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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

HALLOWEEN- A VOLTA AO PAGANISMO


O halloween tem uma origem pagã. Esta celebração se atribui a um povo que habitava nas Inglaterra: os celtas. Esta festa tinha como objetivo principal celebrar os mortos. Acreditavam que na noite do dia 31 de outubro, o deus da morte permitia aos mortos voltar a terra para criar um ambiente de terror. A invasão dos romanos (46 a.C) às ilhas britânicas deu como resultado a mistura dos costumes da cultura celta com os usos e costumes da Europa. Esta influência foi diminuindo com a pregação do evangelho, e desapareceu totalmente no final do II século do cristianismo.

Esta comemoração voltou aos poucos como uma festa para as crianças usarem fantasias de bruxas ou outros personagens maus. Para ganhar simpatia juntou-se o costume de distribuir doces. Pôr trás de algo aparentemente inofensivo existe toda uma trama para voltar a crenças pagãs.

Muitos grupos satanistas e ocultistas usam o dia 31 de outubro como a sua data mais importante. Chamam a este dia de " Festival da morte", e é reconhecido pôr todos os satanistas, ocultistas e adoradores do diabo como véspera do ano novo da bruxaria.

 Anton LaVey, autor da " Bíblia satânica " e sumo sacerdote da igreja de satanás, diz que o dia mais importante para os seguidores o maligno é o halloween. LaVey diz que nesta noite os poderes satânicos ocultos e de bruxaria estão no seu nível de potência mais alto, e qualquer bruxo ou ocultista encontrará mais êxito no dia 31de outubro, porque satanás e seus poderes estão em seu ponto mais alto nesta noite. Estes seguidores do príncipe da mentira asseguram que durante a noite do halloween, os anjos decaídos, assim como toda a classe de espíritos malignos percorrem o mundo inteiro.

Também é um fato registrado e documentado que na noite do dia 31 de outubro na Irlanda, Estados Unidos e outros países se realizam missas negras, cultos espíritas e outras reuniões relacionadas com o mal e o ocultismo.

Estas poucas informações servem para mostrar o lado negativo do halloween. A mensagem de amor, paz, caridade e esperança de Jesus Cristo é completamente contrária às imagens sangrentas, que retratam bruxas, mortos saindo de túmulos, vampiros e outros monstros. Halloween é na verdade uma celebração da maldade.

 "Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas." (2Tm 4,3-4)

Muitos jovens deixam-se iludir por figuras aparentemente "inocentes" dessas festas malíficas. E por estarem distantes da Palavra de Deus acabam sendo conduzidos pelo mal. É preciso orientá-los que a verdadeira felicidade somente encontramos no caminho de Deus. Vamos festejar a vida e não a morte, pois quem festeja a morte vive nas trevas e nós cristãos devemos viver na luz e essa luz é Jesus: "Eu sou a luz do mundo, quem vem a Mim não andarás nas trevas".


FONTE: CATEQUISAR

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Pedagogia da Catequese - CREIO NA VIDA ETERNA


CREIO NA VIDA ETERNA

Num diálogo com catequistas as perguntas se direcionaram para questões como “vida eterna, morte, céu, inferno”.

Um catequista perguntou: “Eu sei que a morte é uma realidade, creio na vida eterna, acredito no céu, mas tenho muita dificuldade de falar sobre estes assuntos na catequese. Gostaria de receber algumas orientações”.

Estimados catequistas, há uma tendência de evitar estas realidades nas conversas, estudos e na catequese.

Cresce uma mentalidade de viver o momento presente, aproveitar bem este tempo de vida e não pensar muito no dia de amanhã. É claro que, também, não se pode viver em tensão e medo diante da certeza da morte e da vida futura.

Neste mês, lembramos o dia dos finados. É bom aproveitar esta data para dar uma boa catequese sobre os citados temas. Alguns pontos são fundamentais não só para a catequese, mas para a vida cristã.

MAIOR CERTEZA: RESSURREIÇÃO

O fundamento de nossa fé baseia-se na certeza de que nossa vida não termina com a morte. Cremos na ressurreição e na vida eterna. Aliás, isto nós professamos ao rezar o “Creio em Deus Pai”.

A morte deve ser entendida em três dimensões:

a) A morte é o fim da vida terrestre. Nossa vida é medida pelo tempo, ao longo do qual passamos por mudanças, envelhecemos e, como acontece com todos os seres vivos da terra, a morte aparece como fim normal da vida.

b) A morte é conseqüência do pecado. O pecado entrou no mundo e desorganizou os desígnios de Deus. Como conseqüência do pecado, do mal e do coração carregado de maldade, a morte entrou no mundo.

c) A morte é transformada por Jesus Cristo. Jesus Cristo passou pela morte, apesar de não ter pecado. Mas não ficou na morte. Três dias após o seu sepultamento ele ressuscitou. É na ressurreição de Jesus que a nossa vida adquire um novo sentido. “Se Cristo não ressuscitou inútil é a nossa fé”, afirma São Paulo (1Cor 15, 14). “Por que buscais entre os mortos aquele que está vivo? Não está aqui, ele ressuscitou” (Lc 24, 5).

MISSÃO DA CATEQUESE

A catequese tem uma missão fundamental para orientar os catequizandos e a comunidade cristã sobre o verdadeiro sentido da vida, da ressurreição e da eternidade. Quem perde o horizonte da ressurreição debate-se no cotidiano da vida em busca de razões e angustia-se ao pensar que um dia deverá enfrentar a morte... e deixar tudo.

Viver sem esperança e certeza de vida eterna faz os sonhos serem pequenos, a vida limitada, os trabalhos sem finalidade, o sofrimento sem sentido e a luta de cada dia sem perspectiva.

Refletir sobre a morte, crer na ressurreição e na vida eterna é professar a fé na certeza de que a vida vem de Deus e volta para Deus. Em Jesus cremos que a morte não é o fim, mas a passagem para a vida nova em Cristo.

A Bíblia nos diz: “Esta é a vontade de meu Pai, que todo aquele que vê o Filho e nele crê, tenha a vida eterna e eu o ressuscitarei no último dia. Em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna” (Jo 6, 40).

“Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá” (Jo 11, 26).

“Não queremos que ignoreis coisa alguma a respeito dos mortos, para que não vos entristeçais com os outros homens que não têm esperança. Se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, cremos também que Deus levará com Jesus os que nele morrerem” (1Tes 4, 13).

A catequese precisa ser anunciadora da esperança. A vida tem sentido porque cremos na ressurreição e na vida eterna. A fé é seta que aponta para o infinito. Não nascemos para o finito, o transitório e o perecível. Nascemos para a eternidade, para o “novo céu e a nova terra, onde não há mais choro nem lágrimas” (Ap 21, 4).

Sem esperança a vida não tem rumo, nem sentido e nem respostas. A fé na ressurreição e a certeza da vida eterna é fundamento da nossa esperança e a razão para construirmos o Reino de Deus.

Dom Juventino Kestering

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Um jeito diferente de olhar para o Salmo 23


O Senhor é o meu Pastor…Isto é relacionamento!

Nada me faltará…Isto é suprimento!

Caminhar me faz por verdes pastos…Isto é descanso!

Guia-me mansamente a águas tranquilas…Isto é refrigério!

Refrigera minha alma…Isto é cura!

Guia-me pelas veredas da justiça…Isto é direção!

Por amor de seu nome…Isto é propósito!

Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte…Isto é provação!

Eu não temeria mal algum…Isto é proteção!

Porque tu estás comigo…Isto é fidelidade!

A tua vara e o teu cajado me consolam…Isto é esperança!

