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sábado, 28 de dezembro de 2013

Oração pela Paz – Pe. Zezinho


Cristo, quero ser instrumento de Tua
Paz e do Teu infinito amor
Onde houver ódio e rancor, que eu
Leve a concórdia, que eu leve o amor

Onde há ofensa que dói
Que eu leve o perdão
Onde houver a discórdia,
Que eu leve a união e Tua paz

Onde encontrar um irmão
a chorar de Tristeza
sem ter voz e nem vez
Quero bem no seu coração
semear alegria
pra florir gratidão

Mestre, que eu saiba amar
Compreender, consolar
e dar sem receber
Quero sempre mais perdoar
trabalhar na conquista
e vitória da paz


FELIZ ANO NOVO !

COM MUITA PAZ E AMOR NO CORAÇÃO DE CADA UM !




sábado, 14 de dezembro de 2013

Olhar o presépio com os olhos do coração


Sejamos como Maria: na contemplação, um olhar de ternura ao Menino Jesus e um coração capaz de acolher as surpresas de Deus.

Sejamos como José: no silêncio, a não-compreensão dos fatos, mas a plena aceitação do mistério de Deus.

Sejamos como os anjos: na alegria, o canto de glória por todos o céu e por toda a terra. "eis que anuncio a vocês uma grande alegria: um menino nasceu, um Filho nos foi dado" (Lc 2,10).

Sejamos como os pastores: na simplicidade, os passos apressados... apressados porque na direção Daquele que era o prometido, a esperança dos pobres e pequenos.

Sejamos como o boi e o burro: na generosidade, o cumprimento da própria missão. Nada melhor do que fazer bem o próprio papel, em tempo e lugar. Estar a serviço... o mundo precisa do que somos mais do que aquilo que temos ou fazemos.

Sejamos como a estrela: um percurso feito na calada da noite, de modo brilhante e convincente. Anunciar... a notícia se faz grande, percorre quilômetros e aponta a direção.

Sejamos como os Reis Magos: na esperança, o acreditar! Caminhar seguindo a estrela, acreditar seguindo o coração.

Sejamos, enfim, como Jesus: humilde, pequeno, pobre e simples. Na comunhão com o Infinito, com o Criador, um sim à vida. Eis-me aqui... vim para fazer a tua vontade.
Feliz natal!
(Pe. Antônio G. Dalla Costa)

(Fonte)

sábado, 2 de novembro de 2013

O NASCER PARA O ALÉM...



Há quem morra todos os dias. 

Morre no orgulho, na ignorância, na fraqueza. 
Morre um dia, mas nasce outro. 
Morre a semente, mas nasce a flor. 
Morre o homem para o mundo, mas nasce para Deus.


Assim, em toda morte, deve haver uma nova vida. 

Esta é a esperança do ser humano que crê em Deus. 
Triste é ver gente morrendo por antecipação... 
De desgosto, de tristeza, de solidão. 
Pessoas fumando, bebendo, acabando com a vida. 
Essa gente empurrando a vida. 
Gritando, perdendo-se. 
Gente que vai morrendo um pouco, a cada dia que passa.


E a lembrança de nossos mortos, despertando, em nós, o desejo de abraçá-los outra vez. 

Essa vontade de rasgar o infinito para descobri-los. 
De retroceder no tempo e segurar a vida. 
Ausência: - porque não há formas para se tocar. 
Presença: - porque se pode sentir. 
Essa lágrima cristalizada, distante e intocável. 
Essa saudade machucando o coração. 
Esse infinito rolando sobre a nossa pequenez. 
Esse céu azul e misterioso. 


Ah! Aqueles que já partiram! 

Aqueles que viveram entre nós.
Que encheram de sorrisos e de paz a nossa vida. 
Foram para o além deixando este vazio inconsolável. 
Que a gente, às vezes, disfarça para esquecer. 
Deles guardamos até os mais simples gestos.


Sentimos, quando mergulhados em oração, o ruído de seus passos e o som de suas vozes.

A lembrança dos dias alegres. 
Daquela mão nos amparando. 
Daquela lágrima que vimos correr.
Da vontade de ficar quando era hora de partir.
Essa vontade de rever aquele rosto.
Esse arrependimento de não ter dado maiores alegrias. 
Essa prece que diz tudo. 
Esse soluço que morre na garganta...


E... 

Há tanta gente morrendo a cada dia, sem partir. 
Esta saudade do tamanho do infinito caindo sobre nós. 
Esta lembrança dos que já foram para a eternidade. 
Meu Deus!
Que ausência tão cheia de presença! 
Que morte tão cheia de esperança e de vida!


Texto: Padre Juca 

Adaptação: Sandra Zilio


sexta-feira, 1 de novembro de 2013

VIVER EM CRISTO NOSSA META !


