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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

O QUE SIGNIFICA A COROA DO ADVENTO?



Eu Sou a Luz do mundo (Jo 12, 8)

A vela sempre teve um significado especial para o homem, sobretudo porque antes de ser descoberta a eletricidade ela era a vitória contra a escuridão da noite. À luz das velas São Jerônimo traduzia a Bíblia do grego e do hebraico para o latim, nas grutas escuras de Belém onde Jesus Cristo nasceu.
Em casa, a noite, quando falta a energia, todos correm atrás de uma vela e de um fósforo, ainda hoje.
Acender velas nos faz lembrar também a festa judaica de “Chanuká”, que celebra a retomada da Cidade de Jerusalém pelos irmãos macabeus das mãos dos gregos do rei Antíoco IV.
Antes da era cristã os pagãos celebravam em Roma a festa do deus Sol Invencível (Dies solis invicti) no  solstício de inverno, em 25 de dezembro. A Igreja sabiamente começou a celebrar o Natal de Jesus neste dia, para mostrar que Cristo é o verdadeiro Deus, o verdadeiro Sol, que traz nos seus raios a salvação. É a festa da luz que é o Cristo: “Eu Sou a Luz do mundo” (Jo 12, 8). No Natal desceu a nós a verdadeira Luz “que ilumina todo homem que vem a este mundo” (Jo 1, 9).
Na chama da vela estão presentes as forças da natureza e da vida. Cada vela marca um ano de nossa vida no bolo de aniversário. Para nós cristãos simbolizam a fé, o amor e  o trabalho realizado em prol do Reino de Deus. Velas são vidas que se imolam na liturgia do amor a Deus e ao próximo. Tudo isso foi levado para a liturgia do Advento. Com ramos de pinheiro uma coroa com quatro velas prepara os corações para a chegada do Deus Menino.
Nessas quatro semanas somos convidados a esperar Jesus que vem. É um tempo de preparação e de alegre espera do Senhor. Nas duas primeiras semanas do Advento, a liturgia nos convida a vigiar e esperar a vinda gloriosa do Salvador. Nas duas últimas, a Igreja nos faz lembrar a espera dos Profetas e de Maria pelo nascimento de Jesus.
A Coroa é o primeiro anúncio do Natal. O verde é o sinal de esperança e vida, enfeitada com uma fita vermelha que simboliza o amor de Deus que se manifesta de maneira suprema no nascimento do Filho de Deus humanado. A branca significa a paz que o Menino Deus veio trazer; a roxa clara (ou rosa) significa a alegria de sua chegada.

A Coroa é composta de quatro velas nos seus cantos presas aos ramos formando um círculo. O círculo não tem começo e nem fim, é símbolo da eternidade de Deus e do reinado eterno do Cristo. A cada domingo acende-se uma delas.
As quatro velas do Advento simbolizam as grandes etapas da salvação em Cristo. No primeiro domingo do Advento, acendemos a primeira vela que simboliza o perdão a Adão e Eva. Cristo desceu a Mansão dos mortos para dar-lhes o perdão. No segundo domingo, a segunda vela, acesa coma primeira, representa a fé dos Patriarcas: Abraão, Isaac, Jacó, que creram na Promessa da Terra Prometida, a Canaã dos hebreus; dali nasceria o Salvador, a Luz do Mundo. A terceira vela, acessa com as duas primeiras, simboliza a alegria do rei Davi, o rei que simboliza o Messias porque reuniu sob seu reinado todas as tribos de Israel, assim como Cristo reunirá em si todos os filhos de Deus. É o domingo da alegria. Esta vela têm uma cor mais alegre, o rosa ou roxo claro. A última vela simboliza os Profetas, que anunciaram um reino de paz e de justiça que o Messias traria. É a vela branca.
Tudo isso para nos lembrar o que anunciou o Profeta: “Um renovo sairá do tronco de Jessé, e um rebento brotará de suas raízes. Sobre ele repousará o Espírito do Senhor, Espírito de sabedoria e de entendimento, Espírito de prudência e de coragem, Espírito de ciência e de temor ao Senhor.” (Is 11,1-2).

“O povo que andava nas trevas viu uma grande luz; sobre aqueles que habitavam uma região tenebrosa resplandeceu uma luz. Vós suscitais um grande regozijo, provocais uma imensa alegria; rejubilam-se diante de vós como na alegria da colheita, como exultam na partilha dos despojos. 3. Porque o jugo que pesava sobre ele, a coleira de seu ombro e a vara do feitor, vós os quebrastes, como no dia de Madiã. Porque todo calçado que se traz na batalha, e todo manto manchado de sangue serão lançados ao fogo e tornar-se-ão presa das chamas; porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado; a soberania repousa sobre seus ombros, e ele se chama: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai eterno, Príncipe da paz. Seu império será grande e a paz sem fim sobre o trono de Davi e em seu reino. Ele o firmará e o manterá pelo direito e pela justiça, desde agora e para sempre. Eis o que fará o zelo do Senhor dos exércitos” (Is 9,1-6).

Prof. Felipe Aquino

FONTE

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

ANO LITÚRGICO - A, B ou C?



DICAS PRA DESCOBRIR SE O ANO LITÚRGICO é A, B ou C.

A paz de Cristo! 

Muitos irmãos desinformados julgam que as Santas Missas são monótonas pois sempre se lê a mesma coisa ou por que os rituais são sempre os mesmos. Mas logo percebe-se que esses indivíduos que se julgam conhecedores da Liturgia Católica não passam de pessoas superficialistas que deixam o cristianismo de lado pra blasfemar contra um segmento religioso tão importante para a sociedade ao longo dos tempos.

O Ano Litúrgico passa por três grandes ciclos, também chamado de anos A, B, C.

A cada ano tem uma seqüência de leituras próprias, ou seja, leituras para o ano A, ano B e para o ano C. Então, nós músicos católicos precisamos saber antes de mais nada em que Ano Liturgico estamos pra não nos confundirmos no momento de escolher os cânticos referentes às leituras e ao evangelho proferidos nas Celebrações.

Como calcular o ano litúrgico e descobrir em que ano estamos?


Como regra geral podemos dizer que “todo múltiplo de três é ano C", múltiplo de três + 1 é ano A e  múltiplo de três + 2 é ano B

Assim fica fácil calcular.

Vamos lá – por exemplo: 1998 è 1+9+9+8 = 27 (é múltiplo de três) logo é ano C

1999 è 1 + 9 + 9 + 9 = 28 (27+1) = ano A
2000 è 2+0+0+0 = 2 = ano B
2001 è 2+0+0+1 = 3 = ano C
2002 è 2+0+0+2 = 4 (3+1) = Ano A

atualizando.......
2011 é 2+0+1+1 = 4 (3+1) ano A
2012 é 2+0+1+2 = 5 (3+2) ano B
2013 é 2+0+1+3 = 6 (múltiplo de 3) = ano C
2014 é 2+0+1+4 = 7 (6+1) = ano A

PORTANTO, ESTAMOS EM QUAL ANO? FAÇA VOCÊ MESMO O CÁLCULO E ENCONTRE AS LEITURAS BÍBLICAS PRÓPRIAS PARA ESTE ANO.