Unge a minha cabeça com óleo…Isto é consagração!

E o meu cálice transborda…Isto é abundâcia!

Certamente que a bondade e a misericordia me seguirão todos os dias da

minha vida…Isto é benção!

E eu habitarei na casa do Senhor…Isto é segurança!

Por longos dias…Isto é eternidade!

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

TOCAR O CEGO


Organização:
  •  As crianças sentadas em círculo.
  •  Ao centro, uma criança de olhos vendados.

Execução:
  •  Uma criança do círculo se levantará, tocará o ceguinho e se sentará novamente. 
  • Pelos movimentos feitos, o cego tentará adivinhar quem o tocou. A pessoa descoberta passará a ser o ceguinho.
  •  Quem for ceguinho três vezes paga prenda.

 Portal Sementinha kids

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

FAMÍLIA, A COLMÉIA DO MUNDO


Você já se deu conta de que em uma colméia, com mais de 70 mil abelhas, tudo segue uma rigorosa disciplina e que cada abelha exerce uma função. As operárias são as que alimentam as larvas, cuidam da colméia, trazem comida para todos os habitantes da comunidade.
Elas começam como faxineiras, limpando as células onde estão os ovos,
depois produzem a geléia real que serve para alimentar as abelhas mais jovens e a rainha.
Também trabalham como babás alimentando as abelhinhas mais crescidas com pólen e mel.
Ainda jovens elas se tornam construtoras e começam a produzir cera, que lhes permite construir e remendar as células da colméia.
A tarefa da rainha é botar ovos, dos quais sairão novas operárias, os zangões e as futuras rainhas.
Tudo na colméia reflete ordem e equilíbrio.
Imagine a sua família como uma colméia racional.
Cada um tem sua tarefa a cumprir, visando o crescimento da pequena coletividade, como exige o lar.
E todos são importantes no desempenho do grupo doméstico.
E na família que se exercita a cooperação, a união, a amizade, o respeito e a educação.
Se na colméia familiar reinar o amor, conseguiremos com certeza ter elementos para uma atuação segura, verdadeiramente cristã, junto à família, a colméia do mundo.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

A FORMIGUINHA E O FLOQUINHO DE NEVE


Certa manhã de inverno, uma formiguinha imprudente afastou-se do formigueiro pelo meio da neve e nela prendeu seu pezinho. Aflita, começou a pedir ajuda com a voz chorosa e cheia de auto-piedade, esquecida de sua imprudência inicial:

- Oh, Sol, tu que és tão forte, derrete a neve e desprende meu pezinho…

E o Sol, indiferente nas alturas, falou:

- Mais forte do que eu é o muro que me tapa!

Olhando então para o muro, a formiguinha pediu:

- Oh, muro, tu que és tão forte, que tapas o Sol, que derrete a neve, desprende meu pezinho…

E o muro que nada vê e muito pouco fala respondeu apenas:

- Mais forte do que eu é o rato que me rói!

Voltando-se então para um ratinho que passava apressado, a formiguinha suplicou:

- Oh, rato, tu que és tão forte, que róis o muro, que tapa o Sol, que derrete a neve, desprende meu pezinho…

Mas o rato, que também ia fugindo do frio, gritou de longe:

- Mais forte do que eu é o gato que me come!

Já cansada, a formiguinha pediu ao gato:

- Oh, gato, tu que és tão forte, que comes o rato, que rói o muro, que tapa o Sol, que derrete a neve, desprende meu pezinho…

E o gato, sempre preguiçoso, disse bocejando:

- Mais forte do que eu é o cão que me persegue!

Aflita e chorosa, a pobre formiguinha pediu ao cão:

- Oh, cão, tu que és tão forte, que persegues o gato, que come o rato, que rói o muro, que tapa o Sol, que derrete a neve, desprende meu pezinho…

E o cão, que ia correndo atrás de uma raposa, respondeu sem parar:

- Mais forte do que eu é o homem que me bate!

Já quase sem forças, sentindo o coração gelado de frio, a formiguinha implorou ao homem:

- Oh, homem, tu que és tão forte, que bates no cão, que persegue o gato, que come o rato, que rói o muro, que tapa o Sol, que derrete a neve, desprende meu pezinho…

E o homem, respondeu apenas:

- Mais forte do que eu é o Deus que te Criou!

Quase morrendo, a formiguinha rezou baixinho:

- Meu Deus, tu que és tão forte, que governas a morte, que mata o homem, que bate no cão, que persegue o gato, que come o rato, que rói o muro, que tapa o Sol, que derrete a neve, desprende meu pezinho…

E Deus, então, por AMOR a formiguinha , fez girar mais depressa o tempo e em dois minutos fez-se a primavera e no campo agora coberto de flores multicores estava derretida toda a neve , o frio, toda a prisão.

A formiguinha, porem, não arredou o pé de onde estava até chegar o inverno seguinte, quando um outro floco de neve prendeu o

Pé que ela nunca tinha libertado.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

ACREDITAR E AGIR


Um viajante ia caminhando em solo distante, as margens de um grande lago de águas cristalinas. Seu destino era a outra margem.
Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem coberto de idade, um barqueiro, quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo.
O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. Logo seus olhos perceberam o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, o viajante pode observar que se tratava de duas palavras, num deles estava entalhada a palavra ACREDITAR e no outro AGIR.
Não podendo conter a curiosidade, o viajante perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos. O barqueiro respondeu pegando o remo chamado ACREDITAR e remando com toda força. O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo AGIR e remou com todo vigor. Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.
Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, remou com eles simultaneamente e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago chegando ao seu destino, a outra margem.
Então o barqueiro disse ao viajante:
- Esse porto se chama autoconfiança. Simultaneamente é preciso ACREDITAR e também AGIR para que possamos alcançá-la!

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

ALMAS PERFUMADAS


Tem gente que tem cheiro
de passarinho quando canta,
de sol quando acorda,
de flor quando ri.

Ao lado delas,
a gente se sente no balanço de uma rede
que dança gostoso numa tarde grande,
sem relógio e sem agenda.

Ao lado delas,
a gente se sente comendo pipoca na praça,
lambuzando o queixo de sorvete,
melando os dedos com algodão doce
da cor mais doce que tem pra escolher.
O tempo é outro.
E a vida fica com a cara que ela tem de verdade,
mas que a gente desaprende de ver.

Tem gente que tem cheiro
de colo de Deus,
de banho de mar
quando a água é quente e o céu é azul.

Ao lado delas,
a gente sabe que os anjos existem e que alguns são invisíveis.

Ao lado delas,
a gente se sente chegando em casa e trocando o salto pelo chinelo,
sonhando a maior tolice do mundo
com o gozo de quem não liga pra isso.

Ao lado delas,
pode ser abril,
mas parece manhã de Natal,
do tempo em que a gente acordava
e encontrava o presente do Papai Noel.

Tem gente que tem cheiro
das estrelas que Deus acendeu no céu
e daquelas que conseguimos acender na Terra.

Ao lado delas,
a gente não acha que o amor é possível,
a gente tem certeza.

Ao lado delas,
a gente se sente visitando um lugar feito de alegria,
recebendo um buquê de carinhos,
abraçando um filhote de urso panda,
tocando com os olhos os olhos da paz.

Ao lado delas,
saboreamos a delícia do toque suave
que sua presença sopra no nosso coração.

Tem gente que tem cheiro
de cafuné sem pressa,
do brinquedo que a gente não largava,
do acalanto que o silêncio canta,
de passeio no jardim.