Hoje 01 de Novembro é solenidade de Todos os Santos e amanhã celebramos os Fiéis Defuntos (Dia de finados). Você pode até perguntar o que uma celebração tem a ver com a outra? Respondo: para chegarmos à glória nos céus precisamos morrer na carne, como diz São Paulo em Filipenses 1, 21: “Para mim, viver é Cristo, e morrer é lucro”. Ou seja, o que importa e precisa mover nossos corações é o desejo de Céu, é o desejo de estar com Cristo na glória. Aos santos que veneramos e muitos deles não sabemos o nome – por isso esta data tão linda, para celebrar a todos aqueles que nos precedem no céu – nos deixam um grande exemplo e olhando para eles precisamos ter o desejo de lutar todos os dias para alcançarmos esta grande dádiva de contemplar Deus em sua glória e experimentar a verdadeira e eterna alegria, o lucro como diz São Paulo. Não podemos ter medo da morte ou a vê-la somente como uma grande dor, ter saudades sim, é louvável, mas precisamos transformar essa saudade em uma bela oração para aqueles que amamos e já não mais estão aqui, mas comungarão conosco do céu um dia. Pois a nossa salvação nos chegou pela morte de Jesus Cristo, Nosso Senhor na cruz, morte dolorosa, mas vitoriosa, pois nos abriu a porta do céu.
O dia de Todos os Santos é para nos abrir os olhos ao desejo que sempre precisa arder forte em nossos corações o desejo de céu, que começa aqui, nas nossas lutas diárias para sermos melhores cristãos. Assim olhando para nossos irmãos santos que já contemplam a glória, rezemos para aqueles que necessitam de nossas orações e que alcançaram essa linda graça de estar com Deus no céu um dia.
Santos e santas de Deus, rogai por nós!!!!

http://blog.cancaonova.com/bh/2012/11/01/01-de-novembro-dia-todos-os-santos/

sábado, 26 de outubro de 2013

Dinâmica: o relógio do silêncio

Objetivo

Ajudar a silenciar para escutar.

Material necessário
Um despertador

Desenvolvimento
Dois voluntários ou mais saem da sala. No grupo tem-se um despertador que deve ser escondido entre os participantes (no chão, em algum lugar, na roupa dos participantes). Um dos voluntários entra e deve descobrir onde o despertador está pelo seu som, o grupo colabora fazendo silêncio.
Repetir a dinâmica quantas vezes o coordenador achar necessário. Logo após avaliar com os participantes  o que mais marcou nessa experiência e o porque o silêncio é importante em nossa vida. a seguir, pode-se refletir individualmente ou em pequenos grupos frases bíblicas, tais como: "escutem, ouçam! É Javé quem fala" (Is 1,2); "Fala, Senhor, que teu servo escuta" (1Sm 3,10); "Vou escutar o que diz Javé: Deus anuncia a paz ao seu povo e seus fiéis e aos que se convertem de coração" (Sl 85,9); "Vou levá-la ao deserto e falarei ao coração" (Os 2,16); "Jesus foi para a montanha afim de rezar e passou toda a noite em oração a Deus" (Lc 6,12)

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

COMO É DEUS?


O homem tinha uma aparência simples e cheia de bondade. Por isso lhe pedi:

- Por favor, diga-me: como é Deus?

Ele respondeu:

- Muitas palavras não serviriam. No entanto, toma este livro – era um livro no qual ele mesmo escrevia. – Se o ler no momento certo, ele te dirá como é Deus.

Eu queria ver logo o que estava escrito, mas quando cheguei em casa minha mulher não ficou tão animada. Ela estava toda ocupada porque se aproximavam os dias do nascimento do nosso primeiro filho. Eu me perguntava: quando será o momento certo para ler o livro? Talvez por ocasião de algum dia santo. Quem sabe, num dia de tristeza. Pode ser também que Deus mesmo vai nos dizer quando abrir o livro. Decidimos esperar. Duas semanas depois, nasceu o nosso primeiro filho. É muito difícil explicar o que eu senti. Era pai, estava cheio de orgulho, mas ao mesmo tempo estava humilhado porque nem sabia como pegar no colo aquela criança. Achava de ter já entendido tudo da vida, mas aquele pequeno ser era maior do que eu. Devia aprender com ele coisas novas. Todos crescem quando se tornam pais. Naquela noite, sonhei que meu filho me perguntava:

- Como é Deus?

Levantei-me e fui buscar o livro. Disse à minha esposa:

- Este é o momento certo.

Abrimos o livro e eu li:

- É muito simples: Deus é um Pai.

Ela também quis abrir o livro e leu:

- É muito simples: Deus é um Filho.

– Vamos agora abrir o livro juntos – pedi.

Unimos as nossas mãos, abrimos e lemos:

- É muito simples, cada respiro seu é um respiro da vida de Deus!

Essas são palavras de Teofane, um dos monges do deserto. Nada de mais humano que buscar o sentido das coisas grandes a partir da simplicidade da vida, aquela que, talvez, vivemos todos os dias sem dar atenção. Deus sempre será infinitamente maior do que nós, maior do que nossas ideias e nossas palavras; maior do que as nossas tentativas de explicação. No entanto dizer que Deus é Pai, Filho e Espírito Santo é mais do que proclamar um dos mistérios maiores e mais bonitos da nossa fé; é expressar com singeleza algo que deve envolver também as nossas vidas.

Jesus ensinou e prometeu que ele e o Pai iriam “fazer morada” naqueles que o amarem e guardarem a sua palavra (cf. Jo14, 23). Deus quer estar conosco, caminhar conosco, quer ter o seu lugar em nosso coração. Com isso, quero dizer que, apesar da sua grandeza e da nossa pequenez, algo de Deus deve estar necessariamente ao nosso alcance. Deve ser possível falar, ao menos um pouco, dele e fazer a experiência do seu amor. Acredito que, apesar das limitações das palavras, dizer que Deus é Pai, Filho e Espírito Santo faz que o sintamos cada vez mais perto de nós.

