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terça-feira, 31 de julho de 2012

AGOSTO, MÊS DAS VOCAÇÕES


Para alguns, agosto é um mês de que se cuidar, pois ele seria nefasto... Mas para os participantes assíduos da comunidade católica, agosto, além de ser um mês abençoado como todos os demais, é desde 1981 o mês vocacional. 


Por que tamanha importância dada ao tema vocação? Porque a vocação é o início de tudo. Quando ouvimos ou usamos a palavra vocação, logo a entendemos num sentido bastante vago e geral, como sendo uma inclinação, um talento, uma qualidade que determina uma pessoa para uma determinada profissão, por exemplo, vocação de pedreiro, de mãe, de médico. 


E nessa compreensão também a vocação de sacerdote, de esposos, de leigos cristãos. Essa compreensão, porém, não ajuda muito no bom entendimento do que seja vocação quando nós, na Igreja, usamos essa palavra.


Vocação, em sentido mais preciso, é um chamamento, uma convocação vinda direta-mente sobre mim, endereçada à minha pessoa, a partir da pessoa de Jesus Cristo, convocando-me a uma ligação toda própria e única com Ele, a segui-lo, (cf. Mc 2,14). Vocação, portanto, significa que anterior a nós há um chamado, uma escolha pessoal que vem de Jesus Cristo, a quem seguimos com total empenho, como afirma São Paulo na Carta aos Romanos: "Eu, Paulo, servo de Jesus Cristo, apóstolo por vocação, escolhido para o Evangelho de Deus." (Rom 1, 1)


Vocação é chamado e resposta. É uma semente divina ligada a um sim humano. Nem a percepção do chamado, nem a resposta a ele são tão fáceis e tão "naturais". Exigem afinação ao divino e elaboração de si mesmo, sem as quais não há vocação verdadeira e real.


Essa escolha pessoal, de amor, é concretizada de uma forma bem objetiva no Sacramento do Batismo, que por isso se torna fundamento e fonte de todas as vocações. É neste chão fértil, carregado de húmus divino, regado pelo sangue de Jesus, que brotam as vocações específicas, aquelas que cabem diferentemente a cada um. Algumas delas são mais usuais e comuns, como a de casal cristão, de leigo cristão, de catequista, de animador da caridade na comunidade. 


Outras são definidas pela Igreja como vocações de "singular consagração a Deus", por serem menos usuais, mas igualmente exigentes e mais radicais no processo de seguimento de Jesus: são as vocações de sacerdote, de diácono, de religioso, de religiosa.


As vocações mais usuais são cultivadas em nossas comunidades eclesiais. As de "singular consagração a Deus" são cultivadas em comunidades eclesiais especiais, como nossos seminários.


O mês vocacional quer nos chamar à reflexão para a importância da nossa vocação, descobrindo nosso papel e nosso compromisso com a Igreja e a sociedade. Reflexão que deve nos levar à ação, vivenciando no dia-a-dia o chamado que o Pai nos faz. Que a celebração do mês vocacional nos traga as bênçãos do Pai para vivermos a nossa vocação sacerdotal, diaconal, religiosa ou leiga. Todas elas são importantes e indispensáveis. Todas elas levam à perfeição da caridade, que é a essência da vocação universal à santidade.


E no domingo de agosto, quando refletimos sobre a vocação leiga, somos convidados a homenagear nossos catequistas, aquelas pessoas que, num testemunho de fé e generosidade, dedicam-se ao sublime ministério de transmitir as verdades divinas a nossas crianças, adolescentes e jovens.


(FONTE)

sábado, 28 de julho de 2012

SACRAMENTOS: Sinais do Amor de Nosso Deus




Toda experiência humana está repleta de sinais e símbolos. O ser humano é um ser simbólico. Ele é capaz de captar, interpretar e expressar a realidade de forma plural e, ainda, vivenciá-la de forma afetiva. Celebra socialmente certos acontecimentos de sua vida impregnados de significado. Desde o nascer, o crescer, o comprometer-se, o perdoar, o partilhar, o envelhecer e o morrer, em tudo na vida haverá sempre algo que palavra nenhuma é capaz de dizer tudo o que expressam estes momentos.


Em um encontro, Pe. Marciel Catâneo nos contou esta história cheia de significado, porque ligada a símbolos e sinais que falavam da vida,sem muitas explicações.


Um casal, em lua de mel, foi jantar em um restaurante. Nesta jantar foi servido vinho em taças. Após o jantar, o casal solicitou ao dono do restaurante um presente: as duas taças.


Ao chegar em casa, colocaram as taças em um lugar de destaque, porque simbolizavam todo o primeiro amor vivido, experimentado e comprometido um para o outro.


Com o passar do tempo, apareceram as dificuldades, os desafios, isto é, brigas, desencontros...


Porém, cada vez que isto acontecia, um dos dois colocava as taças na mesa, recordando que era preciso voltar ao primeiro amor.


Amor este que era capaz de fazer superar qualquer contratempo.


As taças são instrumentos simbólicos, são sinais que recordam uma realidade vivida e que se perpetua para sempre.


Os sacramentos nos permitem fazer a experiência do encontro com o amor de um Deus que se faz humano no meio de nós. Ele nos lembra que é preciso voltar ao seu primeiro amor pois, são muitos os sinais presentes em nossa vida que falam deste amor. “Eu amei você com amor eterno; por isso, conservei o meu amor por você” (Jr 31, 3).


