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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

BATISMO- O NASCIMENTO DA GRAÇA



Nosso Senhor instituiu o sacramento do batismo através da ordem consolidada aos apóstolos. O batismo é essencial para a vida cristã, a missão de ser um irmão de fé na vida das outras pessoas e uma indicação do rumo a tomar para a salvação:
“Portanto, vão e façam com que todos os povos se tornem meus discípulos, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.” (Mateus 28,19) A Santíssima Trindade está presente no batismo, e assim, o filho de Deus após ser batizado se transforma em templo da Trindade Santa.
“Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado.” (Marcos 16,16)
Nosso Salvador afirma que sem batismo não há salvação, e que, este batismo é de suma importância para a fé. O batismo é a essência da fé que nasce junto com a impressão que o batismo traz, como se Deus marcasse seus filhos: és meu!
E como o próprio Messias disse:
“Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo: quem não renascer da água e do Espírito não poderá entrar no Reino de Deus.” (João 3,5)
Deixa-se evidente que o batismo é o nascimento da graça, um sacramento que é essencial para a salvação de todos os homens. Somos batizados. Batizados com o fogo do Espírito Santo. Nascidos da água do Espírito. Marcados com o selo do Pai. E lavados pelo sangue de Cristo.

O Batismo de Crianças

“Portanto, vão e façam com que todos os povos se tornem meus discípulos, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.” (Mateus 28,19)
Desde as crianças também vão povos, gentes, pessoas, criaturas e filhos de Deus, essas crianças podem, devem e precisam ser batizadas. Segundo O Catecismo:
“Por nascerem com uma natureza humana decaída e manchada pelo pecado original, também as crianças precisam do novo nascimento no Batismo, a fim de serem libertadas do poder das trevas e serem transferidas para o domínio da liberdade dos filhos de Deus, para a qual todos os homens são chamados. A gratuidade pura da graça da salvação é particularmente manifesta no Batismo das crianças. A Igreja e os pais privariam então a criança da graça inestimável de tomar-se filho de Deus se não lhe conferissem o Batismo pouco depois do nascimento.” 1250
“Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado”. (Marcos 16,16)
Há possibilidade de salvação para todo aquele que crer e for batizado. Ninguém entra no céu sem batismo, mesmo que este batismo venha no purgatório, mas isto é assunto para um outro artigo. Os pais não podem deixar a criança sem batismo porque são responsáveis pela fé e justiça que os filhos caminharão. O Catecismo afirma:
“Os pais cristãos hão de reconhecer que esta prática corresponde também à sua função de alimentar a vida que Deus confiou a eles.” 1251
“Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo: quem não renascer da água e do Espírito não poderá entrar no Reino de Deus.” (João 3,5)
Nosso Senhor consolida mais uma vez que, o batismo é a marca do cristão, o banho da graça para lavar os pecados e uma espécie de carimbo no passaporte para a salvação. Sem o batismo o caminho fica desconhecido e inerte. O Catecismo ressalta que:
