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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

CATEQUESE e FAMÍLIA, POR QUÊ?


Entre tantas crises que vivemos nos dias atuais, fala-se insistentemente da crise da família. Mas não é a família que está em crise, porque todas as pessoas querem, buscam e procuram formar uma família, mesmo que não seja aquela família criada, querida e abençoada por Deus.

A família é uma realidade presente na vida humana desde o início da humanidade. Os primeiros capítulos do livro de Gênesis nos mostram isto. O que de fato está em crise – e o último censo com os primeiros dados publicados recentemente confirmam – é o matrimônio. O casamento religioso, especialmente, não é mais tão buscado e a sua realização não passa, muitas vezes, de um ato tão somente social.

A família continua sendo, em qualquer das suas expressões, o melhor espaço e a mais oportuna realidade para formar e orientar os filhos rumo a uma vida verdadeiramente humana, cristã e feliz. Ninguém como o ser humano, na sua infância, é carente de segurança, de carinho e de proteção.

A psicologia atual mostra seguramente que, desde o útero materno, a criança já vai assimilando e sentindo se é querida, se é amada e desejada. Portanto, desde esse tempo a mãe e o pai – a família – devem ajudar a nova vida a se desenvolver em todos os sentidos e aspectos, evitando trazer consigo problemas, complexos e traumas que irão desabrochar com o seu crescimento.

CATEQUESE, JÁ NO VENTRE MATERNO

Portanto, a educação da fé, que é um processo catequético, não começa na catequese de primeira Eucaristia, como é pensamento de muitas pessoas. A catequese deve, de fato, começar quando a criança ainda não veio à luz.

Desde o nascimento, o bebê pode ser levado a sentir que é amado pelos seus pais e que estes estão felizes com a sua vinda, porque sabem que ele é um presente de Deus. Ao conversar com o bebê, os pais podem transmitir a experiência e o amor de Deus. Já vão dizendo para ele que Deus também gosta muito dele.

Ninguém é mais responsável pela catequese das crianças, dos adolescentes e jovens que as suas famílias.

Na intimidade do lar e no cotidiano das coisas da casa é que a prática da fé vai acontecendo e, à medida que as oportunidades vão surgindo, com o crescimento de cada filho, a catequese se desenvolve numa linguagem cheia de afetividade, carinho e certeza.

O fundador da psicanálise afirma que nós somos o que fomos, ou seja, aquilo que foi mostrado e ensinado nos primeiros anos de vida. Tudo isso vai ser expresso nos anos em que a criança já usa a sua razão e o adolescente busca a sua identidade.

Quanto mais a família for uma verdadeira escola de fé, mais a criança e o adolescente terão uma evolução tranqüila, assumindo comportamentos positivos e conformes com o que a sociedade espera de cada indivíduo e com o que a Igreja necessita para continuar a sua missão evangelizadora.

FAMÍLIA: PRIMEIRA ESCOLA DA FÉ

Família e catequese possuem entre si uma relação dialética. A família será cristã se desde o seu início for uma família que une fé e vida, e que, por tanto, catequiza a todos os seus integrantes. A catequese será eficaz e atingirá os seus mais importantes objetivos se acontecer de maneira viva e firme na vida familiar.

A família é e sempre será a primeira escola de fé, porque nela o testemunho dos pais fala mais que qualquer outra palavra, qualquer gesto ou imagem. Não há melhor forma de catequizar do que as atitudes tomadas pelos pais e que são percebidas, entendidas e assimiladas com interesse, curiosidade e amor pelos filhos.

O amor a Deus é uma graça que precisa ser comunicada aos filhos, para que eles façam também esta experiência. Mas, o amor não se mostra com palavras ou com idéias e poemas, o amor é mostrado com e pela vida. Educar para o amor só se faz amando no concretamente.

A família, onde o amor deve ser uma realidade constante e crescente, é o melhor lugar para educar, mostrando praticamente o valor, a necessidade, a importância, a beleza do amor e de amar.

Quem fala de amor fala de Deus (Cf 1Jo 4, 16). Na medida que há um real testemunho de amor na família e pela família, há igualmente uma positiva e verdadeira experiência de Deus. Ele não é apenas uma idéia ou uma imposição dos pais, mas torna-se uma necessidade e um companheiro de caminhada.

A família é a primeira escola catequética, porque a família é mesmo a primeira Igreja de cada pessoa. A família com seu testemunho vivo e diário de fé é a fonte mais necessária de uma evangelização que vai formando pessoas novas para um mundo novo que exige posturas novas, visando sempre à concretização do Reino de Deus entre nós, através de nós e para nós.

Pe. Mário Sérgio S. Baptistim

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

QUARESMA: O QUE É ISSO?


Laura: Olá amiguinhos, olá gente grande.

Vovó: Oi crianças, oi minha netinha.

Zezé: Olá pessoal, tudo bem com vocês?
       Nossa gente, quase perdi a Missa hoje.

Laura: Porque Zezé?

Zezé: Alguns bichinhos lá na floresta estavam pedindo para eu ficar, porque brincar é mais gostoso.
     
Vovó: Realmente Zezé, brincar é mais gostoso, mas não podemos ficar sem Missa.

Zezé: Ah vovó, bem que eu fiquei tentado a não vir hoje.

Laura: Pois é Zezé, ainda bem que você conseguiu vencer essa tentação, não podemos trocar a Missa por nada.

Vovó: Você não viu Zezé, até Jesus foi tentado.

Zezé: Mas Jesus não é Deus?

Laura: Isso mesmo, Jesus é Deus, mas se fez homem como nós, menos no pecado e venceu todas as tentações para nos mostrar que nós também podemos vencê-las.

Vovó: Vocês viram meus queridos, em alguns momentos Jesus gostava de ficar sozinho.

Zezé: É mesmo pra que?

Laura: Pra rezar Zezé, assim Ele podia ouvir melhor e conhecer a vontade do Pai.
Vovó: E nós estamos justamente neste tempo, de oração e conversão. Estamos vivendo a Quaresma.

Zezé: Quaresma? O que é isso?

Vovó: São esses quarenta dias que Jesus passou no deserto. Nós não vamos para o deserto, mas precisamos aproveitar esse tempo para refletir e preparar o nosso coração para a Páscoa de Jesus.

Laura: Neste tempo da quaresma, a Igreja pede que nós façamos jejum e caridade, sem nos esquecer da oração.
        Precisamos pensar um pouco nos irmãos e nos preparar para a grande festa: a Páscoa.

Zezé: Tô entendendo, temos que aproveitar a quaresma para fortalecer a nossa fé e vencer todas as tentações para ficarmos juntinhos de Jesus. Será que é isso mesmo?


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Propostas de trabalho da Quaresma na catequese


Organização Catequético-Litúrgica da Quaresma

Na liturgia e catequeses quaresmais devem sobressair dois aspectos característicos deste tempo: a sua índole batismal e a sua índole penitencial. Reparemos como as orações e leituras das duas primeiras semanas realçam o aspecto penitencial. Nas três semanas seguintes o aspecto batismal. Na última semana (Semana Santa), à luz dos últimos acontecimentos da vida do Senhor, preparamo-nos para celebrar dignamente o Mistério da morte e ressurreição de Jesus.

Objetivos

Com esta caminhada pretende-se:
– Provocar nas crianças, a alegria da Ressurreição de Jesus Cristo, fazendo-as perceber que, tal como a árvore vai florescendo durante a Quaresma, Jesus quer desabrochar nos seus corações.
– Levar os adolescentes a um conhecimento mais profundo da sua Família e despertá-los para a dimensão social, concretizada, sobretudo, na partilha com os mais necessitados e na visita a idosos e doentes.
– Incentivar à meditação da Palavra de Deus, à participação, em família, na Eucaristia dominical e à oração junto ao crucifixo da casa.
– Responsabilizar os catequistas a viver esta caminhada com um compromisso de testemunho pessoal das vivências que propõem ao seu grupo de catequese.

Explicação da Caminhada

A Quaresma é um tempo de caminhada, de reflexão, de conversão interior. Durante este período os cristãos vivem de uma maneira especial a sua relação com Deus e com os outros. Contudo, são necessárias propostas concretas, com base em objetivos bem definidos. Embora as propostas apresentadas sejam para as crianças e para os adolescentes da catequese elas pressupõem uma participação ativa por parte dos catequistas. Os catequistas devem vivenciar as atividades que propõem ao seu grupo de catequizandos e, através do seu testemunho, incentivá-los há viver este tempo não só com gestos exteriores, mas com um compromisso sério de conversão.
Na Quarta-Feira de Cinzas, cada família deverá levar o crucifixo de sua casa para ser bento pelo pároco. O crucifixo deverá ser colocado em casa, em local de destaque, durante a Quaresma.

Propostas para as Crianças.
Na Quarta-Feira de Cinzas deve estar colocado na Igreja, em local de destaque, um painel em branco com uma cruz desenhada. A esse painel estarão associadas às atividades a realizar pelas crianças, dado que, ao longo da Quaresma será construída pelos jovens, nesse painel, uma árvore que cobrirá, no final da caminhada, a cruz, simbolizando, assim, uma vida nova com Cristo Ressuscitado (as atividades a desenvolver pelos jovens são divulgadas pelo Secretariado Diocesano da Pastoral Juvenil). Em cada Domingo, as crianças desenvolverão as seguintes atividades:
– 1º Domingo: as crianças deverão colocar junto às raízes da árvore sementes;
– 2º Domingo: as crianças deverão colocar no tronco da árvore palavras relacionadas com Jesus Cristo;
– 3º Domingo: as crianças deverão colocar nos ramos da árvore pássaros e ninhos;
– 4º Domingo: as crianças deverão colocar gotas de orvalho nos ramos e folhas da árvore;
– 5º Domingo: as crianças deverão colocar um sol no topo do painel, por cima da árvore.