Pai (e mãe) significa o dom da vida. A uma criança basta pouco para ser feliz, serve alguém que a tome no colo e atenda às suas necessidades elementares de sobrevivência. Filho é aquele que, em primeiro lugar, encanta-se com seus pais e os admira. Um filho aprende a agradecer a cada dia e prova a sua gratidão no respeito e na atenção para com os pais.  Enfim, o “respiro”, o sopro do Espírito, é como o ar necessário em cada momento para se viver, porque é o amor que transforma tudo em beleza, em alegria, e bondade.

O amor faz de gestos simples, cotidianos, muitas vezes despercebidos, verdadeiros atos de heroísmo, de sacrifício, de desprendimento e doação. É o amor que, dado e recebido, faz da nossa vida um dom, além dos cálculos e dos interesses: pura gratuidade. Gestos de amor verdadeiro não têm preço, purificam o nosso coração das invejas, limpam os nossos olhos das maldades, fazem surgir a paz onde reinava a inquietação. Talvez nos sintamos muitas vezes infelizes pela incapacidade de enxergar o bem que nos é oferecido e o bem que podemos doar sem esperar nada de volta. Temos medo de sermos os primeiros a amar, de nos “perder” por causa do amor. Na realidade o “momento certo” para entender o amor é, e sempre será, quando amamos. Fora do amor vivido, real e sofrido, é difícil entender o amor. Também é difícil entender Deus.

Por Dom Pedro José Conti – Bispo de Macapá

(FONTE)

terça-feira, 1 de outubro de 2013

PÉTALAS DE SANTA TEREZINHA


São pequenas Frases ou Ensinamentos de Santa Teresinha.

» Tudo é graça.

» Amo tanto a Deus que desejo poder dar-lhe prazer 
   sem que Ele saiba que sou eu.

» Não espero na terra qualquer retribuição: faço tudo por Deus.

» Quando estiver no Céu, chamar-vos-ei depressa...

» Não é a morte que virá buscar-me, é Deus.

 » Do Evangelho fiz o meu tesouro mais precioso.

» A vontade de Deus é que eu lute até à morte.

» Deus absorver-me-á como uma gotinha de orvalho.

» Lutemos sempre, mesmo sem esperança de ganhar a batalha.

» Oh! Bem-aventurado silêncio que tanta paz traz à alma!

 » Ser carmelita; ser pela minha união convosco mãe das almas: 
   essa é a minha vocação.

» Eu sempre quis ser santa.

» Deus apenas te pede que te deixes amar.

» Deus não tem necessidade das nossas obras, mas do nosso amor.

» Viver de amor é dissipar o medo e a recordação das faltas passadas.

 » A oração é um impulso do coração.

» Oh! Que grande é o poder da oração!

» Dir-se-ia que na oração és como uma rainha que tem livre acesso ao Rei 
   e que dele podes alcançar tudo o que pedires!

» Deus é tão rico que me dá abundantemente o que lhe peço.

» A minha vocação é o amor!

 » Como é doce chamar a Deus nosso Pai!

» A vida é um tesouro!

» Eu escolhi ensinar a amar o Amor.

» quero ensinar a amar o Amor; quero infundir esperança.

» Eu não posso ter medo de um Deus, que por mim se fez pequenino.

 » Vim para salvar almas. E rezar pelos sacerdotes.

» Nunca me apoio nos meus próprios pensamentos.

» Deus quer que me abandone como uma criança.

» A caridade não deve ficar fechada no fundo do coração.

» Viver de amor é dar sem medida, sem reclamar salário aqui na terra.

 » Deus não pode inspirar desejos irrealizáveis.

» Quero encontrar maneira de ir par ao Céu 
   por um caminhinho muito direito, muito curto.

» Eu faço como as crianças que não sabem ler: 
   digo a Deus o que Lhe quero dizer, sem compor belas frases.

» Muitas vezes, sem o sabermos, 
   as graças que recebemos são devidas a uma alma escondida.

» No coração da Igreja, minha mãe, eu serei o amor!

 » Uma alma abrasada em amor não pode permanecer inactiva.

» Um coração que ama trabalha com amor.

» Compreendi que o Amor encerra todas as vocações.

» O Amor é tudo.

» O Amor é eterno.

 » A caridade perfeita consiste em suportar os defeitos dos outros.

» Deus nunca me abandonou.

» Deus não me abandonará.

» Estou unida Àquele a quem amei com todas as forças.

» Meu Deus, amo-vos!

 » Não me arrependo de me haver entregue ao Amor.

» Haverá alma mais pequena e mais impotente que a minha?

» O mérito não consiste em dar muito, mas em amar muito.

» Como é fácil agradar a Jesus, basta amá-L’o!

» Não é par ao primeiro lugar, mas para o último que eu corro.

 » Sou filha de Maria.

» A Virgem Santíssima é mais Mãe que Rainha.

» A Santíssima Virgem teve menos que nós, 
   porque não teve uma Santíssima Virgem para amar!

» Ó Mãe bem-amada, apesar da minha pequenez, 
   como tu possuo em mim o Omnipotente.

» A Santíssima Virgem nunca estará escondida para mim, 
   porque a amo muito.

 » Ó Divina Eucaristia! Ó Mistério Sagrado! Que o Amor produziu...

» Já não receio os pavores da noite.

» Na noite desta vida aparecerei diante de Vós com as mãos vazias.

» Não recusemos nada a Jesus. Um dia Ele nos dirá: «Agora é a minha vez»!

» É tão doce ajudar Jesus, pelos nossos sacrifícios, salvar almas.

 » O meu caminho é todo confiança e amor.

» Não compreendo as almas que têm medo de um Amigo tão terno.