Você já imaginou a gente escutar as mesmas leituras todos os anos? Assim a Igreja, sabiamente, escolheu para cada ano litúrgico, uma série de leituras. Portanto, não há repetição e sim ciclos.

Frei Rinaldo – OSM

terça-feira, 27 de novembro de 2012

CAMINHO DA IGREJA


O Ano Litúrgico é o “Calendário religioso”




 Contém as datas dos acontecimentos da História da Salvação. Não coincide com o ano civil, que começa no dia primeiro de janeiro e termina no dia 31 de dezembro. O Ano Litúrgico começa e termina quatro semanas antes do Natal. Tem como base as fases da lua. Compõe-se de dois grandes ciclos: o Natal e a Páscoa. São como dois pólos em torno dos quais gira todo o Ano Litúrgico.

O Natal tem um tempo de preparação, que é o Advento; e a Páscoa tem também um tempo de preparação, que é a Quaresma. Ao lado do Natal e da Páscoa está um período longo, de 34 semanas, chamado Tempo Comum. O Ano Litúrgico começa com o Primeiro Domingo do Advento e termina com o último sábado do Tempo Comum, que é na véspera do Primeiro Domingo do Advento. A seqüência dos diversos “tempos” do Ano Litúrgico é a seguinte:

CICLO DO NATAL
ADVENTO

(Advento: Inicia-se o ano litúrgico. Compõe-se de 4 semanas. Começa 4 domingos antes do Natal e termina no dia 24 de dezembro. Não é um tempo de festas, mas de alegria moderada e preparação para receber Jesus.)

Início: 4 domingos antes do Natal
Término: 24 de dezembro à tarde
Espiritualidade: Esperança e purificação da vida
Ensinamento: Anúncio da vinda do Messias
Cor: Roxa

NATAL

(Natal: 25 de dezembro. É comemorado com alegria, pois é a festa do Nascimento do Salvador.)

Início: 25 de dezembro 
Término: Na festa do Batismo de Jesus 
Espiritualidade: Fé, alegria e acolhimento. 
Ensinamento: O filho de Deus se fez Homem 
Cor: Branca 

TEMPO COMUM
1ª PARTE

(1ª parte: Começa após o batismo de Jesus e acaba na terça antes da quarta-feira de Cinzas.)

Início: 2ª feira após o Batismo de Jesus 
Término: Véspera da Quarta-feira das Cinzas 
Espiritualidade: Esperança e escuta da Palavra 
Ensinamento: Anúncio do Reino de Deus 
Cor: Verde 

2ª PARTE

(2ª parte: Começa na segunda após Pentecostes e vai até o sábado anterior ao 1º Domingo do advento.) 

Início: Segunda-feira após o Pentecostes 
Término: Véspera do 1º Domingo do Advento 
Espiritualidade: Vivência do Reino de Deus 
Ensinamento: Os Cristãos são o sinais do Reino 
Cor: Verde 

CICLO DA PÁSCOA 
QUARESMA 

Quaresma: Começa na quarta-feira de cinzas e termina na quarta-feira da semana santa. Tempo forte de conversão e penitência, jejum, esmola e oração. É um tempo de 5 semanas em que nos preparamos para a Páscoa. 

Não se diz "Aleluia", nem se colocam flores na igreja, não devem ser usados muitos instrumentos e não se canta o Hino de Louvor. É um tempo de sacrifício e penitências, não de louvor.

Início: Quarta-Feira das Cinzas
Término: Quarta-feira da Semana Santa
Espiritualidade: Penitência e conversão
Ensinamento: A misericórdia de Deus
Cor: Roxa

PÁSCOA

Páscoa: Começa com a ceia do Senhor na quinta-feira santa. Neste dia é celebrada a Instituição da Eucaristia e do sacerdote. Na sexta-feira celebra-se a paixão e morte de Jesus. É o único dia do ano que não tem missa. Acontece apenas uma Celebração da Palavra.

No sábado acontece a solene Vigília Pascal. Forma-se então o Tríduo Pascal que prepara o ponto máximo da páscoa: o Domingo da Ressurreição. A Festa da Páscoa não se restringe ao Domingo da Ressurreição. Ela se estende até a Festa de Pentecostes. (Pentecostes: É celebrado 50 dias após a Páscoa. Jesus ressuscitado volta ao Pai e nos envia o Paráclito.) 

Início: Quinta-feira Santa (Tríduo Pascal)
Término: No Pentecostes
Espiritualidade: Alegria em Cristo Ressuscitado
Ensinamento: Ressurreição e vida eterna
Cor: Branca

Importante:
Ao todo são 34 semanas. É um período sem grandes acontecimentos. É um tempo que nos mostra que Deus se fez presente nas coisas mais simples. É um tempo de esperança e acolhimento da Palavra de Deus.

"O Tempo comum não é tempo vazio. É tempo de a Igreja continuar a obra de Cristo nas lutas e nos trabalhos pelo Reino." (CNBB - Documento 43, 132).


Fonte: Site Catequisar

sábado, 24 de novembro de 2012

QUANTA GANHA UM REI?



O rei Rigoberto era extremamente poderoso, pois seus domínios se estendiam das montanhas ao mar. O reino era próspero e havia grande harmonia entre os súditos. Todas as dificuldades de relacionamento surgidas entre os habitantes eram resolvidas na catedral, pelo Bispo do lugar, Dom Edmundo. Homem sábio e santo, não usava ele como argumento de juízo senão os Dez Mandamentos. Desta forma, se sabia onde estava a verdadeira razão nos casos conflituosos e tudo voltava à paz. A cada domingo, as Missas eram bem concorridas. Depois do sermão do Prelado, as filas dos confessionários se enchiam e os padres coadjutores eram testemunhas da imensa virtude e boa vontade daquela tão piedosa população.


Em uma clara manhã de primavera, o monarca 
se despertou decidido a explorar 
seu vasto território
Apesar de tudo isso, o rei não era muito dado à Religião. Sempre ia à Missa, é claro! Até tinha um trono no presbitério. Mas não fazia mais do que isso...

Ao contrário dos vassalos e da rainha, não rezava nada e era assaz orgulhoso. Nas reuniões do Conselho Real, manifestava enorme ambição, querendo aumentar mais e mais sua renda e bem-estar particular, nunca estando plenamente satisfeito com os resultados. Nem mesmo o fato de ele não ter inimigos com quem guerrear e sua gente ser de paz o deixava contente.

Em uma clara manhã de primavera, o monarca se despertou decidido a explorar seu vasto território, para vê-lo com os próprios olhos e analisar se poderia fazer algo para aumentar seus benefícios pessoais. Mandou arrear o mais belo corcel da cavalariça, vestiu o sedoso traje de montaria de veludo, calçou as lustrosas botas de pelica com as esporas de ouro e adornou- se com sua mais bonita capa, preparando-se para a longa cavalgada. Acompanhado dos pajens e do chanceler real, saiu do palácio a galope.

As flores estavam em pleno vigor e coloriam os jardins. O trigo dourava os campos, as uvas perfumavam as vinhas, os moinhos giravam com a força do vento, esmagando os grãos para a farinha mais fina, e os rebanhos de bois, vacas, cabras e ovelhas pastavam mansos nos extensos e verdes campos de sua propriedade.