Propostas para os Adolescentes
As propostas para os adolescentes consistem em elaborar a árvore genealógica da sua família e em levar, para a Eucaristia ou para a sessão de catequese, bens que serão distribuídos pelos mais necessitados no Dia da Caridade (Quinta-Feira Santa). A primeira atividade vai permitir ao adolescente conhecer melhor as suas raízes, proporcionando também uma aproximação aos seus familiares para obter as informações necessárias. A segunda atividade apela à caridade.

Nas primeiras 4 semanas da Caminhada na Quaresma, o adolescente deve elaborar a árvore genealógica da sua família. Para isso deve encontrar o maior número de dados possível relativos aos seus familiares, até a 4. ª geração (bisavós). Os dados a recolher podem ser os seguintes: nome, data de nascimento, local do casamento, profissão, características físicas, locais onde habitou, passatempos, etc. Isto deve ser feito de acordo com o seguinte esquema:
– 1ª semana: preencher a árvore com informações dos seus irmãos e de si próprio;
– 2ª semana: preencher a árvore com informações dos pais e, se possível (caso a sua família não seja demasiado numerosa), dos tios;
– 3ª semana: preencher a árvore com informações dos avós maternos e paternos;
– 4ª semana: preencher a árvore com informações dos bisavós maternos e paternos.
No Domingo de Páscoa, os adolescentes podem entregar um exemplar da árvore genealógica, que construíram ao longo da Quaresma, a cada um dos membros da sua família (pais, irmãos, avós e tios).
Na 5ª semana, os adolescentes deverão preparar atividades a desenvolver nas visitas que efetuarão durante o Dia da Caridade (Quinta-Feira Santa). As atividades a desenvolver poderão passar pela escrita de uma pequena mensagem a entregar a quem vão visitar pela preparação de uma leitura bíblica e/ou de um cântico, entre outras.
Na 6ª semana, no Dia da Caridade, os adolescentes deverão visitar ou um lar de idosos, ou um hospital, ou uma instituição de solidariedade social, ou um lar onde residam pessoas mais carentes. Durante esta visita, os adolescentes desenvolverão as atividades que prepararam na semana anterior.

Durante esta caminhada, os adolescentes deverão ainda trazer para a sessão de catequese, ou para a Eucaristia, bens para distribuir no Dia da Caridade. Se possível estes bens devem ser embrulhados condignamente e acompanhados de uma mensagem do adolescente para a pessoa que os irá receber. Sugerem-se para cada semana os seguintes bens:
– 1ª semana: arroz;
– 2ª semana: açúcar;
– 3ª semana: massas;
– 4ª semana: feijão;
– 5ª semana: leite.  

DEZ SÍMBOLOS DA QUARESMA


A quaresma começa, precisamente, com um símbolo bem conhecido e consolidado: a CINZA, que nos lembra a condição efêmera da vida e seu destino de eternidade em Deus.

A Cinza de cada ano, recorda também a árvore da Cruz Ressuscitada da Vigília Pascal do ano anterior.

1.- A quaresma é DESERTO. É aridez, solidão, jejum, austeridade, rigor, esforço, penitência, perigo, tentação.

2.- A quaresma é PERDÃO. As histórias bíblicas de Jonas e de Nínive e a parábola do filho pródigo são exemplos dele.

3.- A quaresma é ENCONTRO, é abraço de reconciliação como na parábola do filho pródigo ou na conversão de Zaqueu ou no diálogo de Jesus Cristo com a mulher adúltera.

4.- A quaresma é LUZ, como se põe em evidência, por exemplo, no evangelho do cego de nascimento. É a passagem das trevas para a luz. Jesus Cristo é a luz do mundo.

5.- A quaresma é SAÚDE, símbolo manifestado nos textos como na cura do paralítico ou do filho do centurião.

6.- A quaresma é AGUA. É a passagem da sede de nossa insatisfação para a água viva, a água de Moisés ao povo de Israel no deserto ou de Jesus à mulher samaritana.

7.- A quaresma é superação vitoriosa das provas e dificuldades. É LIBERTAÇÃO, TRIUNFO. Algumas figuras bíblicas, que sofrem graves perigos e vencem na prova, são José filho de Jacó, a casta Suzana, Ester, o profeta Jeremias e, sobretudo, Jesus, tentado e transfigurado.

8.- A quaresma é CRUZ. Sinal e presença permanente durante toda a quaresma. Prefigurada no Antigo Testamento e manifestada com o exemplo de Jesus Cristo e com seu convite de carregá-la como condição para o seguimento.

9.- A quaresma é TRANSFIGURAÇÃO. É a luz definitiva do caminho quaresmal, preanunciada e vivida na cena da transfiguração de Jesus. Pela cruz para a luz".

10.- A quaresma é o esforço para retirar o fermento velho e incorporar a FERMENTAÇÃO NOVA DA PÁSCOA RESSUSCITADA E RESSUSCITADORA, agora e para sempre.
 
 Pe. Antônio G. Dalla Costa, CS

sábado, 25 de fevereiro de 2012

OS 13 PASSOS PARA O BEM


1- Por mais que lhe falem da tristeza . . .
. . . prossiga sorrindo !
2- Por mais que lhe demonstrem rancor . . .
. . . prossiga perdoando !
3- Por mais que lhe tragam decepções . . .
. . . prossiga confiando !
4- Por mais que lhe ameacem de fracasso . . .
. . . prossiga apostando na vitória !
5- Por mais que lhe apontem erros . . .
. . . prossiga com os seus acertos !
6- Por mais que discursem sobre a ingratidão . . .
. . . prossiga ajudando !
7- Por mais que noticiem a miséria . . .
. . . prossiga crendo na prosperidade !
8- Por mais que lhe mostrem destruições . . .
. . . prossiga na construção !
9- Por mais que acenem doenças . . .
. . . prossiga vibrando saúde !
10- Por mais que exibam ignorância . . .
. . . prossiga exercitando sua inteligência !
11- Por mais que o assustem com a velhice . . .
. . . prossiga sentindo-se jovem !
12- Por mais que plantem o mal . . .
. . . prossiga semeando o bem !
13- Por mais que contem mentiras . . .
. . . prossiga na sua verdade !
Por mais difícil que lhe pareçam
essas 13 tarefas . . .
. . . prossiga acreditando na capacidade que
Deus lhe deu para cumpri-las !

NÃO NOS DEIXE CAIR EM TENTAÇAO

  
  OBJETIVO:

    Que as crianças possam descobrir como Jesus realiza sua missão deixando-se conduzir pelo Espírito Santo.

        1- AMBIENTAÇAO:

    Desenhar num cartaz um caminho e nele, pedras, espinhos, garrafas quebradas, arvores caídas, pequenas cruzes mas sem nada escrito.

        2- SAUDAÇAO:

    Queridas crianças: Jesus nos convida para caminhar ao seu lado. Observemos suas atitudes, seus gestos e suas palavras.

        3- ORAÇAO:

    Jesus: Tu nos ensinas que Deus é nosso Pai e que seu amor é maior que do melhor pai.

        4- REVISAO DO COMPROMISSO:

    Abramos nosso caderno e escrevamos a pergunta: FIZ MEU COMPROMISSO?

    Em seguida escrevemos: SIM ou Não.

        5- ATIVIDADE:

    O catequista prepara um papelógrafo e começa a perguntar às crianças escrevendo as repostas.

    -Que coisas gostariam de ter?

    -Que coisas gostariam de fazer?

    -Com quais pessoas eu gostaria de estar agora?

    Vamos analisar as respostas e separemos as que nos parece que responderia Jesus.

        6- Agora vamos escutar a mensagem de Jesus para nós hoje: MATEUS: 4,1-11.

    Em seguida, Jesus foi conduzido pelo Espírito ao deserto para ser tentado pelo demônio. Jejuou quarenta dias e quarenta noites. Depois, teve fome. O tentador aproximou-se dele e lhe disse: Se és Filho de Deus, ordena que estas pedras se tornem pães. Jesus respondeu: Está escrito: Não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus. O demônio transportou-o à Cidade Santa, colocou-o no ponto mais alto do templo e disse-lhe: Se és Filho de Deus, lança-te abaixo, pois está escrito: Ele deu a seus anjos ordens a teu respeito; proteger-te-ão com as mãos, com cuidado, para não machucares o teu pé em alguma pedra. Disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus. O demônio transportou-o uma vez mais, a um monte muito alto, e lhe mostrou todos os reinos do mundo e a sua glória, e disse-lhe: Dar-te-ei tudo isto se, prostrando-te diante de mim, me adorares. Respondeu-lhe Jesus: Para trás, Satanás, pois está escrito: Adorarás o Senhor teu Deus, e só a ele servirás. Em seguida, o demônio o deixou, e os anjos aproximaram-se dele para servi-lo.


