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sexta-feira, 11 de março de 2011

CUIDE DA NATUREZA

Campanha da Fraternidade 2011
de Emílio Carlos 

JOCA – (entra) Oi pessoal!

CLARINHA – (entra) Oi pessoal!

JOCA – Oíííííí!

CLARINHA – Oi!

JOCA – Oíííííí!

CLARINHA – Oi!

JOCA – Oíííííí!

CLARINHA – Joca.

JOCA – Oíííííí!

CLARINHA – Joca.

JOCA – Oíííííí!

CLARINHA – Joca!

JOCA – O que foi, Clarinha?

CLARINHA – Quer parar de falar oííííí?

JOCA – Não.

CLARINHA – Então para assim mesmo, vai?

JOCA – Ô Clarinha: eu vou lhe contar uma coisa.

CLARINHA – O que, Joca?

JOCA – Sabia que eu não comi nada antes de vir pra cá?

CLARINHA – Não comeu?

JOCA – Não.

CLARINHA – Mas por que, Joca?

JOCA – É que eu acordei atrasado e não deu tempo.

CLARINHA – É, Joca: precisa acordar mais cedo. Daí dá tempo de comer antes de vir para a …

JOCA – (sai)

CLARINHA – Joca.

JOCA – (em off, embaixo do cenário) O que foi?

CLARINHA – O que você está fazendo?

JOCA – (em off, de boca cheia) Eu estou comendo.

CLARINHA – Como é que é. Joca?

JOCA – (em off) Eu estou comendo.

CLARINHA – Não pode comer na hora da Missa, Joca.

JOCA – (em off) Mas eu estou com fome, Clarinha.

CLARINHA – Gente: isso é muito feio, viu? Comer na hora da Missa é falta de educação.

JOCA – (em off) Gostoso! (joga uma embalagem para fora do cenário)

CLARINHA – (olha para o lixo e diz ao público) Isso é falta de respeito.

JOCA – (em off) Que bom! (joga outra embalagem amassada)

CLARINHA – Joca.

JOCA – (em off) Que delícia! (joga mais uma embalagem amassada)

CLARINHA – Joca!

JOCA – (em off) O que foi?

CLARINHA – Venha aqui agora já!

JOCA – (volta) O que foi, Clarinha?

CLARINHA – Olha isso.

JOCA – Isso o que?

CLARINHA – Olha a sujeira que você está fazendo.

JOCA – (olha, riso amarelo) Rê, rê... Eu não percebi.

CLARINHA – Mas a natureza percebe, viu Joca?

JOCA – Como é que é?

CLARINHA – A natureza percebe todas as coisas erradas que nós fazemos.

JOCA – Como assim, Clarinha?

CLARINHA – O ser humano está destruindo a natureza, Joca. O mundo está virando um grande lixão.

(Sugestão: entra um cartaz com desenho de uma montanha de lixo ameaçando prédios. Também podemos exibir slides com fotos de lixões e das outras agressões à natureza que Clarinha vai falar).

JOCA – Nossa! Quanto lixo!

CLARINHA – E o pior é que boa parte desse lixo aí podia ser reciclado.

JOCA – Que nem latinha de refrigerante, né Clarinha? A indústria pega uma latinha e faz outra novinha

CLARINHA – Isso mesmo, Joca.

JOCA – Então tá resolvido, Clarinha: é só jogar o lixo no lixo e reciclar o que der pra reciclar.

CLARINHA – Não é só isso não, Joca.

JOCA – Não é?

CLARINHA – Não. É preciso parar de fazer queimadas. Olha isso.

(entra cartaz com ilustração de queimada).

JOCA – Que horror, gente!

CLARINHA – É preciso parar de cortar árvores. Olha.
(entra cartaz com árvores derrubadas e uma pessoa cortando outra árvore com a serra elétrica).

JOCA – Coitadas das árvores.

CLARINHA – Tem que parar de poluir o ar.
(entra cartaz com ilustração: chaminés de fábricas soltando fumaça, carros e caminhões soltando fumaça).

JOCA – Que fumaceira! (tosse)

CLARINHA – E tem que parar de poluir as águas.
(cartaz com um rio de águas claras. No meio um cano de esgoto derramando um líquido marrom escuro poluindo o rio).

JOCA – Coitado do rio, Clarinha!

CLARINHA – Gente: Deus criou o mundo e nos deu de presente.

JOCA – E o mundo era muito bonito.
(cartaz com árvores, flores, etc).

CLARINHA – Deus deu o planeta pra gente tomar conta.

JOCA – E não para destruir.

CLARINHA – Cada um de nós precisa cuidar do planeta.

JOCA – É isso mesmo.

CLARINHA – Quem vai cuidar do planeta levante a mão!

JOCA – Eu!

CLARINHA – Levante a mão bem alto!

JOCA – Eu!

CLARINHA – Então vamos começar já, né Joca?

JOCA – É... o menininho! Você aí embaixo. Jogue essas embalagens pra mim, por favor? Eu vou jogar no lixo.

CLARINHA – Muito bem, Joca!

JOCA – Eu vou cuidar da natureza que Deus me deu.

CLARINHA – Muito bem!

JOCA – Tchau pessoal!

CLARINHA – Tchau!

JOCA – Tchau!

CLARINHA – Tchau!
- F i m -

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"Que a estrada se abra à sua frente,
Que o vento sopre levemente em suas costas,
Que o sol brilhe morno e suave em sua face,
Que a chuva caia de mansinho em seus campos,
E, até que nos encontremos, de novo...
Que Deus lhe guarde nas palmas de suas mãos!"

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