Dinâmica


No dia-a-dia percebemos a presença de tantos símbolos, sinais e gestos que falam de muitas realidades. Ou ainda, são capazes de trazer à nossa mente muitas coisas de grande significado:


1) Trazer uma caixa de presente, enfeitada e bonita.


• Passá-la entre os presentes em silêncio;
• Um jogará ao outro: quem a receber dirá uma palavra significativa.
• Solicitar que alguém dramatize algo em silêncio com a caixa.
• Alguém diga uma frase a partir da caixa.


2) Descobrir em grupo a partir das atividades acima:


• Os mais diversos gestos usados.
• Palavras pronunciadas.
• O que significou brincar com a caixa.
• O que ela lembrou de nossa vida.


As taças, a caixa... são objetos que lembram algo mais. Eles possuem grande significado dentro da realidade que vivemos.


Os sacramentos falam


Nos sete sacramentos temos uma riqueza imensa, onde Deus se revela através de simples símbolos, sinais e gestos.


Diz A. Beckäuser: “O importante é que deixemos os símbolos falarem, que demos vida a eles, pois eles podem falar de Deus, de Cristo, de nós mesmos e de nossos irmãos. Mas, não querem falar apenas dessas realidades e sim comunicar-nos com elas”.


Distribuir para os participantes, em pequenas fichas, nomes de símbolos que falam algo de Deus e da vida:
Água, luz, pão, vinho, aliança, semente, barca, chave, cruz, cálice, estrela, fermento, fogo, flores, fonte, fruto, lâmpada, mar, mão, nuvens, óleo, pedra, porta, rede, sal, sol, sino, tenda, veste, vento, vaso....


a) Que significado eles têm para nossa vida?


b) Quais os que se relacionam mais com os sete sacramentos? Por quê?


Jesus manifestou através de sua vida a vontade salvadora do Pai. Suas palavras, gestos e ações foram e são, ainda hoje, salvadores.


Por isso, Ele é o sacramento do Pai. Nele celebramos os sete sacramentos. Estes se situam no contexto da realidade humana: alegrias, lutas, sofrimentos, alianças, preocupações... Jesus salva o ser humano como um todo e quer que viva com intensidade.


Então, existe uma conexão total entre a salvação realizada por Cristo, os sacramentos, e também com a experiência humana.


Os Sete gestos de Jesus


Todos os sacramentos têm como centro o próprio Jesus Cristo. Ele realizou gestos concretos em favor da vida. Assim, os sacramentos são sinais visíveis, concretos e eficazes da presença do amor de Deus.


Batismo: o sacramento da dignidade.
Jesus disse: “Vão e façam com que todos os povos se tornem meus discípulos batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28, 19).


Os símbolos água, óleo, vela, veste nova nos falam da vida de Deus e de seu amor a cada ser humano e, ao mesmo tempo, que somos acolhidos como membros em uma comunidade.


Crisma: sacramento da responsabilidade. 
“Pedro e Paulo impuseram as mãos sobre os samaritanos e eles receberam o Espírito Santo” (At 8, 17).


São dois os sinais da crisma: imposição das mãos - consagração ao Espírito Santo - e a Unção - sinal da cruz, na testa com óleo santo.


Eucaristia: sacramento da vida
Jesus tomou o pão, agradeceu a Deus, partiu o pão e distribuiu aos discípulos, dizendo: “Isto é meu corpo, que é dado a vocês” (Lc 22, 19).


Os símbolos são pão e vinho que Jesus usou numa refeição. Ele quer saciar a fome e a sede de todos que o buscam.


Reconciliação: Sacramento da convivência.
Jesus tranqüiliza a pecadora na casa de Simão: “Teus pecados estão perdoados” (Lc 7, 48).


O sinal da cruz traçado sobre nós significa que Jesus nos perdoa e nos ama eternamente.


Unção dos enfermos: Sacramento da esperança.
Jesus ama os doentes e pecadores. Perdoa os pecados e restitui a saúde ao paralítico de Cafarnaum. “Os teus pecados estão perdoados. Levanta-te, toma o teu leito e anda” (Mc 2, 9).


O óleo é o símbolo usado, significando Cristo que alivia a dor e restitui a vida.


Ordem: Sacramento do serviço.
Jesus lava os pés dos discípulos. Coloca-se a serviço de todos.


“Eu lavei os seus pés; por isso vocês devem lavar os pés uns dos outros” (Jo 13, 14).


Os símbolos são: o óleo que unge e consagra para o serviço a Deus e aos irmãos. A estola lembra o avental com que Cristo lavou os pés dos discípulos e simboliza a autoridade de Cristo para servir o povo.


Matrimônio: Sacramento do amor


Jesus participa de uma festa de casamento. “No terceiro dia, houve uma festa de casamento em Caná da Galiléia, Jesus e sua mãe estavam aí” (Jo 2, 1).


O maior símbolo é a promessa de fidelidade que um declara ao outro. A aliança é a confirmação eterna desta promessa. A bênção e a imposição das mãos testemunham a presença de Deus na vida do casal e, portanto, reafirma a bênção e a santificação da união na família.


Os sacramentos dão força e coragem, ânimo e inspiração para uma vida mais cristã. Eles acompanham as diferentes etapas do ser humano.


Na vivência dos sacramentos, nos tornamos seguidores mais autênticos e corajosos de Jesus e imitando-o seremos verdadeiras testemunhas de seu amor.


Através de cada sacramento Jesus nos confirma: “Eu vim para que todos tenham Vida e Vida em abundância” (Jo 10, 10).


