos diante do Pai que nos diz: "Sou Teu Deus; Eu Te fortaleço, e Te ajudo, e Te sustento."
Se nos sentimos abandonados por tudo e por todos, confiemos no que disse o Senhor Jesus: "Eis que Eu estou convosco todos os dias."
Precisamos circular as promessas maravilhosas de Deus com a caneta da nossa fé e trazê-las coladas bem junto aos nossos olhos espirituais para que a elas recorramos todas as vezes que forem necessárias.
A sua caneta da fé está carregada? Você a tem usado?
Reprimindo seu desejo de repreender a menina por estragar o livro novo, calmamente a mãe perguntou:
"Por que você está fazendo isso?" Raquel respondeu objetivamente:
“Para que eu saiba onde achar Deus na hora que eu precisar dele."
Apesar da ingenuidade da criança, ela teve a idéia certa.
Nas horas de grande aflição, precisamos saber onde achar, na Bíblia, a ajuda do Senhor.
Quantas vezes, ao enfrentar uma grande provação, ficamos desnorteados sem saber o que fazer e a quem buscar para aliviar a pressão que nos envolve e para nos orientar sobre que decisões tomar?
Como um manual de consolo e socorro espiritual, a Palavra de Deus nos traz as respostas que certamente darão paz e alegria aos nossos corações mesmo nas horas de grandes tormentas.
Quando estivermos enfrentando uma prova de enfermidade, apresentemos tudo ao Médico dos médicos que afirmou: "Eu Sou o Senhor que Te sara."
Ao enfrentar o desemprego ou a falta de dinheiro para algo importante, apeguemo-nos à palavra: "Deus suprirá todas as vossas necessidades."
Se as forças nos faltam e tudo parece perdido, alegremo-nos e descansemos diante do Pai que nos diz: "Sou Teu Deus; Eu Te fortaleço, e Te ajudo, e Te sustento."
Se nos sentimos abandonados por tudo e por todos, confiemos no que disse o Senhor Jesus: "Eis que Eu estou convosco todos os dias."
Precisamos circular as promessas maravilhosas de Deus com a caneta da nossa fé e trazê-las coladas bem junto aos nossos olhos espirituais para que a elas recorramos todas as vezes que forem necessárias.
A sua caneta da fé está carregada? Você a tem usado?
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
DINÂMICA- EVANGELHO EM PEDAÇOS
Objetivo: Estimular a procura e análise de passagens da Bíblia.
Participantes: 10 a 15 pessoas
Tempo Estimado: 15 minutos
Material: Papéis com pequenos trechos da Bíblia (partes de passagens) com indicação do livro, capítulo e versículos.
Descrição: Cada integrante recebe um trecho da Bíblia e procura compreendê-lo, entender qual a mensagem da passagem Bíblica. Como você pode trazer essa mensagem que você refletiu para o seu dia-a-dia. Para melhorar a compreensão do trecho, deve consultar a passagem completa na Bíblia. Em seguida, os integrantes devem ler o seu trecho e comentá-lo para o grupo. Ao final, é aberto o debato sobre os trechos selecionados e as mensagens por eles transmitidas.
Participantes: 10 a 15 pessoas
Tempo Estimado: 15 minutos
Material: Papéis com pequenos trechos da Bíblia (partes de passagens) com indicação do livro, capítulo e versículos.
Descrição: Cada integrante recebe um trecho da Bíblia e procura compreendê-lo, entender qual a mensagem da passagem Bíblica. Como você pode trazer essa mensagem que você refletiu para o seu dia-a-dia. Para melhorar a compreensão do trecho, deve consultar a passagem completa na Bíblia. Em seguida, os integrantes devem ler o seu trecho e comentá-lo para o grupo. Ao final, é aberto o debato sobre os trechos selecionados e as mensagens por eles transmitidas.
LEITURA ORANTE DA BÍBLIA
1. Leia a Bíblia todos os dias
Eis a principal regra de ouro: ler a Bíblia todos os dias. Sem exceção. Leia quando tiver vontade e quando não tiver também! É como remédio: com ou sem vontade, tomamos, porque é necessário. Com a Bíblia é a mesma coisa. E nos tempos em que vivemos, isso é premente.
Assim como você alimenta o corpo todos os dias, alimente diariamente o seu espírito com a Palavra de Deus. Assim como tomamos banho todos os dias e, quando não podemos fazê-lo de manhã, à noite o corpo pede um banho, assim também se passa com a leitura da Bíblia: se você não conseguir ler durante o dia, sem que você se aperceba, o seu espírito ficará pedindo um banho da Palavra de Deus. Não deixe de dar ao seu espírito o que você dá ao seu corpo!