        7- REFLEXAO:

    - Que nos ensina Jesus com suas palavras e sua atitude frente ao tentador?

    - Quais tentações nós temos?

    - Encontramos alguma relação entre as coisas que desejamos e o evangelho que acabamos de escutar?

        8- ILUMINAÇAO:

    As tentações vêm para alegrar nosso egoísmo. Nós gostamos de ser poderosos, inteligentes, ricos. Nós não gostamos de passar dificuldades. Queremos estar bem e que ninguém nos incomode. Muita gente cai na tentação e termina escravo dos vícios, da delinqüência, da soberba. Mas Jesus, que é nosso Mestre, nos ensina como podemos vencer o tentador.

        9- CELEBRAÇAO:

    O catequista tem uma folha preparado com a palavra QUARESMA que colocará sobre o cartaz ao finalizar a oração. Cada criança recebe uma cruz recortada em cartolina branca e em círculo fazem a seguinte oração:
    Jesus Tu nos ensina a vencer as tentações. Queremos estar muito perto de Ti para poder fazer a experiência de converção a que nos convida a quaresma, Temos que tirar muitas coisas inúteis e desagradáveis de nosso caminho. Ajuda-nos, Jesus, contamos contigo.    

          10- COMPROMISSO:

    - O catequista explica que a cruz que cada um recebeu é para pintar. Mas quando? Cada vez que vencemos uma tentação pintaremos um pedaçinho da cruz com cores diferentes. Será que nossa cruz chegará à Páscoa toda colorida e linda?

    - Rezaremos todas as noites por todas as pessoas que são escravas do seu próprio egoísmo.

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

O pecado é o maior obstáculo para o amor


 O tempo quaresmal, eminentemente penitencial, em preparação para a Páscoa, é o propício momento em que todos nós, fiéis batizados, somos convidados a intensificar a vida de oração, penitência e caridade, com realce especial ao jejum e à abstinência. Contudo, só se compreende a Quaresma por intermédio do olhar de um Deus, que se encarna, morre e ressuscita por amor a cada um de nós. Isso mesmo, Deus mergulha na epopeia e tragédia da vida humana para nos resgatar das correntes do pecado e dar-nos a vida eterna.
A Quaresma está intimamente conectada com o desejo de felicidade e infinito, latentes em cada coração humano. Sem ela não se entende o ser cristão, sem ela não se entendem os mistérios da indigência e da grandeza humana. Constata-se por muitos espaços da vida humana um mar de tristezas e frustrações. A depressão, segundo dizem, é o mal de nosso século. Nunca sentimos tanta falta de infinito, e nunca estivemos tão presos ao efêmero, ao passageiro, ao transitório, àquilo que não gera relações humanas, valorizando demasiadamente o virtual e nos esquecendo do real, da dor, das misérias, da pobreza, da violência e das misérias morais que relativizam o belo e o sagrado e geram a cultura do descartável.
O que impede o coração humano de encontrar a felicidade? Muitas são as respostas, muitos estudos são apresentados diariamente nos meios de comunicação. Buscam-se explicações psicológicas, sociais, econômicas, políticas, entre outras. Mas são poucos os que chegam ao fundo do problema. A verdadeira e plena felicidade só será alcançada quando passarmos pela via quaresmal, caminho de purificação e penitência, que nos liberta, por meio da graça, dos grilhões do pecado.
O pecado é o maior obstáculo. Infelizmente, estamos imersos numa cultura que o comercializa. O mais triste é que, ao buscar a felicidade, a humanidade parece afundar-se cada vez mais no lodo e morre sufocada pelo veneno do pecado, que destrói almas e sonhos. E é a própria sociedade que promove esse tipo de vida, se questiona dos porquês dessas realidades que contaminam o orbe sem se importar com as condições econômicas ou sociais das pessoas.
A maior alienação é a incapacidade de perceber o quanto o ser humano se quebra quando se entrega ao pecado. Existe uma desintegração espiritual que se manifesta na sociedade e prolifera em estruturas. Ele nasce pessoal e, em proporção com a matéria, gravidade e circunstâncias, gera o mal social.
O reconhecimento de nossas misérias e fraquezas diárias é o primeiro passo para o encontro profundo consigo mesmo e com Deus. O pecado é a desintegração da nossa natureza e aliena nossa vida da realidade eterna a qual todos nós somos chamados. A penitência não é masoquismo, mas reconhecer de modo concreto e visível a nossa indigência e necessidade. Ela nos coloca no caminho do perdão, que é o resgate da unidade perdida pelo mal. O salmo penitencial 51(50) exclama, com beleza poética, o drama do pecado e a recuperação do Rei Davi. A primeira coisa que o pecado ataca é nossa consciência, ou seja, a capacidade de perceber e distinguir o mal e o bem. O Rei Davi possui a graça de ter um grande amigo, o profeta Natã. Este, sem medo das consequências e guiado pela força do Espirito Santo, o [Davi] acusa do seu pecado. A paz e a felicidade voltam ao rosto do rei de Israel apenas quando ele reconhece e deseja reparar o mal cometido.
O pecado nos coloca no sono mais profundo e nos impede de encontrar a paz que deve reinar em nossas vidas. Só por intermédio da paz, que nasce do encontro com Cristo misericordioso, ao nos arrependermos, poderemos encontrar a felicidade. Os verdadeiros amigos são aqueles que nos ajudam a despertar e a ver a realidade em toda sua complexidade, como fez Natã com Davi. Eles são capazes disso não porque sabem mais ou são mais capacitados, mas, sim, porque nos amam. Como está escrito em Eclesiástico: "O amigo fiel é poderoso refúgio, quem o descobriu, descobriu um tesouro" (Eclo 6,14).
A crise de felicidade está proporcionalmente relacionada com uma crise de amizade. Poucos encontram verdadeiros amigos. Muitas vezes, não sabemos ser bons amigos. Neste clima de preparação para a Jornada Mundial da Juventude, que será sediada na cidade do Rio de Janeiro, conclamo ao jovem: desperte com o encontro com Cristo, o dom da amizade. Não se pode ser cristão sozinho. Jovem evangeliza jovem. Com razão impacta, positivamente, milhões de pessoas a participação nas Jornadas Mundiais da Juventude, no encontro com Cristo juntamente com o Santo Padre o Papa. Nessas jornadas, os jovens descobrem que a amizade já existe entre eles, pois todos possuem em comum o grande Amigo Jesus Cristo, Aquele que nunca nos abandona.
Dizem que hoje as pessoas não querem se relacionar, desejam apenas se "conectar", pois é mais fácil colocar o outro em "off". O medo de criar laços sólidos brota, em muitos casos, da incerteza do amor. O pecado apaga de nossas vidas a certeza de que é possível amar. A fragmentação de nosso ser, oriunda do pecado, nos impede de confiar no outro.
Assim, neste importante tempo de Quaresma despertemos novamente o nosso desejo de felicidade. Purifiquemos nossas almas do pecado, que obstaculiza o encontro com Cristo, Amigo capaz de nos guiar com passos seguros. Como o Rei Davi, peçamos a Deus piedade por nossos pecados. Não tenhamos medo de reconhecer nossas transgressões.
Deus conhece nosso ser, ama a verdade e nos ensina a sabedoria. Ele nos dá a felicidade, o júbilo e nos purifica de todas as iniquidades, fazendo-nos "mais brancos do que a neve". Sobretudo, Deus cria em cada um de nós um coração novo com a ajuda da penitência e do perdão sacramental. A via quaresmal, bem vivida, despertará em nós um espírito firme e devolverá o júbilo da salvação (cf. Sal 51).
Que nesta Quaresma tenhamos a coragem de fazer uma passagem profunda de purificação do pecado para a graça, no caminho bonito do itinerário do seguimento e discipulado do Redentor!

Dom Orani João Tempesta, O. Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Significado da Cerimônia de Cinzas


A Igreja nos indica, nas orações recitadas por seus ministros, o significado da cerimônia das Cinzas: "Ó Deus, que não quereis a morte do pecador mas a sua conversão, escutai com bondade as nossas preces e dignai-vos abençoar estas cinzas que vamos colocar sobre as nossas cabeças. E assim reconhecendo que somos pó e que ao pó voltaremos, consigamos, pela observância da Quaresma, obter o perdão dos pecados e viver uma vida nova à semelhança do Cristo ressuscitado". É, pois, a penitência que a Igreja nos quer ensinar pela cerimônia deste dia.

Já no Antigo Testamento os homens cobriam se de cinzas para exprimir sua dor e humilhação, como se pode ler no livro de Jó. Nos primeiros séculos da Igreja os penitentes públicos apresentavam-se nesse dia ao bispo ou penitenciário: pediam perdão revestidos de um saco, e como sinal de sua contrição cobriam a cabeça de cinzas. Mas como todos os homens são pecadores, diz santo Agostinho, essa cerimônia estendeu-se a todos os fiéis, para lhes recordar o preceito da penitência. Não havia exceção alguma: pontífices, bispos, sacerdotes, reis, almas inocentes, todos se submetiam a essa humilhante expressão de arrependimento.