“A prática de batizar as crianças é uma tradição imemorial da Igreja. É atestada explicitamente desde o século II. Mas é bem possível que desde o início da pregação apostólica, quando "casas" inteiras receberam o Batismo, também se tenha batizado as crianças.” 1252
Nosso Senhor Jesus Cristo disse para não impedir as crianças de irem a Ele:
“Apresentaram-lhe então crianças para que as tocasse; mas os discípulos repreendiam os que as apresentavam. Vendo-o, Jesus indignou-se e disse-lhes: “Deixai vir a mim os pequeninos e não os impeçais, porque o Reino de Deus é daqueles que se lhes assemelham”. Em verdade vos digo: todo o que não receber o Reino de Deus com a mentalidade de uma criança, nele não entrará.” (Marcos 10, 13-15)
Mas, ninguém pode ir a Cristo sem batismo.
A Santa Igreja Católica recebe os filhos de Deus Pai desde crianças e não impede ninguém de ir até o encontro com A Santíssima Trindade no batismo.
“Neste momento os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram-lhe: Quem é o maior no Reino dos céus? Jesus chamou uma criancinha, colocou-a no meio deles e disse: Em verdade vos declaro: se não vos transformardes e vos tornardes como criancinhas, não entrareis no Reino dos céus. Aquele que se fizer humilde como esta criança será maior no Reino dos céus. E o que recebe em meu nome a um menino como este, é a mim que recebe.” (Mateus 18, 1-5)
As crianças recebem o Reino dos Céus. E Nosso Senhor confirma que, é preciso receber as crianças em nome da Santíssima Trindade.
“Os cegos e os coxos vieram a ele no templo e ele os curou, com grande indignação dos príncipes dos sacerdotes e dos escribas que assistiam a seus milagres e ouviam os meninos gritar no templo: Hosana ao filho de Davi! Disseram-lhe eles: Ouves o que dizem eles? Perfeitamente, respondeu-lhes Jesus. Nunca lestes estas palavras: Da boca dos meninos e das crianças de peito tirastes o vosso louvor” (Sl 8,3)? (Mateus 21, 14-16)
Desde criança os filhos de Deus louvam e como crianças glorificam O Pai. Deus, é Deus dos homens desde criança. As crianças são filhos de Deus.
“Trouxeram-lhe também criancinhas, para que ele as tocasse. Vendo isto, os discípulos as repreendiam. Jesus, porém, chamou-as e disse: Deixai vir a mim as criancinhas e não as impeçais, porque o Reino de Deus é daqueles que se parecem com elas. Em verdade vos declaro: quem não receber o Reino de Deus como uma criancinha, nele não entrará.” (Lucas 18, 15-17)
Nosso Senhor ama as crianças, agradece ao Pai pelas crianças, deixa para os homens o exemplo das crianças, afirma que o Reino dos Céus pertence às crianças e ordena: não proíbam que as crianças venham a mim.
“Desde os tempos mais antigos, o Batismo é administrado às crianças, pois é uma graça e um dom de Deus que não supõe méritos humanos; as crianças são batizadas na fé da Igreja. A entrada na vida cristã dá acesso à verdadeira liberdade.” 1282
