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sábado, 3 de dezembro de 2011

O PINHEIRINHO HUMILDE


Conta-se que, quando os pastores foram adorar o Divino Infante, decidiram levar-lhe frutos e flores produzidos pelas árvores. Depois dessa colheita, houve uma conversa entre as plantas, num bosque. Regozijavam-se elas de ter podido oferecer algo ao seu Criador recém-nascido: uma, as suas tâmaras; outra, as nozes; uma terceira, as amêndoas; outras ainda, como a cerejeira e a laranjeira, que haviam oferecido tanto flores quanto frutos. Do pinheiro, porém, ninguém colheu nada. Pontiagudas folhas, ásperas pinhas, não eram dons apresentáveis.
   O pinheiro reconheceu a sua nulidade e, não se sentindo à altura da conversa, rezou em silêncio: “Meu Deus recém-nascido, o que Vos vou oferecer? Minha pobre e nula existência. Esta, alegremente Vo-la dedico, com grande agradecimento por me terdes criado na vossa sabedoria e bondade”.
     Deus ficou comovido com a humildade do pinheiro e, em recompensa, fez descer do céu  uma multidão de estrelinhas, que pousaram nele. Eram de todos os matizes que existem no firmamento: douradas, prateadas, vermelhas, azuis.. Quando o outro grupo de pastores passou, levou não apenas os frutos das demais árvores, mas o pinheiro inteirinho, a árvore de tal forma maravilhosa, da qual nunca se ouvira falar.
E lá foi o pinheiro ornar a gruta de Belém, sendo colocado bem junto do Menino Jesus, de Nossa Senhora e de São José.

Um comentário:

  1. Olá que linda historinha, sejamos nós também pinheirinhos!
    Hoje estou dedicando um tempo para as visitas aos Catequistas Unidos...
    Gostaria de saber onde acha que poderíamos melhorar... e como poderíamos nos unir cada vez mais, para honra e glória do Senhor!
    Que sou ansiosa acho que todos já perceberam...rs Estou montando um planejamento para 2012 e gostaria de sua ajuda... veja a minha postagem de hoje. http://catequesenanet.blogspot.com/2011/12/catequistas-unidos-2012-vamos-planejar.html
    Paz de Cristo!

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"Que a estrada se abra à sua frente,
Que o vento sopre levemente em suas costas,
Que o sol brilhe morno e suave em sua face,
Que a chuva caia de mansinho em seus campos,
E, até que nos encontremos, de novo...
Que Deus lhe guarde nas palmas de suas mãos!"

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