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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

A MISSÃO DE CADA UM


INAUGUROU-SE UM NOVO TEMPLO E, DE TODA PARTE, AS PESSOAS VINHAM ADMIRÁ-LO. SEU ESTILO ENCHIA DE PRAZER AS VISTAS DE QUALQUER PESSOA QUE O VISITASSE.
NO MADEIRAMENTO DO TELHADO, UM PREGO ASSISTIA A TUDO. OUVIA ELOGIOS AOS PEDREIROS, AOS ELETRICISTAS, AOS PINTORES E AO BOM MATERIAL USADO NOS ACABAMENTOS. MAS OS PREGOS, QUE SEGURAVAM O TELHADO, NINGUÉM SE LEMBROU DE ELOGIAR.
- SE EU SOU TÃO INSIGNIFICANTE E SEM VALOR, NINGUÉM SENTIRÁ MINHA FALTA - CONCLUIU O PREGO.
E ASSIM PENSANDO, DESISTIU DE SUA MISSÃO, DEIXOU DE FAZER PRESSÃO, DESLIZOU E CAIU NO SOLO. NAQUELA NOITE CHOVEU MUITO.
IMEDIATAMENTE, NO LUGAR DO PREGO, O TELHADO CEDEU, DISTANCIANDO AS TELHAS. A ÁGUA ESCORREU PELAS PAREDES, SUJOU SUA LINDA PINTURA TÃO ADMIRADA PELOS TURISTAS. ALÉM DISSO, AMOLECEU O GESSO, MANCHOU O TAPETE E A BÍBLIA FICOU ENCHARCADA DE ÁGUA. TUDO ISSO PORQUE UM PEQUENO PREGO, CUJA IMPORTÂNCIA NINGUÉM VALORIZOU, DESISTIU DO SEU TRABALHO.
O PREGO, AO SEGURAR O MADEIRAME DO TELHADO, ERA INVISÍVEL AOS OLHOS DOS FIÉIS. AGORA, ENTERRADO NA LAMA, ALÉM DE TER CAUSADO UM GRANDE PREJUÍZO MATERIAL, TORNOU-SE MAIS INÚTIL AINDA E ACABOU COMIDO PELA FERRUGEM.

Lições que ensinam – Visão Editora
 

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"Que a estrada se abra à sua frente,
Que o vento sopre levemente em suas costas,
Que o sol brilhe morno e suave em sua face,
Que a chuva caia de mansinho em seus campos,
E, até que nos encontremos, de novo...
Que Deus lhe guarde nas palmas de suas mãos!"

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