Ir. Marlene Bertoldi

quinta-feira, 26 de julho de 2012

HOMENAGEM A TODOS OS AVÓS


Ao vovô e à vovó viemos homenagear:
Louvamos a Deus por suas vidas,
Vamos com todo o carinho os abraçar,
Elês são para nós verdadeiro tesouro!
Dia e noite aos filhos e netos se dedicam,
Intercedendo a Deus por todos nós.
Amor de Vô e de Vó não tem igual!
Doce ternura vemos no seu olhar,
O caminho certo nos ensinam a trilhar,
Sábios conselhos sempre têm para dar.
Ao Senhor fazemos hoje esta petição:
Vem abençoar todos os vovôs e vovós,
O coração lhes enche de alegria,
Saúde e paz dá-lhes em profusão!


(FONTE)

Sant'Ana e São Joaquim



Ana e seu marido Joaquim já estavam com idade avançada e ainda não tinham filhos. O que, para os judeus de sua época, era quase um desgosto e uma vergonha também. Os motivos são óbvios, pois os judeus esperavam a chegada do messias, como previam as sagradas profecias. 


Assim, toda esposa judia esperava que dela nascesse o Salvador e, para tanto, ela tinha de dispor das condições para servir de veículo aos desígnios de Deus, se assim ele o desejasse. Por isso a esterilidade causava sofrimento e vergonha e é nessa situação constrangedora que vamos encontrar o casal. 


Mas Ana e Joaquim não desistiram. Rezaram por muito e muito tempo até que, quando já estavam quase perdendo a esperança, Ana engravidou. Não se sabe muito sobre a vida deles, pois passaram a ser citados a partir do século II, mas pelos escritos apócrifos, que não são citados na Bíblia, porque se entende que não foram inspirados por Deus. E eles apenas revelam o nome dos pais da Virgem Maria, que seria a Mãe do Messias. 


No Evangelho, Jesus disse: "Dos frutos conhecereis a planta". Assim, não foram precisos outros elementos para descrever-lhes a santidade, senão pelo exemplo de santidade da filha Maria. Afinal, Deus não escolheria filhos sem princípios ou dignidade para fazer deles o instrumento de sua ação. 


Maria, ao nascer no dia 8 de setembro de um ano desconhecido, não só tirou dos ombros dos pais o peso de uma vida estéril, mas ainda recompensou-os pela fé, ao ser escolhida para, no futuro, ser a Mãe do Filho de Deus. 


A princípio, apenas santa Ana era comemorada e, mesmo assim, em dias diferentes no Ocidente e no Oriente. Em 25 de julho pelos gregos e no dia seguinte pelos latinos. A partir de 1584, também são Joaquim passou a ser cultuado, no dia 20 de março. Só em 1913 a Igreja determinou que os avós de Jesus Cristo deviam ser celebrados juntos, no dia 26 de julho.




(FONTE)

quarta-feira, 25 de julho de 2012

VOCÊ É VOCÊ...


Você é forte 
quando pega sua mágoa e ensina a sorrir. 


Você é corajoso 
quando supera seu temor e ajuda os outros a fazer o mesmo. 


Você é feliz 
quando vê uma flor e se vê abençoado. 


Você é amoroso 
quando sua própria dor não lhe faz cego à dor dos outros. 


Você é sábio 
quando conhece os limites de sua sabedoria. 


Você é verdadeiro 
quando admite que há vezes em que você se engana. 


Você está vivo 
quando a esperança de amanhã significa mais a você do que o erro de ontem. 


Você é livre 
quando têm o controle de si e não deseja controlar os outros. 


Você é honrado 
quando descobre que sua honra é honrar os outros. 


Você é generoso 
quando pode receber tão docemente quanto você pode dar. 


Você é humilde 
quando você não sabe como pode ser humilhado. 


Você é atencioso 
quando me vê exatamente como sou e me trata exatamente como você é. 


Você é misericordioso 
quando perdoa nos outros as faltas que você condena em si mesmo. 


Você é belo 
quando não precisa que um espelho lhe conte. 


Você é rico 
quando nunca precisa mais do que o que você tem. 


Você é você 
quando está em paz com quem você não é. 


Tradução Sergio Barros

terça-feira, 24 de julho de 2012

DEUS..



Deus costuma usar a solidão 
para nos ensinar sobre a convivência.

Às vezes, usa a raiva,
para que possamos compreender
o infinito valor da paz.

Outras vezes usa o tédio,
quando quer nos mostrar a importância da aventura e do abandono.

Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar sobre a responsabilidade 
do que dizemos.

Às vezes usa o cansaço,
para que possamos compreender
o valor do despertar.

Outras vezes usa doença,
quando quer nos mostrar 
a importância da saúde.

Deus costuma usar o fogo, para nos ensinar sobre água.

Às vezes, usa a terra,
para que possamos compreender o valor do ar.

Outras vezes usa a morte, 
quando quer nos mostrar 
a importância da vida".

*Fernando Pessoa*

segunda-feira, 23 de julho de 2012

MISSA, ENCONTRO COM CRISTO E OS IRMÃOS


Estamos ainda conversando e refletindo sobre o sacramento da Eucaristia.


Queremos trazer presente a missa, onde os cristãos, ao redor da mesa da Palavra e do Pão, vivem a memória de Jesus Ressuscitado, presente na comunidade cristã.


A celebração dominical recebeu vários nomes com o decorrer dos tempos.