» Não tenho outro modo de Vos provar o meu amor 
   senão ode Vos atirar flores.

» Desejaria ter sido missionária desde a criação do mundo 
   até ao fim dos séculos.

» Amar é tudo dar e dar-se a si mesmo.

 » Nada fica nas minhas mãos. Tudo o que tenho, 
   tudo o que ganho é para a Igreja e para as almas.

» Nunca direi a Deus senão amor, por isso Ele devolve-me Amor.

» Nós, que corremos pelo caminho do Amor, 
   não devemos pensar no que nos pode acontecer de doloroso no futuro.

» Não me considero uma grande santa! Considero-me uma santa pequenina.
   Penso que deus quis pôr em mim coisas que fazem bem a mim e aos outros.

» Se os Anjos varressem o Céu, a poeira seria feita de diamantes.

 » Deus terá de satisfazer todos os meus desejos no Céu.

» A minha missão vai começar, a missão de fazer amar a Deus 
   como eu O amo, de dar às almas o meu pequeno caminho.

» Quero passar o meu Céu a fazer bem á terra.

» Não posso descansar enquanto houver almas para salvar.

» Deus não me daria este desejo de fazer o bem sobre a terra 
   depois da minha morte, se não quisesse realizá-lo.

 » Só no Céu veremos a verdade de todas as coisas.

» Sou uma alma pequenina que Deus cumulou de graças.

» Como gostaria de ter sido sacerdote para pregar sobre a Santíssima Virgem.

» Os pregadores apresentam-na inacessível; deviam mostrá-la imitável.

» Que seria de mim se Deus não me desse força?

 » O que mais me agrada é o que Deus quer e escolhe para mim.

» Não me arrepende de me ter entregue ao Amor.

» Não é «a morte» que virá buscar-me, é Deus.

» A Santíssima Virgem cuida bem dos meus recados; 
   hei-de confiar-lhe outros numa próxima vez.

» Se soubesse como Deus é bom para comigo! 
   Mas se Ele fosse um bocadinho menos bom, 
   continuava a achá-l'O ainda bom...

(FONTE)

terça-feira, 24 de setembro de 2013

JOGRAL PARA O MÊS DA BÍBLIA


Preparação:
Escolher os catequizandos que irão participar do jogral, podem ser adolescentes, jovens ou adultos, mas que saibam ler bem. Treinar os catequizandos escolhidos para que façam uma leitura clara e pausada, respeitando o tempo rítmico do jogral.
Escolher um lugar onde todos possam ficar sentados em semi-círculo e o grupo que fará o jogral ficará colocado de modo a fechar o círculo.
No meio do grupo, preparar um pequeno altar com uma toalha florida (pode ser de chita) que vai representar a natureza; colocar sobre a toalha, abertas, folhas de um jornal do dia (mas sem cobrir totalmente a toalha).
Sobre a toalha colocar uma vela grande e flores (um vaso com flores plantadas).
Acolhida
Catequista 1:
Hoje nos reunimos para celebrar o “Dia da Bíblia”. Ela tem sido nossa companheira de caminhada há muito tempo, está a nosso lado todos os dias e nos conforta em todos os momentos. Por isso vamos lhe fazer uma homenagem.
Catequista 2:
Vamos iniciar nosso encontro fazendo o sinal da cruz cantando “Em nome do Pai”
Todos: Em nome do Pai…
Catequista 1: Deus nos chama para celebrar a graça da sua Palavra, presente na Bíblia.

Leitor 1: A Bíblia é o livro do povo,
Leitor 2: e nasceu como fruto da caminhada com Deus.
Leitor 3: Ela conta a caminhada de fé desse povo,
Leitor 4: onde muitos caminhos se misturam,
Leitor 5: onde o povo muitas vezes é infiel,
Leitor 6: onde acontecem coisas boas e coisas ruins,
Todos: mas onde a presença de Deus é constante.
Leitor 1: No começo era apenas uma tradição oral.
Leitor 2: Passada de boca em boca.
Leitor 3: Em que o povo ia cantando e contando
Leitor 4: A experiência da própria vida
Todos: vivida na presença de Deus.
Leitor 5: Mas com o tempo passando,
Leitor 6: e com o povo se dispersando,
Leitor 5: sentiram a necessidade de escrever
Leitor 4: aquela história marcante
Leitor 3: que era pra todo mundo ler,
Leitor 2: pra todo mundo aprender,
Leitor 1: pra todo mundo entender
Todos: como Deus quer o nosso viver.
Catequista 2: Foi assim que a Bíblia nasceu contando a história de fé de um povo que acreditava
em Deus e que sabia enxergar a sua presença no dia a dia da existência. Na Bíblia encontramos a Palavra de Deus, que foi inspirada nos corações de homens e mulheres e transformou suas vidas.

Todos: A Bíblia é Palavra de Deus
Leitor 1: semeada no coração do povo,
Leitor 2: que foi terra fértil onde ela brotou,
Leitor 3: e onde cresceu e deu muitos frutos.
Todos: A Bíblia é Palavra de Deus
Leitor 4: que iluminou a vida do povo
Leitor 5: que mostrou o caminho a seguir
Leitor 6: para o povo saber por  onde ir
Todos: E o Reino de Deus construir.
Catequista 1: E assim, a Bíblia foi sendo escrita e transmitida até os dias de hoje, passando de mão em mão até chegar aqui. Ela não foi ditada, foi inspirada e vivida antes de ser escrita.
Catequista 2: Por isso, agora vamos acolher a Bíblia cantando. Ela vai passar de mão em mão
até passar por todos que aqui estão reunidos.
[O Catequista 1 entrega a Bíblia para a primeira pessoa que está sentada numa das pontas do círculo, e vai passando na mão de todos, até completar o percurso para o outro lado. A última pessoa a recebê-la deverá ser o catequista 2, que irá levantar-se e colocá-la no meio do pequeno altar, sobre o jornal - enquanto isso todos cantam uma música que diga que a Bíblia, a Palavra de Deus, é Luz]
 Catequista 1: Com a Bíblia deve ser assim, ela deve estar sempre nas mãos do povo, iluminando suas vidas, sua realidade, para ajudar a transformar tudo que for mau.

