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sábado, 26 de janeiro de 2013

A LIÇÃO DO PÁSSARO



Você já viu um passarinho dormindo num galho ou num fio, sem cair?
Como é que ele consegue isso?
Se nós tentássemos dormir assim, iríamos cair e quebrar o pescoço.
O segredo está nos tendões das pernas do passarinho.
Eles são construídos de forma que, quando o joelho está dobrado, o pezinho segura firmemente qualquer coisa.
Os pés não irão soltar o galho até que ele desdobre o joelho para voar.
O joelho dobrado é o que dá ao passarinho a força para segurar qualquer coisa.
É uma maravilha, não é? Que desenho incrível que o Criador fez para segurar o passarinho.
Mas, não é tão diferente em nós.
Quando nosso “galho” na vida fica precário, quando tudo está ameaçado de cair, a maior segurança, a maior estabilidade nos vem de um joelho dobrado, em oração.
Se você algumas vezes, se vê num emaranhado de problemas que fazem você perder a fé, desanimar de caminhar; não caminhe mais sozinho.
Jesus quer fortalecer você e caminhar com você por toda sua vida!
É Ele quem renova suas forças e sua fé.
E se cuida de um passarinho, imagina o que não fará por você, Seu filho amado.
Dobre os joelhos e ore, Deus escuta o silêncio do seu coração e o seu clamor.

http://mensagensdiarias.com.br/a-licao-do-passaro/

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

A conversão de São Paulo



No dia 25 de janeiro se celebra a conversão de São Paulo que, de perseguidor tornou-se o maior anunciador do Cristianismo. Contemplar uma conversão é contemplar a misericórdia de Deus agindo no mundo. Conversão é ato de amor do Pai do céu.

É claro que depende de nossa vontade, mas o que nós fazemos, quando nos convertemos, é deixar agir a graça de Deus em nós.

Somos obstinados, teimosos, fracos, mas o Senhor sempre aparece, estendendo-nos a mão e, de uma maneira ou de outra, apontando-nos um novo e verdadeiro caminho a seguir.

O exemplo de São Paulo nos leva a perceber a luz de Deus em nossa vida, ainda que fechemos os olhos e os ouvidos para o seu plano de amor.

São Paulo é conhecido por suas cartas, lidas frequentemente nas celebrações eucarísticas, na Liturgia da Palavra. Através de suas cartas, sabemos muita coisa a respeito de sua vida e das verdades fundamentais de nossa fé.

Ele nasceu em Tarso da Cilícia, por volta do ano 10 da era cristã. Além de ser judeu, era também cidadão romano. Desde a infância, foi educado conforme a doutrina dos fariseus por um sábio chamado Gamaliel. Destacou-se inicialmente como um implacável perseguidor das primeiras comunidades cristãs. Foi conivente com o assassinato de Santo Estevão.

Sua conversão ocorreu de modo inesperado a caminho de Damasco, quando liderava uma perseguição contra os cristãos daquela cidade. Jesus Ressuscitado apareceu-lhe e o derrubou do cavalo, transformando-o de cruel perseguidor dos cristãos em ardoroso apóstolo dos gentios.

Ele consagrou a sua vida ao serviço de Cristo, viajando por todo o mundo conhecido de então, anunciando o Evangelho de Jesus Cristo e o mistério de sua paixão, morte e ressurreição. É sem dúvida uma das principais colunas do cristianismo.

A conversão de São Paulo é muito significativa no contexto pessoal de todos nós. Que também nós possamos nos converter de coração sincero a viver uma vida conforme a vontade de Deus abandonando os erros e procurando a virtude e a graça de Deus!

Por: DOM EURICO DOS SANTOS VELOSO 
ARCEBISPO EMÉRITO DE JUIZ DE FORA, MG.