Ao lado delas,
a gente percebe que a sensualidade
é um perfume que vem de dentro
e que a atração que realmente nos move
não passa só pelo corpo.
Corre em outras veias.
Pulsa em outro lugar.

Ao lado delas,
a gente lembra que no instante em que rimos
Deus está conosco, juntinho, ao nosso lado.
E a gente ri grande que nem menino arteiro.

Tem gente como você,
que nem percebe como tem a alma perfumada
e que esse perfume é dom de Deus.

Carlos Drummond de Andrade

sábado, 20 de outubro de 2012

PROMOÇÃO IMPERDÍVEL, DO BLOG NOS PASSOS DE JESUS


PROMOÇÃO PEQUENA BIBLIOTECA DA FÉ

Oração para o Dia Nacional de Valorização da Família – 2012


“Família é o patrimônio da humanidade”. (Bento XVI, 2007)

Senhor Deus, nosso Pai amoroso e misericordioso, criastes-nos à Vossa imagem e semelhança, para a plenitude da vida em comunhão. Sabemos por experiência que a família constituída por um homem e uma mulher unidos por um vínculo indissolúvel e seus filhos, fundada sobre o matrimônio, é a melhor maneira de viver o amor humano, a maternidade e a paternidade. Ela é o caminho da plena realização humana e, ao mesmo tempo, constitui o bem mais decisivo para que a sociedade cresça na verdade e na paz, porque ela corresponde ao Vosso desígnio de amor.

Senhor Deus, Verbo Encarnado na família de Nazaré, escolhestes uma família como a nossa para habitar entre nós e compartilhar em tudo a nossa condição humana, menos o pecado. Viestes até nós para ser o nosso Redentor, para salvar a nós e a nossos filhos de atitudes e decisões insensatas, de caminhos de destruição e de morte, dos dramas que acompanham cada existência humana. Vinde para reavivar em nos o amor que se doa e fortalecer os vínculos de afeto recíproco, para que juntos construamos um mundo de gratuidade amorosa e de vida fraterna. Assim veremos florescer uma sociedade justa e solidária, que valoriza e ama a família, onde seja possível experimentar a felicidade verdadeira, até o dia em que chegaremos junto de Vós, no Vosso Reino de Paz definitiva. Nossa família, que constitui o bem mais precioso na nossa vida e o maior recurso da nação brasileira, está sendo descaracterizada e desvalorizada por diversas forças sociais e políticas, querendo assemelhá-la a qualquer união que ofereça afeto e cuidados. Até os pais correm perigo de serem desapropriados de sua responsabilidade educativa.

Senhor Deus, Divino Espírito Santo, vinde fortalecer nosso ardor evangélico, para sermos discípulos missionários de Jesus, portadores do seu amor e da sua potência divina que vence a morte. Pedimos-vos que nossa família se torne cada vez mais casa de comunhão, capaz de vencer os conflitos, escola da fé e dos valores humanos e sociais, lugar onde se partilham as esperanças e as lutas e se acompanha o crescimento de cada filho. Assim, nossa família será fonte de alegria e de beleza, nascente de satisfação e de força para construir positivamente o horizonte de realização de cada pessoa e o bem de toda a sociedade.

Ajudai-nos, Senhor a valorizar o grande dom que é a família, preservando-a dos males que a ameaçam e iluminai nosso caminho para superar os conflitos entre o trabalho a família e a festa, para promover a família cidadã, que auxilia a sociedade a superar a violência e a corrupção, a encontrar caminhos da paz.

Sagrada Família de Nazaré, Jesus, Maria e José, abençoai as nossas famílias brasileiras.

Dom João Carlos Petrini
Bispo de Camaçari-BA
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família/CNBB

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

O GOLE D'ÁGUA


Existia um homem que vivia insatisfeito, estressado e bastante infeliz, pelo relacionamento sofrível que tinha com a esposa.

Todos os dias, ambos chegavam cansados dos seus respectivos trabalhos e o que acontecia entre os dois era um total desentendimento, desarmonia e era impossível haver diálogo.

No momento em que ele chegava em casa, normalmente já encontrava a esposa que, indignada e não menos estressada com os afazeres do dia e mais o acúmulo do “terceiro expediente”, começava a falar e a reclamar sem parar.

O marido, por sua vez, não aguentava a pressão e os dois não conseguiam se

entender. Um amigo, com o qual normalmente desabafava, aconselhou o marido a procurar um homem que era tido como uma pessoa muito boa e capaz, especialista em aconselhamento de casais.

Chegando lá, contou-lhe o seu problema coma esposa. Após ouvi-lo, o velho homem adentrou na casa e voltou com duas garrafas – uma grande e uma pequena. A garrafa maior continha um líquido transparente a menor estava vazia.

Entregou ao visitante as duas garrafas e deu-lhe a seguinte orientação: “Mantenha com você, sempre, esta garrafinha pequena por ser mais prática de carregar, cheia deste líquido que está na garrafa maior. No exato momento em que você for chegando em casa, tome um gole bem grande do líquido e fique com ele na boca, sem engolir, durante trinta minutos. Faça essa receita por dez dias consecutivos e, depois, volte aqui”.

O homem achou estranho, mas resolveu seguir à risca o que o velho havia lhe ensinado fazer. No primeiro dia sua esposa fez o de sempre: começou a falar, reclamar, soltando “cobras e lagartos” e o marido, no seu desespero de querer responder, não dizia nada.

Ao final dos trinta minutos, ele engoliu e aí… tudo o que ele queria responder, já não fazia mais sentido. Conversou outras coisas com a esposa e até dormiram juntos.

Durante todos os outros dias, repetiu a receita e lá pelo oitavo dia a esposa recebeu-o com ar de preocupação: “O que é que você tem?! Eu fico o tempo todo falando sozinha, digo, digo e digo e você… nada. Por outro lado, eu tenho sentido que estamos conseguindo conversar. O que é que está acontecendo?”.

Bem feliz agora com os resultados alcançados retornou no décimo primeiro dia à casa do velho. Lá chegando, indagou-lhe qual era o conteúdo milagroso que ele tinha lhe dado, ao que o velho respondeu: “água… com apenas um gole d’água na boca você conseguiu fazer uma coisa que é o calo de muita gente: SABER OUVIR”.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

DEPENDE DE VOCÊ


 A paz que você reclama e tenta encontrar…

depende de você.

 A compreensão que você reivindica a cada passo…

depende de você.

 A bondade que você admira nas pessoas…

e sonha possuir…

depende de você.

 O diálogo, base de toda convivência…

depende de você.

 A abertura que é o caminho para a renovação…

depende de você.

 A realização que você julga essencial…

depende de você.

 O amor que você quer encontrar no outro…

depende de você.

 Pondere:

 Queixar-se ou produzir, atrapalhar ou servir,

desprezar ou valorizar, revoltar-se ou colaborar,

adoecer ou curar-se, rebaixar-se ou abrir-se,

estacionar ou progredir é uma questão de escolha.