Tenhamos os mesmos sentimentos: deploremos as nossas faltas ao recebermos das mãos do ministro de Deus as cinzas bentas pelas orações da Igreja. Quando o sacerdote nos disser "lembra-te que és pó, e ao pó hás de tornar", ou "convertei-vos e crede no Evangelho", enquanto impõe as cinzas, humilhemos o nosso espírito pelo pensamento da morte que, reduzindo-nos ao pó, nos porá sob os pés de todos. Assim dispostos, longe de lisonjearmos o nosso corpo destinado à dissolução, decidir-nos-emos a tratá-lo com dureza, a refrear o nosso paladar, os nossos olhos, os nossos ouvidos, a nossa língua, todos os sentidos; a observar, o mais possível, o jejum e a abstinência que a Igreja nos prescreve.

Meu Deus, inspirai-me verdadeiros sentimentos de humildade, pela consideração do meu nada, ignorância e corrupção. Dai-me o mais vivo arrependimento das minhas iniqüidades, que feriram vossas perfeições infinitas, contristaram vosso coração de pai, crucificaram vosso Filho dileto, e me causaram um mal maior do que a perda da vida do corpo, pois que o pecado mortal é a morte da alma e nos expõe a uma morte eterna.

A Igreja sempre admoestou os fiéis a não nos se contentarem com sinais externos de penitência, mas a lhe beberem o espírito e os sentimentos. Jejuemos, diz ela, como o Senhor deseja, mas acompanhemos o jejum com lágrimas de arrependimento, prosternando-nos diante de Deus e deplorando a nossa ingratidão na amargura dos nossos corações. Mas essa contrição, para ser proveitosa, deve ser acompanhada de confiança. Por isso a Igreja sempre nos lembra que nosso Deus é cheio de bondade e misericórdia, sempre pronto a perdoar-nos, o que é um forte motivo para esperarmos firmemente a remissão das nossas faltas, se delas nos arrependermos. Deus não despreza jamais um coração contrito e humilhado.

A liturgia termina exortando-nos a tomarmos generosas resoluções confiando em Deus: "Pecamos, Senhor, porque nos esquecemos de vós. Voltemo-nos logo para o bem, sem esperar que a morte chegue e que já não haja tempo. Ouvi-nos, Senhor, tende piedade, porque pecamos contra vós. Ajudai-nos, ó Deus salvador, pela glória do vosso nome libertai-nos". O pensamento da morte convida-nos ainda a viver mais santamente, e quão eficaz é essa recordação!

À borda do túmulo e à porta do tribunal supremo, quem ousaria enfrentar o seu Juiz, ofendendo-o e recusando o arrependimento ou vivendo na negligência, tibieza e relaxamento? Colocai-vos em espírito em vosso leito de morte e armai-vos dos sentimentos de compunção que então quereríeis ter. Depositai vossa confiança na misericórdia divina, nos méritos de Jesus e na intercessão da divina Mãe. Prometei ainda ao Senhor:

- 1º de cortar aos vossos pensamentos, conversas e procedimento tudo o que lhe desagrada;

- 2º de viver quanto possível na solidão, no silêncio e, sobretudo, no recolhimento interior que favorece em vosso espírito a oração e vos separa de tudo que não é Deus.

Adaptado de Quarta-Feira de Cinzas, em Meditações para todos os dias do ano. Pe. Luís Bronchain CSSR, Petrópolis, Editora Vozes, 1949 (2ª edição em português, pag. 132-134)


ORAÇÃO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2012


Seis passos para viver bem a Quaresma


A Quaresma é um tempo de graça, um verdadeiro Kairos, tempo da manifestação de Deus. Esse período tem como característica duas realidades muito importantes: 1ª: Olhar para Jesus; 2ª: Conversão.

Nesse tempo, somos levados pela Igreja a seguir Jesus em Seus últimos momentos de vida na terra para – junto com Ele – aprendermos o que é o amor e a misericórdia. Quaresma é também conversão, revisão de vida e mudança de atitude. Tudo concorre para isso nesse período: a liturgia, os cânticos, as orações.

É tempo de olhar para tudo o que temos vivido e como o temos vivido: nossos relacionamentos em casa, no trabalho, na escola, nosso relacionamento com Deus. Será que Ele tem sido o nosso tudo? Nossa relação com Ele é de confiança, de intimidade e amor?

Algumas atitudes nossas podem nos ajudar a mergulhar fundo nessa graça. Por exemplo:

1. Aproveite esse tempo para silenciar um pouco, criar um clima de interioridade, evitando músicas muito altas em casa, no quarto; valorizando as que nos levam a uma maior reflexão e oração.

2. Separe um tempo do dia para a oração pessoal. Crie em sua casa ou no seu quarto um pequeno altar, ali coloque um crucifixo, uma vela, a Bíblia aberta, para que o ambiente seja convidativo à oração.

3. Nas sextas-feiras, se for possível, medite as estações da Via-Sacra. Isso o ajudará a mergulhar no mistério da Paixão do Senhor.

4. Durante o tempo quaresmal se proponha a também fazer obras de misericórdia. Por exemplo: visitar um doente, visitar um asilo, levar alguma ajuda concreta a uma família mais carente, como roupas que você já não esteja usando ou alimentos. Tudo isso gerará em seu coração um sentimento de alegria por poder fazer algo de bom a alguém.

5. Quaresma também é tempo de perdoar e de pedir perdão. Se você tem alguém a quem precisa perdoar, peça a Deus a graça de conceder esse perdão e se foi você que feriu esse alguém, dê o passo em direção à pessoa e peça-lhe perdão. É tempo de reconstruir as pontes de reconciliação.

6. A confissão é fundamental nesse período, não deixe para a última hora, procure o sacerdote no decorrer da Quaresma para que, auxiliado pela graça desse sacramento, você colha todos os frutos desse tempo.


O importante é que você e eu tomemos consciência de tudo o que o Senhor deseja realizar em nossas vidas e nos esforcemos para não deixar a graça passar.


Padre Paulo Ricardo

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Teatro: O que é Quaresma


Objetivo: Ressaltar o que é Quaresma? Mostrar a criança que o tempo de quaresma é um tempo de mudança de vida, mudança de atitudes. Ensina-lá a fazer sempre o bem e a buscar Deus em primeiro lugar.

Personagens: Maricota e Gija.

(Aparece a Maricota de frente para um calendario)

MARICOTA: aparece olhando um calendário
GIJA: Olá Maricota, o que você esta fazendo???
MARICOTA: Oi Gija, estou contando quantos dias faltam para a Páscoa, minha mãe me falou que vou ganhar um ovo da páscoa gigante…
GIJA: (da uma risada e fala): Maricota, estamos no inicio da Quaresma ainda e você já esta pensando no seu ovo da Páscoa!!!
MARICOTA: Quaresma, o que é isso, é de comer???
GIJA: Maricota, quaresma não é de comer, mas é um tempo onde nos preparamos para a Páscoa. São 40 dias
MARICOTA: Começa a contar no calendário 1 2 3 4 5 6 7 Ai Gija 40 dias é muito tempo!!! A gente não pode diminuir isso não heim???
GIJA: Não Maricota, são 40 dias para pensarmos naquelas coisas que fazemos e que não agrada o coração de Deus…
MARICOTA: Hum!!! As vezes tenho preguiça de guardar os meus brinquedos, deixo tudo espalhado pela casa inteira..Minha mãe fica tão brava!!!
GIJA: Então Maricota, a quaresma existe para a gente pensar nessas coisas e não fazer mais…
MARICOTA: Ah!!! Então se eu for boazinha vou ganhar muitos ovos da Páscoa?
GIJA: da uma risada e diz: Não sei se você vai ganhar muitos ovos da páscoa, mas Jesus vai ficar muito feliz com você quando não deixar mais seus brinquedos espalhados pela casa.
MARICOTA: Gija não só Jesus mas a minha mãe também!!! (fala e ri).

Dinâmica de apresentação


Objetivo: Conhecimentos mútuos, memorização dos nomes e integração grupal.

Objetivo: conhecimentos mútuos, memorização dos nomes e integração grupal.

Desenvolvimento:

Cada um dirá o próprio nome acrescentando um adjetivo que tenha a mesma inicial do seu nome. Roberto Risonho.

O seguinte repete o nome do companheiro com o adjetivo e o seu apresenta acrescentando um adjetivo para o seu nome e assim sucessivamente.

Exemplos: Roberto Risonho, Nair Neutra, Luzia Linda, Inácio Inofensivo.

Palavra de Deus: Ap. 2,17 e Sl 139

 

PRÊMIO LIEBSTER BLOG


RECEBI ESTE SELINHO PRÊMIO DA MENTO DO BLOG PEQUES Y PECAS,
 AMEI ESTE SELINHO E QUERO  DEDICÁ-LO A TODOS DO NOSSO GRUPO CATEQUISTAS UNIDOS.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

CALENDÁRIO DA QUARESMA



Carnaval e Quaresma


Vários autores explicam o nome Carnaval a partir do latim “carne vale”, isto é, “adeus carne” ou “despedida da carne”; o que significa que no Carnaval o consumo de carne era considerado lícito pela última vez antes dos dias de jejum quaresmal. Outros estudiosos recorrem à expressão “carnem levare”, suspender ou retirar a carne.

O Papa São Gregório Magno (590-604) teria dado ao último domingo antes da Quaresma (domingo da Qüinquagésima), o título de “dominica ad carnes levandas”; o que teria gerado “carneval” ou carnaval. Um grupo de etimologistas apela para as origens pagãs do Carnaval: entre os gregos e romanos costumava-se fazer um cortejo com uma nave, dedicado ao deus Dionísio ou Baco, festa que chamavam em latim de “currus navalis” (nave carruagem), de donde teria vindo a forma Carnavale. Não é fácil saber a real origem do nome.