Site Catequisar


quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

A PARÁBOLA DOS POÇOS



Era o país dos poços. Qualquer visitante que chegasse, enxergaria somente poços grandes, pequenos, feios, lindos, ricos e pobres...
Os poços falavam entre si, mas à distância, por-que havia terra seca entre um poço e outro. Na realidade, quem falava era a boca do poço, ao nível da terra. 
E, como a boca era oca, o poço dava a sensação de vazio, angústia, criando eco...
Havia poços com bocas muito largas, permitindo receber um monte de coisas inúteis. Quando estas passavam de moda, era só mudar para outras, também inúteis e passageiras... E as bocas continuavam vazias, ressequidas e sedentas, bem como a terra ao seu redor.
E NO FUNDO... O POÇO NÃO ESTAVA CONTENTE!
E, por falar em fundo:
Bem, a maioria dos poços, entre as frestas dei-xadas pelas coisas, permitia de vez em quando, sentir entre os dedos algo diferente: eram mo-mentos em que percebiam água no fundo. Diante desta sensação tão rara, alguns até tinham medo e procuravam evitar o contato com o fundo.
Outros, porque tinham coisas demais, abarrota-vam a boca, esqueciam logo a sensação do pro-fundo, e se ocupavam novamente com a superfície...
Mas, nesta superfície, às vezes algum poço falava desta experiência diferente. Até que houve um poço que, olhando bem para seu interior, entusiasmou-se e quis continuar. Como as coisas que abarrotavam sua boca o incomodassem, procurou libertar-se delas, lançando-as corajosamente para longe. E o silêncio chegou! E ele começou a ouvir o borbulhar da água lá no fundo e sentiu uma paz profunda, viva e duradoura, refrescante e salutar...
E este poço descobriu que sua razão de ser era esta: a vida se encontra na profundidade de si mesmo e não na multidão de coisas que se acu-mulam em sua boca.
E SE TORNAVA MAIS POÇO QUANTO MAIS PRO-FUNDIDADE TINHA!
Feliz com a descoberta, procurou tirar água do seu interior, e a água, ao sair, refrescou a terra seca ao seu redor e torrou-se fértil e boa, e as flores começaram a brotar. A notícia se espalhou e as reações foram diversas: uns se mostraram in-crédulos, outros sentiram o impulso por também fazer a experiência do profundo de si mesmo. Mas muitos desprezaram a novidade, muito difícil.
Era mais fácil deixar tudo como estava...
Sem dúvidas, alguns resolveram fazer a experi-ência e começaram a libertar-se dos objetos inúteis que abarrotavam sua boca: igualmente encontraram água em seu interior.
A partir de então, as surpresas aconteceram: por mais água que se retirasse para regar ao redor, o poço não se esvaziava!
E aprofundando ainda mais, descobriram que: ELES ESTAVAM UNIDOS ENTRE SI POR ALGO COMUM: A ÁGUA ERA A MESMA!
E começou uma comunicação profunda porque as paredes dos poços deixaram de ser limites.. Mas, a descoberta mais sensacional veio depois: A ÁGUA QUE LHES DAVA VIDA VINHA DE UM MESMO LUGAR: O MANANCIAL...
O manancial estava bastante longe: na montanha que dominava o País dos Poços.
Lá estava ela: majestosa, serena pacífica! E  com o segredo da vida em seu interior.
A montanha estava sempre lá. Algumas vezes visível entre as nuvens: outras vezes radiante de esplendor...
O manancial não havia sido descoberto antes porque os poços preocupavam-se apenas com sua superfície. A partir da nova descoberta, esforçavam-se por aumentar seu interior, crescendo em profundidade, para que o manancial chegasse mais facilmente...
A ÁGUA QUE TIRAVAM DELES TORNOU A TERRA MAIS BELA!
Enquanto isso, lá fora, os que não faziam a experiência do profundo, continuaram a aumentar sua boca, procurando futilidades...





terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Oração para iniciar um Encontro Catequético


Nós te bendizemos, Senhor Jesus, porque nos chamaste e nos reuniste aqui, para crescer e amadurecer na Fé.

 Nós te damos graças por nosso/a catequista, que se coloca a teu serviço orientando-nos no caminho que leva ao encontro com Deus.

 Nós te pedimos que abra nosso coração, nossa mente, nossos olhos e nossos ouvidos, para que possamos fazer uma verdadeira experiência do amor e da bondade de Deus, nosso Pai.