O soberano foi ficando animado por ver a beleza e a grandiosidade de suas posses. Contudo, algo o intrigava. Quanto deveria ganhar aquela gente corada e saudável, para trabalhar tão contente? Ele, que tanto possuía, não tinha tal felicidade... Aproximou-se do moleiro e disse:

Bom dia, senhor moleiro! Surpreso pela inesperada chegada real, limpando as mãos no avental e tirando o gorro, respondeu ele, com respeito:

- Bom dia, Majestade! A que devo a honra de vossa presença?

- Estou visitando meu vasto e próspero reino. Diga-me uma coisa: quanto ganha um moleiro para trabalhar no meu moinho?

- Ah, Majestade! Ganho 50 moedas reais e uma casinha, onde me abrigo com minha família. Não é muito, no entanto, vivemos bem, pela graça de Deus.

O rei se despediu e esporeou o cavalo, pensando: "Como alguém pode viver feliz com apenas 50 moedas? Isso não dá para nada!".

Aproximando-se das parreiras carregadas, viu vários vinhateiros na lida: alguns colhiam as uvas, outros trabalhavam no lagar. À chegada de tão nobre personagem, todos tiraram os chapéus de abas largas, fazendo uma reverência. Chamando o capataz, disse:

- Bom dia, jovem!

- Bom dia, Majestade! - respondeu o rapaz, cheio de veneração - Que ares trouxeram tão augusta presença a este lugar?

- Estou inspecionando meus domínios. Diga-me uma coisa: quanto ganham seus subalternos para trabalhar na minha vinha? 

- Cada um deles, Majestade, ganha 60 moedas reais e mais uma gratificação pelas horas extras, no tempo da colheita, além da manutenção de suas famílias. Não é tanto, porém, vivemos com certa folga e agradecemos a Deus por não faltar trabalho.

Vendo a fisionomia sorridente de todos eles, despediu-se o monarca, ainda mais intrigado: "Ganham tão pouco e ainda agradecem a Deus?! Como pode ser isso?".

Ao meio-dia, chegou a um campo aberto, onde pastava um sereno rebanho de ovelhas. Encontrou o pastor com as mãos postas e o olhar elevado, rezando o Angelus. Ao terminar a oração, depois de um solene sinal da cruz, ele se virou para o rei e, fazendo uma inclinação profunda, tirou o chapeuzinho de feltro, dizendo com um franco e sincero sorriso:

- Majestade! Que surpresa!

- Bom dia, senhor pastor! Estou percorrendo minhas propriedades. Diga-me uma coisa: quanto ganha um pastor para guardar o meu rebanho?


Ao ser indagado pelo rei o pastor respondeu: "Um
pastor em vossos campos, Majestade, ganha 
o mesmo que o rei!"
Olhando fixamente para o soberano, respondeu ele com firmeza:

- Um pastor em vossos campos, Majestade, ganha o mesmo que o rei!

Tendo um sobressalto, este redarguiu:

- Como se atreve a dizer isso?! Um pastor não pode ganhar muito mais do que um moleiro ou um vinhateiro, e eles não passam nem perto dos lucros do rei! Sabe você quanto ganha um rei?

- Ora, Majestade. Com meu trabalho e minha vida, o que ganho eu é o Céu ou o inferno, dependendo de minha conduta. Vossa Majestade não pode ganhar nem mais, nem menos...

Ante tal resposta, o monarca caiu em si e compreendeu não ter valor nesta vida senão o que nos prepara para a outra... Mais importa ajuntar tesouros no Céu! E era isso o que fazia seu povo, razão de tão autêntica alegria.

Voltando para o palácio, o rei apeou do cavalo e dirigiu-se a pé para a catedral, a fim de buscar o santo Bispo, pois queria fazer uma boa Confissão e retomar a vida de piedade, abandonada há tanto tempo. Agora desejava entesourar no Céu e ser feliz! Os bons exemplos que passou a dar, a partir de então, não só lhe trouxeram proveito para si, senão mais graças e prosperidade para o povo e para o reino.

Irmã Ana Lúcia Iamasaki, EP


sexta-feira, 23 de novembro de 2012

A FESTA DE CRISTO REI


É uma das festas mais importantes no calendário litúrgico, nela celebramos aquele Cristo que é o Rei do universo. O seu Reino é o Reino da verdade e da vida, da santidade e da graça, da justiça, do amor e da paz.

Esta festa foi estabelecida pelo Papa Pio XI em 11 de março 1925. O Papa quis motivar os católicos para reconhecer em público que o líder da Igreja é Cristo Rei. Mais tarde a data da celebração foi mudada dando um novo senso.

O ano litúrgico termina com esta que salienta a importância de Cristo como centro da história universal. É o alfa e o omega, o princípio e o fim. Cristo reina nas pessoas com a mensagem de amor, justiça e serviço. O Reino de Cristo é eterno e universal, quer dizer, para sempre e para todos os homens.
Esta festa tem um sentido escatológico na qual nós celebramos Cristo como Rei de todo o universo. Nós sabemos que o Reino de Cristo já começou a partir de sua vinda na terra a quase dois mil anos, porém Cristo não reinará definitivamente em todos os homens até que volte ao mundo com toda a sua glória no final dos tempos. Jesus nos antecipou sobre esse grande dia, em Mateus 25, 31-46.
Na festa de Rei de Cristo celebramos que Cristo pode começar a reinar em nossos corações no momento em que nós permitimos isto a ele, e o Reino de Deus pode deste modo fazer-se presente em nossa vida. Desta forma estabelecemos o Reino de Cristo de agora em diante em nós mesmos e em nossas casas, emprego e vida.

Jesus nos fala das características do seu Reino por várias parábolas no capítulo 13 de Mateus: 

"O reino dos céus é semelhante ao grão de mostarda que o homem, pegando dele, semeou no seu campo".

"O qual é realmente a mais pequena de todas as sementes; mas, crescendo, é a maior das plantas, e faz-se uma árvore, de sorte que vêm as aves do céu, e se aninham nos seus ramos".

"O reino dos céus é semelhante ao fermento, que uma mulher toma e introduz em três medidas de farinha, até que tudo esteja levedado".

"Também o reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido num campo que um homem achou e escondeu; e, pelo gozo dele, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo".

Nestas parábolas Jesus nos faz ver claramente que vale a pena procurar e viver o Reino de Deus, isto vale mais do que todos os tesouros da terra e que o crescimento dele será discreto, sem ninguém perceber, mas efetivo.

A Igreja tem a responsabilidade de orar e aumentar o reinado de Jesus Cristo entre os homens. O aumento do Reino de Deus deve ser o centro de nossa vida como membros da Igreja. Fazer com que Jesus Cristo reine no coração dos homens, no peito das casas, nas comunidades e nas cidades.

Com isto nós poderemos chegar a um mundo novo no qual reinará o amor, a paz e a justiça e a salvação eterna de todos os homens.