As mais antigas notícias do que hoje chamamos “Carnaval” datam, como se crê, do séc. VI antes de Cristo, na Grécia: há pinturas gregas em vasos com figuras mascaradas desfilando em procissão ao som de músicas em honra do deus Dionísio, com fantasias e alegorias; são certamente anteriores à era cristã. Outras festas semelhantes aconteciam na entrada do novo ano civil (mês de janeiro) ou pela aproximação da primavera, na despedida do inverno.

Eram festas religiosas, dentro da concepção pagã e da mitologia com a intenção de com esses ritos expiar as faltas cometidas no inverno ou no ano anterior e pedir aos deuses a fecundidade da terra e a prosperidade para a primavera e o novo ano. Por exemplo, para exprimir o cancelamento das culpas passadas, encenava-se a morte de um boneco que, depois de haver feito seu testamento e um transporte fúnebre, era queimado ou destruído. Em alguns lugares havia a confissão pública dos vícios. A denúncia das culpas muitas vezes se tornava algo teatral, como por exemplo, o cômico Arlequim que, antes de ser entregue à morte confessava os seus pecados e os alheios.

Tudo isso parece ter gerado abusos estimulados com o uso de máscaras, fantasias, cortejos, peças de teatro, etc. As religiões ditas “de mistérios” provenientes do Oriente e muito difusas no Império Romano, concorreram para o fomento das festividades carnavalescas. Estas tomaram o nome de “pompas bacanais” ou “saturnais” ou “lupercais”. Como essas demonstrações de alegria tornaram-se subversivas da ordem pública, o Senado Romano, no séc. II a.C. resolveu combater os bacanais e os seus adeptos acusados de graves ofensas contra a moralidade e contra o Estado.

Essas festividades populares podiam ser no dia 25 de dezembro (dia em que os pagãos celebravam Mitra ou o Sol Invicto) ou o dia 1º de janeiro (começo do novo ano), ou outras datas religiosas pagãs.

Quando o Cristianismo surgiu já encontrou esses costumes pagãos. E como o Evangelho não é contra as demonstrações de alegria desde que não se tornem pecaminosas, os missionários ao invés de se oporem formalmente ao Carnaval, procuraram cristianiza-lo, no sentido de depura-lo das práticas supersticiosas e mitológico. Aos poucos as festas pagãs foram sendo substituídas por solenidade do Cristianismo (Natal, Epifania do Senhor ou a Purificação de Maria, dita “festa da Candelária”, em vez dos mitos pagãos celebrados a 25 de dezembro, 6 de janeiro ou 2 de fevereiro). Por fim, as autoridades da Igreja parecem ter conseguido restringir a celebração oficial do Carnaval aos três dias que precedem a quarta-feira de cinzas.

Portanto, a Igreja não instituiu o Carnaval; teve, porém, de o reconhecer como fenômeno existente, e procurou subordina-lo aos princípios do Evangelho. A Igreja procurou também incentivar os Retiros espirituais e a adoração das Quarenta Horas nos dias anteriores à quarta-feira de cinzas. Sobretudo a Igreja fortaleceu a Quaresma.

A Quaresma

“Quaresma” provém do latim “Quadragesima” e significa “quarenta dias”; é o período de preparação para a Páscoa do Senhor, cuja duração é de 40 dias. Inicia-se na Quarta-Feira de Cinzas e se estende agora até a Quinta Feira Santa. É um tempo de “penitência, jejum e oração”, que a Igreja chama de “remédios contra o pecado”, para a busca da conversão da pessoa.

A Quaresma foi inspirada no período de tentação de Cristo no deserto, bem como os exemplos de Noé, em 40 dias na Arca, e Moisés, vagando por 40 anos no deserto do Sinai.

No início da Quaresma, na Quarta-Feira de Cinzas, os fiéis têm suas frontes marcadas com cinzas, como os primitivos penitentes públicos, excluídos temporariamente da assembléia (lembrando Adão expulso do Paraíso, de onde vem a fórmula litúrgica: “Lembra-te de que és pó…”).

Esse tempo de penitência é recordado pela liturgia: as vestes e os paramentos usados são da cor roxa (no quarto domingo da Quaresma, pode-se usar o rosa, representando a alegria pela proximidade do término da tristeza, pela Páscoa); o Glória não é cantado ou rezado; a aclamação do “Aleluia” também não é feita; não se enfeitam os templos com flores; o uso de instrumentos musicais torna-se moderado.

É um tempo também favorável para os exercícios espirituais, as liturgias penitenciais, as peregrinações penitenciais. O mesmo pode-se aplicar a todas as sextas-feiras do ano, tidas como dias penitenciais como prescreve o cân. 1250 do Código de Direito Canônico.

O historiador Sócrates informa que já no séc. V, a Quaresma durava seis semanas em Roma, sendo três semanas dedicadas ao jejum: a primeira, a quarta e a sexta. Já no século IV a “Peregrinação de Etéria” fala de um jejum de oito semanas praticado pela comunidade de Jerusalém, excluídos os sábados e domingos; o que totaliza os 40 dias de jejum. No tempo de São Gregório Magno (590-604), Roma observava os 40 dias da Quaresma.

O Código de Direito Canônico afirma que:

Cân.1250 – “Os dias e tempos penitenciais, em toda a Igreja, são todas as sextas-feiras do ano e o tempo da Quaresma”.

Cân.1251 – “Observe-se a abstinência de carne ou de outro alimento, segundo as prescrições da Conferência dos Bispos, em todas as sextas-feiras do ano, a não ser que coincidam com algum dia enumerado entre as solenidades; observem-se a abstinência e o jejum na Quarta-Feira de Cinzas e na Sexta-Feira da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Cân.1252 – “Estão obrigados à lei da abstinência aqueles que tiverem completado catorze anos de idade; estão obrigados à lei do jejum todos os maiores de idade até os sessenta anos começados. Todavia, os pastores de almas e os pais cuidem que sejam formados para o genuíno sentido da penitência também os que não estão obrigados à lei do jejum e da abstinência, em razão da pouca idade”.

Para o Brasil a CNBB determinou que, exceto na Sexta-Feira Santa, todas as outras sextas-feiras, inclusive as da Quaresma, têm sua abstinência convertida em “outras formas de penitência, principalmente em obras de caridade e exercícios de piedade”.

 Professor Felipe Aquino

FILHOS SÃO COMO NAVIOS

    
Ao olharmos um navio no porto, imaginamos que ele esteja em seu lugar mais seguro, protegido por uma forte âncora.

Mal sabemos que ali está em preparação, abastecimento e provisão para se lançar ao mar, ao destino para o qual foi criado, indo ao encontro das próprias aventuras e riscos.

Dependendo do que a força da natureza lhes reserva, poderá ter que desviar da rota, traçar outros caminhos ou procurar outros portos.

Certamente retornará fortalecido pelo aprendizado adquirido, mais enriquecido pelas diferentes culturas percorridas.
E haverá muita gente no porto,
feliz à sua espera.

Assim são os FILHOS.
Estes têm nos PAIS o seu porto seguro até que se tornem independentes.
Por mais segurança, sentimentos de preservação e de manutenção que possam sentir junto aos seus pais, eles nasceram para singrar os mares da vida, correr seus próprios riscos e viver suas próprias aventuras.

Certo que levarão consigo os exemplos dos pais, o que eles aprenderam e os conhecimentos da escola, mas a principal provisão, além das materiais, estará no interior de cada um:
A CAPACIDADE DE SER FELIZ.
Sabemos, no entanto, que não existe felicidade pronta, algo que se guarda num esconderijo para ser doada, transmitida a alguém.

O lugar mais seguro que o navio pode estar é o porto. Mas ele não foi feito para permanecer ali.

Os pais também pensam que sejam o porto seguro dos filhos, mas não podem se esquecer do dever de prepará-los para navegar mar a dentro e encontrar o seu próprio lugar, onde se sintam seguros, certos de que deverão ser, em outro tempo, este porto para outros seres.

Ninguém pode traçar o destino dos filhos, mas deve estar consciente de que na bagagem devem levar VALORES herdados como:
HUMILDADE, HUMANIDADE,HONESTIDADE, DISCIPLINA, GRATIDÃO E GENEROSIDADE.

Filhos nascem dos pais, mas devem se tornar CIDADÃOS DO MUNDO. Os pais podem querer o sorriso dos filhos, mas não podem sorrir por eles. Podem desejar e contribuir para a felicidade dos filhos, mas não podem ser felizes por eles.

A FELICIDADE CONSISTE EM TER UM IDEAL A BUSCAR E TER A CERTEZA DE ESTAR DANDO PASSOS FIRMES NO CAMINHO DA BUSCA.

Os pais não devem seguir os passos dos filhos e nem devem estes descansar no que os pais conquistaram.

Devem os filhos seguir de onde os pais chegaram, de seu porto, e, como os navios, partirem para as próprias conquistas e aventuras.
Mas, para isso, precisam ser preparados e amados, na certeza de que:
“QUEM AMA EDUCA”.