 E que, ao final deste nosso encontro, possamos voltar para nossa casa confiantes e determinados a seguir os teus passos, como fizeram todos os apóstolos, buscando sempre ser testemunhas da Boa Nova, anunciadores do teu Evangelho. Amém.

http://universovozes.com.br/editoravozes/web/view/BlogDaCatequese/index.php/oracao-para-iniciar-um-encontro-catequetico/

Que eu entenda os teus sinais



Que falas comigo, eu sei! Que me mandas sinais, eu sei. Eu só não sei ouvir a tua voz, nem ter certeza de que é ela a me falar. Tua voz ainda não soa aos meus ouvidos e eu não sou muito bom em distinguir vozes interiores nem saber se vem do Senhor ou da minha própria imaginação. A imaginação já enganou a muitos crentes que apostaram que era tua voz e não era. 

Mas, que me dás sinais, eu sei que dás. Sou eu que, às vezes, não sei decifrá-los. Que te comunicas é certo. O problema sou eu, que nem sempre capto. Se posso pedir, -e sei que posso-, a graça que eu peço é que me ensines a ler os teus sinais e a ouvir as tuas vozes, as verdadeiras. Quero saber distinguir as vozes falsas que, na verdade são desejos meus, disfarçados em revelação. 

Ensina-me a distinguir as vozes que me falam ao coração. Eu ainda não sei o que é teu e o que não é; o que é meu e o que não é. Eu ainda gostaria que me respondesses do jeito que eu imagino que responderias. Mas a realidade é outra: és livre. Ensina-me a ouvir o que tens a me falar e não a imaginar que disseste o que eu gostaria que me tivesses dito. 

Pe. Zezinho scj 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Dia Mundial da Religião



O Dia Mundial da Religião deve celebrar a tolerância e o diálogo entre todas as pessoas que acreditam no princípio da bondade e na força geradora de vida que vem de Deus. De fato, todos que seguem uma religião têm intimamente a crença na existência do Divino que rege nossa vida e que nos chama a compartilhar a essência da caridade para uma vida melhor. 

Então, por que há tanta intolerância, raiva e competição entre os seguidores das diferentes religiões? Deveria a religião ser um ponto de divisão e desentendimento entre os seres humanos? 

Como os católicos devem se comportar diante de tantas linhas religiosas, algumas mais antigas que o próprio cristianismo? Para o papa João Paulo II, em sua declaração Dominus Iesus, a Igreja católica não rejeita absolutamente nada daquilo que há de verdadeiro e santo nessas religiões. Considera com sincero respeito esses modos de agir e de viver, esses preceitos e doutrinas que, embora em muitos pontos estejam em discordância com aquilo que ela afirma e ensina, muitas vezes refletem um raio daquela Verdade que ilumina todos os homens. 

Nesse sentido, a Igreja católica está cada vez mais empenhada na sua missão de evangelizar, administrando as diferenças religiosas com flexibilidade, respeito e caridade. 
Hoje, há religiões tão variadas quanto as culturas desenvolvidas pelo ser humano. Podem ser classificadas em três tipos básicos: 

- Monoteísmo: crença em um único Deus supremo. As grandes religiões monoteístas são o cristianismo e suas variações, o judaísmo e o islamismo. 
- Politeísmo: adoração de vários deuses, como é o caso do hinduísmo, do budismo, do confucionismo, do xintoísmo e do taoísmo. 
- Dualismo: crença na igualdade de forças entre o bem e o mal, típica do zoroastrismo. 

O diálogo inter-religioso é de extrema importância para o entendimento das pessoas e para a manutenção da paz entre os povos. O respeito pela religião alheia é princípio básico da boa convivência e da caridade cristã. 
O cristianismo sofreu algumas divisões no decorrer dos seus dois mil anos de história. Primeiro a Igreja católica do Ocidente se separou da Igreja católica do Oriente, e a cristandade se dividiu entre católicos romanos e ortodoxos. 

Mais tarde, o monge Martinho Lutero se rebelou contra a Santa Sé e se desligou de Roma. Esse evento deu origem ao protestantismo. Dentro deste, existem inúmeras divisões que surgiram devido ao livre exame da Bíblia pregado pelo próprio Lutero. 

