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terça-feira, 28 de maio de 2013

DEZ RAZÕES PARA SE REZAR O TERÇO...


1. É uma Oração Bíblica:
O Pai-Nosso é a oração que Jesus nos ensinou. A Ave-Maria, na primeira parte, é a saudação que lemos no Evangelho àquela que seria escolhida para ser a Mãe de Deus (Lc 1,28. 42).
O Terço (Rosário) repete as palavras do Evangelho. Quando o rezamos, realizamos a profecia de Maria no Magnificat: “Todas as gerações me chamarão de bendita” (Lc 1,48). Bendita sois vós entre as mulheres.
2. Cristo está no Centro do Terço (Rosário):
É muito importante prestar atenção nas palavras que pronunciamos, em cada Ave-Maria, para não sermos como papagaios que repetem palavras. E sobretudo é fundamental prestar atenção à contemplação dos mistérios da vida de Cristo, que nasce, cresce e anuncia o Reino de Deus, realiza a vontade do Pai, sofre a Paixão, e vence a morte com a Ressurreição, e agora vive no nosso meio. Assim rezando com o coração, meditando o terço, meditamos os mistérios da nossa Salvação.
3. Rezar com a Igreja:
Rezar o Terço (Rosário) é estar sintonizado com a oração de toda a Igreja. Não é oração individualista. Não é alienante. O terço faz a gente se sentir Igreja. Devemos rezar pela Igreja, e em unidade com toda a Igreja.
Terço como meio para a nossa conversão: Nossa Senhora nos pede em suas aparições o terço, como meio para abrirmos o nosso coração a Deus, e para ajudar no cumprimento de seus planos, em nossas vidas, no mundo e em nossas famílias. Maria em Medjugorje na mensagem de 25-08-97, “(…)
4. Maravilhosa terapia:
Se você vive cansado, se você está com insônia, se procura auxílio de calmantes, tente rezar o Terço (Rosário). Ele não é tóxico e produz um efeito maravilhoso. O Terço (Rosário) é fonte de bênçãos e de graças. Tente e você mesmo descobrirá.
5. Simples e Profundo:
Até as crianças podem rezar o Terço (Rosário) e colher seus frutos. É uma oração simples. Parece que surgiu no meio do povo mais humilde. O Terço (Rosário) é uma oração profunda.
6. Escola de Oração:
Precisamos aprender a rezar. Conheço muitas pessoas que não sabiam como se chegar a Deus. O Terço (Rosário) foi uma verdadeira escola.
7. Atual:
Cada dia se fala de meditação. Nosso mundo agitado está começando a dar sinais de cansaço. Cresce o interesse pelos métodos orientais de oração. O Terço é um ótimo meio de termos a paz em nossos corações e de suplicá-la em nossas famílias.
8. Oração Libertadora:
O Terço (Rosário) liberta porque nos põe em íntimo diálogo com o Libertador. Maria canta: “Derruba os poderosos de seus tronos e eleva os humildes” (Lc 1, 52-53). Entre um mistério e outros repetimos: “Jesus, socorrei principalmente os que mais precisarem”. É a opção preferencial pelos pobres presentes no terço.
9. Popular:
Na cidade, ou no campo  religioso, leigos, bispos, padres, até o Papa, todos têm uma simpatia especial pelo Terço (Rosário). Não é a oração oficial da Igreja. Mas sempre foi rezado por toda a Igreja, principalmente pelo povo simples que encontra nele uma maneira prática de estar com Deus.
10. Oração cinematográfica:
Enquanto repetimos as palavras, a imaginação vai criando em nossa mente o filme da vida de Cristo. Este modo de rezar é conhecido por “contemplação“.

(FONTE)

segunda-feira, 27 de maio de 2013

PORQUE COMEMORAMOS CORPUS CHRISTI ?


A celebração de Corpus Christi é uma festa religiosa realizada na primeira quinta-feira depois do Domingo da Santíssima Trindade. É nesta festa que se comemora a institucionalização da Eucaristia. A data foi oficializada pela Igreja em 1264 e São Tomás de Aquino foi um dos seus ardorosos defensores e divulgadores.
O objetivo da comemoração é resgatar a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, dias antes de ser crucificado. A festa marca a introdução da Eucaristia nas missas. A palavra ‘Corpus Christi’, é de origem latina e significa ‘Corpo de Cristo’, que nas celebrações da Igreja Católica, é a hóstia consagrada.
Pe. Pedro de Braga da República de Tcheca influenciado por falsas doutrinas começou a ter dúvidas sobre a presença real de Jesus na Eucaristia. Não era por sua culpa, mas devido as doutrinas que foram tomando conta da cidade.
Ele estava sendo influenciado, mas como era um bom padre, ele fez o propósito de ir até Roma para buscar a verdadeira fé. Ele fez essa peregrinação para reavivar a fé na Igreja. Embora tendo dúvidas ele celebrava todos os dias, pois tinha fé na Igreja.
Celebrando, antes de dizer as palavras da consagração, Pe. Pedro levantou a Hóstia e sentiu escorrer uma coisa quente em suas mãos, era Sangue vindo da Hóstia, era o sinal de Deus para ele. O Sangue foi caindo no altar sobre o corporal até chegar ao mármore, ainda hoje se encontra as marcas de sangue sobre o mármore.
Ele buscou ajuda, então guardaram a Hóstia toda cheia de sangue. Uma religiosa havia pedido ao Papa para celebrar a Festa da Eucaristia, e ele pediu a Deus um sinal para saber se era Deus que queria essa festa ou se era algo humano.
Quando o Papa ouviu dizer o que havia acontecido, foi ao encontro do milagre, e ao ver a Hóstia cheia de Sangue se ajoelhou e disse: Corpus Christi. Pegou as hóstias e os objetos e levou para a cidade, tomando todo o fato como sinal de Deus.
Ele colocou o corporal com Jesus, que estavam cheios de Sangue, no hostensório e andou pelas ruas. Com a passagem de Jesus todos enfeitaram suas ruas, e é por isso que até hoje essa festa vem se repetindo, tudo para Cristo Rei.
É Jesus salvador que vem até nós para curar nossas chagas. No evangelho vemos aquela mulher que tinha um fluxo de sangue crônico, a saúde dela estava deficitária, como essa mulher sofreu, gastou todo o dinheiro sem nada conseguir. Foi difícil para ela chegar até Jesus, pois ela O considerava santo. Então foi por traz e tocou na barra de seu manto, e Jesus sentiu que uma força curadora havia saído d’Ele.
Talvez você se sinta como essa mulher impura, com medo de chegar até Jesus, mas Ele sabe de tudo, Ele tudo vê. Talvez você se sinta hoje uma pessoa destruída, não por você, mas por alguém, talvez você se sinta como um “cachorrinho”, mas até mesmo um cachorro procura a presença do seu dono.
Jesus está dizendo: tenha fé, confiança, mesmo que você esteja se achando indigno você veio e sua fé te salvou. Deus vai reconstruir sua vida. Ponha sua vida inteira aos pés de Jesus. Você se encontrou com o Sangue de Jesus que pode te salvar.
É Jesus que desce da cruz e levanta você dizendo: “Tenha confiança meu filho, tua fé te salvou, não caias mais”.