 ”Depende de você”.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

O CIRCO


Quando eu era adolescente, meu pai e eu estávamos na fila para comprar ingressos para o circo.
Finalmente, havia apenas uma família entre nós e o guichê.
Essa família me causou uma profunda impressão.
Havia oito crianças, provavelmente todas com menos de 12 anos. Podia-se dizer que elas não tinham muito dinheiro. Suas roupas eram baratas, porém limpas. As crianças eram bem comportadas, todas em pé na fila duas a duas de mãos dadas, atrás de seus pais.
Falavam animadamente sobre os palhaços, os elefantes e outras coisas que veriam naquela noite.
Podia-se perceber que nunca tinham ido ao circo.
O programa prometia ser um grande acontecimento em suas vidas jovens.
O pai e a mãe iam à frente do grupo, tão orgulhosos quanto poderiam estar. A mãe segurava o braço do marido e olhava para ele, como se dissesse, “Você é meu cavaleiro com uma armadura brilhante”. O pai sorria cheio de orgulho e olhava para ela, como se respondesse, “Você tem razão.”
A vendedora de ingressos perguntou ao pai quantos ele queria. Ele respondeu, “Por favor, quero oito de crianças e dois de adultos para levar a minha família ao circo”.
A vendedora disse o preço. A mãe ficou cabisbaixa e largou a mão do marido, que ficou com os lábios trêmulos.
Ele perguntou novamente: “Quanto foi que a senhora disse?” A vendedora disse novamente o preço. O homem não tinha dinheiro suficiente.
Como poderia dizer a seus oito filhos que não tinha dinheiro suficiente para levá-los ao circo?
Vendo o que acontecia, meu pai colocou a mão em seu bolso, pegou uma nota de vinte dólares e a deixou cair no chão.
Meu pai se abaixou, pegou a nota, tocou no ombro do homem e disse “Senhor, com licença, isto caiu do seu bolso.”
O homem entendeu o que estava acontecendo. Não estava pedindo esmolas, mas certamente apreciou a ajuda em uma situação terrivelmente constrangedora.
Ele olhou bem nos olhos do meu pai, pegou a sua mão nas suas, apertou com força a nota de vinte dólares e, com os lábios trêmulos e uma lágrima rolando em seu rosto, respondeu “Obrigado, senhor. Isso significa muito para mim e para a minha família.”
Meu pai e eu voltamos para o nosso carro e nos dirigimos para casa. Não fomos ao circo naquela noite, mas valeu a pena.

Do livro “Histórias para abrir o coração”…
Autores: Jack Canfield e Mark Victor Hansen

terça-feira, 16 de outubro de 2012

ABRACE!

Aproxime-se mais!

Tente sentir mais do que um abraço é capaz.

Quando bem apertado, ele ampara tristezas,

sustenta lágrimas, combate incertezas, põe a nostalgia de lado.

É até capaz de amenizar o medo.

Se for cheio de ternura,

ele guarda segredos e jura cumplicidade.

Um abraço de verdade

divide alegrias e se apraz em comemorações.

Abraços são pequenas orações de fé e de energia.

Olhe para o lado.

Há sempre alguém que precisa de um abraço e não tem coragem pra dizer!

Enlace-o!

O que vai receber de volta é um sorriso de carinho e uma palavra sincera.

Você vai perceber que ninguém está sozinho e que a vida pode ser um eterno céu de primavera.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

COMO O CARVALHO

 Todas as vezes que nos deparamos com problemas em nossa vida, observamos o quanto somos frágeis.

As alegrias se vão e só fica a verdade de que somos impotentes para lidar com adversidades que surgem no decorrer de nossa existência.

Deus nos deixa lições interessantes em sua criação para nos mostrar o contrário, que o homem foi criado forte e que essa força é sempre adquirida e absorvida dessas situações adversas.

Você conhece uma árvore chamada CARVALHO?

Pois é, essa árvore é usada pelos botânicos e geólogos como um medidor de catástrofes naturais do ambiente.

Quando querem saber o índice de temporais e tempestades ocorridas numa determinada floresta, eles observam logo o carvalho (existindo no local, é claro), que naturalmente é a árvore que mais absorve as conseqüências de temporais.

Quanto mais temporais e tempestades o carvalho enfrenta, mais forte ele fica!

Suas raízes naturalmente se aprofundam mais na terra e seu caule se torna mais robusto, sendo impossível uma tempestade arrancá-lo do solo ou derrubá-lo!

Mas não pense que os cientistas precisam fazer essas análises todas para saber isso! Basta apenas eles olharem para o carvalho.

Por absorver as conseqüências das tempestades, a robusta árvore assume uma aparência disforme, como se realmente tivesse feito muita força.

Muitas vezes uma aparência triste!

Cada tempestade para um carvalho é mais um desafio a ser vencido e não uma ameaça!

Numa grande tempestade, muitas árvores são arrancadas, mas o carvalho permanece firme!

Assim somos nós.

Devemos tirar proveito das situações contrárias à nossa vida e ficar mais fortes!

Um pouco marcados. Muitas vezes com aparência abatida, mas fortes!!!

Com raízes bem firmes e profundas na terra!

Podemos, com isso, compreender o que o nosso PAI maravilhoso quis nos ensinar, quando disse que podemos todas as coisas naquele que nos fortalece.

E também a confiança do rei Davi quando cantou:

_”Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte eu não temerei mal algum, porque TÚ estás comigo…”

Por isso quando olhar pela janela o lindo alvorecer, lembre-se de que não há temor com os infortúnios da dia, porque DEUS está consigo!

Ele o protegerá

Se você está passando por lutas muito grandes por estes dias, pense que (como o carvalho)…é só mais uma tempestade que o tornará mais forte, segundo aquele que nos arregimentou!

sábado, 13 de outubro de 2012

PANQUECAS


Marcos, no auge de seus seis anos de idade, levantou-se mais cedo em uma manhã de sábado disposto a preparar uma boa surpresa para seus pais. Queria fazer panquecas para o café da manhã.

Ele pegou uma tigela e uma colher, puxou uma cadeira, abriu o armário e pegou a pesada lata de farinha. Acabou derramando toda a farinha pelo chão. Com as mãos, ele recolheu um pouco de farinha e jogou na tigela, misturando uma xícara de leite e acrescentou um pouco de açúcar, enquanto deixava no chão um rastro de todos os seus passos. Tinha também algumas pegadas de seu gatinho. Marcos estava coberto de farinha e frustrado. Ele queria preparar uma boa surpresa para sua mãe e para seu pai, mas estava estragando tudo. Ele não sabia o que fazer em seguida colocar tudo no forno ou no fogão, e ele não sabia como fazer o fogão funcionar.

De repente ele viu o gatinho lambendo a tigela com a mistura e o expulsou da cozinha, mas acabou derrubando uma cartela de ovos no chão. Freneticamente tentou limpar aquela monumental bagunça, mas escorregou nos ovos, deixando lambuzado o seu pijaminha. Foi aí que ele viu seu pai parado na porta da cozinha.

Assustado, Marcos arregalou os olhos. Tudo o que queria fazer era preparar uma boa surpresa, mas o que ele conseguiu mesmo foi uma terrível bagunça. Ele estava certo que levaria uma tremenda bronca, talvez até mesmo uma surra. Mas o seu pai apenas o olhava. Então, atravessando cuidadosamente aquela bagunça, ele apanhou o filho, o abraçou e o acariciou, sujando também o seu próprio pijama.

E é assim que somos tratados por Deus. Algumas vezes tentamos fazer algo de bom, mas erramos em algum ponto e provocamos uma tremenda bagunça. Em nosso casamento um pouco arranhado, quando insultamos um amigo, quando não executamos nosso trabalho como deveríamos, quando não cuidamos direito de nossa saúde, enfim, vivemos fazendo bagunça. Às vezes, nos colocamos em lágrimas por tudo de errado que fizemos. É quando Deus nos coloca ao colo, nos ama e nos perdoa, apesar de nossas bagunças.
Porém não é certo que, só porque não queremos fazer confusão, deixaremos de tentar fazer panquecas para Deus e para os outros.

Autor desconhecido.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

ORAÇÃO A NOSSA SENHORA APARECIDA

Ó Virgem Maria, abençoada sois vós
pelo Senhor Deus Altíssimo
entre todas as mulheres da terra.