Leitor 1: Para transformar toda violência
Leitor 2: para transformar toda injustiça
Leitor 3: Para transformar toda corrupção
Leitor 4: Para transformar toda ganância
Leitor 5: Para transformar toda miséria
Leitor 6: Para transformar todo abandono
Todos: Em vida plena para todos!
Catequista 2: Vamos ouvir o que Jesus nos diz sobre a Palavra de Deus na vida do povo. Ele nos fala por meio de uma parábola, a Parábola do Semeador, e depois nos dá a explicação (Mt 13, 4-9 e 18-23).
[Dois leitores, de preferência um homem e uma mulher, farão a  leitura.O  primeiro leitor vai pegar a Bíblia que está sobre o jornal e ler  a primeira parte (Mt 13, 4-9). Em seguida passa a Bíblia para as mãos do segundo leitor que lê a segunda parte (Mt 13, 18-23]
Leitor 1: Leitura do Evangelho de Jesus Cristo narrado por Mateus. (faz a leitura
do seu trecho. Ao final, sem pressa e em silêncio, beija a Bíblia e passa para
o outro leitor)
Leitor 2:(faz a leitura do seu trecho e depois que terminar a leitura diz) - Esta é Palavra da Salvação!
(e ergue a Bíblia para que todos aplaudam, enquanto cantam o refrão do cântico)
[Cântico "A Bíblia é a Palavra de Deus" Fr. Fabreti - Missa Palavra que Liberta]
Todos: “A Bíblia é a Palavra de Deus, semeada no meio do povo, que cresceu, cresceu e nos transformou, ensinando a viver um mundo novo.
Catequista 1:Encerrando nossa Celebração vamos rezar todos juntos:
Senhor, que nosso coração seja sempre terreno fértil para acolher a tua Palavra. Que saibamos espantar os pássaros do egoísmo e da ganância, que impedem tua Palavra de brotar. Que saibamos retirar as pedras do orgulho e da vaidade, que impedem tua Palavra de criar raízes. Que saibamos arrancar os espinhos da injustiça e da exploração presentes no mundo, que sufocam a tua Palavra. Que saibamos adubar nosso coração com o Amor  e regar com a Paz, para que tua Palavra possa gerar frutos e fazer florescer o vosso Reino. Amém!

(FONTE)

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

OS SONS DAS FLORES


No século III d.C. o rei Ts’ao mandou seu filho, o príncipe T’ai, ir estudar no templo com o grande mestre Pan ku. O objetivo era preparar o príncipe, que iria suceder ao pai no trono, para ser um grande administrador.
            Quando o príncipe chegou ao templo, o mestre Pan ku logo o mandou, sozinho, à floresta de Ming Li. Ele deveria voltar um ano depois, com a tarefa de descrever os sons da floresta. Passado o prazo, T’ai retornou e Pan ku lhe pediu para descrever os sons de tudo aquilo que tinha conseguido ouvir.
            - Mestre, pude ouvir o canto dos cucos, o roçar das folhas, o alvoroço dos beija-flores, a brisa batendo suavemente na grama, o zumbido das abelhas e o barulho do vento cortando os céus.
            Quando T’ai terminou, o mestre mandou-o de volta à floresta para ouvir tudo o mais que fosse possível. T’ai ficou intrigado com a ordem do mestre. Ele já não tinha distinguido cada som da floresta?             Por longos dias e noites o príncipe se sentou sozinho na floreta, ouvindo, ouvindo. Mas não conseguiu distinguir nada de novo além daqueles sons já mencionados ao mestre Pan ku.
            Então, certa manhã, sentado entre as árvores da floresta, começou a discernir sons vagos, diferentes de tudo o que ouvira antes. Quanto mais atenção prestava, mais claro os sons se tornavam. Uma sensação de encantamento tomou conta do rapaz. “Esses devem ser os sons que o mestre queria que eu ouvisse”, pensou.     Sem pressa, o príncipe passou horas ali, ouvindo, pacientemente. Queria ter a certeza de que estava no caminho certo. Quando T’ai retornou ao templo, o mestre lhe perguntou o que mais ele tinha conseguido ouvir.
            - Mestre, quando prestei mais atenção, pude ouvir o inaudível! O som das flores se abrindo, do sol aquecendo a terra e da grama bebendo o orvalho da manhã.
O mestre acenou com a cabeça em sinal de aprovação e disse:
- Ouvir o inaudível é ter disciplina necessária para se tornar um grande administrador. Apenas quando aprende a ouvir o coração das pessoas, seus sentimentos mudos, os medos não confessados e as queixas silenciosas, um administrador pode inspirar confiança a seu povo, entender o que está errado e atender às reais necessidades dos cidadãos.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