Digamos que, uma pessoa que não acredita no batismo de crianças tenha um filho e, esperará que este filho complete 18 anos para fazer a sua “escolha” e ser batizado. Mas como não sabemos o dia de amanhã (Mt 24, 36), suponhamos que este filho morra por alguma doença aos 17 anos e sem batismo (Mt 28, 19). E agora? Quem poderia afirmar que esta criança de 17 anos, morta, sem batismo, pode ser salva? (Mc 16, 16). Quem é você para garantir sua própria salvação? Nem o maior dos apóstolos garantia a dele (1Cor 9, 27). E você pode garantir a salvação de alguém sem batismo, uma pessoa que só Deus conhece os pensamentos e o coração. E somente Deus conhece. Deus lhe confiou um dos filhos do Espírito Santo e você terá que prestar contas disso (Hb 13, 17). O batismo de crianças não é somente uma obrigação da nossa fé, mas a vontade do Pai Eterno para a salvação e um mapa do caminho que conduz para a vida.
A Bíblia deixa explicito o batismo de crianças como tradição da Igreja primitiva desde os apóstolos que batizavam famílias inteiras At 2, 37-41; At 16, 11-15; At 16, 16-40; 1Cor 1, 16. Desde que A Palavra diz sempre em filhos, em os seus, em toda sua família, em toda a sua família, deixa-se evidente que, logo, está se tratando de épocas passadas em que as famílias tinham muitos filhos e, é impossível que não houvesse crianças entre estas famílias e se todos foram batizados, como diz A Bíblia, então, as crianças também receberam o batismo.
Em Adão todos os homens pecaram, Rm 3, 23-24; Rm 5, 12-19; Rm 6, 4-5; Cl 2, 1-2; e em Cristo todos foram batizados, sepultados para o pecado e nascidos para a graça. Será que a graça não pode acontecer quando criança? Sim, a graça de Deus é para as crianças. Uma vez que se recebe a vida em Cristo, pelo batismo, este batismo lava os pecados, At 22, 1-21. E , por que lavar os pecados das crianças? Lembre-se do exemplo do jovem que morreu sem batismo. E pense, pense neste pequeno trecho; Sl 22, 10-11.
O batismo substituiu a circuncisação. É através do rito do batismo que um ser humano se torna filho de Deus, o batismo abre o caminho para a salvação. Assim como a circuncisação era o pacto da aliança com Deus. Igualmente, uma pessoa era considerada em comunhão com Deus através da circuncisação. E os batizados são aqueles que têm o Espírito Santo de Deus, participam da comunhão do cristianismo e têm as portas abertas para a salvação. E se o batismo e a circuncisação têm tanto em comum, logo, o batismo de crianças é absolutamente certo, porque as crianças eram circuncidadas: Gn 17, 12-14.
As crianças eram circuncidadas com 8 dias de vida, por ordem e vontade de Deus, Lc 1, 57-66; Lc 2, 21, que fez a partir da circuncisação a Aliança. E quem não era circuncidado estava fora da tenda do Senhor (igual o batismo para a salvação), Gn 21, 4.
Ora, se no batismo e na circuncisação há tantos pontos em comum: ritos, fatos, costumes, não pode ser errado batizar crianças, mas sim, plenamente correto, Cl 2,10-11, por ordem e graça de Deus.
Para concluir este tópico deixaremos esta reflexão sobre a essência do batismo de criança demonstrada pelo Padre Léo, da comunidade Bethania:
Um dia, uma certa senhora disse ao Padre Léo que ela não achava certo batizar criança, pois não sabemos se é isso que a criança quer. Então o padre respondeu: eu também acho errado, acho errado colocar nome, dar comida, dar banho, trocar fralda, você não sabe se a criança quer. Daí a mulher disse, ao padre que isso são coisas essenciais. E o padre respondeu, e fazer seu filho templo do Espírito Santo não é essencial?