Pe Jonas Abib

sábado, 25 de maio de 2013

ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO A SANTÍSSIMA TRINDADE



Tu és santo, Senhor Deus único, o que fazes maravilhas.
Tu és forte, tu és grande,
tu és altíssimo, tu és rei omnipotente,
tu, Pai santo, rei do céu e da terra!
Tu és trino e uno, Senhor Deus, todo o bem.
Tu és bom, todo o bem, o soberano bem,
Senhor Deus, vivo e verdadeiro!
Tu és caridade, amor!
Tu és sabedoria! Tu és humildade!
Tu és paciência! Tu és formosura!
Tu és mansidão! Tu és segurança!
Tu és descanso! Tu és gozo e alegria!
Tu és a nossa esperança! Tu és justiça e temperança!
Tu és toda a nossa riqueza e saciedade! Tu és beleza!
Tu és mansidão! Tu és o protector!
Tu és o nosso guarda e defensor!
Tu és fortaleza! Tu és consolação!
Tu és a nossa esperança! Tu és a nossa fé! Tu és a nossa caridade!
Tu és a nossa grande doçura. Tu és a nossa vida eterna,
o Senhor grande e admirável,
o Deus omnipotente,
o misericordioso Salvador!

São Francisco de Assis

sexta-feira, 24 de maio de 2013

SANTO AGOSTINHO E O MISTÉRIO DA SANTÍSSIMA TRINDADE


Conta-se que Santo Agostinho andava em uma praia meditando sobre o mistério da Santíssima Trindade: um Deus em três pessoas distintas…

Enquanto caminhava, observou um menino que portava uma pequena tigela com água. A criança ia até o mar, trazia a água e derramava dentro de um pequeno buraco que havia feito.

Após ver repetidas vezes o menino fazer a mesma coisa, resolveu interrogá-lo sobre o que pretendia.

O menino, olhando-o, respondeu com simplicidade: -”estou querendo colocar a água do mar neste buraco“.

Santo Agostinho sorriu e respondeu-lhe: -”mas você não percebe que é impossível?”.

Então, novamente olhando para Santo Agostinho, o menino respondeu-lhe: “ora, é mais fácil a água do mar caber nesse pequeno buraco do que o mistério da Santíssima Trindade ser entendido por um homem!“.
 E continuou: “Quem fita o sol, deslumbra-se e quem persistisse em fitá-lo, cegaria.
 Assim sucede com os mistérios da religião: quem pretende compreendê-los deslumbra-se e quem se obstinasse em os perscrutar perderia totalmente a fé” 

(Santo Agostinho)

Oração a Nossa Senhora Auxiliadora, Protetora do Lar


Santíssima Virgem Maria a quem Deus constituiu Auxiliadora dos Cristãos,

                                                     nós vos escolhemos como Senhora e Protetora desta casa.

                                                              Dignai-vos mostrar aqui Vosso auxílio poderoso.

                                     Preservai esta casa de todo perigo: do incêndio, da inundação, do raio, das tempestades,

                                   dos ladrões, dos malfeitores, da guerra e de todas as outras calamidades que conheceis.

                                  Abençoai, protegei, defendei, guardai como coisa vossa as pessoas que vivem nesta casa.

                                                            Sobretudo concedei-lhes a graça mais importante,

                                                    a de viverem sempre na amizade de Deus, evitando o pecado.

                         Dai-lhes a fé que tivestes na Palavra de Deus, e o amor que nutristes para com Vosso Filho Jesus

                                                           e para com todos aqueles pelos quais Ele morreu na cruz.

                                   Maria, Auxílio dos Cristãos, rogai por todos que moram nesta casa que Vos foi consagrada.

                                                                                             Amém.