- Até o séc. II ela se chamou “a Ceia do Senhor” (1Cor 11, 20), em memória da ceia de Jesus com seus discípulos, ou a fração do pão (2, 42), por ser uma refeição em que se parte e reparte o pão.


- A partir do séc. II chamou-se de “Eucaristia”, que significa ação de graças.


- Após o séc. IV recebeu o nome de “Missa”, que quer dizer missão, envio. Com a celebração Eucarística continuamos a missão de Jesus.


- Com o Vaticano II recuperou-se o nome de “Ceia do Senhor” e “Eucaristia”. Na própria missa se diz: Felizes os convidados para a “Ceia do Senhor”.


DINÂMICA


1.º Passar uma caixinha com as frases que seguem para os participantes.


2.º Cada um dirá se concorda ou discorda e o porquê.


a) A missa é festa de fraternidade e de celebração da vida.
b) A missa é uma festa de encontro com Jesus Cristo e com os irmãos, onde a vida se faz presente com seus anseios e angústias, alegrias, esperanças e lutas.
c) Importante é ir à missa com a família e os amigos.
d) Muitas pessoas não vão à missa porque dizem que não tem tempo.
e) Muitos cristãos só vão à missa na festa da Páscoa.
f) Missa é compromisso com os excluídos de pão.
g) Os horários da missa não permitem uma maior participação dos cristãos.
h) Muitos cristãos pouco conhecem a Jesus e, por isso, não sentem necessidade de celebrar a Eucaristia.
i) A missa é para aqueles que têm vontade.
j) A missa é uma obrigação.
k) A missa é ação de graças, é memorial, refeição e presença real de Jesus Cristo na comunidade cristã.
l) Muitos gostam de algo festivo e a missa é celebração apagada sem participação.


DE ONDE VEM A
ESTRUTURA DA MISSA?


A missa não é uma invenção das primeiras comunidades, mas uma exigência de vivenciar os gestos, as palavras e a vida de Jesus.


A estrutura essencial está na última ceia:


Jesus “tomou o pão... o vinho”. É a preparação das oferendas.
Jesus “deu graças”. É a Prece Eucarística de nossas Missas.
Jesus “partiu o pão” e deu-o a seus discípulos. É a comunhão, participação na Eucaristia
(Mt 26, 26-29).
As comunidades judaicas já vivenciavam a partilha do pão. No início da refeição, o pai toma o pão nas mãos, dá graças a Deus e o parte para distribuí-lo.


Jesus repete estes gestos na sua última ceia, referindo-se, porém, ao gesto de dar a própria vida. Nasce assim a Eucaristia dos cristãos, que perenizam a Páscoa de Jesus.


Com o passar do tempo as comunidades cristãs contribuirão para inculturar o que aconteceu na última ceia.


O Papa, na carta Encíclica “Ecclesia de Eucharistia”, recomenda a integridade de tão grande mistério, bem como de dar-lhe o devido respeito e apreço.


“À semelhança dos primeiros discípulos encarregados de preparar a “grande sala”, a Igreja sentiu-se impelida, ao longo dos séculos e no alternar-se das culturas, a celebrar a Eucaristia num ambiente digno de tão grande mistério”. E aproxima-se com humildade: “Senhor, eu não sou digno que entres em minha morada” (48), como também, “mediante uma série de expressões exteriores, tendentes a evocar e sublinhar a grandeza do acontecimento celebrado” (49).


A Sacrosanctum Concilium: “a Igreja procura, solícita e cuidadosa, que os cristãos não assistam a este mistério de fé como estranhos ou expectadores mudos, mas participem na ação sagrada, consciente, piedosa e ativamente, por meio de uma boa compreensão dos ritos e orações” (48).


ENSINAMENTOS OPORTUNOS


Para os cristãos valorizarem a missa faz-se necessário uma boa iniciação à liturgia através da catequese.


• Entender que missa não é espetáculo. No espetáculo a pessoa se torna apenas um espectador.
Na missa, a pessoa necessita colocar-se em atitude de participação, onde os cinco sentidos devem estar disponíveis e em alerta.


• Entender a necessidade de que a missa exige ser bem preparada, bem presidida e bem celebrada.


Apesar de muitas celebrações deixarem a desejar, com pouca participação, feitas às pressas, cantos desconexos, pouco atraentes..., sempre haverá um encontro com o Ressuscitado, se assim nos dispusermos a querer.


Conselhos que podem ajudar


Quando trabalhamos com os jovens, ouvimos muitas reclamações e também falta de motivação para irem à missa. Mas não faltam adultos que perderam a vontade de assumirem a missa como algo que faz parte da vivência cristã. Muitos perderam o gosto de se encontrarem com o Senhor e os irmãos. Que pena!


CONSELHOS


Veja alguns conselhos dados por Javier Suescun em seu livro “A missa me dá tédio”.


• “Prepare seu coração”. Pense “vou me encontrar com o Senhor e com irmãos e irmãs na fé. É Deus que convida para celebrar com Ele o todo da vida. Ele não exclui ninguém.


• Seja pontual e fique num lugar próximo do altar.


• Participe cantando, rezando, ouvindo, inteirado com todo seu ser. Sinta os que estão próximos a você como seus irmãos e suas irmãs.


• Preste atenção às leituras e à homilia do padre. É Deus que se comunica.


• Ao participar da Eucaristia, entre na intimidade com o Deus-Amor que está em você. É o momento de agradecer, reclamar, pedir forças e programar a vida juntamente com Jesus.