“COMO É DIFÍCIL SOLTAR AS AMARRAS”

(Autoria: Içami Tiba)

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

SELINHOS EM DOSE DUPLA

OLHA QUE MIMO O SELINHO DA NOSSA AMIGA KESIA DO


 ESTE VEIO DA CATEQUISTA GISA
OBRIGADA PELO CARINHO

O segredo de Maria

Trabalhe e reze. Fique em silêncio,
reze, ame e reze. Escute e reze.
Não discuta, não queira ter razão: cale-se.
Não julgue, não condene: ame.
Não olhe, não queira saber: abandone-se.
Não arrazoe, não entre na profundidade
dos problemas: creia.
Não se agite, não procure fazer: reze.
Não se inquiete, não se preocupe: tenha fé.
Quando você fala, Deus se cala
e você diz coisas equivocadas.
Quando discute, Deus é esquecido e você peca.
Quando você argumenta, Deus é humilhado
e você pensa em coisas vãs.
Quando você se apura, Deus é distanciado
e você tropeça e cai.
Quando você se agita, Deus é lançado fora
e você fica na obscuridade.
Quando você julga o irmão, Deus é crucificado
e você se julga a si mesmo.
Quando você condena o irmão, Deus morre
e você se condena a si mesmo.
Quando desobedece, Deus fica distante
 e você morre.

Padre Jonas Abib e Luzia Santiago

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

O SINAL DA CRUZ

Vocês sabem qual o sinal que é usado quando damos ou recebemos a bênção de alguém? (ouvir as respostas)

Sim! O sinal da Cruz.

O sinal da Cruz é o sinal do Cristão.

Quando e como a cruz se tornou o sinal de todos os cristãos? (Ouvir as respostas)

Como você já sabe, Jesus morreu pregado numa cruz há quase 2000 anos. Naquele tempo era comum condenar os criminosos a morrer assim. E, às vezes, morriam também na cruz pessoas condenadas injustamente como Jesus.

Como Jesus morreu na cruz, esta se tornou o sinal de todos os cristãos.

Quem é cristão? (ouvir as respostas)

Cristão são todos os que seguem os ensinamentos de Jesus Cristo. Você também é um cristão.

Quem sabe me dizer quando nos tornamos cristãos? (Ouvir as respostas)

É pelo Sacramento do batismo que nos tornamos cristão.

(Pode ser mostrada uma estampa do Batismo)



Vocês já sabem como devemos fazer o sinal da Cruz? (Ouvir respostas e pedir que alguém mostre)

Nós podemos fazer o sinal da Cruz de dois modos: Um mais completo (Mostrar a estampa do persignar-se e até fixá-la em algum lugar à frente das crianças), que nós chamamos persignar e outro mais breve (mostrar a estampa da menina fazendo o sinal da Cruz e até fixá-la à frente das crianças), que chamamos benzer.



Como nós podemos nos persignar? (ouvir as respostas)

Ao nos persignar, fazemos com o dedo polegar três pequenas cruzes: uma na nossa testa, dizendo + Pelo Sinal da Santa Cruz+ pedindo a Deus que nos livre dos maus pensamentos, das heresias e ideologias, que tanto nos tentam nos dias de hoje e que Ele mantenha a nossa inteligência alerta contra todas as embustes e ciladas do demônio; outra na boca, sobre os lábios, dizendo +Livrai-nos Deus, Nosso Senhor+ para que Ele nos livre das más palavras,para que de nossa boa só saiam palavras de louvor, de agradecimento a Deus, pois tudo o que somos e temos são frutos da Sua Misericórdia e do Seu Amor e não dos nossos méritos, que as nossas palavras jamais sejam ditadas para ofender o nosso irmão; e outra no peito, dizendo +dos nossos inimigos+ pedindo a Deus que  nos livre das más obras que tem origem em nosso coração, para que Ele nos proteja contra os maus sentimentos: contra o ódio, a vaidade, a inveja, a luxúria e outros vícios, para que façamos do nosso coração uma fonte inesgotável de amor a Deus, a nós mesmos e ao nosso próximo, para que o nosso coração seja como o de Maria e manso e humilde como o de Jesus.



Portanto, nos persignamos dizendo:

“Pelo sinal da Santa Cruz + Livrai-nos Deus, Nosso Senhor + Dos nossos inimigos + e terminamos benzendo-nos + Em Nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém!”



Esta palavra AMÉM, com que terminamos as orações é uma palavra hebraica que quer dizer: Assim é; assim aconteça; é verdadeiro o que disseste, deves confiar, acredita, assim seja.



Na Santa Missa há um momento em que devemos nos persignar, quando é enunciado o evangelho que será lido.



Vamos agora aprender a nos persignar

(Todos se ocupem em ensinar as crianças a se persignarem corretamente)...



O Sinal da Cruz mais breve, é o que usamos para benzer-nos, fazemos levando a mão direita à testa dizendo: Em Nome do Pai, prolongando o sinal até o centro do peito, dizendo , e do Filho, e depois o outro sinal do ombro esquerdo para o ombro direito, dizendo, e do Espírito Santo. Amém!”

(Chamar a atenção para a imagem que está fixada ou mostrar a imagem)



Devemos prestar atenção a um detalhe muito importante...

(Mostrar a imagem da Santíssima Trindade)

Quando fazemos o sinal da Cruz dizemos: Em Nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, invocamos sobre nós as Três Pessoas da Santíssima Trindade: que são Três Pessoas num só DEUS. Por isso usamos a palavrinha e... Não podemos separá-Los, pois o Amor que uniu o Pai e o Filho foi tão forte e tão essencial, que Se transformou na Terceira Pessoa da Santíssima Trindade.



Vamos agora aprender a fazer o Sinal da Cruz. Por ser este o sinal dos cristãos, você deve fazê-lo sempre e com muito respeito e amor a Deus, sem pressa e sem dizer ou fazer brincadeiras.

(Todos se ocupem em ensinar as crianças a fazerem corretamente o Sinal da Cruz)



Quando você costuma fazer o sinal da Cruz? (ouvir as respostas)

Sim! O Sinal da Cruz deve ser feito logo que acordamos, para que DEUS, pelos méritos da Cruz de Seu Divino Filho, nos proteja durante todo o dia.

Devemos também marcar a nossa fronte com o sinal da Cruz: a cada movimento, a cada passo, ao entrar ou sair de casa, ao acender as luzes, antes de comer e beber, quando nos reunimos para praticar alguma ação, ou no ato de partir para qualquer lugar, antes de começar nossas orações e após terminá-las, quando passamos em frente a Igreja, ao entrarmos na Igreja.



Vocês já observaram onde a cruz está presente? (ouvir as respostas)

A cruz está sempre presente dentro e fora das Igrejas cristãs, nas vestes do Sacerdote, nos terços, na hóstia, na bíblia, nas portas, nos altares, nas torres, quando abrimos os braços, vemos também a cruz sobre muitos túmulos dos cemitérios cristãos, também na casa de pessoas cristãs é comum vermos uma cruz na parede ou sobre um móvel.



Vamos entregar a vocês agora uma folha que aponta alguns lugares onde há presença do Sinal da Cruz. Depois vocês vão desenhar numa folha, outros lugares onde encontramos o sinal da Cruz.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

EXPLICANDO A AVE- MARIA PARA AS CRIANÇAS

Ave Maria cheia de graça é a saudação que o anjo Gabriel fez a Maria.
Ave aqui não representa um passarinho. Ave é o mesmo que oi, olá. Graça não é uma piada engraçada. Graça, vem de agraciada, cheia de Deus.
O Senhor é convosco, significa que Deus está com Maria. Podemos encontrar esse trecho da oração em Lc 1, 28


Bendita sois vós entre as mulheres. Bendita vem de bendizer, de benção. Maria foi escolhida por Deus entre todas as mulheres. (Lc 1, 42)


Bendito é o fruto do teu ventre Jesus. Abençoado é o filho que Maria espera. Seu nome será bendito entre todas as gerações. Ele será grande e será chamado filho do Altíssimo. (Lc1, 31-32) Ventre é o lugarzinho dentro da barriguinha de Maria onde Jesus está sendo gerado.

Santa Maria, mãe de Deus. Maria é Santa, não é mesmo? Poderia o filho de Deus nascer de alguém que não o fosse? Maria é revestida do Espírito Santo e Jesus que nasce dela é o filho de Deus. (Lc 1, 35.44) Sendo mãe de Jesus ela também é nossa mãe.

Rogai por nós os pecadores. A palavra rogai é o mesmo que pedir, interceder. Maria está no céu e intercede por nós seus filhos, assim como fez nas Bodas de Caná. (Jo 2, 1-6). Todos somos pecadores mas Deus é rico em misericórdia e está sempre disposto a nos perdoar e amar. Por isso peçamos sempre a intercessão de Maria. Peça a Mãe que o Filho atende.

Agora e na hora de nossa morte, Amém. Maria é mesmo uma grande intercessora. Ela intercede hoje e na hora em que nós formos ao encontro de seu filho Jesus. Responder Amém é dizer sim eu acredito. Eu creio. 






domingo, 12 de fevereiro de 2012

Lição de Perseverança


Já observou a atitude
dos pássaros ante às adversidades?

Ficam dias e dias fazendo seu ninho, recolhendo materiais, às vezes trazidos de locais distantes...

