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terça-feira, 6 de março de 2012

Segura... Não deixa cair!


Objetivo: Mostrar a importância de ter alguém que segure e dê apoio num momento em que tudo parece que vai desmoronar, cair.

Formar um círculo com os catequizandos: distribuir para cada um uma papeleta em que esteja escrito um dos "males" (doenças), relacionados abaixo. Pedir para não contarem uns aos outros o que está escrito no papel. A papeleta 'gripe' deve ser repetida cinco ou mais vezes, dependendo do número de participantes (colocá-la para um terço das pessoas).

- Os participantes engancham os braços uns nos outros, formando uma espécie de corrente, evitando
que alguém caia.

- No meio do círculo fica o "doutor", a pessoa que vai conduzir a brincadeira. O "médico" lê um dos diagnósticos (sugestões abaixo). A pessoa que estiver com a "doença" correspondente amolece o corpo para cair, como se fosse um desmaio. As duas pessoas que estão ao seu lado, a seguram para não deixá- la cair. Se a pessoa cair, ela morre...

- Depois de ser amparada, a pessoa 'doente' volta o corpo ao normal. Assim o médico vai lendo os diagnósticos até chegar a doenças de maior incidência, por exemplo, a gripe ou a dengue. Como há várias pessoas com esta "doença", muita gente vai "cair" ao mesmo tempo e o círculo vai se desmantelar. Torna-se difícil segurar, portanto é preciso envolver mais pessoas, organizar toda a sociedade. Ao final, estabelecer uma ligação entre o que ocorreu no círculo com o que está acontecendo com a saúde pública.

- Após a execução da dinâmica, deixar que os participantes falem sobre o que sentiram.

- Como se sentiram ao serem taxados de "doentes"? Como viram a doença que cada um recebeu?

- Comentar da importância de ter alguém que segure e dê apoio num momento em que tudo parece que vai desmoronar, cair.

- Como foi estar atento ao outro, cuidar do problema do outro?

- Como é a dificuldade de apoiar, quando há grande o número de doentes? Salientar a importância da prevenção, de não deixar a doença se espalhar, dos cuidados com o corpo e o ambiente.

- Concluir falando da importância da presença, da solidariedade, da compaixão junto àqueles que sofrem.

DOENÇAS:

Gripe, doenças do pulmão, dengue, hipertensão, diabetes, problemas renais, anemia, obesidade, colesterol alto, dependência química (drogas), alergia, dores de ouvido e cabeça, gengivite, cáries e placas nos dentes.

(Podem ser acrescentadas outras doenças com os respectivos diagnósticos).

DIAGNÓSTICOS:

- Exposição ao ar frio (mudanças climáticas) e contato com pessoas doentes, não lavar as mãos. (gripe)

- Poluição do ar contato com fumantes ou fumar. (doenças do pulmão)

- Falta de cuidado com os quintais e os vãos de plantas, deixando água parada. Falta de higiene. (dengue)

- A pessoa não cuida da alimentação, ingere alimentos gordurosos e não saudáveis, não pratica
exercícios físicos. (hipertensão)

- Há pessoas diabéticas em sua família, mas a pessoa nunca fez exames preventivos. Não se alimenta com alimentos saudáveis. Consome doces em excesso. (diabetes)

- A pessoa não toma água várias vezes ao dia. Não cuida da alimentação. Ingere muito sal. (problemas renais)

- Faltam em sua alimentação frutas, verduras e outros alimentos saudáveis. (anemia)

- Consome alimentos muito calóricos, tipo salgadinhos (chips), refrigerante. Não faz exercícios físicos. (obesidade)

- Não se alimenta corretamente, abusa de alimentos gordurosos e de doces. (colesterol alto)

- A pessoa deixou-se levar por falsos amigos e acabou experimentando drogas. (dependência química)

- A pessoa se expõe ao ar poluído. Freqüenta ambientes poluídos, sujos, com muita poeira. Consome alimentos contaminados. Não cuida devidamente da higiene pessoa. (alergia)

- A pessoa ouve música em volume demasiadamente alto, freqüenta ambientes com poluição sonora. (dores de ouvido e de cabeça)

- A pessoa não escova os dentes. Consome doces exageradamente, sem fazer a adequada higiene
bucal. (gengivite, placas bacterianas, cárie)


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"Que a estrada se abra à sua frente,
Que o vento sopre levemente em suas costas,
Que o sol brilhe morno e suave em sua face,
Que a chuva caia de mansinho em seus campos,
E, até que nos encontremos, de novo...
Que Deus lhe guarde nas palmas de suas mãos!"

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