Desde o Concílio Vaticano II, a Igreja católica tem se esforçado mais efetivamente em promover o diálogo entre as várias denominações cristãs, para reunir novamente o corpo místico de Cristo numa única Igreja.

http://www.paulinas.org.br/diafeliz/datacom.aspx?Dia=21&Mes=1&DataComID=38

ESTRUTURA PARA ENCONTROS DE CATEQUESE


Alguns aspectos são fundamentais na organização de qualquer encontro: 

Objetivo a ser atingido - Diante do tema a ser trabalhado, devemos estabelecer um objetivo a ser atingido; algum ensinamento, atitude e/ou comportamento ao qual a criança/grupo deve chegar. 

Ambiente alegre e acolhedor - Incluir sempre músicas e atividades que promovam a integração.

Planejamento de todas as atividades de acordo com o tema central -Todas as partes do encontro (músicas, dinâmica, história, versículo a ser guardado, atividade prática, oração, etc.) precisam girar em torno do tema a ser trabalhado e devem estar encadeadas entre si. 

Tempo de duração - Estar atento ao tempo de duração do encontro, para que as atividades sejam bem distribuídas. 

Organização e preparo do material necessário - Separar e preparar com antecedência o material a ser utilizado durante o encontro. 

Avaliação - Ao final do encontro, torna-se necessário avaliar: se o objetivo foi atingido; se a mensagem foi bem compreendida; se as atividades e o material foram adequados; se o tempo foi bem utilizado... Tal avaliação será muito importante para a melhor organização do próximo encontro. 

Acolhida

É a hora do entrar no terreno. É a hora do sentir-se amado, querido, importante; do "Que bom, que bom que você veio!" Precisa ser sempre alegre, cheia de beijos e abraços, como quando recebemos os amigos.

Deve ser festiva , com músicas cheias de gestos e animação. 

É importante que os pequeninos se cumprimentem uns aos outros; que verifiquem quem está faltando; que haja manifestação da falta que fazem aqueles que não compareceram. Afinal de contas, já formamos uma comunidade! Comunidade de Jesus! E lembramos bem do que diz o nosso Mestre: "Assim é a vontade do Pai celeste, que não se perca um só destes pequeninos." (Mt 18,14). Cada um é muito importante! 

A oração inicial deve ser parte integrante da acolhida; onde agradecemos a Deus a presença de cada um e paramos para acolher, em especial, a Sua própria presença; convidando-O a permanecer em todo o encontro. Uma oração simples, direta e objetiva; sem brigas pelo silêncio absoluto. É preciso que o catequista ore de fato. Sua atenção a Deus precisa ser maior do que a preocupação com a quietude de todos. Rezamos, também, a oração que Jesus nos ensinou (Pai Nosso). 

Lembre-se: Dependendo de como se sente acolhida, é que a criança deixará, ou não, alguém "pisar" no solo do seu coração! 

Partindo do concreto - É a hora de preparar o terreno. Observando as características desta faixa etária e seguindo o exemplo de Jesus, que, para falar do Reino, se utilizou da pesca, da rede, do fermento, da lâmpada, etc., todo encontro deve partir da experiência, do entendimento de algo concreto, que possa ajudar a criança a compreender, em seguida, o abstrato. Experiência concreta significa que a criança precisa ver, ouvir, tocar, entender como funciona, falar, etc. Pode ser através de um teatro de fantoches, de uma brincadeira, uma história bem contada e dramatizada, de um desafio a ser resolvido, do funcionamento de um aparelho, de um objeto, etc. A experiência concreta deve estar, intimamente, relacionada ao tema principal do encontro; àquilo que se almeja como principal ensinamento do dia e se quer que fique guardado no coração.

Lembre-se: É preferível que nos empenhemos em plantar bem um só ensinamento a cada dia, do que lançarmos vários, correndo o risco de que nenhum deles se aprofunde no coração. 

A chave 

É a hora de cavar o buraquinho. Lembremos que a curiosidade é uma das marcas desta faixa etária! Trata-se de uma frase; uma pergunta lançada, cuja resposta estará na Palavra de Deus a ser lida. Despertada a dúvida (ou, a curiosidade), esta será saciada pela Palavra de Deus. Jesus costumava fazer isto muitas vezes, lembra? "Quem dizem os homens que eu sou?" (Mt 16,13); "Qual destes foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos ladrões?" (Lc 10,36); "A que direi que é semelhante o Reino de Deus?" ( Lc 13,20); "Se um filho pedir pão, qual o pai entre vós que lhe dará uma pedra?" ( Lc 11,11) ... Depois de termos partido do concreto, lançamos para a criança uma dúvida ou, uma pergunta e apresentamos o livro (Bíblia) onde iremos encontrar a resposta. A resposta, na verdade, é aquele versículo, previamente escolhido, que gostaríamos que ela guardasse no coração.