A SABEDORIA DOS ANTIGOS

Certa vez, um padre ainda novo foi rezar uma missa no interior de sua paróquia e, por culpa de mal-entendidos sobre o horário, apenas um senhor da roça veio para participar da reza.
"O que vou fazer agora?", pensou o padre. Tinha preparado bem a liturgia, com um sermão comprido. Iria rezar a missa ou não?
Quando o senhor percebeu que o padre não estava disposto a celebrar, fez a seguinte observação:
- Sabe, padre, eu tenho uma fazenda com muitas vacas. Comecei apenas com uma, e com o tempo fui conseguindo mais e mais. Hoje eu tenho uma grande manada.
O padre respondeu:
- O senhor está certo. Entendi sua mensagem. Agradeço e vou celebrar a missa.
Ao iniciar a celebração, nenhuma outra pessoa havia para participar. Mesmo assim, o padre celebrou a missa com todo o entusiasmo e fez um sermão de uma hora. A missa terminou bem tarde.
Já na sacristia, o roceiro se aproximou e falou:
- Quando vou alimentar as minhas vacas, preparo a comida para todas, mas quando somente uma vem para comer, eu não lhe dou toda a comida que preparei.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

SOMENTE FALAVA DE DEUS...


Conta-se que, no sul da China, um nativo foi convidado a assistir a uma séria de conferências religiosas. Era um homem simples, naturalmente, mas curioso e observador. Compareceu logo na primeira noite e gostou imensamente.
Os pensamentos do orador, embora estranhos para ele, não deixavam de ser interessantes. Voltou na noite seguinte e, ao término da segunda conferência, pensou consigo mesmo: o orador falou hoje quase a mesma coisa que disse ontem.
Contudo, nem por isso deixou de assistir nas três noites restantes. Na última noite, continuou no recinto até as pessoas se afastarem totalmente. Assim, a sós com o pregador, arriscou a seguinte observação:
- Afinal, pregador, por que motivo o senhor não fala de outras coisas igualmente interessantes e até mais abrangentes? Assisti a todas as suas conferências, e o assunto foi sempre o mesmo: Deus. Não há nenhum outro nome que possa ser mencionado?
O orador, maduro e muito experiente, sobretudo muitíssimo hábil, encontrou de imediato uma extraordinária saída. Perguntou-lhe:
- Desculpe a minha curiosidade: O que é que o amigo come no almoço?
- Como arroz, principalmente
- E no jantar, qual o seu prato predileto?
- Ainda arroz
- O senhor costuma cear à noite, antes de dormir?
- Sim, fazemos isso todas as noites em minha casa
- E na ceia, o que a família costuma comer?
- Também arroz. Uma refeição só será completa para mim se houver arroz
- E ontem o senhor comeu arroz nas três refeições que fez?
- Sim, eu, particularmente, só como arroz. Entendo que esse cereal me dá vida, força e saúde.
Depois desse diálogo, aparentemente sem importância, o pregador, em poucas palavras, prestou o mais profundo esclarecimento que o nativo carecia ouvir, para entender que o nome de Deus é o mais abrangente.
- Pois essa é justamente a razão de eu só falar em Deus. Ele é meu amigo. Ele me enche a vida e a alma. É capaz de preencher qualquer necessidade que eventualmente eu possa ter. Por causa desse tão maravilhoso relacionamente entre mim e Deus, e em virtude das muitas bençãos que dele recebo, é que a minha boca não sabe falar de outra coisa.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

APRENDENDO A ESCREVER


Quando Joey tinha somente cinco anos, a  professora do jardim de infância pediu aos alunos que fizessem um desenho  de alguma coisa que eles amavam.
Joey desenhou sua família. Depois, traçou um grande círculo com lápis vermelho ao redor das figuras. E desejando escrever uma palavra acima do círculo, saiu de sua mesinha e foi até a professora, perguntando-lhe:
– Professora, como a gente escreve...?
Ela não o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e não se atrever mais a interromper a aula.
Joey dobrou o papel e o guardou no bolso. Quando retornou para casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi até sua mochila, pegou um lápis e olhou para o grande círculo vermelho.
Sua mãe estava preparando o jantar, indo e vindo do fogão para a pia e para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para ela e disse:
– Mamãe, como a gente escreve...?
Sua mãe imediatamente o interrompeu dizendo:
– Menino, não dá para ver que estou ocupada agora? Vá brincar lá fora. E não bata a porta!
Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso.
Naquela noite, ele tirou novamente o desenho do bolso. Olhou para o grande círculo vermelho, foi até à cozinha e pegou o lápis. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo ao seu  pai. Alisou bem as dobras e colocou o desenho no chão da sala, perto da poltrona reclinável do seu pai e disse:
– Papai, como a gente escreve...?
– Joey, estou lendo o jornal e não quero ser interrompido. Vá brincar lá fora.
O garoto dobrou  o desenho e o guardou mais uma vez no bolso.
No dia seguinte, quando sua mãe separava a  roupa para lavar, encontrou no bolso da calça do filho enrolados num papel, uma pedrinha, um pedaço de barbante e duas bolinhas de gude. Todos  os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o  papel. Atirou tudo no lixo.
Os anos passaram...
Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie, fez um desenho. Era o desenho de sua família. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:
– Este aqui é você, papai!
A garota  também riu. O pai olhou pra o grande círculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente começou a passar o dedo sobre o círculo. 
Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou: “Volto logo!”. E voltou. Com um lápis na mão. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do lápis perto do topo do grande círculo vermelho e perguntou-lhe:
– Papai, como a gente escreve amor?
Ele  abraçou a filha, tomou a sua mãozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:
– Amor, querida, amor se escreve com as letras T...E...M...P...O.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

