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sexta-feira, 22 de julho de 2011

DINÂMICA- A CONQUISTA DO REINO DOS CÉUS


 Levar para o encontro pirulitos na quantidade exata para cada criança e balas um número 5 x maior. Confecionar uma placa dizendo: "Banquinha para Trocas – 4 balas = 1 pirulito , 1 pirulito = 5 balas"
Dar para cada catequizando 3 balas e informar que, para “Conquistarem o Reino dos Céus”, cada um deverá ter 1 pirulito na mão. Deixe que eles raciocinem que deverão juntar as balas e depois trocar por pirulitos, depois os pirulitos por balas e assim até obter o número exato de pirulitos para todos. Conclua que a Conquista do Reino dos Céus é individual (por isso um pirulito para cada um), mas podemos e devemos auxiliarmos uns aos outros na conquista do Reino de Deus.
Após a dinâmica, compartilhe as balas e pirulitos com as crianças, ou confeccione um saquinho com  balas e pirulito para cada uma, com uma mensagem do tema da parábola, tesouros do Reino de Deus.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

ATIVIDADES- TESOUROS DO REINO DE DEUS



















Dinâmica: “Em busca do Reino dos Céus”


 Preparação para a Dinâmica:
- uma pérola comprada em bazar (de plástico, para confecção de bijoux), ou qualquer objeto bem
pequeno que possa substituir;
- uma forma diferente de embrulhar esta pérola, para que as crianças tenham dificuldade em
encontrá-la. Exemplos: embrulhá-la numa folha de jornal amassada, colocá-la sob uma folha num
vaso, dentro de uma flor etc;
- colocar a pérola embrulhada em algum lugar do espaço do encontro.

Mensagem
: Meu caminho para o reino dos Céus começa quando o faço existir aqui mesmo na Terra.
A dinâmica consiste em fazer com que as crianças procurem esta “pérola preciosa” que é o Reino dos
Céus, mas que primeiramente reflitam sobre o que fazer para que ele comece a existir aqui na Terra, a
partir de suas atitudes.
O voluntário pergunta:
- Como é o Reino de Deus aqui na Terra?
- O que precisamos fazer, como crianças cristãs, para que ele esteja sempre presente?
- Será que se fizermos coisas boas, já estaremos colaborando para este Reino aqui na Terra?
- Será que isso nos ajudaria para chegar ao Reino dos Céus?
Agora que a crianças estão sabendo sobre o Reino dos céus e o que é preciso para encontrá-lo, o
catequista propõe a busca da “pérola preciosa” iniciando uma caça ao tesouro, para que eles
encontrem no espaço do encontro a pérola. Assim que ela for encontrada, o voluntário reúne todas as
crianças para o encerramento. Se ela não for encontrada dentro de um prazo, o voluntário poderá dar
dicas para facilitar.
Encerramento:
Não foi tão fácil encontrar a pérola, não é? Deus muitas vezes, em nosso dia a dia, nos testa para
saber se estamos atentos aos seus ensinamentos, assim como acabou de acontecer. Ou seja, se
aprendermos coisas boas em nosso encontro mas fazemos coisas ruins em casa ou na escola, o
ensinamento se perdeu.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

O EXEMPLO DE CLARA- TEATRINHO


Historinha da semana:
Técnica: Encenação
Podem-se trocar os nomes das personagens por alguns conhecidos das crianças. A encenação deverá frisar que no nosso meio convivemos com pessoas que são joios, assim como a personagem sofreu com o ataque dele, qualquer um de nós pode sofrer, o importante é que a personagem principal permaneceu sendo sempre bom trigo, vencendo ao final.

Personagens: Laura, Chispita, Clara, Darlene, pai de Clara, Príncipe

Clara era uma linda menina e que com muitos encantos vivia a cantar.

Seu pai era viúvo e encontrou nos braços de Chispita juras de amor eterno. Chispita era uma mulher muito má e tinha duas filhas horrorosas do antigo casamento e que agora passariam a morar todos juntos na casa do pai de Clara.

Uma das filhas se chamava Darlene e adorava aparecer. Falava ao seu padrasto que ela era uma estrela e que ele tinha porque tinha que pagar um book muito chique pra ela aparecer na telas de sucesso do palácio imperial.

Já a outra era a Laura, maldosa como ela só, vivia aprontando mil maldades pra cima de Clara que era tão boazinha.

Acontece que Clara por ser uma menina doce e meiga e não querendo fazer seu pai infeliz, vivia sofrendo horrores nas mãos das irmãs tortas. Era um tal de Clara pra cá, Clara pra lá só pra trabalhar. A pobre da menina não tinha tempo nem pra comer, só se sentia feliz quando seu pai chegava e para seu colo dele ela pulava. E ele sempre a perguntava:

_ Clara, você me ama?

E ela respondia:

_ Sim, papai, tu sabes que eu te amo.

