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terça-feira, 9 de julho de 2013

SANTA PAULINA


Seu nome é Amábile, “amável” em português. Chegou ao Brasil, com nove anos, em 1875. Num lugar em Santa Catarina que ganhou o nome de Nova Trento, por causa das famílias italianas que vieram de Trento.
Os imigrantes italianos, em mutirão, construíram ali uma pequena capela. Com 12 anos, Amábile recebeu a primeira comunhão e, ao comungar, disse em seu coração: “Quero ser toda de Jesus”. Foi nesse dia que decidiu ser freira. Era uma boa menina e uma boa filha.
Desde os 15 anos, com sua amiga Virgínia, a pedido do pároco, Amábile foi catequista das crianças, cuidou dos doentes da comunidade e da Capela.
Quando tinha 22 anos, aconteceu uma coisa que mudou sua vida para sempre: durante três noites, Nossa Senhora de Lourdes lhe aparece em sonho e lhe faz um pedido:
“É meu ardente desejo que comeces uma obra…”
Amábile responde à Virgem:
“Mas como fazer, minha Mãe? Sem meios, tão miserável?”
Na outra noite, Nossa Senhora lhe pergunta:
“O que decidistes, minha filha?”
Enchendo-se de coragem, Amábile responde:
“Servir-vos, minha querida Mãe! Mas eu sou uma pobre criatura… No entanto, prometo esforçar-me o quanto puder.”
Nossa Senhora a anima e lhe fala das filhas que virão ajudar Amábile no futuro.
Os primeiros passos…
 A primeira obra de Amábile, Virgínia e mais uma amiga, Tereza, foi o “Hospitalzinho São Virgílio”, um velho casebre abandonado que as moças limparam e ajeitaram para cuidar de uma pobre senhora com câncer.
A coisa foi crescendo, até que o bispo reconheceu o trabalho das jovens e puderam fazer seus votos religiosos. Foi aí que Amábile trocou o nome para Paulina, como a conhecemos hoje. A pequena comunidade tornou-se uma congregação religiosa que já ajudou muita gente em todo Brasil.
E tudo começou com aquela pequena menina do navio… Quantas coisas lindas podemos fazer quando deixamos Deus nos conduzir, não é mesmo?!

http://blog.cancaonova.com/amigosdoceu/2012/07/09/madre-paulina/

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"Que a estrada se abra à sua frente,
Que o vento sopre levemente em suas costas,
Que o sol brilhe morno e suave em sua face,
Que a chuva caia de mansinho em seus campos,
E, até que nos encontremos, de novo...
Que Deus lhe guarde nas palmas de suas mãos!"

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