TRABALHO E ORAÇÃO


Um velho pescador, bom cristão, gravou num dos remos de sua canoa a palavra “trabalho”, e no outro, a palavra “oração”.
Certo dia, ele conduzia para a outra margem do rio um desses jovens que não rezava mais e tinha abandonado suas práticas religiosas. Ao ver a palavra oração num dos remos, falou ao velho, em tom de ironia.
- Você ainda é dos tempos antigos! Para que rezar? Não basta trabalhar? Eu não perco mais tempo com rezas.
O barqueiro nada respondeu e, como única resposta, parou de movimentar o remo onde estava escrito a palavra oração, movimentando somente o outro, onde se lia a palavra trabalho.
Logo apareceu o resultado: o barco começou a girar em torno de si mesmo.
 Não seguia para a frente, a fim de atingir a outra margem do rio.
Assim o jovem percebeu que, para chegar ao outro lado, era necessário manejar os dois remos.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

TRABALHANDO JUNTOS


Os dedos de uma mão entraram, certo dia, em discussão  para decidir qual deles era o mais importante. O primeiro a falar foi o dedo indicador:
- Eu sou o mais importante. Eu mostro às pessoas a direção certa e aponto para as coisas belas desse mundo criado por Deus.
O próximo a falar foi o dedo médio:
- Eu certamente sou o mais importante. Abram as mãos e vejam como eu estou acima de todos. Sou o mais alto pela própria natureza. Do meu lado, tenho somente ombros. Por isso, sou tmbém  o mais importante.
Então o dedo anular falou:
- Quero que vocês saibam que eu sou o mais importante. As pessoas usam um anel em mim, para demonstrarem o amor. E nada mais importante do que o amor.
- Eu sou o mais importante - disse o dedo mínimo, numa voz tímida -. Eu guio a todos quando precisam medir algo. Por isso, sou o mais necessário.
O senhor polegar, muito sábio, pensou um pouco e pediu ao indicador que fosse pegar umm livro que estava em cima da mesa.
Por mais que o indicador tentasse agarrar o livro, nada conseguiu. Informou que estava muito pesado e que era impossível carregá-lo. Depois dele, todos os outros dedos foram solicitados a executarem a mesma tarefa. Um por um, tentaram e perceberam o fracasso. Então o sábio polegar, chamou-os e disse:
- Permitam-me ajudá-los a pegar o livro?
E juntos foram à mesa e unidos pegaram o livro.
Autor: Fary Rust

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Dinâmica Vocacional - Vivência Cristã

Objetivo: Dinâmica Vocacional - Analisar a nossa vivência Cristã.
Enviada por: Maria Helena L. de Carvalho

Objetivo: Dinâmica Vocacional - Analisar a nossa vivência Cristã.

Participantes: Todos os presentes no encontro.

Material: Anti-ácido efervescente Ex: Eno, Somrisal etc. 

Descrição: 

1. Um copo ou vidro transparente cheio de água e com tampa.

2. A 1º pessoa traz o (Anti-ácido efervescente) e coloca-o em cima da tampa.

3. A 2º pessoa coloca o outro (Anti-ácido efervescente) com o envelope invólucro fechado dentro do copo.

4. A 3º pessoa abre o (Anti-ácido efervescente) do envelope e coloca-o dentro da água para se misturar.

5. Analisar: como vim participar deste encontro? 

6. Para que vim?

7. Como é minha participação dentro da comunidade?

8. Analisar três tipos de cristãos:

O que fica por fora, não participa e até atrapalha a entrada dos outros. É o cristão que renunciou o seu Batismo.

O 2º entrou mas fechou-se, até estorva. Fica no seu próprio mundo. É corpo morto, estraga até o visual, não se envolve. Fica boiando. Pode também ser o que gosta mais de se aparecer.

O 3º se abriu, penetrou, se envolveu totalmente. Questiona, provoca revolução momentânea, se desfaz, se consome para curar, para salvar, Foi até o fundo, depois subiu, ficou leve. O sonrisal não deixa de ser sonrisal, não perde a sua identidade e toma todo o conteúdo, as dimensões da água. E a água se torna curativa.

Para refletir: 

Na minha vida que Sonrisal eu sou?

As vezes deixamos os outros permanecerem como o 1º e o 2º?

Ainda encontramos cristãos parecidos como o 3º Sorrisal? 

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

ORAÇÃO DAS CRIANÇAS PELAS VOCAÇÕES

Jesus que fostes pequenino como eu,
sei que me ajudas a escutar 
o que meus pais e educadores ensinam.
Tu olhas com carinho 
as crianças do mundo inteiro 
e despertas em nós,
o desejo de sermos bons ajudantes 
de teu projeto de vida.
Tenho confiança e sei que proteges minha família,
meus coleguinhas e amigos.
Maria, tua mãe e minha também, 
acompanha meus passos.
Jesus, quero colaborar contigo, 
para que haja muitas vocações,
Capazes de fazer de nós teus verdadeiro amigos. Amém.

Autor: desconhecido

terça-feira, 27 de agosto de 2013

O CAVALINHO


 Certa tarde, um homem saiu para um passeio com as duas filhas, uma de oito e outra de quatro anos. Em determinado momento da caminhada, Helena, a mais nova, pediu ao pai que a carregasse, pois estava muito cansada para continuar andando.