O Rebatismo

“Sede um só corpo e um só espírito, assim como fostes chamados pela vossa vocação a uma só esperança. Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo. Há um só Deus e Pai de todos, que atua acima de todos, por todos e em todos.” (Efésios 4, 4-6)
A farsa do rebatismo é desfeita por três simples refutações bíblicas; primeiro: só há um batismo (Ef 4, 5), em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, (Mt 28, 18). Quem já foi batizado uma vez, desde que seja validamente, não precisa de outro batismo, não há prova bíblica para isto, Deus permanece no seu amor infinito por mais pecado que a pessoa tenha. Quem crer e for batizado será salvo (Mc 16,16), Nosso Senhor disse: e for batizado. Ele não disse, e não for rebatizado.
Segundo: uma falsa união protestante é negada, porque se uma pessoa participa de uma denominação e muda para outra, ela é obrigada a se rebatizar (ou se batizar de novo). Se eles fossem “irmãos” como pregam, não precisariam que um falso batismo fosse obrigatório, brincando com o Espírito Santo, cometendo heresias, cada vez que uma pessoa que já se batizou é rebatizada. Prova disto é que, batizados em religiões reformistas, validamente, não precisam ser batizados de novo quando se convertem A Igreja Católica, mas todo ex -católico (que nunca conheceu A Igreja e não ama a Deus) é OBRIGADO a se batizar de novo (rebatismo). Na Santa Igreja não existe rebatismo ou batismo de conversão, como alguns chamam, pois este batismo foi eliminado por Cristo (Mc 1, 6-8).
Terceiro: um conceito errante de que, quando a pessoa tiver 18 anos de idade escolhe se quer ser batizado ou não. Falso por que: a criança é obrigada a congregar antes dos 18 anos e em 99% dos casos gera uma rivalidade sem fim se quando a pessoa fizer 18 anos não escolher a mesma denominação dos pais, além de existir um falso conceito de livre arbítrio, também há prova definitiva do falso conceito de comunhão protestante, porque se fossem unidos, não haveria tal rivalidade. Conheço muitas pessoas que circularam por 3, 4, 5 assembléias reformistas (as maiores do Brasil) e foram obrigados a se rebatizar de novo em cada uma delas nos últimos 10 anos. Isso é união? Se nem o batismo é uniforme. E mesmo se hoje exista uniformidade, é mais contraditório ainda porque, se isto mudou em 5 anos, como dá para acreditar que tudo o que eles dizem vai ser a mesma coisa daqui mais 5 anos?
Rebatizar a cada vez que se muda de posição religiosa é, um crime contra A Bíblia, uma blasfêmia contra o sacramento do batismo e sobretudo uma heresia contra o Espírito Santo. Quem prega o rebatismo prega que, o batismo anterior não foi valido, sem fundamento bíblico e sobretudo dizendo que um filho de Deus não possui o Espírito Santo, reflita sobre (At 10, 34-35).
Ninguém, absolutamente ninguém pode afirmar que outra pessoa não tem o Espírito Santo ou que outra pessoa não é filho de Deus, mas aqueles que pregam o rebatismo ou o batismo de conversão, pregam isto deliberadamente, como se somente pelo batismo daquela religião o Espírito Santo habitasse a pessoa e através daí ela se tornasse filho de Deus.
A Santa Igreja considera válido, o batismo concedido nas seguintes igrejas: Igrejas Orientais Separadas (Ortodoxas) que não estão em comunhão plena com A Igreja; Igreja Apostólica, Igreja Episcopal do Brasil (Anglicanos); Igreja de Confissão Luterana no Brasil; Igreja Evangélica Luterana do Brasil; Igreja Metodista do Brasil.
Se algum membro dessas igrejas quer transformar-se em Católico não pode ser batizado de novo. O batismo administrado por essas igrejas é válido tal qual na Igreja Católica, pois eles são também cristãos, e não podem ser rebatizados nem sob condição. O mesmo vale para as seguintes igrejas: Presbiterianas; Batistas; Adventistas; Congregacionistas; Pentecostais (Assembléia de Deus; Congregação Cristã do Brasil; Igreja do Evangelho Quadrangular; Igreja Deus é Amor; Igreja Evangélica Pentecostal).
Existem igrejas das quais o batismo é duvidoso, por estas razão pode-se batizar, sob condição, ou seja, se por acaso não houve no batismo anterior a unção da Santíssima Trindade, essas igrejas são: Igreja Pentecostal Unida do Brasil (batiza em nome do Senhor e não na Santíssima Trindade); Igrejas Brasileiras (embora não se duvide do rito pode-se e deve-se duvidar da intenção dos seus ministros); Mórmons (negam a divindade de Cristo no seu maior sentido).
Com certeza batizam invalidamente, e A Igreja não aceita o batismo, portanto deve ser batizado como Católico: Testemunhas de Jeová (não acreditam na Santíssima Trindade); Ciência Cristã (ritos duvidosos sob o nome de batismo e que podem ser comparados ao Umbanda). Deve-se sempre explicar o porque, para a pessoa, criança ou adulto, porque deve ser batizado como Católico ou se não necessita do batismo, desde que já tenha sido batizado validamente.