Para que Jesus reine em nossa vida, devemos em primeiro lugar conhecer Cristo. A leitura e reflexão do Evangelho, a oração pessoal e os sacramentos são os meios para conhece-Lo e as graças recebidas vão abrindo os nossos corações a seu amor. Trata-se de conhecer Cristo de uma maneira experimental e não só teleológica.

Oremos com profundidade escutando o Cristo que nos fala. Ao conhecer Cristo expressaremos o amor de maneira espontânea, por que Ele é bondade.

O amor a Cristo nos levará quase sem perceber a pensar como Cristo, querer como Cristo e sentir como Cristo, vivendo uma vida de verdadeira caridade e Cristandade autentica. Quando imitarmos Cristo conhecendo-o e amando-o, então podemos experimentar seu Reino.

O compromisso apostólico consiste em levar nosso amor para a ação de estender o Reino de Cristo a todas as almas por meio de trabalhos concretos de apostolado. Nós não podemos parar. Nosso amor aumentará.

Dedicar a nossa vida a expandir o Reino de Cristo na terra é o melhor que podemos fazer, pois Cristo nos recompensará com alegria e uma paz profunda e imperturbável em todas as circunstancias da vida.

Ao longo da história existem inumeráveis testemunhos de cristãos que deram a vida por Cristo como o Rei de suas vidas.

Fonte: Catholic.net


quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Oração do Advento



Senhor Jesus:
me desculpe por não saber direito o que é o Natal.
Só agora eu entendi que o Natal é o seu aniversário.
Só agora eu percebi como essa data é importante.
Sabe Jesus: nesse Natal eu quero lhe dar um presente.
O presente é o meu coração.
Ele está um pouco sujinho, com alguns pecados que eu fiz;
mas eu vou fazer uma limpeza aqui. E até o Natal vai estar tudo pronto.
É: daí eu vou convidar você pra vir morar aqui, no meu coração.
E, Jesus: vai ter uma festa aqui, viu?
É: vai ter uma festa no meu coração pra você.
Porque você merece! Você é meu amigão de todas as horas!
Você está sempre comigo, Jesus! Obrigado, viu?
Amém.

de Emílio Carlos

http://missacomcriancas.blogspot.com.br/2010/11/oracao-do-advento.html

terça-feira, 20 de novembro de 2012

IDÉIA PARA VIVER O ADVENTO


Durante o tempo de Advento é possível escolher alguma das opções que apresentamos a seguir para viver cada dia do Advento e chegar ao Natal com um coração cheio de amor pelo menino Deus.

1. Presépio e palhas:

Nesta atividade vai ser preparado um presépio para o Menino Deus o dia de seu nascimento. O presépio será elaborado de palha para que ao nascer o menino Deus não tenha frio e a palha lhe dê o calor que necessita. Com as obras boas de cada uma das crianças, vai preparando o presépio. Por cada boa obra que façam as crianças, fica uma palhinha no presépio até o dia do nascimento de Cristo.

2. Vitral do Nascimento:

Em algum desenho em que se represente o Nascimento as crianças poderão colorir algumas partes deste cada vez que façam uma obra boa para ir completando-o para o Natal.

3. Calendário Tradicional de Advento:

Nesta atividade as crianças eles façam mesmos um calendário de Advento aonde marquem os dias do Advento e escrevam seus próprios propósitos a cumprir. Podem desenhar na cartolina o dia de Natal com a cena do nascimento de Jesus. As crianças todos os dias revisarão os propósitos para ir preparando seu coração para o Natal. Este calendário poderão levar para a Igreja no dia de Natal se assim o desejarem.

Sugerem-se os seguintes propósitos:

Ajudarei em casa naquilo que mais me custe trabalho.

Rezarei em família pela paz do mundo.

Oferecerei meu dia pelas crianças que não têm papais, nem uma casa onde viver.

1-Obedecerei a meus papais e professores com alegria.

2-Compartilharei meu almoço com um sorriso a quem lhe faça falta.

3-Hoje cumprirei com toda minha tarefa sem me queixar.

4-Ajudarei a meus irmãos em algo que necessitem.

5-Oferecerei um sacrifício pelos sacerdotes.

6-Rezarei pelo Papa.

7-Darei graças a Deus por tudo o que me deu.

8-Farei um sacrifício.

9-Lerei alguma passagem do Evangelho.

10-Oferecerei uma comunhão espiritual a Jesus pelos que não o amam.

11-Darei um brinquedo ou uma roupa a uma criança que não tenha.

12-Não comerei entre refeições.

13-Em vez de ver televisão ajudarei a minha mamãe no que necessite.

14-Imitarei Jesus em seu perdão quando alguém me incomode.

15-Pedirei pelos que têm fome e não comerei doces.

16-Rezarei uma Ave Maria para demonstrar à Virgem quanto a amo.

17-Hoje não brigarei com meus irmãos.

18-Cumprimentarei com carinho a toda pessoa que me encontre.

19-Hoje pedirei à Santíssima Virgem por meu país.

20-Lerei o nascimento de Jesus no Evangelho de São Lucas 2, 1-20.

21-Abrirei meu coração a Jesus para que nasça nele.

4. Os que esperavam a Cristo:

Nesta atividade se trata de conseguir fazer uma lista com 24 ou 28 nomes (dependendo do número de dias do Advento) de personagens do Antigo e do Novo Testamento que esperavam a vinda do Messias. Buscarão na Bíblia, desenharão os personagens e recortarão. Atrás, lhes colocarão o nome de quem é e o que disse ou fez este personagem. Pode-se utilizar como jogo.

Alguns personagens que se podem incluir:

Abraão: Deus disse a Abraão que sua descendência ia ser numerosa como as estrela do céu e os grãos de areia do mar, e assim foi.

David: Deus disse ao rei David que o Messias ia ser de sua família.

Isaías: Deus disse ao profeta Isaías que o Messias ia nascer da Virgem.

Jeremias: Deus disse ao profeta Jeremias que quando nascesse o Messias, Ele ia dar aos homens um coração novo para conhecê-lo e amá-lo muito.

Ezequiel: Deus disse ao profeta Ezequiel que o Messias ia ressuscitar.

Miquéias: Deus disse ao profeta Miquéias em Belém ia nascer seu Filho.

Oséias: Deus disse ao profeta Oséias que do Egito ia chamar a seu Filho.

Zacarias: Deus disse ao profeta Zacarias que seu filho ia entrar em Jerusalém montado em um burro.

Homens Sábios ou Reis Magos: esperavam a vinda do Salvador dos homens.

Os pastores: Foram avisados por um anjo do grande acontecimento.

Autora: Teresa Fernández

http://www.acidigital.com/fiestas/advento/ideia.htm

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

ESTARÁ JESUS DORMINDO?


Muitas vezes acontece de não serem religiosos todos os membros de uma mesma família. Tal fato tem grande repercussão nas crianças, que sofrem por verem o pai ou a mãe, um tio ou os avós distantes da Igreja e das devoções que elas, na pureza de seu coração, já nutrem desde pequenas.