Lembre-se: A pergunta servirá como um "abrir caminhos" para a Palavra de Deus. 

Semeando a palavra - Desenvolvimento do tema 

É a tão esperada hora de plantar a semente! É ela que contém tudo o que a criança precisa saber e viver. 

Não pode ser jogada de qualquer jeito, mas... com todo jeito, respeitando os limites de compreensão dos pequeninos. 

É importante que seja apresentada de forma ilustrada (em quadrinhos, por exemplo) ou dramatizada.

Tudo para que possa ser melhor compreendida. 

Quando não se tratar de uma passagem bíblica que conte uma história completa (Zaqueu, Jesus encontrado no templo, Filho Pródigo, Ovelha Perdida, etc.), devem ser tomados, no máximo, 2 ou 3 versículos, sendo traduzidas, sem distorção de sentido, as palavras mais difíceis. 

É a hora de trabalhar mais claramente o tema do encontro. Tema que, na verdade, já vem sendo trabalhado desde o início nas músicas, na experiência concreta, no versículo escolhido... 

Lembre-se: 

Quando o semeador saiu a semear, a semente era a Palavra(cf. Mc 4,14). A Palavra de Deus é viva e eficaz (Hb4,12 a), não volta sem ter produzido o seu efeito (Is 55, 11b). Então, o que é que a criança precisa levar no coração? A Palavra. 

"Experimentando orando

É a hora de regar a semente. É o pedido a Deus, com música, desenhos, gestos, atitudes, etc., de uma experiência daquilo que a Palavra anunciou; do tema trabalhado. 

No início, as pequenas orações devem ser conduzidas, até que as crianças se sintam à vontade e comecem a fazer orações espontâneas. 

É a hora do Espírito Santo! É a hora em que falamos com Deus, através do verso de uma música, do oferecimento de um desenho ou de um gesto concreto. Algo que realmente faça sentido. 
Lembre-se: Disse o Apóstolo 
Paulo: "Eu plantei, Apolo regou, mas Deus quem deu o crescimento."(I Co 3,6). Apresentar e levar os pequeninos a este diálogo direto com Deus é fundamental. 

Atividade prática 

É hora de abrir caminhos para os frutos. 

Atividade que permita, de forma bem dinâmica e participativa, que a criança perceba que o que foi ensinado precisa ser vivido com os colegas, com a família, na escola, onde for. 

Tais atividades podem ser de modelagem, recorte e colagem, desenho, ensaio de dramatizações ou músicas a serem apresentadas, construção de murais, maquetes, dinâmicas ou jogos... 

Lembre-se: O importante é participar e perceber que, cada vez que aprendemos algo com Jesus, uma atitude precisa ser tomada! 

Guardando de cor

Trata-se de uma frase conclusiva. Uma frase que traduza aquilo de mais importante sobre o encontro e que precisa ser guardado de cor , ou seja, no coração. 

Esta frase pode ser parte de um dos versículos lidos, o verso de uma música, parte da oração feita ou, sobretudo, uma conclusão a que um dos pequeninos chegou. 

Com o tempo, esta frase deve ser escrita numa tira de papel e levada para casa, onde poderá ser colocada na porta da geladeira e, assim, evangelizar toda a família. 

Lembre-se: A evangelização da criança precisa ser cultivada pela família, porém, muitas vezes, a evangelização da família começa pela criança. É preciso levar sempre algo para casa. 

Encerramento 

A despedida também precisa ser alegre, com música e oração simples, de preferência, já decorada (Ave Maria, Santo Anjo...), pois, a esta altura, torna-se mais difícil obter silêncio e concentração. 

Lembre-se: Se você lhe disser que conta com ela na próxima semana e que foi muito bom ter tido a sua companhia, a criança poderá voltar para casa mais feliz.