• Que o encontro com o Senhor seja marcado por uma proposta de vida; Jesus desafia a fazer o que Ele fez.


• Marque algum compromisso para fazer o mundo mais feliz, de acordo com o sonho de Deus.


Ir. Marlene Bertoldi
Bibliografia: SUESCUN, M.J.
A missa me dá tédio
Ed. Paulus, 2003


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sábado, 21 de julho de 2012

Leitura Orante da Bíblia


Hoje, a prática da leitura orante muito está ajudando a rezar e a criar a verdadeira espiritualidade.


A Leitura Orante consta de quatro degraus:
Leitura - meditação - oração - contemplação.
Esse método de oração nos leva a experienciar Deus.
Pode ser feita a partir de um texto bíblico, ou algum fato da realidade do povo, da comunidade, da pessoa.


Passos:


1 - Acolhida: Oração inicial, invocando a luz do Espírito Santo.


1.º DEGRAU = LEITURA


2 - Leitura do texto ou do fato:






leitura lenta e atenta, seguida por um momento de silêncio;
ficar calado, para que a palavra possa falar em nós;
repetir o texto em mutirão, tentando lembrar o que foi lido ou então o fato, mas sem interpretar para o hoje;
3 - O que o texto ou o fato diz em si:


Aqui não é o momento de interpretar para o hoje. É necessário fazer perguntas ao texto ou ao fato e deixar que a resposta venha do mesmo: Quem? Onde acontece? Quando? O que acontece? Por quê? Como Deus se manifesta nessa situação?


2.º DEGRAU = MEDITAÇÃO


4 - O que Deus através do texto ou do fato diz para mim, para nós hoje?


Deixar um momento maior de silêncio antes de falar.
É o momento de atualizá-lo para o hoje, para a realidade pessoal, da sociedade / povo e qual é o sonho (= vontade) de Deus a partir disto?
Alargar o sentido, ligando-o com outros textos da bíblia.
3.º DEGRAU = ORAÇÃO


5 - O que o texto ou o fato me/nos faz dizer para Deus?


É o momento de expressar, em forma de oração, o que o 4º passo nos provocou/ convocou.
4.º DEGRAU = CONTEMPLAÇÃO


6 - Contemplar, comprometer-se.


É o momento de ver o texto ou o fato e a nossa realidade com os olhos de Deus. Perceber a ação de Deus. Saborear Deus nisto.


Assumir um compromisso concreto para viver e realizar.
Resumir tudo numa frase para levar consigo durante o dia.
7 - Terminar rezando um Salmo apropriado ou com um canto.


Observações:


Antes de fazer a Leitura Orante:


Saber qual é o texto. Escolhê-lo antecipadamente.
Cada um deve lê-lo antes e procurar se informar um pouco sobre o texto e em que contexto (realidade) foi escrito.
Ver quem fala? O que fala? Onde? Por quê? Quando? Para quê?
É importante escolher alguém que coordene o encontro da Leitura Orante. Saber dar vez e voz a todos/as.
Criar ambiente de respeito mútuo, acolhida e participação.


Ir. Mari Luzia Hammes - CF


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sexta-feira, 20 de julho de 2012

AMIGOS SÃO COMO MÚSICA






Eles entram na vida da gente e deixam sinais.
Como a sonoridade do vento ao final da tarde.
Como os ataques de guitarras e metais presentes em 
cada clarão da manhã.


Amigo é a pessoa que está ao seu lado e você vai descobrir, olhando fundo, que há uma melodia brilhando no disco do olhar. 
Procure escutar. 
Amigos foram compostos para serem ouvidos, sentidos, compreendidos, interpretados. 
Para tocarem nossas vidas com a mesma força 
do instante em que foram criadas, para tocarem 
suas próprias vidas com toda essa magia de serem músicas.
 E de poderem alçar todos os vôos, de poderem vibrar com todas as notas, de poderem cumprir, afinal, todo o sentido que a eles foi dado pelo Compositor. 
Amigos são músicas como VOCÊ. 
Amigo tem que fazer sucesso.
Mesmo que não estejam nas paradas. 
Mesmo que não toquem no rádio.


(Desconheço o Autor)

quinta-feira, 19 de julho de 2012

ORAÇÃO OFICIAL DA JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE




Ó Pai, enviaste o Teu Filho Eterno para salvar o mundo e escolheste homens e mulheres para que, por Ele, com Ele e n‚Ele, proclamassem a Boa Nova a todas as nações. Concede as graças necessárias para que brilhe no rosto de todos os jovens a alegria de serem, pela força do Espírito, os evangelizadores de que a Igreja precisa no Terceiro Milênio.


Ó Cristo, Redentor da humanidade, Tua imagem de braços abertos no alto do Corcovado acolhe todos os povos. Em Tua oferta pascal, nos conduziste pelo Espírito Santo ao encontro filial com o Pai. Os jovens, que se alimentam da Eucaristia, Te ouvem na Palavra e Te encontram no irmão, necessitam de Tua infinita misericórdia para percorrer os caminhos do mundo como discípulos-missionários da nova evangelização.


Ó Espírito Santo, Amor do Pai e do Filho, com o esplendor da Tua Verdade e com o fogo do Teu Amor, envia Tua Luz sobre todos os jovens para que, impulsionados pela Jornada Mundial da Juventude, levem aos quatro cantos do mundo a fé, a esperança e a caridade, tornando-se grandes construtores da cultura da vida e da paz e os protagonistas de um mundo novo.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

PAI NOSSO PARA OS PEQUENINOS















TRADUZIDO POR JARDIM DA FÉ

VEJAMOS O SIGNIFICADO DOS GESTOS NAS MISSAS




- Sentado: É uma posição cômoda, uma atitude de ficar à vontade para ouvir e meditar, sem pressa.