Era o que se passava com Robertinho. Sua mãe, dona Zulmira, era uma boa senhora, muito piedosa e trabalhadeira. Sempre dava bons exemplos em casa, aos filhos e ao esposo, o senhor Alfredo. Este, porém, era muito obstinado. Cumpria com suas obrigações de chefe da casa, deixando, no entanto, a Religião por conta da esposa, e não queria nem saber de falar em Missa, oração ou qualquer tipo de devoção.
Estará Jesus dormindo?
“Jesus está na igreja, dentro do sacrário,
esperando a visita de cada um de vocês”

Dona Zulmira sofria com isso e as crianças também. Todas as noites, depois do jantar, ela se reunia com Robertinho e Manuel, o filho mais velho, e rezava com eles o terço aos pés de Nossa Senhora do Bom Conselho. Pediam a Ela que aconselhasse Alfredo a retomar o bom caminho e nunca perdiam as esperanças. A mãe contava muitas histórias da intercessão de Maria e Jesus, incutindo- -lhes, também, um grande ardor pelo Santíssimo Sacramento, a quem iam visitar todos os domingos, na Missa.

Contudo, o senhor Alfredo estava cada vez mais fechado e só queria trabalhar, comer, dormir e se divertir com os amigos, nem se preocupando com nada religioso. Já estava até mais distante de sua família. Várias vezes as crianças encontraram a mãe derramando discretas lágrimas...

Chegara a época do catecismo para Manuel. Com seus sete anos completos, frequentava a catequese da paróquia, aos sábados de manhã, preparando-se para a Primeira Comunhão. Robertinho, com apenas cinco anos, ainda não podia acompanhar o irmão, pois sequer aprendera a ler. Mas ia com a mãe levar e buscar o menino, à sacristia da igreja paroquial. Manuel voltava contando muitas histórias de crianças piedosas e dos santos, de anjos, de Jesus e Maria, o que deixava o irmão encantado.

Em um desses sábados, o pequeno chegara muito cedo para buscar o Manuel e a aula não havia terminado. Entretanto, ele obteve a autorização do professor para ficar no fundo da sala, ouvindo.

O mestre estava falando das maravilhas operadas por Jesus, na Sagrada Eucaristia:

- Jesus está na igreja, dentro do sacrário, esperando a visita de cada um de vocês. Ele fica muito contente quando uma criança vai Lhe fazer um pouquinho de companhia. E tenham certeza: tudo o que pedirem a Ele, na Sagrada Eucaristia, Ele atende mesmo! Robertinho ficou muito impressionando com esta afirmação e desligou- se das palavras do professor... Antes de terminar a aula, escapou-se da sacristia e entrou na igreja, sozinho. Havia ali um ambiente de muita paz. Ele ficou um momento admirando as luzes dos vitrais que coloriam as colunas e o chão do templo, bem como o grande altar de mármore.

Dirigindo-se ao presbitério, o menino subiu os degraus devagar e aproximou-se do grande sacrário de ouro, parecendo este brilhar mais especialmente naquela manhã. Chegando bem pertinho, tentou bater à porta, mas era tão pequenino que não a alcançava. Seu coração pulsava apressado e ele estava emocionado, por estar tão próximo de Jesus.

Viu por ali o banquinho que o sacristão usava para acender as velas dos grandes castiçais do altar e não teve dúvida. Arrastou-o até perto do sacrário e subiu. Batendo suavemente na portinha do sacrário, balbuciou:

- Jesus... Jesus...

Não obtendo nenhuma resposta, falou mais alto:

- Jesus! Jesus!
Estará Jesus dormindo?
“Desperta, Jesus, preciso Te falar!!!”

Silêncio... Não ouviu ninguém responder. Falou, então, de si para consigo:

- Estará Jesus dormindo e não me ouve?

Aproximando sua cabecinha daquela porta bendita - que agora reluzia ainda mais por um raio de sol que começara nela a incidir, iluminando o altar e o menino - fez uma concha sobre a boca com as mãozinhas e gritou:

- Desperta, Jesus, preciso Te falar!!!

Oh, maravilha! De dentro do sacrário, uma voz grave se fez ouvir, ecoando no templo vazio:

- Sim, meu filho!

Aqui estou para ajudar- te. Que necessitas?

- Ah, Jesus! Queria Te pedir para converter meu pai. Ele é muito bom, mas não quer saber de rezar e minha mãe sofre muito...

- Não te preocupes, Robertinho. Tua visita me alegrou tanto, que vou converter teu pai. Vai em paz!

- Muito obrigado, Jesus!

Descendo dali, voltou para junto da mãe, que estava entrando na igreja com Manuel para despedir-se de Nosso Senhor, pois já havia terminado a catequese, e lhe disse:

- Mamãe, hoje papai vai rezar conosco. Jesus me disse!

A mãe apenas sorriu, não compreendendo as palavras do filho, e voltaram para casa.

Naquela noite, depois do jantar, quando iam começar a rezar, Alfredo se aproximou, sem graça, mexendo um terço nas mãos, um tanto nervoso, e perguntou:

- Posso rezar também?

Robertinho puxou o pai pela mão e lhe deu um abraço, dizendo:

- Claro, papai! Já o estávamos esperando...

Depois da oração, o pai, com lágrimas nos olhos, pediu perdão à família por ter sido tão obstinado e se arrependia de estar afastado de Deus. Disse sentir que Nossa Senhora, naquela invocação do Bom Conselho, lhe havia feito compreender o quanto Jesus é bom e como somos nada sem Ele. E, em seu coração, Ele lhe dizia esperá-lo, em sua imensa misericórdia, há muito tempo!

No dia seguinte, o senhor Alfredo foi o primeiro a aprontar-se para ir à Missa, pois queria se confessar antes, para "limpar a alma", como dissera, e nunca mais deixou de visitar a Jesus no Santíssimo Sacramento, com a certeza de ali estar Ele, a todo o momento, à espera de nossa companhia e pronto para atender-nos.

 
Irmã Lucília Maria Ribeiro Matos, EP

sábado, 17 de novembro de 2012

LOJA DE CONVENIÊNCIA DO CÉU


Andava eu pela estrada da vida tempos atrás.

Um dia vi uma placa que dizia "Loja de conveniência do céu".

Quando me aproximei a porta se abriu de uma vez e quando dei por mim já havia entrado.

Um grupo de ANJOS eu vi, e estavam para todo lado.

Um me deu uma cesta e disse: "Meu filho, compre com cuidado".

Tudo que um cristão precisava na loja estava e o que você não pudesse carregar, poderia sem problemas amanhã voltar.

Primeiro peguei alguma PACIÊNCIA.

AMOR estava na mesma bancada.

Mais pra frente vinha a COMPREENSÃO, disso se precisa aonde se for.

Peguei uma caixa ou duas de SABEDORIA, um pacote ou dois de FÉ.

E não pude deixar o ESPÍRITO SANTO de lado pois ele estava no em todo o lugar

Parei pra pegar alguma FORÇA e CORAGEM, pra me ajudar a seguir na corrida.

Nessa hora minha cesta estava lotando, mas lembrei que precisava de um pouco de BENÇÃO.

Mas não me esqueci da SALVAÇÃO, pois essa era de graça.

Então tentei pegar o bastante dela, pra salvar a você e a mim.

Então fui ate o caixa, pra pagar pelas minhas compras, pois imaginei que já tinha tudo pra fazer a vontade do MESTRE.