(Fonte)

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Jogo comunitário


Material: uma flor.
Desenvolvimento: os participantes sentam-se em círculo e o animador tem uma flor na mão. Diz para a pessoa que está à sua esquerda: senhor... (diz o nome da pessoa), receba esta flor que o senhor...(diz o nome da pessoa da direita) lhe enviou... E entrega a flor. A pessoa seguinte deve fazer a mesma coisa. Quem trocar ou esquecer algum nome passará a ser chamado pelo nome de um bicho. Por exemplo, gato. Quando tiverem que se referir a ele, os seus vizinhos, em vez de dizerem seu nome, devem chamá-lo pelo nome do bicho. O animador deve ficar atento e não deixar os participantes entediados. Quanto mais rápido se faz à entrega da flor, mais engraçado fica o jogo

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Nome perdido

http://ericamagropires.blogspot.com.br/2012/02/cracha-e-abertura-do-ano-catequetico-da.html

Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Material: Um crachá para cada pessoa do grupo e um saco ou caixa de papelão para colocar todos os crachás.
Descrição: O coordenador devera recolher todos os crachás colocar no saco ou na caixa; misturar bem todos estes crachás, depois dê um crachá para cada pessoa. Esta deverá encontrar o verdadeiro dono do crachá, em 1 minuto.
Ao final desse tempo, quem estiver ainda sem crachá ou com o crachá errado, azar! Porque terá que pagar uma prenda.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Cumprimento criativo

Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Matéria: Musica animada.
Descrição: O apresentador explica ao grupo que quando a música tocar todos deverão movimentar-se pela sala de acordo com o ritmo da mesma. A cada pausa musical. Congelar o movimento prestando atenção a solicitação que será feita pelo apresentador. Quando a Musica recomeçar atender a solicitação feita. O apresentador pedirá formas variadas de cumprimento corporal a cada parada musical.



Exemplo:

-Com a palmas das mãos;
-Com os cotovelos;
-Com os pés;
Após vários tipos de cumprimento, ao perceber que se estabelece no grupo um clima alegre e descontraído, o apresentador diminui a música pausadamente, pedindo a cada pessoa que procure um lugar na sala para estar de pé, olhos fechados, esperando que a respiração volte ao normal. Abrir os olhos, olhar os companheiros, formar um circulo, sentar.

Comentar o exercício:
-O que foi mais difícil executar? Porque?
-O que mais gostou?
-O que pode observar?

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Técnica do abraço



Participantes: Indeterminado (todos os que estiverem participando)
Frase: "Quanta coisa cabe em um abraço."
Objetivos:
• criar uma certa intimidade e aproximação com os colegas;
• avaliar o sentimento de exclusão de quem está com o balão;
• sentir que precisa da colaboração do outro para não ser "atingido" pelo balão.

Obs 1: ABRAÇO (do dicionário): demonstração de carinho, de amizade, acolhimento, ligação, fusão, união. ABRAÇAR: apertar com os braços, entrelaçar-se, ligar-se, unindo-se. (Deixar claro a importância de um
abraço a quem precisa e entre o próprio grupo = UNIÃO).

OBS 2: levar bexigas e CD.
Descrição: Abraçar o colega encostando o peito e contando até três para trocar de "par".
Um participante fica de fora com um balão que deverá encostar no peito de alguém
"disponível" que assumirá o seu lugar ficando com o balão.
Para que não seja encostado o balão, o abraço deverá ser forte e bem próximo e a troca de pares deverá ser rápida.

sábado, 12 de janeiro de 2013

SÍMBOLOS E SINAIS DO BATISMO



Podemos dizer que o Símbolo é a linguagem do mistério, ou seja, a comunicação do mistério. Os Símbolos na Liturgia contém, ocultam, e ao mesmo tempo revelam e comunicam o mistério. Por isso dizemos que na Liturgia todos os Sinais são Sinais Simbólicos, e serão Sinais Litúrgicos na medida em que forem capazes de ocultar, conter, revelar e comunicar os mistérios de Cristo.