Oração à Trindade adorável


Ó meu Deus, Trindade que adoro, ajudai-me a esquecer-me inteiramente para firmar-me em Vós, imóvel e pacífico, como se a minha alma já estivesse na eternidade: que nada consiga perturbar a minha paz nem fazer-me sair de Vós, ó meu Imutável, mas que cada minuto me leve mais longe na profundidade do vosso Mistério. Pacificai a minha alma. Fazei dela o vosso céu, vossa amada morada e o lugar do vosso repouso. Que nela eu nunca vos deixe só, mas que eu esteja aí, toda inteira, completamente vigilante na minha fé, toda adorante, toda entregue à vossa ação criadora.

 (Oração da Beata Isabel da Trindade)

quinta-feira, 23 de maio de 2013

A adoração é o primeiro ato da virtude da religião


 Adorar a Deus é reconhecê-lo como Deus, como o Criador e o Salvador, o Senhor e o Mestre de tudo o que existe, o Amor infinito e misericordioso. "Adorarás o Senhor teu Deus, e só a ele prestarás culto" (Lc, 4,8), diz Jesus, citando o Deuteronômio (6,13)

"Adorar a Deus é, no respeito e na submissão absoluta, reconhecer 'o nada da criatura', que não existe a não ser por Deus. Adorar a Deus é, como Maria no Magnificat, louvá-lo, exaltá-lo e humilhar-se a si mesmo, confessando com gratidão que ele fez grandes coisas e que seu nome é santo. Adoração do Deus único liberta o homem de se fechar em si mesmo, da escravidão do pecado e da idolatria do mundo." (CIC 2096, 2097).


Quando o Anjo do Senhor apareceu em Fátima aos três pastorinhos,

trazendo na mão um cálice com a Sagrada 
Eucaristia, prostrou-se de joelhos com o rosto em terra e convidou as crianças a repetir com ele esta oração:

"Meu Deus! Eu creio, adoro, espero e amo-Vos; peço-Vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e não Vos amam" (3 veze

O anjo ainda lhes ensinou:

"Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, eu vos adoro profundamente e Vos ofereço o preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor Jesus Crito presente em todos os sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido e pelos merecimentos infinitos de Seu Santíssimo Coração e pela intercessão do Imaculado Coração de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores."

Depois, levantando-se, tomando o cálice, disse:

"Tomai e comei o corpo de Jesus horrivelmente ultrajado pelos homens ingratos. Reparai seus delitos e consolai o Coração de Vosso Deus."

Procuremos atender às queixas do Anjo, feitas com tanta ternura e insistência, recebendo Jesus freqüentemente com a alma pura, visitando-O e fazendo-Lhe companhia, pois Jesus sacramentado se encontra em muitas Igrejas sozinho e abandonado como no horto das Oliveiras.

Presença eucarística

A Eucaristia ultrapassa toda a capacidade humana de compreensão. É necessário aceitá-la com uma fé profunda e um profundo amor. Jesus quis deixar-nos a Eucaristia para que não esqueçamos o que Ele veio fazer e revelar-nos.
Poderíamos nós imaginar o que seria das nossas vidas sem a Eucaristia?

Jesus ficou na Eucaristia por amor… por ti. Ficou, sabendo como os homens O receberiam e como tu próprio O receberias.
Ficou para que O comesses, para que O visitasses e Lhe contasses os teus problemas; para que, frequentando-O na oração junto do sacrário e na comunhão, te enamorasses por Ele cada vez mais, e que fizesses com que outras almas – muitas almas! – seguissem o mesmo caminho.

   Exposto a toda hora


“A Eucaristia não é somente a comunhão… é também o sacrário e a custódia, Jesus presente nos nossos altares… verdadeiro Emanuel, verdadeiro "Deus connosco", exposto a toda a hora, em todas os lugares da terra, aos nossos olhos, à nossa adoração e ao nosso amor.”

«Estais aqui, meu Senhor Jesus, na Santa Eucaristia; estais aqui, a um metro de mim, no sacrário!
O vosso corpo, a vossa humanidade, a vossa divindade, o vosso ser todo inteiro está aqui; como estais perto, meu Deus, meu Salvador, meu Jesus, meu Irmão, meu Esposo, meu Bem-amado…»

“Sim, amemos a Deus e adoremo-lo com um coração puro e alma simples, porque é isso o que ele mais que tudo deseja quando afirma: Os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e verdade (Jo 4, 23).
Porque todos os que o adoram, devem adorá-lo em espírito e verdade (Jo 4, 24).
Dia e noite lhe dirijamos louvores e preces, dizendo: 'Pai nosso, que estais nos céus', porque importa orar sempre e sem cessar (Lc 18,1).”

São Francisco de Assis

“Tu és santo, Senhor Deus único, o que fazes maravilhas.
Tu és forte, Tu és grande, Tu és altíssimo, Tu és rei onipotente, Tu, Pai santo, rei do céu e da terra! Tu és trino e uno, Senhor Deus, todo o bem.
Tu és bom, todo o bem, o soberano bem, Senhor Deus, vivo e verdadeiro! Tu és caridade, amor! Tu és sabedoria! Tu és humildade! Tu és paciência! Tu és formosura! Tu és mansidão! Tu és segurança! Tu és descanso! Tu és gozo e alegria! Tu és a nossa esperança! Tu és justiça e temperança! Tu és toda a nossa riqueza e saciedade! Tu és beleza! Tu és mansidão! Tu és o protetor! Tu és o nosso guarda e defensor! Tu és fortaleza! Tu és consolação! Tu és a nossa esperança! Tu és a nossa fé! Tu és a nossa caridade! Tu és a nossa grande doçura. Tu és a nossa vida eterna, o Senhor grande e admirável, o Deus onipotente, o misericordioso Salvador!”