No caminho até o caixa, vi ORAÇÃO, e eu tinha que pegar um pouquinho.

Pois sabia que, quando pisasse lá fora iria incorrer em pecado.

PAZ e FELICIDADE tinham de monte e eram as últimas na prateleira.

MÚSICA e PRECE estavam ao lado, então peguei de ambas também.

Então perguntei ao anjo

"Agora, quanto devo eu?"

Ele sorriu e disse: "Só os leve aonde quer que for"

Uma vez mais, sorri e perguntei,

"Quanto realmente devo eu?"

Ele sorriu outra vez e disse:

"Criança, Jesus pagou sua conta Muito, muito tempo atrás"

"Tudo o que pedires em prece, com fé, você receberá"

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

ADVENTO EM QUADRINHOS


SE SUA VIDA FOR...



Se sua vida for um sonho: Sonhe.
Se sua vida for uma caminhada: Aventure-se.
Se sua vida for um obstáculo: Passe por ele.
Se sua vida for um objetivo: Alcance-o.
Se sua vida for feita de amor: Ame à vontade.
Se sua vida for feita de ódio e rancor: Esqueça, viva só de amor.
Se sua vida for feita de amigos: Preserve-os.
Se sua vida for uma música: Cante-a e dance.
Se sua vida for uma novela: Dê a ela um final feliz.
Se sua vida for uma rosa: Não deixe que ela morra.
Se sua vida for um mistério: Desvende-o.
Se sua vida for feita de dúvidas: Cuidado para não errar na escolha.
Se sua vida for feita de certezas: Vá em frente.
Se sua vida for feita de sombras: Não deixe que elas te ponham medo.
Se sua vida for feita de luz: Não deixe ela se apagar.
Se sua vida for feita de vários caminhos: Procure escolher aquele que te levará a felicidade.
Se sua vida for um livro: Leia e preste atenção.
Se sua vida for um doce: Se delicie com ele.
Se sua vida for uma noite estrelada: Se encante com o brilho dela.
Se sua vida for uma noite Luar: Aprecie a beleza dela.
Se sua vida for uma lembrança: Lembre-se dela com alegria.
Se sua vida for feita de risos: Dê o seu melhor sorriso.
Se sua vida for um pesadelo: Acorde o mais rápido possível.
Se sua vida for feita de trabalho: Trabalhe, mas sem se cansar.
Se sua vida for feita de dinheiro: Economize.
Se sua vida for um passeio: Aproveite bem.
Se sua vida for um dia de folga: Descanse bastante.
Se sua vida for um presente: Abra e se surpreenda.
Se sua vida é uma vida: Viva para ela ser VIVIDA!!!

“A vida é uma grande ponte. Não construa sua casa, apenas atravesse”.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

ETIQUETAS TROCADAS


Uma forte ventania causou, certo dia, um grande alvoroço numa tradicional loja de departamentos.
O gerente havia deixado as janelas abertas e o vento que por elas entrou soprou grande quantidade de etiquetas de preços que estavam prontas e ainda não colocadas, fazendo-as pousar em diversos artigos da loja de forma desordenada.
No dia seguinte, os clientes ficaram surpresos ao encontrar meias a 49,90, ternos a 1,99, sapatos a 0,90 e um cachecol a 1.290,90!...
E a loja de departamentos de nossa vida?
como a temos organizado?
A que atribuimos altos valores e quais os artigos não temos valorizado?
As pessoas que nos conhecem, que conosco convivem constantemente, encontram tudo em ordem ou a ventania da incredulidade tem feito trocas?
Temos atribuído preços elevados às coisas materiais, incertas e passageiras ou, valorizamos o espiritual, crendo que ao lado de Deus todas as coisas são acrescentadas?
Quando abrimos nossos corações e deixamos o Senhor nos dirigir, então podemos descansar e confiar que as bênçãos virão na hora e da forma de Deus.
Quando nos apegamos às coisas desse mundo, perdemos o real valor das coisas importantes para nossa felicidade e supervalorizamos aquilo que nenhum valor tem.
Precisamos parar de viver como se as etiquetas de preços estivessem trocadas!

Autor desconhecido

terça-feira, 13 de novembro de 2012


A fé é a força que alimenta o espírito.

Se juntarmos a fé em Deus à sinceridade e pureza de nossa alma, removeremos todos os obstáculos para nosso progresso e felicidade.

Porém a fé só age com toda a sua força em nós quando estamos voltados à verdade e ao bem.

Os conceitos da verdade e do bem são relativos ao entendimento de cada um, contudo a verdade é absoluta e o bem é o bem.

Ambos independem de nosso relativismo, que ainda podem estar cheio de enganosas ilusões.

Para destruí-las, a vida cria desafios para que a consciência descubra os valores eternos do espírito.

Quando chegamos a esse ponto é que a fé e o bem possuem a força irresistível que transporta montanhas.

Site Catequisar

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

PENSAMENTO DO DIA

 
Uma prova de que Deus esteja conosco não é o fato de que não venhamos a cair, mas que nos levantemos depois de cada queda.

Santa Teresa de Ávila

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

ETERNIZAR-SE OU AFUNDAR-SE


Um monge estava lavando pratos. O anjo aparece sorrindo e lhe diz: “Estou chamando-o para a eternidade. Chegou a hora”. O monge se explicou e pediu que esperasse um pouco porque tinha que acabar de lavar os pratos, senão teria que deixar o trabalho para os outros e estaria faltando para com a caridade. E o anjo foi embora.

E o monge estava cuidando do jardim. Plantando flores e limpando as pestes. E o anjo lhe aparece sorrindo e o convida:

“Chegou seu momento de partir para a eternidade”. E o monge se explicou dizendo:

“Tudo bem, mas espere um pouco, senão tenho que deixar este trabalho para meus frades e eles estão ocupados com seu trabalho”. E o anjo foi embora.

E o monge estava cuidando de um doente. Passaram-se anos, o monge nem lembrava mais do anjo, e um dia novamente lhe aparece o anjo sorridente, convidando para a eternidade.

E o monge falou: “Espere um pouco, estou cuidando deste doente, e no momento todos os meus companheiros estão ocupados e não posso abandonar este velhinho enfermo”. E o anjo sorrindo foi embora.

E o monge estava velhinho e doente. E assim doente lembrou-se do anjo e pensou: “Por que este anjo amigo não vem agora que nada mais posso fazer? Agora sim posso partir para a eternidade”.

Neste momento lhe aparece o anjo sorrindo e dizendo:

Meu monge, você não precisa mais pedir para entrar na eternidade. Desde a primeira vez que o visitei, você está na eternidade, porque tudo você fez com amor e por amor aos irmãos. Cada vez que você amou seu irmão estava se eternizando”.

Quem ama se eterniza. Quem vive voltado para o bem do outro, para a caridade, para a solidariedade, para o serviço já está se eternizando.

Wilson João

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

NÃO PERCA


Perca a batalha, mas não desistas da guerra.

Perca a coragem, mas não perca a vontade de lutar.

Perca a paciência, mas não perca a sua dignidade e segure-se.

Perca o amigo, mas nunca a amizade.