O Símbolo Batismal mais importante é a “Água”. 
No início do mundo o Espírito de Deus pairava sobre as águas, das quais emergem a terra e todos os seres vivos. À semelhança do que aconteceu na criação, das águas do Batismo santificadas pelo Espírito Santo emerge uma nova criatura. A Mãe Igreja, pelas águas do Batismo, fecundadas pelo Espírito Santo, dá à luz novos filhos. Jesus fala deste novo nascimento no diálogo com Nicodemos. (Jo 3, 1-13)

A imagem do dilúvio e do Mar Vermelho confere outro significado à água do Batismo: a água destrói, mata, mas ao mesmo tempo é meio de salvação. Como as águas do dilúvio submergiram um mundo pecador, e como as águas do Mar Vermelho afogaram a cavalaria do Faraó que perseguia o povo que fugia da escravidão, assim também as águas batismais destroem o pecado, afogam o inimigo, exterminam e cancela o mal.

A destruição por sua vez é via para a libertação. No dilúvio foram poupados os justos; e das águas do Mar Vermelho saiu um povo livre e em festa. Da mesma forma, das águas do Batismo sai uma pessoa purificada das culpas, libertada da escravidão do pecado e do demônio (terá as tentações do maligno como todas as criaturas, mas não será escravo de satanás).

Assim, a “Água” é apenas um Símbolo, ela não tem a força e nem o poder de purificar o pecado. É o Espírito Santo que nela atua em todos os acontecimentos e no momento do Batismo, Ele, com a força e o poder Divino destrói todo o mal que existe e proporciona a alegria de uma nova vida.

“Sinal da Cruz”.

Após o diálogo introdutório em que os Pais pedem o Batismo para a criança, o sacerdote convida-lhes a traçarem o “Sinal da Cruz” na fronte da criança. Este gesto tem grande significação. Ele quer exprimir o primeiro encontro da criança com a fé em Jesus Cristo e na Salvação pela morte redentora do Senhor na Cruz. Porque foi pela morte Dele que nos reconciliamos com o Pai Eterno e fomos inseridos na amizade da Santíssima Trindade. O Sinal da Cruz relembra esta verdade histórica.

Assim, convidando os Pais a realizarem aquele gesto, o sacerdote está dizendo que a salvação de Deus vem à criança através da fé dos pais, pois eles, pelo Sacramento do Matrimônio, são constituídos mediadores entre Deus e o filho, exercendo a função sacerdotal. Os Pais receberam de Deus pela própria missão criadora e pela graça do Sacramento do Matrimônio, o poder de abençoar os filhos. Por isso, eles são convidados por Deus a adquirirem o costume de abençoarem os seus filhos enquanto pequenos e quando crescidos.

“Anúncio da Palavra de Deus”:

Ela ilumina com a verdade revelada os candidatos e a assembléia, suscitando uma resposta de fé. Como o Batismo significa libertação do pecado e do demônio, durante a celebração o celebrante pronuncia um ou vários exorcismos sobre o candidato.

“Unção com Óleo”.

Há dois ritos de Unção no Batismo. A primeira “Unção” é feita antes da “infusão da água”, durante as preces após a Liturgia da Palavra. É a Unção com óleo chamado dos Catecúmenos. O sacerdote unge o peito da criança, dizendo: “O Cristo Salvador te dê sua força. Que ela penetre em tua vida como este óleo em teu peito”. 
Este rito pode ser substituído por uma imposição das mãos do celebrante, sobre a cabeça da criança, dizendo as palavras: “O Cristo Salvador te dê Sua força”. É uma invocação ao Espírito Santo para que o batizando renuncie ao mal e faça uma boa profissão de fé.

Na parte final do Batizado é feita a segunda “Unção com Óleo da Crisma”. No Antigo Testamento era comum ungir os sacerdotes, reis e profetas. Também Cristo foi ungido pelo Espírito Santo de um modo muito especial. Então esta Unção quer significar que pelo Batismo nos tornamos participantes do poder messiânico de Jesus. E também, conforme a primeira epístola de São Pedro (1 Pedr 2, 9-10) nos tornamos raça eleita com Cristo, reis (rainhas), sacerdotes (sacerdotisas) e profetas (profetisas).