... E quando já ele está pronto e estão preparados para por os ovos, as inclemências do tempo ou a ação do ser humano ou de algum animal destrói o que com tanto esforço se consegui...

O que faz o pássaro?
Pára, abandona a tarefa?
De maneira nenhuma. Começa, uma outra vez, até que no ninho apareçam os primeiros ovos.
Muitas vezes, antes que nasçam os filhotes, um animal, uma criança, uma tormenta, volta a destruir o ninho, mas agora com seu precioso conteúdo...

Dói recomeçar do zero... Mas ainda assim o pássaro jamais emudece, nem retrocede, segue cantando e construindo, construindo e cantando...

Já sentiu que sua vida, seu trabalho, sua família, seus amigos não são o que você sonhou?

Tem vontade de dizer basta, não vale a pena o esforço, isto é demasiado para mim?
Você está cansado de recomeçar, do desgaste da luta diária, da confiança traída, das metas não alcançadas quando estava a ponto de conseguir?

Mesmo que a vida o golpeie mais uma vez, não se entregue nunca, faça uma oração, ponha sua esperança na frente e avance. Não se preocupe se na batalha seja ferido, é esperado que algo assim aconteça. Junte os pedaços de sua esperança, arme-a de novo e volte a ir em frente.

Não importa o que você passe...
Não desanime, siga adiante.
A vida é um desafio constante, mas vale a pena aceitá-lo. E sobretudo...
Nunca deixe de cantar.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Dia Mundial do Enfermo - Oração a Nossa Senhora, Saúde dos Enfermos

Ó Virgem Santa Maria, Saúde dos Enfermos
que acompanhaste Jesus ao longo da vida
desde o nascimento em Belém
à vida oculta em Nazaré
desde o começo da pregação do Reino em Cafarnaúm
e ao cuidado com os mais pobres e que mais sofrem
nos caminhos da Galileia e da Judeia
até ao momento do grande sacrifício, no Calvário,
Ó Virgem Santa Maria, consoladora dos aflitos
que permaneceste junto à Cruz do teu Filho
participando intimamente nas suas dores
Ó Virgem Santa Maria, Mãe de Jesus
e mãe de todos os homens e mulheres
acolhe os nossos sofrimentos e une-os ao de Jesus
para que as sementes da esperança
espalhada no mundo pela fé e pelo amor
continuem a produzir frutos abundantes
na vida de todos os doentes.
Mãe de misericórdia, com a maior fé nos volvemos para ti,
Senhora consegue-nos do teu Filho Jesus
que rapidamente possamos voltar,
plenamente restabelecidos,
às nossas ocupações
para sermos úteis aos outros com o nosso trabalho.
Entretanto, fica ao pé de nós neste momento de sofrimento
e ajuda-nos a repetir, cada dia,
contigo o nosso "sim"
sabendo que Deus sabe tirar do mal, um bem sempre maior.

Virgem lmaculada,
faz que a nossa oração no mundo da dor e da angústia
se transformem para nós e para os que mais amamos
na expressão mais bela da vida cristã
para que, na contemplação do Rosto de Cristo Ressuscitado,
encontremos a abundância da misericórdia de Deus
e a alegria de uma comunicação,
cheia de amor, com os nossos irmãos
antevisão da alegria sem fim que todos teremos no Céu. Amem!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

EU APOIO ESTA INICIATIVA

SEGURANDO UM AO OUTRO


A dedicada enfermeira, sobrecarregada com tantos pacientes a atender, viu um jovem entrar no quarto e, inclinando-se sobre o paciente idoso em estado grave, disse-lhe em voz alta:
seu filho está aqui.

Com grande esforço, o velho moribundo abriu os olhos e, a seguir, fechou-os outra vez.

O jovem apertou a mão envelhecida do enfermo e sentou-se ao lado da cama.

Por toda a noite, ficou sentado ali,
segurando a mão e sussurrando palavras
de conforto ao velho homem.

Ao amanhecer, o manto escuro da morte caiu sobre o corpo cansado do enfermo.
Ele partiu com uma expressão de paz no rosto sulcado pelo tempo.

Em instantes, a equipe de funcionários do hospital encheu o quarto para desligar as máquinas e remover as agulhas.

A enfermeira aproximou-se do jovem
e começou a lhe dizer palavras de conforto,
mas ele a interrompeu com uma pergunta:
quem era esse homem?

Assustada, a enfermeira respondeu:
eu achei que fosse seu pai!

Não. Não era meu pai, falou o jovem.
Eu nunca o havia visto antes.

Então, porque você não falou nada quando o anunciei para ele?

Eu percebi que ele precisava do filho
e o filho não estava aqui.
E como ele estava por demais doente para reconhecer que eu não era seu filho, resolvi segurar a sua mão para que se sentisse amparado.
Senti que ele precisava de mim.

* * *

Nesses dias em que as pessoas caminham apressadas, sempre com muitos problemas esperando solução, não têm tempo sequer para ouvir o desabafo de um coração aflito, um jovem teve olhos de ver e ouvidos de ouvir o apelo mudo de um pai no leito de dor.

É tão triste viver na solidão...
É tão triste não ter com quem contar
num leito de morte...
Se você tem um familiar enfermo, aproxime-se dele e segure firme a sua mão.
Ofereça-se para lhe fazer companhia,
ainda que por alguns minutos.
Fique em silêncio ao seu lado para ouvir o que os ouvidos do corpo não conseguem captar.
Seja uma presença amiga, sincera, que proporcione segurança.
E se você não tem um familiar enfermo, agradeça a Deus por isso e faça uma visita a alguém que precisa de apoio.
Há tantos enfermos solitários precisando de um gesto qualquer de afeto para sentir que viver ainda vale a pena.
Pense nisso e procure ser a companhia de alguém que precisa de você neste exato momento.

* * *

Madre Teresa de Calcutá costumava dizer que ninguém tem que morrer sozinho.

Do mesmo modo, ninguém deve se afligir sozinho ou chorar sozinho; rir sozinho ou celebrar sozinho.

Nós fomos feitos para viajar de mãos dadas através da jornada da vida.

Há alguém pronto para segurar a sua mão hoje.
E há alguém esperando que você segure a dele.

OBA !!!! SELINHOS


ESTE SELINHO JÁ FAZ ALGUNS DIAS QUE GANHEI DA AMIGA ELISETE NUNES DO BLOG BORBOLETAS, PASSE LÁ E FAÇA UMA VISITINHA. 

 
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E COMO TEM REGRINHA, PASSAR PARA 10 BLOGS AMIGOS , AÍ VAI


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CRIS MENEZES- CATEQUIZANDO FELIZ














quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

2º ENCONTRO - CF 2012


PROMOÇÃO DA SAÚDE

"Cuido de mim e cuido do outro"!

Considerações para desenvolver o encontro

"Se é dever do Estado promover a saúde por meio das ações preventivas e oferecer um sistema de tratamento eficaz e digno a toda população, especialmente aos mais
desprovidos de recursos é, também, responsabilidade de cada família e cidadão assumir um estilo de viver que, por meio de hábitos saudáveis e de exames preventivos, contribua para evitar as doenças.
Se cabe ao Estado providenciar toda a assistência médica aos enfermos, cabe à família o acompanhamento dedicado e carinhoso aos seus que adoecem. A família, o Estado e a Igreja têm funções distintas, mas complementares no processo de tratamento de seus membros adoecidos".
..."para que a ação evangelizadora da Igreja e dos cristãos possa se revestir de contundência e profetismo na área de saúde, além da caridade na atenção aos enfermos, é necessário empenho por mudanças nas estruturas  que geram enfermidades e mortes. Tais estruturas tornam-se visíveis nas situações de exclusão, na falta de condições adequadas e dignas da vida e no descaso, em certas circunstâncias, no atendimento oferecido aos usuários do sistema de saúde. Tudo isso é exposto não só pelos meios de comunicação, mas também pelos rostos sofridos e pelas mortes causadas pelo indigno atendimento".
No início da década de 1990, a ONU, estabeleceu 8 metas para melhorias sociais, e naturalmente, a saúde ocupa o centro das atenções, com programas objetivos e claros a serem alcançados até o ano de 2015. Entre as metas encontra-se: Redução da mortalidade infantil; Melhoria da saúde materna; Combate a epidemias e doenças".

ILUMINAÇÃO BÍBLICA (MT 25, 35-40)

"Tive fome e me destes de comer. Tive sede e me destes de beber. Era peregrino e me acolhestes. Estive nu e me vestistes, enfermo e me visitastes, preso e vieste ver-me. Em verdade vos digo: cada vez que o fizestes a um desses meus irmãos mais pequeninos, foi a mim que o fizestes" .

Para refletir:
Como Jesus falaria hoje diante de nossas condições de saúde?
EX:

    Era descuidado com as vacinas  e vocês me alertaram...
    Estava acomodado e vocês me animaram a lutar pelos meus direitos...
    Estava sem assistência médica e vocês me orientaram a exigir melhores condições nos postos de saúde...

(Estimular outras colocações)

Saúde é soma de...
A qualidade de vida é resultado da saúde individual e da saúde coletiva. Saúde é um estado de equilíbrio e bem-estar físico, mental, social e espiritual. Para se ter boa saúde, o indivíduo precisa ter boas condições de alimentação, habitação, educação, trabalho, lazer e serviços de saúde.