Perca o medo, mas não a prevenção diante dos perigos.

Perca o sono, mas não a vontade de repousar.

Perca as esperanças, mas não a confiança em Deus.

Perca o bom senso, mas não fique ridículo.

Perca o humor, mas não a vontade de sorrir.

Perca o caminho, mas não a direção da sua vida.

Perca o emprego, mas não a vontade de trabalhar.

Perca o medo de amar, errar é aprender.

Perca o medo de falar, alguém vai te ouvir.

Perca o medo de ser feliz, arrisque-se.

Perca o medo de dizer o que sente, ninguém vai descobrir se você não falar.
(...)
Perca o rumo de sua vida, mas encontre-se.

Perca um dia de sua vida, mas nunca a sua vida inteira.


Autor: Paulo Roberto Gaefke

terça-feira, 6 de novembro de 2012

O RIACHO


Era uma vez um Riacho de águas cristalinas, muito bonito, que serpenteava entre as montanhas.

Em certo ponto de seu percurso, notou que a sua frente havia um pântano sujo, por onde deveria passar. Olhou, então, para Deus e protestou:

- Senhor, que castigo! Eu sou um Riacho tão límpido, tão formoso, e você me obriga a atravessar um pântano sujo como esse! O que faço agora?

E Deus respondeu:
- Isso depende da sua maneira de encarar o pântano. Se ficar com medo, você vai diminuir o ritmo de seu curso, dará voltas e, inevitavelmente, acabará misturando suas águas, com as do pântano, o que o tornará igual a ele.
Mas, se você o enfrentar com velocidade, com força, com decisão, suas águas se espalharão sobre ele, a umidade as transformará em gotas que formarão nuvens, e o vento levará essas nuvens em direção ao oceano.

Aí você se transformará em... MAR.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

A FÉ


Ter fé é acreditar que Deus existe, embora nós não o vejamos, e procurar fazer sempre a sua vontade. Essa crença e essa união com Deus muitas vezes são esquecidas, ou deixadas de lado, ou mesmo ignoradas pelo ser humano. As causas desse abandono da fé são diversas: a revolta com o mal presente no mundo, quando a pessoa diz que Deus é culpado por isso, a ignorância ou a indiferença religiosa, as preocupações com as coisas no mundo e com suas riquezas (Mt 13,22), o mau exemplo dos que crêem, as correntes de pensamento hostis à religião, o medo do homem pecador que se esconde de Deus e foge ao seu chamado (Gn 3,8-10; Jn l ,3).

Deus se revela ao homem por meio de suas obras, por meio dos acontecimentos e diretamente; revelou-se aos patriarcas, nossos primeiros pais, que relataram suas experiências com ele na Bíblia (Noé, Abraão e Moisés).

Deus se revelou totalmente por meio de Jesus Cristo, seu Filho. Nele, o Pai disse tudo. Cabe a nós captarmos pouco a pouco todo o alcance dessa revelação de Deus ao longo dos séculos, transmitida a nós pêlos apóstolos, de duas maneiras: oralmente (a tradição apostólica) e por escrito (a Bíblia).

Queremos lembrar que a Bíblia, verdadeiramente inspirada por Deus, é uma parte dessa pregação apostólica. Os bispos e os sacerdotes validamente ordenados são como que os "descendentes" dos apóstolos e continuam a exercer a missão dada aos apóstolos por Jesus. A isso se dá o nome de "sucessão apostólica". A sucessão apostólica, garantida nos papas e bispos, continua a transmissão viva da Revelação até a consumação dos tempos.

A maioria da humanidade tem fé em Deus, mas não acredita que Jesus é Deus. Esses são os "não-cristãos" (são 4 bilhões, ao passo que os cristãos somam apenas l bilhão). Para ser cristã, a pessoa tem de ser batizada "em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo" enquanto está em contato com a água e crê na Santíssima Trindade, ou seja, que em Deus há 3 pessoas: o Pai, o Filho (Jesus Cristo) e o Espírito Santo.

Na prática, entretanto, é cristão quem ama a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a si mesmo, praticando assim o amor cristão, ficando livre de pecados.

Algumas religiões não-cristãs: Mórmons (não acreditam na divindade de Jesus Cristo), Testemunhas de Jeová, Espíritas, Judeus, Islamitas, Budistas.

Fonte: Caminho de vida - Preparação para a Crisma Livro 2. Autor Padre Alfieri Eduardo Bompani. Editora Santuário.

sábado, 3 de novembro de 2012

É difícil ser santo?


Assustamos alguém quando lhe dizemos: "Você é santo". Percebemos o embaraço, porque se julga difícil demais ser santo ou se julga muito extraordinário, por isso os milagres se esparramam pelo chão.

A Igreja tomou para si um costume que era do povo, o costume de canonizar alguém, isto é, declará-lo santo. Para isso exige-se um exame acurado de sua vida, de sua moral e de sua doutrina. Também exigem-se os milagres que comprovem sua santidade. Isso porque esse alguém vai ser colocado para o público como modelo e não pode ter erro de fé e moral.

Há também santos que são e foram extraordinários. Eles receberam uma missão especial, como Paulo, Afonso Ligório, Inácio, Francisco de Assis. Mas também há muitos santos, hoje desconhecidos, que viveram uma vida digna.

A santidade é uma vocação de todos nós. "Deus nos fez para sermos santos e imaculados aos seus olhos", nos diz a Bíblia. A santidade consiste não nos milagres, mas na vida de comunhão com Deus, alcançada no seguimento de Jesus. Quem vive os valores do Evangelho está com Deus e quem está com Deus é santo.

O santo vivo é uma pessoa como nós, até com defeito. Ele porém se esforçou e se esforça para viver em união com Deus e na caridade com os irmãos. É interessante como o povo vai identificando aquelas pessoas que são santas.

Não acredito que precisamos de santos canonizados, precisamos ter o sentido de Deus para percebermos as pessoas santas que vivem no meio de nós.

Essas pessoas nos trazem as bênçãos de Deus e enfeitam a Igreja com suas virtudes mostrando a todos que são felizes nos caminhos de Jesus. Não há necessidade de milagres e de coisas extraordinárias; basta a fidelidade a Jesus no dia-a-dia. Pode ser que mais tarde ninguém fale delas, o importante é que durante suas vidas santificaram a Igreja e agora possuem a plenitude da vida junto de Deus.

Ao carregar as cruzes de cada dia, ao cuidar caridosamente dos irmãos, ao ser solidárias com os que padecem necessidade, essas pessoas nos mostram que é possível seguir o caminho que Jesus ensinou nos Evangelhos. Mostram que é possível amar mesmo vivendo num mundo de extrema violência.

Falar que é fácil ser santo é se esquecer do que disse Jesus: "Quem quiser ser meu discípulo, tome sua cruz e me siga". Por outro lado, não precisamos pensar que seja impossível, pois tanta gente consegue fazer esse caminho e são pessoas humanas como nós. Não nos esqueçamos de que a graça é Deus que dá; a nós resta apenas sermos fiéis.