(Fonte)

quarta-feira, 22 de maio de 2013

MISTÉRIO QUE ESTÁ DENTRO DE NÓS



Os encontros de nossas comunidades e nossas orações em geral são iniciados com o sinal da cruz, proclamando “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. 

Recordamos o amor do Pai celeste pelas criaturas humanas, o dom da graça que Jesus nos fez tornando-nos seus irmãos, e a comunhão com Deus que é realizada pelo Espírito Santo operada em nós. Pedimos ao Senhor que nos ajude, que seu mistério se renove sempre em nós. 

Festejamos aniversários, especialmente de nascimento. Um dia, nascemos para a vida cristã: com o rito do batismo nos tornamos filhos de Deus. Porém quase nunca o festejamos. Nesse dia aconteceu um fato extraordinário, alguém realizou o mandamento que Jesus tinha dado aos apóstolos: “Ide por todo o mundo, ensinai a todas as gentes e batizai-as ‘em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo’ ”. 

Naquele dia o mistério da Trindade, escondido em Deus desde sempre, deitou raiz profunda em nosso coração, Deus tomou posse de nós de modo especial. 

Pertencíamos já a Deus, porque todas as criaturas lhe pertencem, como recorda o apóstolo Paulo: “Nele vivemos, nos movemos e somos”. Mas naquele dia, nascemos para a vida da graça; o Pai, o Filho e o Espírito Santo tomaram posse de nosso coração e nos fizeram fortes na fé. 

A Igreja nos propõe hoje meditar o mistério da Trindade. Não uma verdade abstrata, confinada nas nuvens ou nos grossos volumes das bibliotecas, mas profunda, íntima a nós mesmos. Uma realidade que carregamos dentro. Trata-se porém de um mistério, e o que se pode dizer de um mistério? Quem o compreende? Não devemos admirar-nos tanto; nossa vida se desenrola normalmente em meio a tantos mistérios. 

É misteriosa até a corrente elétrica. Nem mesmo os cientistas compreenderam até agora o que é a eletricidade; não é surpresa compreender em profundidade o mistério de Deus. 

Sobre a Trindade, aprendemos no catecismo: em Deus existem três pessoas em uma só natureza. Não é fácil nem mesmo para os grandes cérebros, acostumar-se com o mistério insondável de Deus. 

Existem outras perguntas. Por exemplo: como sabemos que em Deus existem três pessoas? Com que raciocínios abstratos, pesquisas, os teólogos chegaram a essa conclusão. A resposta é simples: sabemos porque Jesus nos disse. Os apóstolos creram em Jesus. Os evangelistas escreveram. A Igreja continua a anunciar. O fato é este: Jesus anunciou aos homens o Pai e seu amor por nós; apresentou a si mesmo como Filho; prometeu e depois enviou aos apóstolos o Espírito Santo que opera sem cessar nas consciências e na Igreja. E Jesus, como no evangelho de Mateus 28, 16-20, mandou os apóstolos ir por todo o mundo a ensinar a boa notícia e a batizar em nome do Pai, Filho e Espírito Santo. 

Temos estes pontos firmemente. Outra luz se acende se consideramos que Deus é amor. Esta é a insuperável definição de Deus dada pelo apóstolo João. Porque Deus é amor, o mistério trinitário é um mistério de amor. Existe um Pai, existe um Filho. São termos da família humana. João Paulo II em um discurso expôs esta idéia singular: “Deus não é uma solidão, é uma família”. 

Usamos linguagem humana que sabemos imperfeita, o que quer dizer: Deus Pai ama o Filho, e por sua vez é amado pelo Filho. Esta dupla corrente de amor, em Deus, se faz concreta, real, torna-se pessoa: o Espírito Santo. O Espírito Santo, dizem os teólogos que refletiram sobre o Evangelho, é o amor recíproco do Pai e do Filho, feito pessoa. 

Quando sentimos um impulso para o bem, é ele que nos fala e nos assiste. Quando fazemos alguma coisa de bom é a força de Deus que opera em nós. 

A festa de Pentecostes, que vivemos na semana passada, nos ensine a ser mais atentos ao Espírito de Jesus que quer operar os seus prodígios também em nós e por meio de nós. Assim poderemos testemunhar o evangelho hoje e sempre. 

Nós rezamos na liturgia: “Ó Pai, com vosso Filho e o Espírito Santo sois um só Deus e um só Senhor. Não uma única pessoa, mas três pessoas num só Deus. Tudo o que revelastes, e nós cremos a respeito de vossa glória, atribuímos igualmente ao Filho e ao Espírito Santo. E proclamando que sois o Deus verdadeiro, adoramos cada uma das pessoas, da mesma natureza e igual majestade”.