O Sacramento Autentico

“Continuaram a perguntar-lhe: Como, pois, batizas, se tu não és o Cristo, nem Elias, nem o profeta? João respondeu: Eu batizo com água, mas no meio de vós está quem vós não conheceis. Esse é quem vem depois de mim; e eu não sou digno de lhe desatar a correia do calçado.” (João 1, 25-27)
O batismo de João, era uma forma de arrependimento, de conversão, este batismo foi extinto assim que o Messias iniciou suas obras.
“Portanto, vão e façam com que todos os povos se tornem meus discípulos, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.” (Mateus 28,19)
Nosso Senhor nos apresenta o verdadeiro batismo da fé cristã, no qual, toda a Trindade Santa está presente.
“Ora, como o povo estivesse na expectativa, e como todos perguntassem em seus corações se talvez João fosse o Cristo, ele tomou a palavra, dizendo a todos: Eu vos batizo na água, mas eis que vem outro mais poderoso do que eu, a quem não sou digno de lhe desatar a correia das sandálias; ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo.” (Lucas 3, 15-16)
O batismo de João, veio como um anunciador do Anuncio Divino. E quando a Boa Nova chegou, se estabeleceu um batismo autêntico.
“Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado.” (Marcos 16,16)
O Catecismo nos orienta sobre a verdadeira forma de ser batizado, sobre a prescrição do rito e a essência do fundamento cristão:
“O rito essencial do Batismo consiste em mergulhar na água o candidato ou em derramar água sobre sua cabeça, pronunciando a invocação da Santíssima Trindade, isto é, do Pai, do Filho e do Espírito Santo.” 1278
E este batismo autêntico é essencial para a fé e de suma importância para a salvação. Desde que, o maior batiza uma vez, com um batismo maior:
“João andava vestido de pêlo de camelo e trazia um cinto de couro em volta dos rins, e alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre. Ele pôs-se a proclamar: ‘Depois de mim vem outro mais poderoso do que eu, ante o qual não sou digno de me prostrar para desatar-lhe a correia do calçado. Eu vos batizei com água; ele, porém, vos batizará no Espírito Santo’.” (Marcos 1,6-8)
A água viva, o fogo abrasador, o Espírito Santo são sinais do batismo na Santíssima Trindade:
“Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo: quem não renascer da água e do Espírito não poderá entrar no Reino de Deus.” (João 3,5)
O Catecismo nos indica que o batismo da Trindade Santa é eterno e único:
“O Batismo imprime na alma um sinal espiritual indelével, o caráter, que consagra o batizado ao culto da religião cristã. Em razão do caráter, o Batismo não pode ser reiterado.” 1280
O batismo de João passou. O batismo de Nosso Senhor é eterno e único.
“Eu vos batizo com água, em sinal de penitência, mas aquele que virá depois de mim é mais poderoso do que eu e nem sou digno de carregar seus calçados. Ele vos batizará no Espírito Santo e em fogo.” (Mateus 3,11)
A impressão do batismo de Nosso Senhor fica clara ao se revelar que não muda seu caráter de sinal verdadeiro e que todo cristão têm esse direito.
“Enquanto Apolo estava em Corinto, Paulo atravessou as províncias superiores e chegou a Éfeso, onde achou alguns discípulos e indagou deles: Recebestes o Espírito Santo, quando abraçastes a fé? Responderam-lhe: Não, nem sequer ouvimos dizer que há um Espírito Santo! Então em que batismo fostes batizados?, Perguntou Paulo. Disseram: No batismo de João. Paulo então replicou: João só dava um batismo de penitência, dizendo ao povo que cresse naquele que havia de vir depois dele, isto é, em Jesus. Ouvindo isso, foram batizados em nome do Senhor Jesus.”(Atos 19, 1-5)
Nesta ocasião, os discípulos não foram rebatizados, pois eles tinham sido batizados pelo batismo que passou, o batismo de conversão, então tiveram que ser batizados com o batismo autêntico e verdadeiro que é eterno e único (não passa e não muda) em nome da Santíssima Trindade, aquele pelo qual não se pode rebatizar, como já vimos, é concedido para as crianças, como aprendemos, e faz com que os filhos de Deus sejam seus templos, suas moradas e nós nos refugiamos, abrigados no amor de Deus.

FONTE: PORTAL KAIROS

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Que o sol brilhe morno e suave em sua face,
Que a chuva caia de mansinho em seus campos,
E, até que nos encontremos, de novo...
Que Deus lhe guarde nas palmas de suas mãos!"

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