Vós sois a glória de Jerusalém,
vós a alegria de Israel,
vós a honra do nosso povo.

Salve, ó Virgem, honra de nossa terra,
a quem rendemos um culto de piedade e veneração,
a quem chamamos com o belo nome de Aparecida.

Quem poderia contar, ó doce Mãe,
quantas graças, durante tantos anos,
vós dispensastes ao povo brasileiro,
compadecida dos nossos males?
Quisemos cingir vossa cabeça sagrada
com uma coroa de ouro,
que vos é devida por tantos títulos;
continuai a dobrar-vos benignamente às nossas preces.

Quando erguemos aos céus nossas mãos suplicantes,
ouvi, clemente, os nossos rogos, ó Virgem;
conservai nossas almas afastadas da culpa e,
por fim, conduzi-nos ao céu.

Salvação, honra e poder Àquele que, uno e trio,
nos fulgores do seu trono celeste,
governa e rege todo o universo.

Nossa Senhora da Conceição Aparecida,
rogai por nós.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

COLORINDO NOSSA SENHORA APARECIDA





Teatro: Nossa Senhora da Conceição Aparecida


NARRADOR – Estamos em outubro de 1717. O Conde de Assumar, que era governador de Minas e São Paulo, tinha vindo visitar a cidade de Guaratinguetá. Os vereadores iam lhe oferecer um banquete. E então chamaram os pescadores João Alves, Domingos Garcia e Felipe Pedroso.

(Entra o Vereador. Logo depois os três pescadores)

VEREADOR – Quero que vocês vão até o rio Paraíba e pesquem os melhores peixes para o banquete do governador.

NARRADOR – Os pescadores se entreolharam. Depois um deles disse:

JOÃO – Perdão, Excelência: mas estamos numa época muito ruim para pescar.

DOMINGOS –Ninguém conseguiu pescar nada hoje.

FELIPE – Parece que os peixes sumiram do rio.

VEREADOR – Homens: vocês receberam a ordem! Vão e pesquem os melhores peixes. E rápido!

JOÃO – Sim, Excelência.

DOMINGOS – Sim.

(Os três pescadores saem por um lado enquanto o vereador sai pelo outro).

NARRADOR – Resignados os 3 pescadores lançaram seu barco nas águas do rio Paraíba.

(Entram os 3 pescadores com o barco e remam)

NARRADOR – Naquela noite nenhum pescador tinha conseguido pescar nem um peixe. Mas mesmo assim João, Domingos e Felipe tentaram.

(Os pescadores jogam a rede).

NARRADOR – Jogaram a rede ao rio, puxaram a rede de volta, e nada. Sem desanimar os pescadores jogaram a rede mais uma vez.

(Os pescadores jogam a rede novamente).

DOMINGOS – Nunca vi o rio Paraíba assim antes.

JOÃO – Parece que pescaram todos os peixes do rio e esqueceram de nos avisar...

NARRADOR – Outra vez os pescadores jogaram a rede.

(Os pescadores jogam a rede).

NARRADOR – E outra vez a rede voltou vazia. Sem desanimar os pescadores jogaram a rede mais uma vez. E dessa vez...

JOÃO – Parece que pegamos alguma coisa.

DOMINGOS – Vamos puxar logo a rede.

NARRADOR – Os homens puxaram a rede. E acharam o corpo de uma imagem de Nossa Senhora.

JOÃO – Olhem: é a imagem de Nossa Senhora da Conceição!

NARRADOR – Mas onde estaria a cabeça da imagem? Os pescadores jogaram novamente a rede. E dessa vez a rede trouxe a cabeça da imagem.
NARRADOR - Achar as duas partes da imagem de Nossa Senhora em pleno rio era um milagre. João juntou as duas partes da imagem e os homens descobriram suas cabeças.

(Mùsica: Trecho da Ave Maria. - Os pescadores tiram o chapéu.)

NARRADOR – Os pescadores então pediram a Nossa Senhora aparecida das águas:

PESCADORES – Nossa Senhora: rogai por nós.

NARRADOR – E jogaram de novo a rede ao rio. De repente sentiram a rede pesada. O que seria agora? Puxaram a rede e lá vieram os peixes. Eram tantos peixes que o barco dos pescadores quase afundou. E então os pescadores voltaram com os peixes e a imagem de Nossa Senhora Aparecida.

(Os pescadores saem).

NARRADOR – Levaram casa e a colocaram num oratório. Logo os vizinhos foram chegando para rezar o terço.

(Os pescadores e Silvana entram com a imagem de Nossa Senhora e a colocam no oratório. Vizinhos vem logo atrás para rezar o terço. Música: trecho de “Dai-nos a benção, ó mãe querida...”)

NARRADOR – Os vizinhos sempre se reuniam para rezar o terço a Nossa Senhora Aparecida. Em uma dessas noites as velas do altar se apagaram sozinhas, sem que houvesse vento ou qualquer motivo pra isso. Silvana se levantou para acender de novo as velas.
E foi então que outro milagre aconteceu: as velas se acenderam sozinhas!

(música: trecho de Ave Maria)

NARRADOR – Era um sinal de que Nossa Senhora estava ouvindo as preces de todos que ali rezavam.

(Todos saem e atrás da imagem de Nossa Senhora entra um cenário de uma igreja)


NARRADOR – Cada vez mais e mais pessoas vinham rezar e pedir graças a Nossa Senhora Aparecida. Então uma igreja foi construída para abrigar a imagem da santa.
Certa vez um escravo chamado Zacarias fugiu da senzala de uma fazenda. Mas foi capturado e acorrentado.

(Entra Zacarias acorrentado puxado pelo feitor).

NARRADOR – Quando chegou na porta da igreja o escravo Zacarias pediu permissão para rezar a Nossa Senhora. O feitor deixou que o escravo rezasse. Zacarias então se ajoelhou, e com muita fé e muito ardor rezou a Nossa Senhora Aparecida. Nesse instante as correntes que prendiam o escravo se soltaram. Ele estava livre! Era mais um milagre de Nossa Senhora.

(A cena acontece conforme a narração do fato. Quando termina a narração, o escravo ergue as mãos para o alto e agradece a Nossa Senhora. O feitor se ajoelha e tira o chapéu. Música.)

(Depois disso os 2 saem de cena).

NARRADOR – Uma outra vez uma menina andava com sua mãe às margens do rio Paraíba.

(Entram mãe e filha)

NARRADOR – A menina era cega desde que nasceu. Por isso a mãe a ajudava a andar pelo caminho. De repente, quando avistam a igreja, a menina diz:

MENINA – Veja mãe! Como é linda a igreja de Nossa Senhora!

MÃE – Minha filha! Você está enxergando?

MENINA – Sim, mamãe! Graças a Nossa Senhora!

(As duas vão até a imagem de Nossa Senhora agradecer.)

NARRADOR – Era mais um milagre de Nossa Senhora: a cura da menina cega.

(Mùsica. Depois Mãe e filha saem).

NARRADOR – A fé em Nossa Senhora Aparecida foi aumentando cada vez mais. São incontáveis os milagres que Nossa Senhora já realizou, as graças que seus fiéis já conseguiram.
Nossa Senhora Aparecida é a padroeira do nosso Brasil. Por isso agora vamos cantar bem bonito:

(Música – “Dai-nos a benção”, seguido de uma ave Maria).

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Como devo conduzir o Ano da Fé na minha vida?