Cardeal Geraldo Majella Agnelo

(Fonte)

SANTA RITA DE CÁSSIA

http://dibujosparacatequesis.blogspot.com.br/
 Ela nasceu, na Itália, a 22 de maio de 1381, na região da Úmbria, num  lugarejo chamado, naquele tempo, Roca Porena. Seus pais, Antônio e Amada Mancini, já idosos, rogavam a Deus a vinda de um filho. Nasceu-lhes a pequena Margherita, daí sua abreviatura: Rita.
          Educada, com muito esmero cristão, Rita passou sua infância e sua juventude, auxiliando seus pais na lavoura. Recém-nascida e sempre colocada num cesto, que fazia às vezes de berço,  no próprio campo, certa vez foi encontrada envolta de abelhas brancas que lhe pousavam na face, sem ferí-la. Quando jovem casou-se com Paulo Fernando. Tiveram dois filhos:  João Tiago e Paulo Maria. O marido,  de gênio forte e colérico, maltratou-a muitas vezes. Rita, graças à bondade de coração e às suas preces, conseguiu convertê-lo para Deus. Ele morreu assassinado, vítima de lutas políticas de época. Os filhos, jovens, quiseram vingar a morte do pai. Rita, preferindo vê-los mortos que transgredindo a lei divina, pediu a Deus que os levasse para o céu  antes de se mancharem com aquele crime. Morreram ambos, dizimados por uma peste que arrasou a Europa naquela  época.
          Viúva e sem filhos,  Rita  dedicou-se ao socorro dos pobres e enfermos, ajudando a uns  e outros, com alimento, visita, conforto e trabalho. Sentindo o chamado de Deus, procurou o Convento das Irmãs Agostinianas de Santa Maria Madalena, em Cássia, para tornar-se religiosa. As regras daquele tempo impediam o ingresso de viúvas. Certa vez, madrugada ainda, Rita foi encontrada pelas freiras, rezando na capela do Mosteiro, com portas e janelas fechadas. A Madre Superiora viu naquele fato um desígnio  do céu e admitiu-a como Irmã. Para provar sua vontade, mandou que regasse diariamente, um ramo seco de videira.  Com o tempo, o ramo verdejou e floresceu numa viçosa videira.
          Um dia, rezando perante o crucifixo, pediu a Cristo a graça de sofrer com Ele. Um espinho desprendeu-se da imagem e fincou-se-lhe na fronte, abrindo uma chaga dolorosa e purulenta, que durante mais de quinze anos a fez sofrer muito. Em 1450 ano santo, desejando ir a Roma, com suas companheiras de hábito e não o podendo por causa da chaga na fronte, Rita a Deus pediu esta graça e a chaga fechou-se, tornando-se a abrir quando de volta ao Convento. Muito jejum, muita penitência, muita oração eram sua maneira de viver. Gravemente enferma, vivendo num pobre catre, no fundo de uma humilde cela, Rita recebeu a visita de sua prima. Pediu a esta que fosse até Roca Porena e lá em sua antiga casa, colhesse para ela um figo e um botão  de rosa. Era pleno inverno, tudo sepultado sobre a mais densa neve, e no entanto a prima encontrou  o figo e rosa no jardim de Rita.
          No dia 22  de maio de 1457, Rita  entregou sua bela alma a Deus. No campanário do Convento,  os sinos começaram a repicar festivamente, tangidos por mãos misteriosas.  A chaga da fronte fechou-se na mesma hora e no lugar do habitual mal cheiro que dela se exalava, passou a exalar um discreto perfume.  Tantos foram os milagres e as graças que milhares de devotos seus receberam de Deus, por intercessão sua, que ficou conhecida como a “Santa dos Impossíveis”. O Papa Leão XIII, canonizou-a no dia de Pentecostes, 24 de maio de 1900, Ano Santo.

Fonte: http://www.santaritadf.org.br/santa-rita-de-cassia/vida-de-santa-rida

terça-feira, 21 de maio de 2013

A CANETA E A ENXADA



"Certa vez uma caneta foi passear lá no sertão
Encontrou-se com uma enxada, fazendo a plantação.
A enxada muito humilde, foi lhe fazer saudação,
Mas a caneta soberba não quis pegar sua mão.
E ainda por desaforo lhe passou uma repreensão."
Disse a caneta pra enxada não vem perto de mim, não
Você está suja de terra, de terra suja do chão
Sabe com quem está falando, veja sua posição
E não se esqueça à distância da nossa separação.
Sou a caneta dourada que escreve nos tabelião
Eu escrevo pros governos as leis da constituição
Escrevi em papel de linho, pros ricaços e pros barão
Só ando na mão dos mestres, dos homens de posição.
A enxada respondeu: de fato vivo no chão,
Pra poder dar o que comer e vestir o seu patrão
Eu vim no mundo primeiro quase no tempo de adão
Se não fosse o meu sustento ninguém tinha instrução.
Vai-te caneta orgulhosa, vergonha da geração
A sua alta nobreza não passa de pretensão
Você diz que escreve tudo, tem uma coisa que não
É a palavra bonita que se chama.... educação!

segunda-feira, 20 de maio de 2013

METADE



Não passe sua vida sendo metade do que deveria ser.
Sonhos podem sim se realizar.
Nunca se subestime.
Lute pelo que é correto.
Guardar sentimentos dentro de nós só nos deixa doentes.
O amor bate em nossas portas de maneiras e formas diferentes.
Amar demais nunca é demais, amar de menos é demais.
É necessário ouvir a voz do coração.
Honestidade é tudo.
O caráter é essencial.
Abra os olhos para as coisas que realmente importam, descarte o restante.
São poucos os que você pode depositar sua confiança, mas esses poucos estarão sempre com você e de uma forma ou outra devem sempre ser lembrados.
Não faça da rotina um estilo de vida.
Busque novos horizontes.
Faça novas descobertas.
Ás vezes é preciso mudar.
E o mais importante: seja sempre você, e não passe sua vida sendo metade do que deveria ser.

sábado, 18 de maio de 2013

OS FRUTOS DO ESPÍRITO SANTO

                                                                                                                            

 Diz o Catecismo da Igreja Católica :
1832 . – Os frutos do Espírito  são perfeições que o Espírito Santo forma em nós, como primícias da glória eterna. A tradição da Igreja enumera doze : caridade, alegria, paz, paciência, bondade, longanimidade, benignidade, mansidão, dfidelidade, modéstia, continência, castidade”. (Gal.5,22-23 Vulg).

