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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Sugestão de Oração para a abertura de encontro sobre a Campanha da Fraternidade


Senhor, estamos aqui para refletir sobre a nossa missão diante do mundo criado por Vós, um mundo belo e rico, possuidor de uma biodiversidade tão grande que até hoje, milhões de anos depois, ainda não se conseguiu conhecê-la completamente.
Para os cientistas e pesquisadores, a biodiversidade da natureza é sempre uma grande surpresa, que desafia a inteligência humana e incentiva a pesquisa científica na busca de melhor utilizar seus recursos.
Quando criastes os seres humanos, destes-lhes uma missão primordial: cuidar do planeta e da natureza, dos animais e das plantas, pois tudo havia sido criado para proporcionar a felicidade humana. Mas o ser humano não compreendeu seu mandato, entendeu que dominar sobre toda a criação era colocá-la a seu serviço como se dela fosse senhor absoluto, de modo irresponsável e destruidor.
O poder humano dominou a natureza, a fauna e flora com tal fúria que ao invés de ser seu cuidador, tornou-se seu algoz. E assim, passo a passo estamos destruindo no planeta todos os recursos que deveriam ser usados com sabedoria para a felicidade de todos.
Ajuda-nos, Senhor, nesta hora, a compreender qual o nosso papel na história da criação, qual a nossa vocação diante do vosso mandato e principalmente qual a missão urgente a que somos chamados hoje para resgatar a dignidade da Vida no Planeta que nos destes para morada.
Mostra-nos o caminho a seguir para restaurar a liberdade da Natureza que foi escravizada pelo egoísmo humano. Se "a criação geme em dores de parto" como nos diz São Paulo, é por causa do pecado humano, da ganância e do poder que não respeita nada e destrói tudo.
Ilumina nossos corações e nossas mentes dando-nos a sabedoria que perdemos na ânsia de sermos felizes, sem perceber que a felicidade estava em respeitar toda a natureza, usufruindo de seus frutos sem agredi-la nem esgotá-la. Amém.

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"Que a estrada se abra à sua frente,
Que o vento sopre levemente em suas costas,
Que o sol brilhe morno e suave em sua face,
Que a chuva caia de mansinho em seus campos,
E, até que nos encontremos, de novo...
Que Deus lhe guarde nas palmas de suas mãos!"

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