Cada fiel deve viver, portanto, o Ano da Fé como uma oportunidade de renovação da graça', destacou padre Wagner

Viver, celebrar, aprofundar a fé católica. Esse é o chamado que faz o Papa Bento XVI a todos os fiéis para o Ano da Fé, que se inicia em 11 de outubro próximo e termina em 24 de novembro de 2013.

Tendo em vista a proposta de amadurecimento da fé católica e o chamado à conversão ao Senhor, o padre Wagner Ferreira, da Comunidade Canção Nova, acredita que os fiéis devem viver o Ano da Fé com o coração aberto para uma nova experiência do Senhor Jesus, que é o Salvador da humanidade e dá sentido à existência humana.

“Cada fiel deve viver, portanto, o Ano da Fé como uma oportunidade de renovação da graça para poder proclamar com alegria que, em Jesus Cristo, toda e qualquer pessoa humana encontra a sua dignidade, a sua verdadeira liberdade”.

Mas os fiéis não estão sozinhos nessa tarefa. A Congregação para a Doutrina da Fé lançou uma nota com indicações pastorais para se viver bem o Ano da Fé. De acordo com padre Wagner, tais indicações devem ser traduzidas de forma concreta na realidade de cada comunidade cristã, em suas dioceses e paróquias.

A nota propõe, por exemplo, a realização de congressos e simpósios em torno dos textos do Concílio Vaticano II e temas presentes no Catecismo da Igreja Católica. Também há indicações para as conferências episcopais, dioceses, paróquias, comunidades, associações e movimentos.

“É importante, portanto, que cada fiel esteja atento àquilo que a diocese, a própria conferência episcopal, a sua comunidade, paróquia, movimento ou associação da qual a pessoa venha a participar vai promover em relação ao Ano da Fé”.

O padre lembrou ainda que a fé é um dom de Deus, é Deus quem suscita o ato de crer, mas ressaltou que a nossa existência deve ser um peregrinar na fé.

Ele citou o exemplo, presente na constituição dogmática Lumen gentium, do Concílio Vaticano II, da Bem Aventurada Virgem Maria. Uma das questões abordadas no documento é o fato dela ter realizado a sua peregrinação na fé.

“Todos nós, a exemplo de Maria, somos peregrinos da fé e, portanto, devemos fazer progressos na fé. Que se cultive a nossa comunhão com o Senhor para que aumente em nós a fé de modo que possamos ser, de fato, discípulos de Jesus e seus missionários”.

Profissão de fé da Igreja: o Credo

Como uma das formas de se aprofundar na fé, o padre destacou o pedido do Papa para que os fiéis rezem a oração do Credo, que é a profissão de fé da Igreja.

“Toda a comunidade cristã, todo fiel deve rezar, pelo menos diariamente, o Creio e, a partir dele, aprofundar, porque o Creio nos traz os artigos da fé, aquilo em que a Igreja crê, que nos faz viver mais intensamente este amor profundo ao nosso Senhor Jesus Cristo”.

Ele destacou que as paróquias, comunidades e movimentos vão promover diversos momentos de reflexão, estudo e aprofundamento em torno do Credo para que as pessoas tenham mais consciência a respeito da sua fé.

“A fé não é somente afetiva e emocional, ela é também racional. Eu creio como pessoa humana, eu não sou esgotado em afeto, em sentimento, em uma dimensão emocional. Eu sou, sobretudo, dotado de razão. Portanto, eu devo dar razões àquilo em que eu creio para que eu possa crer mais, de forma mais clara. Daí a importância de nós conhecermos e estudarmos a doutrina da Igreja”.

Após o Ano da Fé, o trabalho termina?

O padre destacou que o Ano da Fé é um marco, mas é um ponto de chegada de uma caminhada que a Igreja vem fazendo. Ele acredita que, sendo um marco, o Ano da Fé vai contribuir para que haja uma continuidade após o Ano, para que a Igreja possa viver com mais esperança e alegria a sua fé.

Ele lembrou que as orientações para a vivência do Ano da Fé insistem na questão do estudo, para que comunidades e paróquias promovam momentos de reflexão com o povo de Deus. Ele citou, por exemplo, que há muita atenção para a catequese das crianças e que é necessario também atentar para a catequese dos adultos.

“É preciso ter uma atenção à catequese dos adultos, porque às vezes eles receberam a catequese lá na infância e, depois, com o decorrer da vida, tem algumas coisas que precisam ser atualizadas para que a pessoa possa viver melhor a sua fé”. 

Jogando a rede no mar do amor


Objetivo
Refletir sobre a história de Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Integrar e divertir a turma em uma pequena gincana mariana.

Material

    Barbante
    Caixa de papelão ou piscina inflável
    Areia ou bolinhas coloridas de plástico
    Peixes de duas cores (no total, deve haver tantos peixes quantos forem os catequizandos, 50% para cada cor)
    Um desenho de Nossa Senhora Aparecida enrolado como um pergaminho


Como funciona
Separar a turma em duas equipes. Entregar para cada uma um pedaço do rolo de barbante.

Explicar que cada grupo terá 15 minutos para tecer do jeito que achar mais apropriado uma rede de pesca com o barbante.

Depois de passado o tempo, as equipes devem dispor as redes em um local separado, para que não continuem a tecer.

É chegado o momento da pescaria. Cada equipe terá 2 minutos para, com a rede de pesca, tentar pescar o máximo de peixes na piscina inflável/caixa de papelão grande. Lembre que eles devem pescar os peixes da cor da sua equipe e que, para cada peixe da equipe contrária que pescarem, deverão devolver para a “lagoa” um peixe seu.

Cada peixe valerá 1 ponto e a imagem de Nossa Senhora valerá 10 pontos.

Terminada essa fase, peça que as equipes formem uma fila cada uma e inicie as perguntas de um passa ou repassa. Cada peixe já deve ter previamente colada atrás uma pergunta.

Um membro de cada equipe (o primeiros da fila), após escutar a pergunta do peixe deve correr com a rede e “pescar” o peixe que você jogará na “lagoa”. Quem pescar, responde.

Repita o procedimento até que todos tenham participado e não haja mais nenhuma pergunta sem resposta.
Cada resposta correta valerá 1 ponto.

Dica 1 – Se seus meninos são menores, não faça a primeira parte da brincadeira, só o passa ou repassa.

Dica 2 – Peça que eles levem chapéus de palha, para a brincadeira ficar ainda mais divertida.

Dica 3 – Na semana anterior, separe os grupos e peça que cada um faça uma pesquisa sobre Nossa Senhora – um sobre Nossa Senhora Aparecida e o outro grupo sobre As Bodas de Caná. O grupo que apresentar a pesquisa ganha 10 pontos no total...com isso, você transformará o encontro em uma verdadeira “gincana mariana”.

Dica 4 – Se sua turma for de Crisma, Adultos ou Perseverança, prepare lembrancinhas para entregar no final do encontro com a mensagem: “Aceite o convite de Maria para ser também um pescador de Cristo”.

Dica 5 – Premiar é sempre legal. Que tal juntar o dia das crianças aqui e dar um bombom para cada um no final? Claro que junto com o bombom você pode (e deve) colocar uma mensagem sobre o tema. Sugiro algo como “Que Maria possa interceder por você junto a Jesus sempre!”.
  