A Bíblia, assim como faz referência aos Dons do Espírito Santo, também faz referência aos Frutos do Espírito Santo. Um fruto de uma planta ou de uma árvore é o produto de uma longa estação de crescimento.  É a terminação de um processo de maturação, utilizando todos os recursos e energias utilizáveis, como a água, o fertilizante, a luz e o calor do sol. Este mesmo processo, por adaptação, se pode aplicar aos Frutos do Espírito Santo. 

Eles são o produto de um crescimento e aperfeiçoamento dos Dons e graças do Espírito Santo. É S. Paulo quem mais fala dos Frutos do Espírito Santo, na sua carta aos Gálatas :

- “Mas o fruto do Espírito é : Caridade, Alegria, Paz, Paciência, Benignidade, Bondade, Fidelidade, Mansidão, Temperança”. (Gal.5,22-23).

S. Paulo apresenta apenas 9 Frutos do Espírito Santo, mas, baseando-se nestes, a Tradição costuma apresentar 12, conforme nos ensina o Catecismo da Igreja Católica.

Caridade. Cheios do Espírito Santo como estava Jesus quando proclamou a Sua missão, também nós estamos aptos para nos aproximarmos de quantos estão à nossa volta e precisam da nossa ajuda, da nossa Caridade, especialmente os pobres e doentes e todos os que são vítimas da injustiça social. Devemos estar sempre disponíveis para partilhar com os outros o fruto da nossa Caridade.

Alegria. Uma vez que nós sabemos que Deus cuida de nós, aceita-nos, louva-nos e está sempre activamente presente em nós pelo Seu Espírito, devemos sentir-nos sempre felizes e Alegres por isso, e, ao mesmo tempo, devemos partilhar com os outros essa nossa felicidade e Alegria.

Paz. Porque nós estamos intimamente relacionados com Deus, sabemos que Deus está tão perto de nós como a nossa própria respiração. 
E isto nos dá uma plena serenidade e Paz. Da mesma maneira, quando não nos sentimos em Paz, certamente podemos pensar que não estamos em verdadeira intimidade com Deus.

Paciência. Sabendo que somos verdadeiramente amados e amáveis, podemos ser capazes de aceitar a dor, sofrendo a insensibilidade dos outros a nosso respeito, por vezes a sua incompreensão e até a injusta aceitação de quem nos não ama. Isto é a Paciência.

Benignidade. Significa moderação do nosso espírito de modo a evitarmos a hostilidade e agressividade. É a paciência acrescida de um espírito de gentileza que nos faz ter pelos outros a maior consideração, como uma atitude que nos deve ser natural. Isto é Benignidade.

Bondade. Refere-se ao modo como nós agimos e nos comportamos dentro do nosso meio, da nossa comunidade. Devemos ser o que verdadeiramente somos. Devemos tentar ser capazes de mostrar que somos a pessoa que mostramos ser. Devemos partilhar com os outros a medida do amor que nos vem do Espírito Santo que está em nós. E isto é que é a Bondade.

Fidelidade. Como fruto da fé, pela Fidelidade nós estamos seguros de que Deus está intimamente unido a nós e como o nosso próprio respirar nós acreditamos nos outros com mais facilidade. Podemos mostrar uma confiança mais profunda nas outras pessoas. E isto é a Fidelidade.

Mansidão. Com o coração apaziguado, não mais contam para nós os defeitos dos outros. Nós tomamos as nossas decisões, não com base nos males dos outros, mas sim na sua bondade, e na necessidade que eles possam ter de nós. É um fruto muito positivo que se chama Mansidão.

Longanimidade. É o espírito de resignação e magnanimidade que nos torna pacientes até ao ponto de sermos capazes de aceitar e suportar com altivez as próprias acusações injustas e os ultrajes e insultos com os quais os outros pretendem humilhar-nos. Um dom precioso em certas circunstâncias, talvez mal conhecido e mal apreciado e que se chama a Longanimidade.

Modéstia ou Temperança. Quando o espírito de amor enche toda a nossa vida, não mais precisamos de impressionar os outros com qualquer outra força ou grau de personalidade ou influência humana. Não precisamos de nos mostrarmos mais do que na realidade somos, preferindo ficar sempre aquém, e com a nossa humildade mostramos a nossa Modéstia ou Temperança.

Continência. O nosso meio ambiente e a nossa comunidade têm possibilidades de nos ajudar a alcançar o nosso autocontrole. Nós devemos desenvolver as nossas possibilidades e aumentar os nossos merecimentos, numa linha de vida impecável, que seja a melhor para nós e cujas acções sejam as mais apropriadas para uma longa vida, mantendo-nos em constante espírito de Continência.

Castidade. Também dentro da nossa comunidade nós devemos ser capazes de formar uma amizade, uma camaradagem e um respeito mútuo que nos ajudem a agir apropriadamente com o dom da nossa sexualidade. Quando nós ficamos marcados com o dom do Espírito Santo, logo começamos uma nova caminhada de crescimento, alheios ao contágio do mundo e às exigências da concupiscência, mantendo-nos em autêntica Castidade.

Com os Dons e Frutos do Espírito Santo, nós viveremos plenamente a nossa vida humana e cristã na nossa sociedade. Trabalhando com estes recursos e usando-os em profundidade, tornamo-nos aptos para, com a comunidade e com o Espírito Santo, viver uma vida de felicidade.