O pai respondeu que também estava muito cansado. Diante da 
resposta, a garotinha começou a choramingar e fazer "corpo mole".

Sem dizer uma só palavra, o pai cortou um pequeno galho de árvore 
e o entregou a Helena, dizendo:

- Olhe aqui um cavalinho para você montar, filha! Ele irá ajudá-la 
a seguir em frente.

A menina parou de chorar e pôs-se a cavalgar o galho verde tão 
rápido, que chegou em casa antes dos outros. Ficou tão encantada 
com seu cavalo de pau, que foi difícil fazê-la parar de galopar.

A irmã mais velha ficou intrigada com o que viu e perguntou ao 
pai sobre como devia entender a atitude de Helena. 
O pai sorriu e respondeu:

- Assim é a vida, minha filha. Às vezes, estamos física e mentalmente cansados, certos de que é impossível continuar. Mas encontramos 
então um "cavalinho" qualquer que nos dá ânimo outra vez. 
Esse cavalinho pode ser um bom livro, um amigo, uma canção...

Assim, quando você se sentir cansado ou desanimado, nunca 
se deixe levar pela preguiça ou o desânimo.

Lembre-se: sempre haverá um "cavalinho" para cada momento.

domingo, 25 de agosto de 2013

ORAÇÃO DO CATEQUISTA- VIVER COM JESUS CRISTO


Fui chamado para anunciar tua Palavra.
Ajuda-me, Senhor, a viver centrado em ti, e ser instrumento de tua paz.
Acompanha-me com a tua luz, para que os catequizandos confiados a mim, possam constatar que sou testemunha do teu evangelho.
Toca o meu coração para que minha vida seja transparente, a tal ponto que ao pronunciar as tuas Palavras, elas possam ressoar sempre verdadeiras e não falsas.
Gera em mim um fascínio potente, para que os meus catequizandos:
Pensem como tu, amem as pessoas como tu, vejam a realidade como tu.

Concede-me a alegria de exercer minha missão em comunhão contigo e com todos que precisam de mim e com a tua Igreja.
Tenho medo, Senhor, da minha pobreza no saber.
Dá-me, porém o conforto de ver os meus catequizandos crescendo e valorizando por estarem a serviço da vida, como tu o disseste: “Eu vim para que todos tenham vida” (João 10,10).

Faz de mim silêncio, para escutá-los.
Faz de mim caminho, para acompanhá-los.
Faz de mim pisadas, para segui-los.
Faz de mim descanso, para escutá-los.
Faz de mim vento, para ampará-los.
Faz de mim porta, para acolhê-los.
Infunde em mim uma grande paixão para com a tua verdade.
Confia-me à tua mãe.
Dá-me coragem de cuidar dos catequizandos como tu ensinaste com a parábola do “Bom Samaritano”.

Preciso repousar a minha cabeça nos teus ombros, para sentir tua força, ternura e entusiasmo para anunciar-te sempre.

Parabéns a todos os catequista que passam por este Jardim da Fé

(FONTE)

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Jesus nos chama pelo nome


Dinâmica para ser aplicada em um encontro de Catequese, ou encontro com os pais, ou mesmo em um encontro de catequistas ou agentes de pastoral.

Objetivo: Levar os participantes a perceberem que todos são chamados a participar pelo próprio Jesus, da mesma forma como Ele chamou os doze apóstolos.

Material necessário: Bíblia Sagrada

Dispor os participantes em círculo.
Explicar que todos devem prestar muita atenção na leitura, pois deverão dar continuidade ao texto.
Ler Mc 3,13-19 e, dando continuidade, ler Lc 10,1; terminando com estas palavras: Jesus continuou a chamar e chamou …
Esperar que alguém diga o próprio nome, se isso demorar  a acontecer, o dirigente ou catequista dirá: chamou… (diz o próprio nome) e depois espera que os demais continuem até que todos tenham dito o próprio nome.
Concluir o Evangelho com Lc 10,2-3
Depois, pedir a cada um que diga em poucas palavras de que forma sentiu esse chamado e qual é a sua resposta.
Finalizar a dinâmica com um cântico que seja uma resposta a Jesus. (Sugestão de cântico: refrão “Eis-me aqui Senhor)

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

ENSINA-ME SENHOR


Ensina-me Senhor a te seguir
Ensina-me Senhor a te louvar
Ensina-me Senhor para onde ir
Ensina-me Senhor a te buscar
Me mostre o caminho
Eu quero te seguir
Sei que não posso
Viver sem te sentir
Me acolhe em seus braços
Não me deixe sozinho
Preciso do seu abraço
E de todo o seu carinho
Me mostre o seu amor
Me cubra com seu poder
Agora sinto o seu calor
No profundo do meu ser
Sobre mim tem o controle
Faça sua vontade
Guia-me pelo caminho
De sua plena felicidade...
Amém.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Ser catequista


Ser catequista é anunciar ao mundo
a verdadeira vida e, na humildade
daquele que é apenas comunicador,
mensageiro, abrir o coração à escuta, detectando,
na confusão de todas as vozes,
o gemido da dor e o pulsar da vida.

Ser catequista é semear a esperança
com gestos e palavras
e levar a todas as pessoas
a mensagem salvadora do amor.

Catequista, apóstola(o), dedicação, partilha:
à medida que cresce, mais se doa.

A(o) catequista continua no mundo a missão de Maria,
fazendo o bem a todas as pessoas
e doando o maior de todos os dons:
ser filhas(os) de Deus.

Do livro: Mensagens para o ano todo - Vol.2, Paulinas