Tem gente que não consegue dormir sem tomar banho; essas pessoas se viram e se reviram na cama sem dormir. Que eu e você sejamos assim: que não possamos dormir sem o banho da leitura da Palavra de Deus.
2. Tenha uma hora marcada para a Leitura
Para grande parte das pessoas, a melhor hora de ler é de manhã cedinho. Elas se levantam cedo para ler a Bíblia e fazer o seu trabalho com o Diário Espiritual, antes das outras ocupações e do começo do movimento em casa.
Trata-se de um costume maravilhoso. É certamente o que mais rende. Além disso, tem-se a vantagem de iniciar logo cedo, uma super-refeição e começamos o dia com força total.
Há, porém quem tenha dificuldades para fazer isso. São pessoas que, pela manhã, sentem-se pesadas, sonolentas. Parece que a cabeça não funciona. Elas não conseguem se concentrar. E não adianta fazer esforço, pois terminam por gastar tempo para alcançar pouco.
Nada há de estranho nisso. Existem muitas pessoas assim, talvez você seja uma delas. Essas pessoas em geral, rendem mesmo à noite. Apesar do cansaço do dia, à noite sua mente fica desperta, ativa… Se para você o período bom for o noturno, não hesite: trabalhe com a Bíblia à noite.
Fazer isso também tem vantagens: você prolonga a leitura até a hora que quiser e vai dormir com um bom conteúdo na mente. E o seu inconsciente com certeza, vai trabalhar com todo esse material.
Para muitas mães de família, o melhor momento é o meio da tarde, depois de terminar os trabalhos domésticos. Nessa hora, elas estão sossegadas, não havendo barulho nem movimento na casa, o que lhes permite trabalhar com a Bíblia.
O importante é descobrir o melhor período para você. E fazer dele a sua hora marcada, sendo-lhe fiel, sem exceções.
3. Marque a duração da Leitura
Esta é outra regra de ouro: marque a duração da leitura e seja-lhe fiel. Seja sério consigo mesmo. É preferível 10 minutos todos os dias a ser levado pelo entusiasmo de quem começa e não ir em frente.
Muitas pessoas que, de início, exigiram muito de si mesmas, a fim de fazer com seriedade e constância esse trabalho, agora se confessam satisfeitas com o fato de que, passado certo tempo, sentiram um envolvimento e uma motivação tamanhos que a disciplina deixou de ser uma exigência. Do mesmo modo, dado o rigor com o qual encararam esse tempo para a leitura, hoje, percebem que se tornou curto. Elas precisam de mais tempo, o trabalho ficou com gosto de “quero mais”. Pena que nem sempre seja possível.
4. Escolha um bom lugar
Ter o cantinho da gente é muito bom. E não precisamos de nada especial; o que importa é contar com um lugar tranqüilo, silencioso, que facilite a concentração e favoreça a criação de um clima de oração. Faz bem, ir todos os dias para o nosso cantinho e nele fazer o nosso trabalho com a Bíblia.
Lembre-se, todavia, que o lugar é uma coisa secundária: ele é apenas um meio para trabalharmos melhor e com maior resultado. Importante mesmo é, em qualquer lugar, em qualquer circunstância, realizar com dedicação a nossa tarefa.
5. Leia com lápis ou caneta na mão
Não se trata de simplesmente ler; devemos fazer uma leitura ativa. Um meio simples, mas eficaz é ler com lápis ou caneta na mão. Sublinhe as passagens mais importantes, tudo o que chamar a sua atenção, as coisas que lhe falaram e que o tocaram de modo especial. É até bom ter uma caneta de quatro cores e usar ora uma ora outra. Isso ajuda: ponha trechos em destaque, diferencie.
Utilize sinais que tenham sentido para você, faça anotações, não tenha medo de riscar a sua Bíblia. Ela é um instrumento de trabalho. Você vai ficar com a Bíblia bem marcada; vai ser fácil você se lembrar das passagens e encontrá-las quando procurar. Além disso, facilita a concentração na leitura, o entendimento da mensagem e a impressão do que é lido na mente e no coração.
6. Faça tudo em espírito de oração
Você não está apenas lendo a Bíblia, você está buscando um encontro com a Palavra de Deus. Está à procura de um contato íntimo com a Palavra Viva do Deus, que fala a você.
Trata-se de um diálogo: você escuta, você acolhe, você se toca, se sensibiliza, responde. É um encontro vivo entre pessoas vivas, um encontro de pessoas que se amam mutuamente. Muitos experimentaram essa relação. Experimente você também.
O principal interesse de Deus não é tanto fazer você escutar, mas falar com você. Ele deseja instruir você, quer conduzi-lo ao conhecimento da verdade. Por isso, esteja atento, fique alerta; mantenha-se numa atitude de expectativa. Deus tem algo de bem pessoal e concreto para lhe dizer!
Pe Jonas Abib
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