_ Então, filha, cuida bem de tudo que aprendeu, de todas as coisas boas que eu com tanto amor lhe ensinei. Cuida bem do seu bondoso coração, continue amando as pessoas e querendo o bem de todos. Mostre sempre que o quê eu te ensinei é o melhor.

As outras meninas, como eram muito invejosas, vendo o amor que existia entre pai e filha odiavam mais e mais a Clara e continuavam fazendo-a de escrava. Ela, por amor ao seu pai, ficava calada e tudo fazia. Não queria ver seu pai triste.

A madrasta da Clara era malvada e impiedosa e tratava muito mal a pobrezinha e ainda ameaçava:

_ Se você contar para seu pai o que eu lhe faço, eu acabo com você e com a vida dele também.

Como a menina gostava muito de seu pai e vocês sabem,quando a gente gosta muito de alguém a gente não faz nada pra machucá-la, não é? Então, Clara se calava e tudo sozinha ela fazia. E, por isso, todas às vezes que seu pai chegava, ela se consolava em seu colo. Sabia que a vida era difícil, mas com seu pai por perto, tudo se fazia melhor, tudo valia a pena e a alegria do amor dos dois, contagiava a casa. E era sempre a mesma pergunta:

_Filha, você me ama?

_Sim, meu pai, eu te amo.

_ Então cuida bem de tudo que lhe ensinei. Seja sempre boa, generosa, reparta sempre o bem, porque a quem muito foi pedido, muito será dado também.

Realmente era um amor verdadeiro que tudo suporta, que tudo agüenta, que tudo anima. E em nome desse amor a jovem sofria, mas sabia que a recompensa um dia viria. E não é que nesse meio tempo, a sua família recebeu um convite para ir ao um baile no castelo, onde o príncipe escolheria uma jovem pra ser sua esposa?!

Gente, vocês não acreditam! Quando a Darlene ficou sabendo, ela ficou louca e dizia:

_ Finalmente! Meu dia de glória está por vir, eu serei famosa, aparecerei na capa da Fama do Palácio e ninguém vai poder me tirar o que é meu. Eu sou invencível.

Enquanto isso, sua irmã Laura, a maldosa, estava armando um esquema para tirar Darlene do páreo.
_ Já sei, vou esconder a PERUCA da Darlene e assim ela não poderá mais ir ao baile.

Enquanto as duas maquinavam como iam fazer para garantir a grana do príncipe, Clara sonhava com a possibilidade de encontrar um amor de fato, um amor eterno.

Quase na hora do baile, o desespero toma conta de Darlene:

_ Ohhhhhhhh! Onde está a minha peruca! Golpe, golpe. Não passa sem ser a perua da Clara, aquela apagada. Aquela pobre não sabe suporta a minha pessoa que é chique, aquela feia quem nem pode ir à festa. Mãeeeeeeeeeeee, a Clara roubou minha peruca.

Pobre da Clara foi trazida a tapas e pescoções pela madrasta que queria matar a coitada para dizer onde tinha escondido a peruca. Mas,como ela nada sabia, foi parar presa no seu quarto.

No mesmo momento, a maldosa da Laura saiu de fininho e foi para o baile.

O baile estava animado e o príncipe era um galã de primeira linha. Logo que Laura bateu o olhos nele, deu de cima do príncipe, que caiu na lábia da malvada.

Nisso chegaram à festa a madrasta trazendo Darlene. Quando Darlene percebeu que era a própria irmã que havia lhe dado um golpe ficou tão nervosa... Tão furiosa que feito louca partiu pra cima da sua irmã querendo matá-la.

_ Foi você, sua perua, que roubou minha peruca e ainda quer roubar o meu partidão!

E as duas agarram-se de unhas e dentes na festa dando um vexame danado.

Nesse meio tempo, chega em casa o pai de Clara que ouvindo o choro da menina veio correndo pra saber o que é q estava acontecendo. Clara contou tudo a ele que a pegando no colo disse:
_ Filhinha, por amor a mim você sofreu muito. Mas agora tudo acabou. Vou me separar dessas maldosas, esse joio que só serviu para ajuntar maldade à nossa família. Agora limpe as lágrimas e vista-se, pois iremos juntos à festa do príncipe.

E não deu outra. O pai de Clara entrou com a bela menina na festa e quando o príncipe a viu, foi amor à primeira vista.

Dançaram a noite toda e ele a pediu em casamento para seu pai. Que depois de ter dado a mão dela ao príncipe, pegou uma vassoura e expulsou pra sempre da vida dele todo mal daquelas três farsantes. Como diz o ditado “Cortou o mal pela raiz”
Viram só! Apesar de conviver com a madrasta e as irmãs tortas que eram tão más, Clara não se misturou ao Joio, quer dizer, aquelas sementes que não prestavam que dominavam o coração das maldosas. Continuou sendo o bom trigo, pois fora assim preparada pelo seu pai. É no exemplo de Clara é que devemos nos assemelhar, pois ela sobre separar o que era bom do que não prestava.