- Em pé: É uma posição de quem ouve com atenção e respeito. Indica a prontidão e disposição para obedecer. (Posição de orante) 

- De joelhos: Posição de adoração a Deus diante do Santíssimo Sacramento e durante a consagração do pão e vinho. 

- Genuflexão: É um gesto de adoração a Jesus na Eucaristia. Fazemos quando entramos na igreja e dela saímos, se ali existir o Sacrário.

- Inclinação: Inclinar-se diante do Santíssimo Sacramento é sinal de adoração. 

- Mãos levantadas: É atitude dos orantes. Significa súplica e entrega a Deus.

- Mãos juntas: Significam recolhimento interior, busca de Deus, fé, súplica, confiança e entrega da vida. 

- Silêncio: O silêncio ajuda o aprofundamento nos mistérios da fé. Fazer silêncio também é necessário para interiorizar e meditar, sem ele a Missa seria como chuva forte e rápida que não penetra na terra. 




segunda-feira, 16 de julho de 2012

A CIDADE DOS RESMUNGOS



Era uma vez um lugar chamado Cidade dos Resmungos, onde todos resmungavam, resmungavam, resmungavam. No verão, resmungavam que estava muito quente. No inverno, que estava muito frio. Quando chovia, as crianças choramingavam porque não podiam sair. Quando fazia sol, reclamavam que não tinham o que fazer. Os vizinhos queixavam-se uns dos outros, os pais queixavam-se dos filhos, os irmãos das irmãs. Todos tinham um problema, e todos reclamavam que alguém deveria fazer alguma coisa.


Um dia chegou à cidade um mascate carregando um enorme cesto nas costas.


Ao perceber toda aquela inquietação e choradeira, pôs o cesto no chão e gritou:


Ó cidadãos deste belo lugar! Os campos estão abarrotados de trigo, os pomares carregados de frutas. As cordilheiras são cobertas de florestas espessas, e os vales banhados por rios profundos. Jamais vi um lugar abençoado por tantas conveniências e tamanha abundância. Por que tanta insatisfação? Aproximem-se, e eu lhes mostrarei o caminho para a felicidade.


Ora, a camisa do mascate estava rasgada e suja. Havia remendos nas calças e buracos nos sapatos. As pessoas riram ao pensar que alguém como ele pudesse mostrar-lhes como ser feliz. Mas enquanto riam, ele puxou uma corda comprida do cesto e a esticou entre dois postes na praça da cidade.


Então, segurando o cesto diante de si, gritou:


Povo desta cidade! Aqueles que estiverem insatisfeitos escrevam seus problemas num pedaço de papel e ponham dentro deste cesto. Trocarei seus problemas por felicidade!


A multidão se aglomerou ao seu redor. Ninguém hesitou diante da chance de se livrar dos problemas. Todo homem, mulher e criança da vila rabiscaram sua queixa num pedaço de papel e jogou-o no cesto. Eles observaram o mascate pegar cada problema e pendurá-lo na corda. Quando ele terminou, havia problemas tremulando em cada polegada da corda, de um extremo a outro.


Então ele disse: - Agora cada um de vocês deve retirar desta linha mágica o menor problema que puder encontrar.


Todos correram para examinar os problemas. Procuraram, observaram os pedaços de papel e ponderaram, cada qual tentando escolher o menor problema. Depois de algum tempo a corda estava vazia. Eis que cada um segurava o mesmíssimo problema que havia colocado no cesto. Cada pessoa havia escolhido o seu próprio problema, julgando ser ele o menor da corda.


Daí por diante, o povo daquela cidade deixou de resmungar o tempo todo. E sempre que alguém sentia o desejo de resmungar ou reclamar, pensava no mascate e na sua corda mágica.


Do livro: O Livro das Virtudes II
O Compasso Moral
William J. Bennet

O Valor e o Significado do Escapulário



O Escapulário de Nossa Senhora do Carmo é um sinal de Maternidade Divina de Maria. Como tal, representa o compromisso de seguir Jesus como Maria, o modelo perfeito de todos os discípulos de Cristo.
Só pode benzer e impor Escapulário que estiver revestido de ordem sacra, ou seja, sacerdotes e/ou diáconos. Não importa qual seja o tamanho, matéria ou cor de que é feito o Escapulário. O seu uso diário e permanente, embora muito recomendado, não é essencial; essencial é o compromisso de viver cristãmente, à imitação de Maria Santíssima.


A Medalha-Escapulário substitui plenamente o próprio Escapulário. Quanto aos compromissos práticos, recomenda-se muito a recitação e a meditação do terço ou, pelo menos, uma parte dele ou qualquer outra prática de devoção a Maria.


O Poder do Escapulário


No uso do Escapulário, a Virgem nos ensina a:


* Viver abertos a Deus e à sua vontade;
* Escutar e praticar a palavra de Deus;
* Orar em todo momento, descobrindo Deus presente em todas as circunstâncias;
* Estar aberto a caridade e as necessidades da Igreja;
* Alimentar a esperança do encontro com Deus na vida eterna pela proteção e intercessão de Maria.