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

JOGUINHO DOS CONTINENTES

Embalagem de Deus


Um jovem estava para se formar. Há
meses ele vinha admirando um lindo carro
esporte. Sabendo que se pai podia muito
bem arcar com aquela despesa, ele disse ao
pai que o carro era tudo o que ele desejava.
Como o dia da formatura estava próximo, o
jovem esperava sinais de que seu pai tivesse
comprado o carro. Finalmente na manhã
da formatura, o pai o chamou e disse
quão orgulhoso se sentia por ter um filho
tão bom e disse a ele o quanto o amava.
Então entregou ao filho uma caixa
de presente, lindamente embalada.
Curioso, de certa forma, desapontado,
o jovem abriu a caixa e encontrou uma Bíblia
de capa de couro com o nome gravado
em ouro. Irado, ele levantou sua voz para
o pai e disse: “com todo o dinheiro que tem
você me dá uma Bíblia?”. E violentamente
saiu de casa.
Muitos anos se passaram e o jovem
tornou-se um homem de negócios. Ele tinha
uma linda casa e uma família bonita, mas
certo dia percebeu que seu pai já estava idoso
e resolveu visitá-lo. Ele não o via desde o dia
da formatura. Antes de terminar os preparativos
para a viagem, recebeu um telegrama
informando que seu pai havia falecido edeixado todas as suas posses em testamento
para o filho. Ele precisava imediatamente ir
à casa do pai e cuidar de tudo. Quando lá
chegou, sentiu um misto de arrependimento
preencher seu coração. Estava remexendo
os documentos e papéis do pai quando
viu a Bíblia e começou a virar as páginas.
Seu pai havia sublinhado cuidadosamente
o versículo de Mateus 7, 11: “Se vós, pois
sendo maus, sabeis dar boas coisas aos
vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que
está nos céus, dará bem aos que lhos
pedirem?”. Enquanto lia, uma chave
caiu da Bíblia e nela tinha uma etiqueta
com o nome da revendedora,
a mesma que tinha o carro esporte que
ele tanto desejava. Na etiqueta constava a
data da formatura e as palavras: “ totalmente
pago”.

Autor Desconhecido

sábado, 6 de outubro de 2012

2 ANOS DE JARDIM DA FÉ





OI PESSOAL, HOJE MEU CORAÇÃO AMANHECEU EM FESTA. MEU JARDIM ESTÁ COMPLETANDO 2 ANINHOS. QUERO AGRADECER MUITÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍSSIMO A DEUS E A TODOS VOCÊS QUE FAZEM PARTE DESTE JARDIM. 
OBRIGADA PELAS VISITAS,QUE TODOS OS DIAS ULTRAPASSAM O Nº DE 4000 E QUE LOGO LOGO ESTARÁ ALCANÇANDO 1000000. 
PELOS COMENTÁRIOS E PELOS MEUS 596 SEGUIDORES , FLORES DE MEU JARDIM DA FÉ.
ENTÃO QUERIDOS AMIGOS E IRMÃOS EM CRISTO, MUITOOOOOO OBRIGADA PELO SUCESSO DE MEU JARDIM.
ABRAÇOS CARINHOSOS A TODOS VOCÊS QUE TODOS OS DIAS PASSAM PARA ME VISITAR E ME DAR UM ALÔZINHO.



sexta-feira, 5 de outubro de 2012

História de São Benedito

São Benedito nasceu na Sicília, Itália, em 1526. Seus pais eram descendentes de escravos vindos da Etiópia, e mais tarde libertos por seus senhores, tomando o sobrenome dos mesmos.

Sua família era pobre e o Mouro, como era chamado, foi pastor de ovelhas e lavrador. Aos 18 anos decidiu consagrar-se ao Senhor, mas somente aos 21 anos foi chamado por um monge para viver entre os Irmãos Eremitas de São Francisco de Assis. Professou os votos de pobreza, obediência e castidade. Andava descalço, dormia no chão sem cobertas e fazia muitos outros sacrifícios. Muitas pessoas o procuravam pedindo conselhos, orações e alcançavam muitas curas.

Depois de 17 anos, foi obrigado a se mudar para o Convento dos Capuchinhos, onde foi escalado como cozinheiro, permanecendo nesse humilde serviço até que foi eleito pelos seus irmãos de comunidade como superior do Mosteiro. Era leigo, analfabeto, mas foi eleito por sua santidade, prudência e sabedoria. Considerado iluminado pelo Espírito Santo, profetizou muitas vezes com incrível acerto.

Tendo concluído seu período como superior, retornou com humildade e naturalidade para a cozinha do convento, reassumindo com alegria as funções modestas que antes desempenhara.

Sempre que podia, São Benedito apanhava alguns alimentos do convento, metia-os nas dobras do burel e, disfarçadamente, os levava aos necessitados. Conta-se que numa dessas ocasiões, o santo foi surpreendido pelo superior do convento, que perguntou: "Que levas aí, na dobra do teu manto, irmão Benedito ?". E o santo respondeu: "Rosas, meu senhor !". São Benedito desdobrou o burel franciscano e, em lugar dos alimentos suspeitados, apresentou aos olhos pasmos do superior uma braçada de rosas.

Amado de Norte a Sul do Brasil, onde o chamam "O Santinho Preto", São Benedito morreu em 4 de Abril de 1589 em Palermo, na Itália. O culto de São Benedito, um dos mais populares do país, é associado aos padecimentos do negro brasileiro.  

PASSO A PASSO - LEMBRANCINHA PARA O DIA DAS CRIANÇAS





http://aartedeensinareaprender.blogspot.com.br/2011/09/centopeia-com-caixa-de-ovos.html

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

São Francisco


Lá vai São Francisco
Pelo caminho
De pé descalço
Tão pobrezinho
Dormindo à noite
Junto ao moinho
Bebendo a água
Do ribeirinho

Lá vai São Francisco
De pé no chão
Levando nada
No seu surrão
Dizendo ao vento
Bom dia, amigo
Dizendo ao fogo
Saúde, irmão

Lá vai São Francisco
Pelo caminho
Levando ao colo
Jesus Cristinho
Fazendo festa
No menininho
Contando histórias
Pros passarinhos

Vinicius de Moraes

OS DEZ MANDAMENTOS DO ELEITOR


A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) elaborou uma cartilha de orientação, pois uma sociedade justa deve ser realizada pela política, nas palavras de Bento XVI. E nessa cartilha, eles citaram os dez mandamentos do eleitor, os quais transcrevo aqui.

1.º Mandamento - Não deixe de votar

A sua ausência enfraquece a democracia. Se estiver fora do seu domicílio e não for mesmo possível votar, não esqueça de justificar em qualquer local de votação. Se você perdeu o título, não haverá problema, pois você poderá votar com um documento oficial e original de identidade com fotografia que pode ser a carteira de identidade, carteira de trabalho, passaporte ou até mesmo a reservista. Se não souber o local de votação, basta telefonar ou acessar o site da Justiça Eleitoral para obter esta informação. Se você tiver dificuldades de locomoção, informe o cartório eleitoral para disponibilizar a seção adequada.

2.º Mandamento - Não vote contrariando a sua opinião

Não mude seu voto por influência da mídia ou deixando-se enganar por armadilhas publicitárias das campanhas eleitorais. Nem sempre o candidato mais simpático é o mais competente.

3.º Mandamento - Não venda seu voto nem o troque por favores

Não só a compra de votos é crime eleitoral, pois o eleitor que vende o voto ou apenas solicita algo em troca do voto está sujeito a pena de quatro anos de detenção.

4.º Mandamento - Não vote para contentar amigos ou parentes

O candidato que é bom para os outros eleitores, nem sempre será bom para você, principalmente se os parentes e amigos trabalharem para algum político.

5.º Mandamento - Não vote sem conhecer o programa do candidato e do partido dele

Os candidatos e partidos devem conhecer os problemas da população e ter a capacidade para solucioná-los. Analise se têm condições de cumprir o que prometem.