Profetas, porque participantes da salvação em Cristo, que deveremos anunciar a humanidade por palavras e exemplos de vida. Mostrar que Deus é Amor através do verdadeiro amor pessoal. Tornamo-nos sacerdotes. Não possuímos o sacerdócio ministerial com o poder de fazer a Consagração na Santa Missa. Mas nos tornamos participantes do sacerdócio de Jesus, pois participamos do novo povo de Deus na Nova Aliança, sendo assim, parte de um povo sacerdotal capaz de oferecer sacrifícios com Cristo. Isto porque, recebemos nossa vida como precioso dom de Deus e assim, devemos oferecê-la em retribuição, em ação de graças ao Criador. Todo cristão pode e deve, em sua vida, orientar todas as coisas para Deus.

Por fim, pelo Batismo nos tornamos reis, possuidores do Reino de Deus. Com Jesus vencemos a morte e o pecado e podemos participar da própria vida de Deus.

“Veste Branca”.

 Entre os gestos complementares do Batismo encontramos a entrega da veste branca. Este gesto tem sua origem no Batismo dos Adultos na Igreja primitiva. Ao chegarem à fonte, antes de descerem à água, as pessoas se despiam de suas vestes e eram ungidas. Após professarem sua fé e serem batizadas na piscina, saíam da água e eram revestidas de uma veste branca, simbolizando uma vida nova, despidos de seus pecados e paixões, tornando-se uma criatura nova em Cristo.

A veste branca ou a veste nova no Batismo quer expressar que pelo Sacramento entramos numa nova vida e esperamos levar esta nova vida até a participação do banquete celestial, onde o Senhor nos quer encontrar com a veste nupcial da amizade de Deus.

“A Vela Acesa”.

É um gesto muito significativo. Na cerimônia do Batizado, o celebrante convida os Pais a acenderem no Círio Pascal a vela da sua criança e ele reza a oração: “Pais e Padrinhos, esta luz vos é entregue para que a alimenteis. Por isso, esforçai-vos para que esta criança caminhe na vida iluminada por Cristo, como filho da luz. Perseverando na fé, possa com todos os santos ir ao encontro do Senhor, quando Ele vier. Recebei a luz de Cristo!”

Pelo Batismo somos iluminados, participamos da Luz que é Cristo. Não mais andamos nas trevas, pois somos filhos de Deus. A vela acesa pode significar também a nossa fé. Ela mantendo-se acesa mostra que não caminhamos nas trevas do inimigo.

Os Pais se tornam responsáveis para que a criança se torne luz para os outros em sua vida.

“Rito do Éfeta”. 

É um rito facultativo, realizado logo após a entrega da vela acesa. É uma palavra aramaica que significa “abre-te”. O Celebrante toca os ouvidos e a boca da criança, dizendo: “O Senhor Jesus que fez os surdos ouvir e os mudos falar, te conceda que possas logo ouvir a sua palavra e professar a fé, para louvor e glória de Deus Pai”.

Pelo Batismo, o Senhor através do Espírito Santo, abre os ouvidos do batizando para que ouça e entenda a Palavra de Deus, solta a sua língua e lhe abre a boca para poder professar a sua fé. Os Pais são os instrumentos desta mensagem, que por sua mediação deverão fazê-la chegar às crianças. Na continuidade, os filhos atingindo o uso da razão poderão dizer: agora eu creio, porque eu mesmo conheço o Senhor Jesus Cristo.

“O Sal”.

Na vida das famílias o Sal tem duas grandes finalidades: “dar sabor” e “conservar” os alimentos. Como Símbolo religioso o Sal significa: “ser o tempero, ser o exemplo” que estimulará os irmãos a caminhar na estrada do direito, da justiça e do amor fraterno; “dando sabor” ao apetite humano, para ter fome da Palavra de Deus.

Todavia, o novo Rito do Batismo de Crianças aboliu o Rito do Sal. A razão principal foi por motivo higiênico.

Como derradeira notícia, no Catecismo da Igreja Católica está escrito: “Jesus mesmo afirma que o Batismo é necessário para a salvação”. Tanto é verdade que Ele ordenou a seus Discípulos que anunciassem o Evangelho e batizassem todas as nações conforme está escrito no Novo Testamento (Mt 28, 18-20)(Mc 16, 15-16) (Lc 24, 46-47). 
A Igreja não conhece outro meio senão o Batismo para garantir êxito aos que querem entrar na bem-aventurança eterna.

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