O Escapulário do Carmo não é:


* Um sinal de proteção mágica ou amuleto;
* Uma garantia automática de salvação;
* Uma dispensa de viver as exigências da vida Cristã.


O Escapulário em suas normas práticas:


* O Escapulário é imposto só uma vez por um sacerdote ou pessoa autorizada;
* O uso do Escapulário exige no mínimo a oração de três Ave-Marias em honra a Nossa Senhora do Carmo;
* O Escapulário compromete com uma vida autêntica de Cristãos que se conformam com as exigências evangélicas, recebem os sacramentos e professam uma especial devoção à Santíssima Virgem.


ORAÇÃO A NOSSA SENHORA DO CARMO


“Ó Senhora do Carmo, revestido de vosso escapulário, eu vos peço que ele seja para mim sinal de vossa maternal proteção, em todas as necessidades, nos perigos e nas aflições da vida. Acompanhai-me com vossa intercessão, para que eu possa crescer na Fé, Esperança e Caridade, seguindo a Jesus e praticando Sua Palavra. Ajudai-me, ó mãe querida, para que, levando com devoção vosso santo Escapulário, mereça a felicidade de morrer piedosamente com ele, na graça de Deus, e assim, alcançar a vida eterna. Amém.”

sábado, 14 de julho de 2012

MEIO GRÃO DE MILHO







Certa vez existiu uma mulher que costumava colocar um grão de milho dentro de um porongo que havia pendurado na porta de saída de sua casinha sempre que saía para ir à missa.


Um dia ela teve que sair correndo para ajudar a vizinha que estava passando mal, bem na hora de ir para a igreja. Como ela saiu bem arrumada, nem se importou em ter que levá-la ao hospital. Lá, fez tudo que precisava para socorrer a vizinha.


Quando teve certeza de que a vizinha já estava melhor, longe de qualquer problema, ela voltou para casa. Em casa, a mulher lembrou-se da missa. Saiu correndo, pois já havia perdido metade da celebração.


Voltando à sua casa, tristonha, colocou apenas meio grão de milho no porongo, dizendo:


- Hoje eu não assisti à missa toda, por isso só posso colocar meio grão de milho. O outro pedaço talvez me fará falta para entrar no céu.


Assim era a vida desta piedosa mulher. Até que um dia São Pedro a chamou para prestar contas. Foi muito bem recebida na porta do céu. Entusiasmada, ela apresentou a São Pedro o porongo, em seguida o quebrou para contar e mostrar de quantas missas havia participadoPara sua surpresa, havia somente meio grão de milho.


Na sua simplicidade, voltou-se para São Pedro e disse:


- Devem ter sido os ratos, lá em casa há muitos!
- Não, filha, não foram os ratos. Este meio grão foi aquele do dia em que você prestou socorro à sua vizinha.
- Mas, São Pedro, como agora vou poder entrar no céu?
- Seja bem-vinda! A caridade é o maior tesouro, e a traça não o corrói.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

MÚSICAS PARA A CATEQUESE


1- Para ouvir o som do mosquitinho...
E as batidas do seu coraçãozinho...
Pegue a chavinha e feche a sua boquinha...
Já...


( A partir daqui ninguém pode mais falar, se não terá que pagar uma prenda)




2- O telefone do céu/ É a oração...
O telefone do céu/ É de joelhos no chão...
Você disca uma vez, duas ou três...
E se não atender, e se não atender, você disca outra vez (BIS) ... 




3- Jesus/ Meu amigo/ Olha dentro do meu coração/
Com carinho/ Com ternura/ Vem me dar, o seu perdão. (BIS) 




(Essa faz parte do Cd A Festa Maior...  Missa para crianças... Canção Nova...)


4- A Santa Missa vai começar, abra bem o teu coração.
Este é o dia mais feliz, estar aqui é tudo de bom. (Refrão)


Estamos juntos pra celebrar a festa maior. 
Batendo palmas, vamos sorrir. 
Quem é de Deus vive com mais alegria.
(Refrão)
Todos nós somos irmãos, 
fazemos parte da família de Deus, 
louvando e adorando chegaremos ao Céu. 
Quem é de Deus vive com mais alegria.
(Refrão)




5- Mãezinha do céu/ Eu não sei rezar/
Eu só sei dizer: Eu quero te amar.
Azul é seu manto/ Branco é seu véu/
Mãezinha eu quero te ver lá no céu/
Mãezinha eu quero te ver lá no céu.





6- Não atire o pau no gato- (to)
Porque isso (sso-sso) 
Não se faz (faz-faz) 
O gatinho (nho-nho) 
É nosso amigo (go) 
Não devemos maltratar 
Os Animais 
Miau!!!


7- (Nome da pessoa) Vai entrar na olaria de Deus...
(Nome da pessoa) Vai entrar na olaria de Deus...
E desce como vaso velho e quebrado e sobe como vaso novo...
E desce como vaso velho e quebrado e sobe como vaso novo.
(É importante fazer a coreografia... Descer e subir, como vaso velho e vaso novo)...


8- Deus está aqui... Aleluia!
Tão certo como ar que eu respiro... Aleluia!
Tão certo como a manhã que se levanta/
Tão certo como eu te falo e tu podes me ouvir.
Tão certo como amanhã que se levanta/
Tão certo como eu te falo e tu podes me ouvir.
Deus está aqui...