Na linguagem da Teologia clássica, quando as graças infusas transformam o coração, a inteligência, a alma e a vontade das pessoas, já elas podem esperar encontrar um amplo campo de Frutos do Espírito Santo.

          Ajudados pelos Dons do Espírito Santo e enriquecidos pelos seus Frutos, estaremos mais aptos para uma evangelização mais eficaz e tão necessária para os tempos que vão correndo.

 John Nascimento





quinta-feira, 16 de maio de 2013

UMA ENORME FORÇA



Um mestre e seu discípulo caminhavam por uma estrada de terra depois de uma violenta tempestade. Em determinado ponto eles viram uma carroça atolada até o eixo. O cavalo fazia uma força tremenda para tirar a carroça da lama, enquanto o carroceiro, ajoelhado ao lado, pedia as bênçãos de Deus para conseguir resolver o problema. Ao ver a cena, o discípulo disse:
- Que homem de sorte! Vamos ajudá-lo?
O mestre respondeu:
- Não! Vamos seguir nosso caminho!
Mas adiante, ainda sem entender por que não haviam ajudado o pobre homem, o discípulo avistou outra carroça nas mesmas condições. Só que, desta vez, o carroceiro estava furioso, falando palavrões e maldizendo a situação. Desta vez, o mestre suge-riu:
- Vamos ajudar esse homem.
O discípulo não entendeu e perguntou:
- Mas, senhor, o outro carroceiro estava rezando e nós não o ajudamos; este está xingando e nós vamos ajudá-lo?
O mestre respondeu:
- Tudo o que ele está falando é da boca para fora. Observe a ação deste homem.
O discípulo olhou e viu o homem com o ombro cheio de sangue, embaixo da carroça, fazendo uma enorme força para tirá-la da lama.
Eles ajudaram o rapaz, que, em seguida, agradeceu e foi embora. Depois disso, o mestre citou a frase de Santo Inácio de Loyola: 
- Nós devemos rezar, sim, como se tudo dependesse de Deus, mas devemos agir como se tudo dependesse de nós.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

PENTECOSTES EM QUADRINHOS




DINÂMICA PARA FALAR SOBRE O ESPÍRITO SANTO



Vamos celebrar a Festa de Pentecostes. E falar sobre o Espírito Santo para as pessoas que ainda não têm maturidade na fé é sempre difícil, uma vez que é algo que se sente, não que se vê. Reconhecer a ação do Espírito Santo é uma experiência sensitiva, espiritual, para a qual as palavras são insuficientes.

Mas, podemos aplicar uma dinâmica que ajude os catequizandos a compreenderem de que forma o Espírito Santo age no coração das pessoas.

Material necessário:

Uma vela (pode ser uma velinha votiva)

Um pratinho (para colocar a vela)

Um tubo redondo com 10 a 12 cm de diâmetro e 20 cm de altura, aberto nas duas pontas (pode ser um pedaço - 20 cm - de cano de água de 4 polegadas)

Um pedaço de cartão grosso ou madeira, maior que a boca do tubo.

No dia do Encontro:


Preparar o local de modo que as cadeiras fiquem em círculo, em volta de uma mesa. Depois da acolhida e da oração inicial, fazer a leitura do Evangelho de João 20, 19-22. Pedir aos catequizandos que reflitam sobre o que Jesus faz. Jesus soprou o Espírito Santo sobre os apóstolos e os enviou ao mundo para que? Essa ordem de Jesus foi apenas para aqueles que lá estavam? O Espírito Santo foi dado somente a eles? Mostrar que todos recebem o Espírito Santo pelo Batismo e pela Crisma.

Questionar: Se todos recebem o Espírito Santo, por que há pessoas que não vivem conforme o Espírito.

Dinâmica:

Pedir a atenção de todos e mostrar a vela que está sobre a mesa. Dizer que essa vela acesa simboliza o Espírito Santo no coração das pessoas. Acender a vela e pedir que um de cada vez se aproxime e coloque a mão próxima da vela. Depois que todos fizeram a experiência, perguntar o que sentiram: calor, ardência. Comparar isso com o que sente aquele que tem o Espírito no coração e também o que sentem as outras pessoas que se aproximam deste, pois quem tem o Espírito no coração é acolhedor e solidário.
Colocar a vela debaixo do tubo deixando a ponta de cima aberta. Pedir que um de cada vez se aproxime, encoste a mão no tubo, chegando próximo e olhando dentro. Depois que todos fizeram isso, perguntar se a vela ainda está acesa, se eles estão vendo ou se sentiram o calor da vela. Mostrar que a barreira que foi colocada impediu que a chama fosse vista ou seu calor fosse sentido. Comparar com aqueles que tendo o Espírito no coração, apesar de nutri-lo com orações (continuar ligado a Deus) não se abrem para as outras pessoas, mantendo o coração fechado. Mostrar que apesar da chama não se apagar, ela já não é mais tão forte, está fraca, sem calor.
Tampar a parte de cima do tubo por alguns instantes, até que o ar que havia dentro dele seja consumido e a vela se apague. Enquanto isso questionar o que acontece com as pessoas que receberam o Espírito Santo, mas não manteve nem mesmo o contato com Deus. Destampar e deixar que cada um possa verificar que a vela se apagou. Comparar com as pessoas que se afastam de Deus e por isso não alimentam o Espírito que está no seu coração.
Explicar que o Espírito não foi embora, está lá, mas já não consegue aquecer o coração dessas pessoas. No entanto, se elas se aproximarem de Deus e das outras pessoas que estão repletas do Espírito, essa chama vai se acender novamente.