Para nós é interessante valorizar a vida com Deus e essa comunhão que temos com Deus quando estamos sem pecado e nos esforçamos para sermos bondosos, misericordiosos como o Pai é bondoso. Valorizar a presença de Deus em nós e não perder essa graça. Assim podemos dizer em qualquer circunstância: Se eu acordar amanhã, Deus estará comigo; se eu não acordar, estarei com Deus.

Texto extraído do Livro: Religião também se aprende
Padre Hélio Libardi (editora Santuário)

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

A MORTE NÃO É NADA


“A morte não é nada.
Eu somente passei
para o outro lado do Caminho.
Eu sou eu, vocês são vocês.
O que eu era para vocês,
eu continuarei sendo.
Me dêem o nome
que vocês sempre me deram,
falem comigo
como vocês sempre fizeram.
Vocês continuam vivendo
no mundo das criaturas,
eu estou vivendo
no mundo do Criador.
Não utilizem um tom solene
ou triste, continuem a rir
daquilo que nos fazia rir juntos.
Rezem, sorriam, pensem em mim.
Rezem por mim.
Que meu nome seja pronunciado
como sempre foi,
sem ênfase de nenhum tipo.
Sem nenhum traço de sombra
ou tristeza.
A vida significa tudo
o que ela sempre significou,
o fio não foi cortado.
Porque eu estaria fora
de seus pensamentos,
agora que estou apenas fora
de suas vistas?
Eu não estou longe,
apenas estou
do outro lado do Caminho...
Você que aí ficou, siga em frente,
a vida continua, linda e bela
como sempre foi."

Santo Agostinho, 429
(Tradução de Aprígio Fonseca)

CREIO NA VIDA ETERNA


Sozinho ou em comunidade, ao rezar o “Credo” você proclama solenemente: Creio na vida eterna. O que quer dizer essa afirmação? Em que você realmente acredita?

A morte, para o cristão, longe de ser o fim de tudo, é a possibilidade de um encontro com Jesus Cristo; é a entrada na vida eterna. Com ela, termina o tempo aberto ao acolhimento ou à recusa da graça divina.

O Novo Testamento fala da retribuição que cada um receberá, após sua morte, em função de sua fé e das obras que realizou. Vemos isso na parábola do pobre Lázaro (Lc 16, 19-31), nas palavras de Cristo ao Bom Ladrão (Lc 23, 39-43) e em expressões como a do apóstolo Paulo: “Porque teremos de comparecer diante do tribunal de Cristo. Ali cada um receberá o que mereceu, conforme o bem ou o mal que tiver feito enquanto estava no corpo” (2Cor 5,10).

O autor da Carta aos Hebreus apresenta uma afirmação na mesma linha: “Está determinado que os homens morram uma só vez e logo em seguida vem o juízo” (Hb 9,27). Portanto, cada pessoa, depois da morte, receberá a retribuição eterna, num juízo que colocará sua vida em relação à de Cristo e aos apelos que nos deixou no Evangelho. São João da Cruz dizia: “Seremos julgados quanto ao amor!”

Os que morrerem na graça e na amizade de Deus, e que estiverem totalmente purificados, viverão para sempre em Cristo. Passarão a ver Deus “tal como ele é” (1Jo 3,2), face a face. O céu não é um “lugar” (na eternidade não há tempo nem espaço), mas um “estado de vida”.

Estar no céu é viver com a Santíssima Trindade, em comunhão de vida e de amor; com a Virgem Maria, os anjos e todos os que também morreram na graça de Deus. O céu é o fim último e a realização de todas as aspirações do ser humano; é o estado de felicidade suprema e definitiva.

Os que morrerem na graça e na amizade de Deus, mas que não estiverem completamente purificados, embora tenham garantida sua salvação eterna, passarão, após a morte, por uma purificação, a fim de obter a santidade necessária para entrar na alegria do céu (cf. Catecismo da Igreja Católica, n. 1030).

A Igreja denomina “Purgatório” essa purificação final dos eleitos, que é completamente distinta do castigo dos condenados (Cf. 1Cor 3,15; 2Mc 12,43-45). Mais do que um castigo, o Purgatório é uma preparação para o encontro com aquele que é santo por natureza, e diante do qual não pode haver imperfeições.

Já os que morrerem em pecado mortal, serão excluídos definitivamente da comunhão com Deus. As afirmações da Bíblia e os ensinamentos da Igreja a esse respeito nos asseguram que Deus não predestina ninguém para viver eternamente longe dele. É a própria pessoa que livremente o rejeita. É necessário, pois, usar a liberdade com responsabilidade, pois um dia cada qual responderá por seus atos, palavras e omissões. “Entrai pela porta estreita, porque largo e espaçoso é o caminho que conduz à perdição. E muitos são os que entram por ele. Estreita, porém, é a porta e apertado o caminho que conduz à vida. E poucos são os que o encontram”, disse Jesus (Mt 7,13-14).

A ressurreição dos mortos, “dos justos e dos injustos” (At 24,15), antecederá o Juízo Final. Esse revelará o que cada um fez de bem ou deixou de fazer durante sua vida terrestre. Como não nos lembrar, aqui, da grandiosa descrição de Cristo? “Quando o Filho do homem voltar na sua glória e todos os anjos com ele, sentar-se-á no seu trono glorioso. Todas as nações se reunirão diante dele e ele separará uns dos outros... Então o Rei dirá aos que estão à direita: “Vinde, benditos de meu Pai, tomai posse do Reino que vos está preparado desde a criação do mundo, porque tive fome e me destes de comer...”(Mt 25,31-46).

O Reino de Deus chegará, então, à plenitude. Os justos reinarão com Cristo para sempre, glorificados em corpo e alma. Então, Deus será “tudo em todos” (1Cor 15,28).

Creio na vida eterna! Justamente porque acredita nessa verdade de fé, você é chamado a viver, mais intensa e santamente, cada dia e cada acontecimento. Afinal, é aqui e agora que você prepara sua eternidade.

Dom Murilo S.R. Krieger, sc

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

DECÁLOGO DA SANTIDADE


No dia 1 de Novembro celebra-se o dia de Todos os Santos.
Por isso sugiro a leitura destas dez belas propostas.

1- Sede santos por opção e não por distração.

2- Sede santos do quotidiano, nas tarefas e ocupações de cada dia, e não só em momentos heroicos ou eufóricos.

3- Sede santos dentro do mundo do nosso tempo: amai-o com as suas belezas e potencialidades, com as suas crises e misérias.

4- Sede santos da gratuidade, da doação e do serviço que não tem preço nas cotações da Bolsa.

5- Sede santos que se deixam habitar pelo mistério e pela santidade de Deus, e não turistas da santidade que só a veem e admiram de longe nos outros.

6- Sede santos em comunidade e em família; uns com os outros, uns para os outros, ajudando a dar passos em frente.

7- Sede santos penitentes, humildes, conscientes de que «Deus é sempre maior».

8- Sede santos protagonistas de uma humanidade exemplarmente assumida e vivida: santos plenamente homens, cuja santidade enriquece e embeleza a sua humanidade.

9- Sede santos de amor puro, verdadeiro, casto, fiel, alegre e sorridente.

10- Sede santos da alegria e da esperança, que ajudam a descobrir as belezas do caminho e possibilidades de vida nova.