9- Erguei as mãos e dai glória a Deus. 
Erguei as mãos e dai glória a Deus. 
Erguei as mãos e cantai como os filhos do Senhor. (Refrão) (BIS)


Os animaizinhos subiram de dois em dois. 
Os animaizinhos subiram de dois em dois. 
O elefante e os passarinhos como os filhos do Senhor. (Refrão)


Os animaizinhos subiram de dois em dois. 
Os animaizinhos subiram de dois em dois. 
A minhoquinha e os pinguins como os filhos do Senhor. (Refrão) 






Os animaizinhos subiram de dois em dois. 
Os animaizinhos subiram de dois em dois. 
O Canguru e o sapinho como os filhos do Senhor 
Erguei as mãos... (Refrão) 


COMO UMA ÁRVORE


Uma árvore não fica de costas para ninguém. Dê a volta em torno dela , e a árvore estará sempre de frente para você ...
OS VERDADEIROS AMIGOS TAMBÉM ...
Dizem os chineses: árvore plantada com amor, nenhum vento derruba!
UMA VERDADEIRA AMIZADE, TAMBÉM!
Quem planta árvores, cria raízes.
Quem cultiva bons amigos, também!
As árvores, como os amigos, produzem beleza para os olhos e os ouvidos, na mudança sutil de suas cores.
A árvore é sombra protetora, como os amigos; sombra que varia com o dia, que avança e faz variados rendados de luz semelhantes à estrelas ...
As árvores são sinônimo de eternidade ...
... e uma verdadeira amizade também é para sempre !!



(Desconheço a Autoria)

quinta-feira, 12 de julho de 2012

COMO ESCOLHER OS PADRINHOS DE BATISMO


1. Tudo indica que a origem dos padrinhos de Batismo existe desde os primeiros tempos da Igreja, quando os pagãos se convertiam e recebiam o Batismo, e, com ele, a vida espiritual. Eram também denominados de pais espirituais, porque cuidavam da formação espiritual de seus afilhados. Além do mais, em época de guerra, poderiam substituir os genitores na dura tarefa de educar os filhos na fé cristã. No caso de neófitos (adultos recentemente convertidos a Cristo pelo batismo), os pais espirituais exerciam um preponderante papel no acompanhamento prático da doutrina católica. Isso era tão sério que chegavam a ser, na maioria das vezes, os mesmos padrinhos na Confirmação (Crisma).


2. No que se refere aos critérios da Igreja Católica Apostólica Romana para a escolha de padrinhos e madrinhas, A Introdução Geral do Ritual do Batismo de Crianças, n◦ 10, diz: “O padrinho e a madrinha tenham maturidade para desempenharem esse oficio; estejam iniciados nos três sacramentos da iniciação cristã, do Batismo, da Crisma e da Eucaristia; pertença à Igreja Católica e pelo Direito não estejam impedidos de exercer tal oficio. Todavia, um cristão batizado pertencente a outra Igreja ou comunidade separada, portador da fé de Cristo, pode ser admitido, ao lado do padrinho católico (ou madrinha católica), como testemunha cristã do Batismo, se os pais desejarem, consoante as normas ecumênicas estabelecidas para os vários casos”.


3. De acordo com o Código de Direito Canônico: “Ao batizado, enquanto possível, seja dado um padrinho, a quem cabe acompanhar o batizando adulto na iniciação cristã e, junto com os pais, apresentar ao Batismo o batizando criança. Cabe tam­bém a ele ajudar que o batizado leve uma vida de acordo com o Batismo e cumpra com fidelidade as obrigações inerentes”(cânon 872). Também é possível apenas um só padrinho ou uma só madrinha ou também um padrinho e uma madrinha (cânon 873). Em outras palavras, a escolha do padrinho é facultativa. Embora a maioria absoluta elege dois padrinhos (casal), seria perfeitamente possível, pelas normas da Igreja, apenas um padrinho ou uma madrinha.


4. Em relação ainda aos pré-requisitos na escolha, o padrinho e a madrinha devem ter 16 anos de idade (pelo menos), serem católicos, confirmados (ou crismados), tendo recebido o sacramento da eucaristia e levar vida de acordo com a fé e o encargo que vão assumir (ter coerência entre fé proclamada e vida diária); não se encontrarem atingidos por nenhuma pena canônica; que não seja pai ou mãe do batizando (cânon 874).


5. No que tange aos casais que vivem numa união irregular, o Catecismo da Igreja diz que “existe união livre quando o homem e a mulher se recusam a dar uma forma jurídica e pública a uma ligação que implica intimidade sexual” (Catecismo da Igreja Católica, nº 2390). O Catecismo condena este tipo de união, ao dizer que: “A união carnal não é moralmente legítima, a não ser quando se instaura uma comunidade de vida definitiva entre o homem e a mulher” (Catecismo da Igreja Católica, nº 2391). Conforme já abordamos em outra matéria deste blog, em conformidade com a doutrina da Igreja, a união carnal não é legítima, a não ser que se instaure um consórcio de vida perpétuo entre um varão e uma varoa. Tal relação é reconhecida pela Igreja, somente se houver o consentimento matrimonial, segundo as suas normas. Caso contrário, é uma união irregular.


6. Algumas dioceses colocam em seus diretórios diocesanos a proibição de quem vive numa união irregular para ser padrinho ou madrinha de Batismo. Por outro lado, um grande número de dioceses não vê problema nisso, avaliando apenas se os padrinhos fizeram o curso e se não pertencem a outras denominações religiosas. Também, quase ninguém se pergunta, se os padrinhos eleitos já fizeram a crisma e a primeira Eucaristia.