Conclusão:
Ler o texto do Pentecostes, Ato dos Apóstolos 2, 1-6, e mostrar que aqueles que recebem o Espírito Santo de Jesus devem ir ao mundo, às outras pessoas e dar testemunho do seu amor


 http://www.comunidadesdeamor.com/

terça-feira, 14 de maio de 2013

Vem Espírito Santo, Inunda-nos!



Espírito do Pai, vivifica-nos!
Espírito do Filho, salva-nos!
Amor eterno, abrasa-nos,
Com Teu fogo, infama-nos,
Com Tua luz, ilumina-nos.
Fonte viva, dessedenta-nos,
De nossos pecados, purifica-nos.
Por Tua unção, robustece-nos,
Com Teu consolo, recreia-nos,
Com Tua graça, guia-nos
E protege-nos com Teus anjos.
Não consistas jamais separar-nos de Ti
E ouve nossa oração, Deus Espírito Santo.
Toca-nos com Teu dedo
E infunde-nos a torrente de virtudes.
Fortalece-nos com Teus dons,
Deleita-nos com Teus frutos.
Guarda-nos do inimigo mau,
Unge-nos para o combate derradeiro,
Ampara-nos na hora da morte.
Chama-nos, então, para junto de Ti,
Para louvar toda a eternidade,
O Pai, o Filho e a Ti,
Com todos os Santos e com Maria Virgem e Mãe, 
ó doce Consolador. Amém.

domingo, 12 de maio de 2013

AVE MARIA, CHEIA DE GRAÇA...



Ave Maria, 
Salve! Eu e toda a corte celeste nos curvamos diante de ti e te saudamos Maria, Pérola, Princesa, Senhora! 

Cheia de Graça, 
Sim, eu, o Mensageiro de Deus, curvo-me diante de ti porque te reconheço escolhida, inteiramente pura, límpido reflexo da glória de Deus! 

O Senhor é contigo! 
Sem dúvida, vejo-o refletido em ti. Teu rosto transparece o Seu, a Sua presença transborda de todo o teu ser. 

Bendita és tu entre as mulheres! 
Eu, Maria, tua prima, e mulher como tu, te reconheço e proclamo bendita entre todas as mulheres de todas as gerações. Ninguém como tu foi escolhida para ser Mãe de Deus! Ninguém é nem será tão plenamente feliz e agraciada como és! 

Bendito é o Fruto do teu ventre, Jesus! 
Jesus, o Filho do Deus Vivo é Também fruto do teu ventre. Tens na gestação de sua vida papel único e insubstituível. Ele é também fruto teu no ventre e na formação, na carne e no sangue, na docilidade irrestrita a Deus que Ele mesmo gerou em ti. 

Santa Maria, 
Sim, eu, Igreja reconheço tua santidade incomparável e em tudo superior ao mais santo dos filhos de Deus, por tua eleição e pelo teu sim. 

Mãe de Deus, 
Maria, Mãe do meu Senhor, Mãe do Deus feito carne, Mãe do Deus que adoro e sirvo, Mãe de 
Deus e mãe minha. 

Rogai por nós, pecadores, 
Tu, intercessora a serviço da Igreja, pede a Deus por nós os pecadores que a formamos. Sustenta-nos nas provas, ensina-nos teu exemplo, coloca-te entre a nossa miséria e a Onipotência Perfeitíssima, sê em nosso favor, Virgem Soberana! Ouve o nosso clamor! 

Agora 
Ora por nós neste tempo que se chama hoje. Lembra-te de nós e não nos desampare enquanto seguimos, peregrinos, as pegadas do Caminho. 

E na hora de nossa morte. 
Na hora da derradeira e definitiva passagem, traz o teu Jesus para ser páscoa conosco, dá-nos o arrependimento perfeito. Como boa Mãe, livra-nos de estar longe do Pai para sempre. Acolhe-nos nos teus braços como acolheste, nesta hora, o teu José em sua hora. 

Amém 
Sim! Assim seja! Como Jesus, como tu. Seja feita a vontade de Deus. A ela dizemos amém, como Igreja, como servos do Senhor. Faça-se também em nós também em nós seja cumprido o amém eterno de Jesus ao Pai 
Também por nosso vida se cumpra este amém até que nada mais importe senão o cristo Crucificado, até que em nós se cumpra em favor do Seu Corpo o que nos cabe cumprir. Cumpra-se em nós, Igreja, o amém eterno que repetiste. 
Repitam nossas almas este “sim” que jamais passará até que no céu, contigo, possamos arder em caridade e servir aos homens que tanto amas colocando-os contigo, diante de Deus. 

(Fonte)

sábado, 11 de maio de 2013

MÃE, UM PRESENTE DE DEUS



Para completar o homem

Deus a fez mulher

Mas para participar do milagre da vida

Deus a fez mãe

Para liderar uma casa

Deus a fez mulher

Mas para edificar um lar

Deus a fez mãe

Para estudar, trabalhar e competir

Deus a fez mulher

Mas para guiar a criança insegura

Deus a fez mãe

Para os desafios da sociedade

Deus a fez mulher

Mas para o amor, a ternura e o carinho

Deus a fez mãe

Para fazer qualquer trabalho

Deus a fez mulher

Mas para embalar um berço e construir um caráter

Deus a fez mãe

Para ser princesa

Deus a fez mulher

Para ser rainha

Deus a fez mãe

Mamãe, você é o mais lindo presente de Deus!