UM OLHAR SOBRE A REALIDADE

    Levar para o encontro várias revistas, jornais, tesouras e cola, pincel atômico, cartolina, etc.
    Pedir aos catequizandos que procurem e recortem gravuras e notícias que representam fatores que prejudicam a saúde.
    Sugerir que, em grupos, os catequizandos elaborem frases e criem cartazes chamando a atenção  para a melhoria da saúde no Brasil, e principalmente na comunidade.
    Se for possível, promover a exposição dos cartazes num ambiente onde circulem várias pessoas.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

1º ENCONTRO - CF 2012


DIGNIDADE HUMANA E CIDADANIA

"Somos humanos chamados a altos voos".

Considerações para desenvolver o encontro

A cidadania é conquistada através da participação coletiva e solidária. Sua construção inicia-se com a formação da identidade e da autoestima. Ser cidadão significa estar na vida e no mundo, sentindo-se parte integrante do gênero humano, participante ativo do esforço de mudança de sua realidade social, deixando por onde passa sua marca de filho(a) de Deus.

"Cidadão é o indivíduo que tem consciência de seus direitos e deveres e participa ativamente de todas as questões da sociedade". (Herbert de Souza-Betinho)

"A razão mais alta da dignidade humana consiste na vocação do homem à união com Deus. Desde o seu nascimento o homem é convidado a dialogar com Deus." Da dignidade da pessoa, criada à imagem e semelhança de Deus, decorrem direitos universais e invioláveis, superiores a qualquer lei humana. O acesso a esses direitos vai possibilitar às pessoas levar uma vida digna. É necessário , portanto, tornar acessíveis ao homem todas as coisas de que necessita para viver plenamente: alimentação, vestuário, moradia, trabalho, lazer, etc. Elas repercutem na qualidade de vida e, consequentemente, na saúde.
Com sua ação evangelizadora, Jesus não apenas cura os doentes, mas também resgata o ser humano para o meio da sociedade, dando-lhes dignidade e apresenta uma nova forma de relacionar-se com as pessoas necessitadas.
Ao longo dos últimos anos, houve mudança no conceito de saúde: De "caridade para direito". Hoje em dia, no entanto, esse direito está se transformando em 'negócio', num mercado livre sem coração!
Os direitos humanos encontra-se garantido nas constituições de muitos países, mas ainda está longe de se tornar uma realidade para as populações da maioria dos países da América Latina e do Caribe.
A mudança, que todos esperamos e estamos buscando, não acontecerá de cima para baixo, mas a partir da conscientização e da educação para a cidadania e do controle social.

JUSTIFICATIVA DA ESCOLHA DO TEMA:
Diante da realidade da saúde pública no Brasil, que clama por justiça, equidade e solidariedade, e sabendo que a pessoa humana só sai de si quando tem boa autoestima e identidade bem estruturada, nossa meta, nesse primeiro encontro, é trabalhar dois aspectos: o resgate da dignidade da pessoa humana e a cidadania.

DINÂMICA DO ENCONTRO:
- Acolhida e Saudação inicial
-Levar duas rosas para o encontro: uma murcha, despetalando e outra bonita, cheia de vida, saudável.

 


Essas duas flores representam a saúde e a doença. Para você, o que é saúde? (as respostas vão girar em torno de : não ter doença,nem dor, estar forte, etc.)
    Completar o conceito de saúde que vai além da ausência de doenças:

     "Saúde é processo harmonioso de bem -estar físico, psíquico, social e espiritual, e não apenas a ausência de doença, processo que capacita o ser humano a cumprir a missão que Deus lhe destinou, de acordo com a etapa e a condição de vida em que se encontre".
    "A vida saudável requer harmonia entre corpo e espírito, entre pessoa e ambiente, entre personalidade e responsabilidade".

    Se fôssemos escolher uma dessa flores para oferecer a alguém, qual seria? A bonita, claro! Não oferecemos aquilo que julgamos que não agrada. Não nos doamos, se não gostamos de nós mesmos.
    Deus criou o homem e a mulher à sua imagem, deu-nos dignidade de filhos, de pessoas humana com capacidade de amar. É ponto de partida para amar, descobrir o próprio valor, viver a dignidade e proclamá-la a toda pessoa. Esta é a força capaz de estabelecer relacionamentos fraternos, solidários, que a campanha da fraternidade nos propõe.

Objetivo Geral da Campanha da Fraternidade de 2012
"Suscitar o espírito fraterno e comunitário das pessoas na atenção aos  enfermos e mobilizar por melhorias no sistema público de saúde."

VAMOS ENTÃO, REFLETIR UM POUCO MAIS SOBRE A DIGNIDADE HUMANA, ESCUTANDO UMA HISTÓRIA:

 "A ÁGUIA E A GALINHA" (Leonardo Boff)
"Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo cativo em sua casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Colocou-o no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e ração própria para galinhas. Embora a águia fosse o rei/rainha de todos os pássaros.
Depois de cinco anos, este homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista: - Esse pássaro aí não é galinha. É uma águia.
-De fato - disse o camponês. É águia, mas eu criei como galinha. Ela não é mais uma águia. Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros de extenção.
- Não - retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a fará um dia voar às alturas.
- Não, não - insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como uma águia.
Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse: - já que de fato você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra as suas asas e voe!
A águia pousou sobre o braço entendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá em baixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.
O camponês comentou: - Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!
- Não - tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia. E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.
No dia seguinte o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurou-lhe: Águia, já que você é uma águia, abra as suas asas e voe!
Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi junto delas.
O camponês sorriu e voltou à carga: - Eu lhe havia dito, ela virou galinha!
- Não - respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia, possuirá sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.
No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram-na para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas.
O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe: Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe!
A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte.
Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico Kau-kau das águias e ergueu-se, soberana, sobre si mesma. E comessou a voar para o alto, voar cada vez mais alto. Voou... voou... até confundir-se com o azul do firmamento..."

COMENTÁRIO:
Nós fomos criados à imagem e semelhança de Deus! Mas existem pessoas que nos fizeram pensar como galinhas. E muitos de nós ainda achamos que somos efetivamente galinhas. Mas nós somos águias. Por isso companheiros e companheiras, abramos as asas e voemos. Voemos como águias. Jamais nos contentaremos com os grãos que nos jogarem aos pés para ciscar."

Esta história  nos ensina também que a vida é feita de escolhas; que o interior de cada um de nós nunca muda; que sempre estaremos prontos para encontrar nossos verdadeiros ideais. Depende de nós.

PARA REFLETIR:
-Como será que Deus nos criou? Somos águias ou galinhas? Ou somos as duas juntas? Vejamos o que diz a palavra sobre a nossa criação.

ILUMINANDO O ENCONTRO

    Leitura Bíblica: Salmo 08- "O ser humano na criação".
    Pedir que releiam o versículo que mais chamou a atenção.
    Como se sentiram ao saber que foram criados "coroados de glória e honra"?

DINAMIZANDO O ENCONTRO

    Fundo musical: música do padre Zezinho- "Águia Pequena"
    Dar para cada catequizando uma ficha contendo palavras que identifiquem a condição de galinha ou de águia.
    Em pé, circulando em silêncio pelo ambiente, os participantes devem identificar as características das condições "águia e galinha", e formar dois grupos.
    Em seguida, cada um lê sua ficha para todos ouvirem e juntos, confiram se estão no grupo certo.

FICHAS:
Condição galinha: Alimentar, dormir, ir pra escola, trabalhar, cuidar da família, passear, praticar esportes, etc

Condição águia: Capacidade de amar, a busca de Deus, amor ao próximo, superar dificuldades, coragem para arriscar, persistência, sinceridade, realizar a vocação, buscar a felicidade.

REFLETINDO...
Observando as duas condições, "águia e galinha", qual vocês acham que é a mais importante para a realização humana? (Deixar eles falarem sem interferência)

CONCLUINDO...
Cada pessoa tem dentro de si uma águia. Busca as alturas, o sol; foi feita para as grandes ideias e os grandes sentimentos. Muitas vezes, porém, fica presa às coisas como uma galinha ciscando no galinheiro. Não nascemos só para cuidar de comida, roupa... As duas condições são essenciais para a realização humana. Criados à imagem e semelhança de Deus, temos que buscar sempre a perfeição, a nossa conversão, mas sempre sabedores de nossa pequenez.

TRABALHO EM GRUPO
- Formar grupos de 4 ou 5 pessoas, misturando as "águias e as galinhas!".

Ler pausadamente:
"A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA FUNDAMENTA-SE NA CIDADANIA E DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA". (Art. 1º) E GARANTE QUE "TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI" (Art.5º). ELA AFIRMA QUE "SÃO DIREITOS SOCIAIS A EDUCAÇÃO, A SAÚDE, O TRABALHO, A MORADIA, O LAZER, A SEGURANÇA, A PREVIDÊNCIA SOCIAL, A PROTEÇÃO À MATERNIDADE E A INFÂNCIA, A ASSISTÊNCIA AOS DESAMPARADOS" (Art.6º). 

Com base no texto da Constituição refletir com o grupo:

    É possível viver a condição "galinha", satisfatoriamente nos dias de hoje?
    Como a condição "águia" pode ajudar para termos mais qualidade de vida?
    Apresentar as conclusões.

 Encontros Catequéticos para Crianças e Adolescentes- Campanha da Fraternidade de 2012 / CNBB