6.º Mandamento - Não vote sem conhecer o passado do candidato

Com a nova Lei da Ficha " Limpa", a Justiça Eleitoral tem sido mais efetiva em afastar os maus candidatos. No entanto, é prudente que o próprio eleitor busque melhores informações acerca da vida precedente dos políticos. A internet auxilia muito nesta busca.

7.º Mandamento - Não vote sem conhecer o caráter do candidato

Ter bom caráter significa viver com moralidade, o que envolve a honestidade, sinceridade, a integridade, a confiança e o comprometimento. Não eleja ou reeleja candidatos sem caráter.

8.º Mandamento - Não deixe nenhuma pesquisa mudar o seu voto

As pesquisas podem influenciar quando é muito grande a margem entre o primeiro e o segundo colocado, mas muito pouco entre os tecnicamente empatados.

9.º Mandamento - Não anule seu voto

Voto nulo: o eleitor quer votar, tem candidato, mas erra por não saber votar; isso ocorre quando confirma o número de candidato inexistente ou abandona a urna antes de concluir a votação. Ao contrário do que se pensa, a nulidade de mais de 50% dos votos não anula a eleição.

10.º Mandamento - Não vote em branco

Voto em branco: o eleitor sabe votar, mas não quer votar ou não tem candidato. É o famoso voto de protesto. O voto branco não vai para o candidato ou partido mais votado.

Que o Espírito Santo ilumine todos os eleitores que decidirão o futuro de suas cidades.

Que Deus derrame bênçãos e cura em sua vida.

Padre Reginaldo Manzotti

A MISSÃO DE CADA UM


INAUGUROU-SE UM NOVO TEMPLO E, DE TODA PARTE, AS PESSOAS VINHAM ADMIRÁ-LO. SEU ESTILO ENCHIA DE PRAZER AS VISTAS DE QUALQUER PESSOA QUE O VISITASSE.
NO MADEIRAMENTO DO TELHADO, UM PREGO ASSISTIA A TUDO. OUVIA ELOGIOS AOS PEDREIROS, AOS ELETRICISTAS, AOS PINTORES E AO BOM MATERIAL USADO NOS ACABAMENTOS. MAS OS PREGOS, QUE SEGURAVAM O TELHADO, NINGUÉM SE LEMBROU DE ELOGIAR.
- SE EU SOU TÃO INSIGNIFICANTE E SEM VALOR, NINGUÉM SENTIRÁ MINHA FALTA - CONCLUIU O PREGO.
E ASSIM PENSANDO, DESISTIU DE SUA MISSÃO, DEIXOU DE FAZER PRESSÃO, DESLIZOU E CAIU NO SOLO. NAQUELA NOITE CHOVEU MUITO.
IMEDIATAMENTE, NO LUGAR DO PREGO, O TELHADO CEDEU, DISTANCIANDO AS TELHAS. A ÁGUA ESCORREU PELAS PAREDES, SUJOU SUA LINDA PINTURA TÃO ADMIRADA PELOS TURISTAS. ALÉM DISSO, AMOLECEU O GESSO, MANCHOU O TAPETE E A BÍBLIA FICOU ENCHARCADA DE ÁGUA. TUDO ISSO PORQUE UM PEQUENO PREGO, CUJA IMPORTÂNCIA NINGUÉM VALORIZOU, DESISTIU DO SEU TRABALHO.
O PREGO, AO SEGURAR O MADEIRAME DO TELHADO, ERA INVISÍVEL AOS OLHOS DOS FIÉIS. AGORA, ENTERRADO NA LAMA, ALÉM DE TER CAUSADO UM GRANDE PREJUÍZO MATERIAL, TORNOU-SE MAIS INÚTIL AINDA E ACABOU COMIDO PELA FERRUGEM.

Lições que ensinam – Visão Editora
 

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

CAMPANHA MISSIONÁRIA 2012


A Igreja é, por sua natureza, missionária. Com o objetivo de recordar aos cristãos essa identidade, todos os anos, no mês de outubro, realiza-se a Campanha Missionária. O tema deste ano é "Brasil Missionário, partilha a tua fé", um apelo para que não guardemos somente para nós o que recebemos. O tema está em sintonia com a proposta do 3º Congresso Missionário Nacional, realizado em Palmas (TO) de 12 a 15 de julho e com o 4º Congresso Missionário Americano e 9º Congresso Missionário Latino-Americano (CAM4/Comla9), que acontecerá em 2013, na Venezuela. A fé se fortalece na medida em que é partilhada e o amor é a expressão máxima daquilo que professamos. Hoje o Brasil conta com a presença atuante de quase 2.000 missionários e missionárias espalhados por diversos países de todos os continentes. Isso representa um grande gesto de partilha, mas não podemos achar que é suficiente. O convite a partilhar a fé, nos recorda que a tarefa missionária continua urgente e sem fronteiras. Pela sua potencialidade, o Brasil pode dar muito mais.

Para ajudar a refletir e conhecer mais sobre a Missão, todos os anos, as Pontifícias Obras Missionárias (POM), preparam um roteiro para a Novena Missionária, um DVD com diversos testemunhos, cartazes, orações dos fieis e envelopes para a coleta no Dia Mundial das Missões, celebrado no penúltimo domingo de outubro desde 1927. As dioceses remetem as coletas para as POM que envia ao Fundo Universal de Solidariedade Missionária, em Roma, e, dali, os recursos são distribuídos para atender às necessidades missionárias no mundo inteiro. A partir de 2010, no Brasil, a Campanha Missionária passou a ser feita em conjunto com a Comissão para a Amazônia, da CNBB.

A origem da Missão se encontra em Deus que confia seu Plano de Salvação a Cristo, no Espírito Santo. Jesus escolhe e chama discípulos para estar com ele, formar comunidade na unidade com o Pai e o Espírito (cf. Mc 3,13) e para os enviar até os confins da terra. Eles recebem do Mestre a ordem de continuar a mesma obra como Igreja. Os que acolhem o Evangelho reúnem-se em comunidade e, pelo batismo assumem a obra de Jesus (At 2, 41). Nesse sentido, quem aceita a sua mensagem, não pode guardá-la para si. A ordem é: "Ide, pregai a Boa Nova a toda criatura" (Mt 28), a todos os povos e culturas de todos os tempos. Essa é agora a Missão da Igreja.

Após 50 anos da abertura do Concílio Vaticano II, urge que a Igreja reencontre "o mesmo impulso apostólico das primeiras comunidades cristãs que, pequenas e indefesas, foram capazes de difundir o Evangelho no mundo inteiro", afirma o Papa Bento XVI na sua Mensagem para o Dia Mundial das Missões 2012. O papa recorda ainda que o Concílio e o Magistério da Igreja insistem "sobre o mandato missionário que Cristo confiou aos seus discípulos e que deve ser compromisso de todo o Povo de Deus, bispos, sacerdotes, diáconos, religiosos, religiosas e leigos". Ao falar sobre a atualidade da Missão, Bento XVI insiste: "também hoje a missão ad gentes deve ser o constante horizonte e o paradigma por excelência de toda atividade eclesial, porque a própria identidade da Igreja é constituída pela fé no mistério de Deus, que se revelou em Cristo para nos trazer a salvação, e pela missão de testemunhá-lo e anunciá-lo ao mundo, até o seu retorno". Nessa perspectiva, faz sentido levar a sério o tema da Campanha: "Brasil Missionário, partilha a tua fé".


 Jaime C. Patias, IMC, é Secretário Nacional da União Missionária e assessor de comunicação das POM.

Fonte: www.pom.org.br